Termina neste sábado (30) os 150 dias de trabalho que o esfolado brasileiro tem que trabalhar exclusivamente para pagar tributos.
Os números são do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).
A última vez que o percentual de dias trabalhados no ano ficou abaixo de 40% foi em 2006.
Desde que Lula assumiu e Fernando Haddad, que até ficou conhecido como “Taxxad”, passou a controlar a Fazenda, a quantidade de dias trabalhados para bancar o obeso estado brasileiro só aumentou.
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A nota aí de cima fala no “obeso estado brasileiro”.
Se está obeso, é necessário fazer regime.
Regime que já está sendo feito: o regime lulo-petralha.
E vamos nos preparar pra sermos mais esfolados ainda!!!
A decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas internacionais representa uma derrota para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e um trunfo eleitoral para o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
O anúncio da medida, publicado nesta quinta-feira (28) pelo secretário de Estado americano, Marco Rubio, ocorre um dia após uma reunião entre ele e Flávio Bolsonaro na Casa Branca.
Antes, o senador visitou o presidente dos EUA, Donald Trump, no Salão Oval, onde apresentou esse pedido.
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Que maldade…
Trumpão lascou os aliados do Descondenado.
Estragou o final de semana do sinhô prisidente.
Uma excelente sexta-feira para toda a comunidade fubânica!
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
Estados governados por petistas ou por apoiadores de Lula (PT) figuram no topo do ranking de homicídios do Atlas da Violência, elaborado pelo IPEA e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública.
Os números foram atualizados esta semana e colocam o Amapá, governado por Clécio Luís (União Brasil), que pediu votos para Lula, como a unidade com maior taxa de homicídios registrados por 100 mil habitantes, espantosos 45,7.
A lista segue com a Bahia, há 19 anos dominada pelo PT, com 40,9 pontos.
O perigoso ranking segue com Pernambuco (37,3); Alagoas (35,9) e Ceará. Só a governadora pernambucana Raquel Lyra (PSD) manteve neutralidade.
No outro topo do ranking, os estados com os menores níveis de violência letal são todos governados pela oposição.
São Paulo tem taxa de 6,6. É seguido por Santa Catarina, com 8,1; Distrito Federal, com 10,3; Minas Gerais, 12,8; e Rio Grande do Sul, 15,2.
Enquanto a média nacional caiu 8,6%, entre 2019 e 2024, o Ceará, também de histórico petista, subiu o índice em 28%, maior piora do País.
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Já não basta a ladroagem na gunvernança lulo-petralha.
Tem que ter também a violência como destaque e com números alarmantes.
É natural querer mais tempo para descanso e família, mas brasileiro também quer produzir, prosperar e ter melhores condições de vida
O governo Lula e o Congresso Nacional, não contentes em correr o máximo possível com a PEC que reduz a jornada semanal de trabalho e acaba com a escala 6×1, querem fazer o setor produtivo correr também. O plano é aprovar o projeto rapidamente – a comissão especial na Câmara dos Deputados aprovou o texto nesta quarta-feira, e na mesma noite o plenário aprovou a PEC em dois turnos, remetendo-a ao Senado – e impor às empresas um prazo exíguo, de apenas dois meses, para que a jornada semanal já seja reduzida em duas horas, de 44 para 42, com mais um ano para completar a redução para 40 horas. O formato foi acertado após acordo entre Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta.
Pouco importa que o prazo seja ainda menor que o originalmente previsto até mesmo nas propostas de parlamentares de esquerda, e que uma alteração tão drástica seja extremamente difícil de executar em tão pouco tempo sem causar uma disrupção severa nas cadeias de produção, distribuição e comercialização. O objetivo é apenas um: fazer com que o eleitor sinta na pele o benefício de trabalhar menos ganhando o mesmo salário, ainda antes que vá às urnas em outubro, para que assim possa recompensar os muitos pais da criança – a começar pelo principal deles, o presidente da República que busca a reeleição.
Mas a pressa também serve a outra finalidade: impedir que o brasileiro trabalhador, aquele que será diretamente afetado pelas mudanças, comece a se fazer as perguntas certas. O apoio popular à PEC que reduz a jornada e acaba com a escala 6×1 é enorme, e não poderia ser diferente: quando alguém é questionado se gostaria de trabalhar um pouco menos, sem deixar de receber menos por isso, quem haveria de dizer que não? É natural querer mais tempo para a família, o descanso, o lazer, os hobbies. Mas e se os institutos de pesquisa perguntassem se as pessoas querem mais oportunidades de crescer, de prosperar economicamente, de dar uma vida melhor para si mesmos e para suas famílias – inclusive para aproveitar melhor os momentos de folga –, a resposta não seria ainda mais positiva?
E, com essa resposta em mãos, viria em seguida outra pergunta: a imposição (eis o termo fundamental, pois não estamos falando do resultado de negociações livres entre patrões e empregados, intermediada por sindicatos) da escala 5×2 e a redução forçada do número semanal de horas trabalhadas levará à prosperidade que o brasileiro trabalhador deseja para si e para sua família? Os defensores da PEC estão vendendo uma ilusão: a de que o brasileiro será capaz de produzir mais riqueza trabalhando menos, nas mesmíssimas condições que ajudam a emperrar a produtividade do trabalhador – que no Brasil é muito inferior à de países que também reduziram suas jornadas de trabalho. E desejam que essa ilusão seja mantida ao menos pelo tempo necessário para que triunfem eleitoralmente usando a redução da jornada como trampolim.
Menos trabalho, multiplicado pela mesma produtividade, resulta em menos produção e renda. Por outro lado, o custo do trabalho será elevado, e só os adeptos da escola janjista de economia acreditam que essa elevação não será repassada, ao menos parcialmente, aos preços finais. Por fim, o risco de demissões de funcionários mais “caros”, substituídos por outros cujo custo por hora seja menor, não é nada desprezível. O setor produtivo tem se cansado de alertar os parlamentares e a sociedade, com estudos mostrando o efeito da PEC sobre a inflação e o emprego, mas tem sido ignorado.
Como ninguém pergunta o que o brasileiro realmente prefere (prosperar e ter uma vida melhor), e muito menos como concretizar esse desejo (criando condições para elevar a produtividade), a população acaba enganada por uma proposta simpática à primeira vista, mas que reduzirá oportunidades no médio e longo prazo – se não o fizer já no curto prazo. Trabalhar melhor para produzir mais e, então, pensar em trabalhar menos foi o caminho dos países ricos; o Brasil, em vez disso, escolhe um atalho que não nos levará a lugar nenhum.
A menos de cinco meses da eleição, o projeto de uma alternativa presidencial ao PT é uma montanha de fragmentos e estilhaços
A sucessão presidencial no Brasil está especialmente embaralhada. Faz parte das corridas eleitorais o cenário indefinido e a consolidação das opções mais competitivas em cima da hora. Mas parece que a comunicação total das redes, cada vez mais veloz e reativa, criou um componente extra de ansiedade no debate público.
A expectativa sobre quem seria o substituto do ex-presidente Jair Bolsonaro no pleito demarcou a fase preliminar da campanha. O eleitorado de oposição ao petismo já se dividia conforme determinadas preferências. Uns queriam um perfil de maior confrontação, na linha do temperamento do ex-presidente; outros preferiam uma opção mais ponderada. O problema começou aí.
Desde muito cedo, a campanha eleitoral de 2026 foi marcada pela intolerância e pela propensão à patrulha. Na verdade, ainda em 2025, o debate entre os simpatizantes da oposição já trazia a cobrança por escolhas definitivas. E, se não fossem assim manifestadas, ou se o perfil escolhido não fosse o “certo”, multiplicavam-se as acusações de “traidor” ou “xiita”.
O cenário atual de beligerância e elevada hostilidade entre adeptos de Jair Bolsonaro já estava delineado desde o ano passado, independentemente dos fatos mais recentes envolvendo a candidatura de seu filho Flavio. Desde antes dessa definição, o campo de guerra estava demarcado: já não se permitia uma boa convivência entre inclinações diferentes.
(“Todos” é força de expressão, porque não há como generalizar esse tipo de conduta. Mas é bastante característico dos tempos atuais que grupos de vozes mais estridentes acabem direcionando o debate como um todo.)
A definição do senador Flavio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência pegou muita gente de surpresa. Embora a escolha tenha partido de seu pai, não era um nome que circulasse tanto nas cogitações, desde o período em que não se sabia ao certo se o ex-presidente poderia concorrer. Muitos viram nessa escolha uma boa estratégia: a manutenção do sobrenome Bolsonaro na disputa por meio de um candidato com lealdade sanguínea ao ex-presidente.
Outros tantos consideraram uma escolha forçada, por não verem na trajetória do senador expressão política comparável à do pai. Seria uma situação normal da democracia, em que o próprio desenrolar da campanha confirmaria ou não as várias premissas postas — e permitiria ao eleitorado de oposição amadurecer sua escolha. Mas isso não foi possível.
A própria imprensa — ou melhor dizendo, a nova imprensa, que surgiu como excelente contraponto aos desvios da imprensa tradicional — contribuiu para o problema. Apesar dos bons serviços prestados, essa nova imprensa vem confundindo um pouco seu público, que eventualmente vê nela uma espécie de porta-voz da “direita”, seja lá o que isso signifique (conceitos vagos comportam variadas acepções). Linha editorial é uma coisa; ativismo ideológico é outra. E essa parte mais audível do público passou a cobrar adesão jornalística a candidatos — o que é uma aberração em si.
Foi nessa escalada de intolerância e cobranças generalizadas que se chegou ao cenário conflagrado de hoje. A própria cogitação da candidatura presidencial de Tarcísio de Freitas, em certo ponto desse percurso, expôs o terreno envenenado. Para muitos adeptos do governador de São Paulo como presidenciável, era imperioso retirar a família Bolsonaro do protagonismo; para outros tantos, o perfil “moderado” de Tarcísio era uma traição ao bolsonarismo. E tome patrulha matando, na raiz, a troca de ideias.
O que se pode constatar, a menos de cinco meses da eleição, é que o projeto de uma alternativa presidencial ao PT é uma montanha de fragmentos e estilhaços. Não há sobriedade para se discutir nada consistente no panorama sucessório. Para qualquer consideração das opções colocadas, há um bombardeio apontado para a opinião que ousar colocar a cabeça de fora. Ou essa beligerância reflui, ou a oposição vai ficar vendo a banda passar.