Lula diz que não é comunista e finge ser católico mas é desmentido por vídeo de si mesmo
Hoje Lula afirmou: “Não sou comunista, sou um católico fervoroso”. Mas isso só aconteceu pela proximidade da eleição, quando ele sempre finge ser religioso, vai a igrejas e inclusive… pic.twitter.com/aUTKRr2bZP
Tudo de amor que existe em mim foi dado Tudo que fala em mim de amor foi dito Do nada em mim o amor fez o infinito Que por muito tornou-me escravizado.
Tão pródigo de amor fiquei coitado Tão fácil para amar fiquei proscrito Cada voto que fiz ergueu-se em grito Contra o meu próprio dar demasiado.
Tenho dado de amor mais que coubesse Nesse meu pobre coração humano Desse eterno amor meu antes não desse.
Pois se por tanto dar me fiz engano Melhor fora que desse e recebesse Para viver da vida o amor sem dano.
Termina neste sábado (30) os 150 dias de trabalho que o esfolado brasileiro tem que trabalhar exclusivamente para pagar tributos.
Os números são do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).
A última vez que o percentual de dias trabalhados no ano ficou abaixo de 40% foi em 2006.
Desde que Lula assumiu e Fernando Haddad, que até ficou conhecido como “Taxxad”, passou a controlar a Fazenda, a quantidade de dias trabalhados para bancar o obeso estado brasileiro só aumentou.
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A nota aí de cima fala no “obeso estado brasileiro”.
Se está obeso, é necessário fazer regime.
Regime que já está sendo feito: o regime lulo-petralha.
E vamos nos preparar pra sermos mais esfolados ainda!!!
Aqui em Curitiba existe o hábito de perguntar às pessoas “O que você é?”. E nenhum curitibano responde “sou curitibano”. Está subentendido que a pergunta refere-se aos ancestrais da pessoa; assim a resposta pode ser alemão, italiano, português, libanês, ucraíno, polaco, japonês, russo, ou qualquer outra descendência. Eu, por exemplo, respondo que sou metade italiano e metade ucraíno, já que meu pai nasceu na serra gaúcha e é 100% descendente de imigrantes italianos, e minha mãe, curitibana, é neta de imigrantes ucraínos. Aliás, ela é a única da família que casou com alguém de etnia diferente, porque as duas irmãs dela casaram com ucraínos. Com a família do meu pai lá no Rio Grande do Sul, eu me criei no meio de ucraínos, ouvindo minha avó me chamar de malenkyy e kotunyo.
Se eu postasse o parágrafo acima em uma rede social, em questão de minutos apareceria alguém, provavelmente aqui de Curitiba mesmo, dizendo que eu não devo usar a palavra “ucraíno”, que é pejorativa, mas sim “ucraniano”. É uma idéia bastante difundida, mas é uma grande bobagem.
O gentílico de quem é da Ucrânia sempre foi “ucraíno”. É a palavra usada em Portugal e também é o termo usado em espanhol, só que sem o acento. Na língua de lá, “eu sou ucraíno” é Я українець, que se transcreve como “Ya ukrayinets” e se lê mais ou menos como “ya ucraíne”, com o ts final quase mudo.
“Ucraniano”, por outro lado, é o que os gramáticos chamam de galicismo: é uma imitação do francês ukrainien, que antigamente era usado por quem queria parecer chique. Aliás, ocorre o mesmo com os vizinhos polacos: hoje em dia se diz que “polaco” é feio e que o certo é “polonês”, outro galicismo.
E a história do “pejorativo”, de onde veio? Veio de uma moda dos tempos modernos que poderíamos chamar de “coitadismo”, misturada com o velho costume do ser humano de querer mandar nos outros. Hoje em dia não pega bem fazer isso pela força; ao invés disso, usa-se uma mistura de culpa e vaidade, proclamando que determinadas idéias, costumes ou palavras são “erradas” e condenáveis, enquanto outras são “corretas” e devem ser incentivadas. Em um mundo carente de auto-estima, essas diretrizes são obedecidas com alegria por quem precisa alimentar o ego. Daí favela vira comunidade, deficiente vira pessoa portadora de necessidades especiais e cachorro vira-lata vira cão comunitário.
Nessa linha, alguém resolveu achar que “ucraíno” e “polaco” não devem ser usados porque supostamente eram usados por pessoas que menosprezavam imigrantes, e quem adota essa linha de raciocínio acha que resolve-se um problema mudando o seu nome.
Sim, é verdade que imigrantes sempre foram maltratados por determinadas camadas da sociedade, tanto aqui como no resto do mundo. E nesse caso específico, até mesmo entre os dois grupos citados: quem acha que existe uma grande rivalidade entre corinthianos e palmeirenses é porque nunca viu um ucraíno e um polaco juntos. E também podemos notar que esse preconceito se estende a todos os imigrantes, e que palavras como “italiano”, “alemão” e “português” já foram usadas pejorativamente da mesma forma. Se ninguém na internet as declarou “proibidas”, talvez seja só porque não acharam um galicismo para colocar no lugar.
Rivalidades e maledicências à parte, nunca conheci um ucraíno que reclamasse de ser chamado de ucraíno. Estavam muito ocupados com coisas mais importantes, como trabalhar. E seu exemplo deveria ser seguido pelos frequentadores de redes sociais que parecem não ter nada melhor para fazer do que ficar reclamando daquilo que os outros falam, pensam ou fazem.
Ângelo Siciliano, (Charles Atlas) e Gabriel Ganley, ambos falecidos
Aos 10 anos, na década de 1940, magro que só uma “vara de bater pecados”, preocupando meus pais por minhas “canelas finas”, porque, segundo um médico, eu era um menino predisposto à uma doença grave, dei de cara com com um anúncio sobre fisiculturismo.
Grudei-me à ideia de me tornar um Charles Atlas (Ângelo Siciliano), atleta italiano que havia se tornado um famoso fisiculturista e empresário, conhecido principalmente por popularizar programas de exercícios físicos, no início do século XX.
Ele nasceu na Itália mas se mandou com os pais para os Estados Unidos, quando ainda jovem. Era raquítico e na escola sofria descriminação. Logo começou a desenvolver um método de treinamento físico pessoal e rapidamente se tornou empresário.
Seria um dos precursores do fitness. A pesquisa de jornais nos informa que a modalidade tem origens remotas.
A história do fitness evoluiu da busca pela sobrevivência e estética na Antiguidade para um estilo de vida global e acessível. Passou pelos ideais gregos de corpo e mente, pela musculação no século XIX, pela febre da aeróbica nos anos 80 até as modernas redes de academias e ferramentas digitais.
Na Grécia Antiga, o culto ao corpo buscava estética, saúde e preparação militar. Na época, criaram-se os primeiros ginásios. Na Índia, a Yoga já unia movimento, respiração e bem-estar.
No século IX o alemão Eugen Sandow desbrava novos caminhos, sendo o primeiro a explorar uma uma ideia inovadora. Foi o influenciador do fitness, abrindo academias e vendendo os primeiros Suplementos.
Os exercícios físicos passaram a ser vistos como formas de higiene e prevenção de doenças oriundas do sedentarismo.
A partir dos anos 70 e 80 explodiu a “Febre Aeróbica”, marcando a popularização das academias de ginástica, com o fisiculturismo ganhando força nas praias da Califórnia, com o sucesso de propagandas com celebridades como Jane Fonda, popularizando a aeróbica.
Jane Fonda, consagrada pelo cinema americano, promoveu o fisiculturismo
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Todavia, o maior incentivador da modalidade foi, realmente, o italianinho, então raquítico, que adotou o nome comercial de Charles Atlas, criando, inclusive, programas de treino por correspondência, modelo pelo qual se tornou afortunado empresário.
Jovem e inteligente, criou o exercício que se tornou conhecido como “Tensão Dinâmica”, que consistia em se usar apenas a força do corpo, sem necessidade de frequentar academias.
Tornou-se conhecido por artigos e publicações em revistas de quadrinhos e jornais, inclusive a historieta de um garoto franzino que se tornou um homem forte.
E sabendo dessa história, fui na mosca!
José Maria Cordeiro de França, meu saudoso primo que era padre salesiano e dominava bem o inglês, costumava se atualizar, com a assinatura de jornais e revistas americanas. E sabendo do meu desejo de me tornar um jovem musculoso, admitiu que minha ânsia tinha lógica.
Era natural um garoto esquelético querer se tornar um John Weissmuller, o famoso Tarzan dos filmes da década de 40.
Certa feita, me transmitiu sua ideia de patrocinar a compra de um curso de Charles Atlas, por correspondência, porém, em dias mais para a frente, quando eu tivesse o corpo melhor formado e, isto, depois de falar com mamãe para obter sua concordância.
Lá vem a estrepolia! Mamãe não concordou, naquela fase em que eu contava uns 12 anos, receosa de danos ao meu corpo.
Jamais tirei o assunto da cabeça. Aos 15 anos, já como “Office-boy” do City Bank, tendo recebido o primeiro ordenado, fui correndo à Casa Esporte, especializada em artigos da espécie e comprei um par de marombas.
A ideia era me tornar um “Carlos Atlas”!
Mas, sem seguir, “no capricho”, o método técnico daquele que havia sido “O homem mais bem desenvolvido do mundo”, empenhei-me em transformar minha fraqueza em “musculosidade explícita,” a fim de desfilar pela praia de Boa Viagem e chamar a atenção da moçada.
Todavia, logo no início do “marombamento”; ou seja, levantando aquelas duas bolas de ferro, passei vários dias seguintes com dores na munheca e nos braços. Acabei desistindo.
Mas permaneci com o pensamento de algum dia vir a ser, pelo menos, um “Charles Atlas depois da gripe”.