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PENINHA - DICA MUSICAL

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DEU NO JORNAL

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

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SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

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DEU NO JORNAL

TRUMPÃO MALDOSO…

A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais representa uma derrota para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e um trunfo eleitoral para o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).

O anúncio da medida, publicado nesta quinta-feira (28) pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, ocorre um dia após uma reunião entre ele e Flávio Bolsonaro na Casa Branca.

Antes, o senador visitou o presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval, onde apresentou esse pedido.

* * *

Que maldade…

Trumpão lascou os aliados do Descondenado.

Estragou o final de semana do sinhô prisidente.

Uma excelente sexta-feira para toda a comunidade fubânica!

PEDRO MALTA - REPENTES, MOTES E GLOSAS

UM MOTE BEM GLOSADO E UM CLÁSSICO DO CORDEL

Antônio Carneiro glosando o mote:

Encontrei um pedaço de saudade
No terreiro da casa que morei.

Regressei ao lugar que fui criado
Como quem vai cumprir um juramento
Avistei os arreios do jumento
Pendurados na cerca do cercado.
No curral que papai trancava o gado
O chocalho da vaca eu procurei
Bem ao lado da casa encontrei
Os resquícios da minha mocidade
Encontrei um pedaço de saudade
No terreiro da casa que morei.

Avistei o meu cabo de enxada
Encabando uma velha Tramontina
A ferrugem comendo a lamparina
E uma cela de couro empoeirada.
Mas chorei quando vi uma latada
E o cavalo de pau que eu montei
No cavalo da História disparei
Retornei aos quarenta de idade
Encontrei um pedaço de saudade
No terreiro da casa que morei.

Encontrei bem no “pé” do casarão
O meu carro de flandre na poeira
Adentrando avistei uma roqueira
Dos folguedos de noite de São João.
Vi meu rádio de pilha campeão
Meu cachorro de caça não achei
Mas a cama velhinha que deitei
Inda mora comigo na cidade
Encontrei um pedaço de saudade
No terreiro da casa que morei.

Vi pedaços de bola canarinho
Enganchados em cima do telhado
Vi um saco de estopa amarelado
Que a galinha de mãe fazia ninho.
A “camisa” bonita do meu pinho
Que nas noites de lua dedilhei
O balanço que um dia despenquei
Lembrarei para toda eternidade
Encontrei um pedaço de saudade
No terreiro da casa que morei.

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