DEU NO JORNAL

E TOME LINGUIÇA!

Viralizou nas redes sociais, nesta quarta-feira (22), a hashtag “linguiça virou luxo”, após postagens com o preço de um quilo de linguiça, tipicamente uma das carnes mais baratas, a quase R$ 35 no mercado.

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No governo lulo-petralha a linguiça não entra mais pela boca.

Está sendo enfiada impiedosamente no furico do povão.

Num tem prega que aguente!!!

DEU NO JORNAL

ALTA DE PREÇOS

“Lula é o Robin Hood às avessas: dá com uma mão e tira com as duas”, conclui o senador Rogério Marinho (PL-RN), após analisar que o petista promete defender os pobres, mas entrega inflação alta no supermercado.

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A alta de preços nos supermercados é um dos assuntos mais badalados das redes sociais na atualidade.

O amor voltou com força.

E tá sendo muito difícil pro povão fazer a feira e levar alimentos para casa.

DEU NO JORNAL

E CONTINUA A GASTANÇA…

O governo Lula (PT) já torrou mais de R$ 55,5 milhões com os chamados “cartões corporativos”, somente até julho deste ano.

Desde meados de junho, as despesas dos “Cartões de Pagamento do Governo Federal” saltaram mais de R$ 22 milhões.

Só a Presidência da República de Lula (PT) foi responsável por R$ 3,5 milhões de gastos com seus 12 cartões corporativos, este ano; mais de R$ 1,2 milhão no último mês.

Praticamente todas as despesas realizadas pelos cartões corporativos da Presidência de Lula são mantidas sob sigilo. Por “segurança”, claro.

Em 2025, os cartões corporativos custaram R$ 105,4 milhões aos pagadores de impostos, recorde histórico para esse tipo de gasto.

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A nota aí de cima termina dizendo que estes gastos estratósfericos sairam dos bolsos dos pagadores de impostos.

Dos nossos bolsos.

O ideal seria que fossem cobertos apenas por quem fez o L.

Seria muito justo se fosse assim.

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ORTEGA ACABA COM AS ELEIÇÕES NA NICARÁGUA

Editorial Gazeta do Povo

daniel ortega nicarágua eleições

Daniel Ortega anunciou que não haverá mais eleições na Nicarágua, para que a direita não volte ao poder

Algumas ditaduras tentam manter alguma aparência de democracia realizando eleições, que nunca são livres nem justas – normalmente elas são fraudadas, como na Venezuela bolivariana ou na Rússia de Vladimir Putin, ou apenas os “candidatos” aprovados pelo regime podem concorrer, como em Cuba, na Coreia do Norte, na China ou no Irã. Na Nicarágua, Daniel Ortega foi “reeleito” em 2021 em uma “disputa” que teve vários candidatos presos e acusados de “traição à pátria”; mas, dias atrás, o ditador resolveu abandonar de vez o teatro e assumir o que apenas os muito ingênuos ou os muito cegos politicamente continuavam sem perceber.

Em Manágua, capital do país, em evento que marcou o aniversário da Revolução Sandinista, Ortega anunciou que “aqui não haverá mais eleições para que eles [a oposição] não tentem tomar o governo, tomar o poder”. O próximo pleito (que, salvo alguma surpresa, também seria feito sob medida para garantir a vitória da esquerda) ocorreria no fim deste ano, mas tinha sido adiado para 2027 após uma reforma constitucional que ampliou o mandato presidencial. A mesma reforma, aliás, havia consolidado os superpoderes do presidente-ditador ao reduzir o Legislativo e o Judiciário a “órgãos” do Estado, coordenados pelo Executivo.

Às vésperas de uma eleição presidencial, Lula poderá até dizer que se distanciou de Ortega em 2024, quando houve a expulsão mútua dos embaixadores de Brasil e Nicarágua, mas não pode negar que ele ajudou a criar o monstro e o apoiou até não poder mais. A “reeleição” de Ortega em 2021 foi celebrada pelo PT com nota oficial (posteriormente removida) e, na sequência, o então pré-candidato Lula defendeu o fim da alternância de poder na Nicarágua comparando Ortega a líderes europeus que conquistaram várias reeleições em eleições livres e justas, como a alemã Angela Merkel, a britânica Margaret Thatcher e o espanhol Felipe González. Na campanha de 2022, quando Ortega já estava começando a se tornar “tóxico” graças à perseguição ostensiva aos cristãos, Lula tentou (e conseguiu) censurar publicações nas mídias sociais – inclusive da Gazeta do Povo – que descreviam a aliança entre o brasileiro e o nicaraguense.

No poder, o petista ainda deu mostras de solidariedade ao colega de esquerda ao longo de 2023, especialmente quando se absteve de assinar uma declaração do Conselho de Direitos Humanos da ONU denunciando os crimes cometidos por Ortega. E, mesmo depois do rompimento, a diplomacia brasileira, sempre tão disposta a lançar notas de repúdio e condenação, tem se mantido bastante silenciosa (ou seja, omissa) diante de situações como o desaparecimento do bispo católico Juan Abelardo Mata, que já dura três semanas. Além disso, o PT continua a ser parceiro da Frente Sandinista de Libertação Nacional, o grupo de Ortega, no Foro de São Paulo.

Obviamente, não é pelo esquerdismo nem pelo autoritarismo de Ortega que Lula se afastou do nicaraguense – afinal, o petista continua bajulando todos os outros ditadores socialistas mundo afora –, mas apenas porque o custo de seguir defendendo um perseguidor de cristãos se tornou alto demais em um país no qual o eleitorado católico e evangélico é decisivo. Ortega não teria chegado aonde chegou sem a parceria de inúmeros outros líderes e organizações da esquerda latino-americana, e Lula e o PT não são meros coadjuvantes nessa lista. São laços que o eleitor brasileiro não pode ignorar quando for às urnas em outubro.

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PARA JANJA, AS OUTRAS PRIMEIRAS-DAMAS NÃO TRABALHARAM

Guilherme Fiuza

Novo episódio polêmico de Janja: primeira-dama diz que foi a primeira a trabalhar efetivamente

Janja disse que, antes dela, o Brasil nunca teve uma primeira-dama que trabalhasse. A declaração foi dada numa entrevista ao portal UOL. A esposa de Lula parecia bem segura do que dizia — tanto que fez questão de se classificar como a primeira esposa de chefe de Estado a trabalhar “efetivamente”.

Ou seja: trabalho de verdade, na história das primeiras-damas brasileiras, só ocorreu com Janja da Silva (segundo ela própria).

A afirmação contundente não gerou polêmica na entrevista. Janja chegou a ser perguntada sobre sua agenda de trabalho ou em que consistia essa atividade considerada por ela pioneira para o posto. Respondeu que vai “quase todo dia” ao Palácio, citou parcerias e programas em que atua junto a outros países e ficou tudo bem.

O centro da argumentação da primeira-dama brasileira era uma autodefesa contra os que a consideram “gastadeira”. As despesas em viagens internacionais com hospedagens em hotéis de luxo e comitivas numerosas não foram inventadas pelos críticos. Mas Janja afirmou que sempre procura primeiro a estadia nas embaixadas. Não deixa de ser um consolo.

A questão principal, porém, é menos inocente do que essa polêmica ou disse-me-disse sobre shoppings, hotéis e cartões. A primeira-dama brasileira afirma — e fez questão de enfatizar na entrevista ao UOL — que as críticas ao seu nível de gastos são “misoginia”. Considerando que está em tramitação um projeto de lei sobre a matéria, criminalizando os atos misóginos, e, a prevalecer o juízo de Janja sobre o assunto, muito em breve quem eventualmente chamá-la de “gastadeira” estará em maus lençóis.

Ela mostrou ao mundo sua preocupação com o assunto ao lado de ninguém menos que o presidente da China, Xi Jinping. Lula e Janja pediram ajuda ao líder máximo do regime de partido único (que controla o ambiente digital em seu país com mão de ferro) para a regulação das mídias sociais no Brasil. Sem dúvida alguma, no regime chinês ninguém deve se aventurar a chamar uma autoridade ou figura palaciana de “gastadeira”.

Talvez o Brasil já esteja a meio caminho desse padrão. A declaração de que nenhuma primeira-dama antes de Janja “trabalhou efetivamente” não comoveu os meios de comunicação, nem gerou ao menos a saudável sequência de contrapontos — como qualquer assunto no mínimo polêmico merece numa democracia.

O insulto a D. Sarah Kubitschek, com seu proverbial legado em várias formas de assistência social, saiu de graça. A Rede Sarah de hospitais deve ter sido batizada dessa forma por acaso. Se não foi trabalho, deve ter sido numerologia. O famoso programa Comunidade Solidária, elaborado e implementado com eficiência e discrição pela então primeira-dama Ruth Cardoso, vai ver também não é mais considerado trabalho na historiografia moderna. Quem sabe não foi um golpe de sorte?

Parabéns a todos os entusiastas e apoiadores, tácitos ou explícitos, desse discurso. Esqueçam a história e a liberdade de crítica. O poder é a verdade. Desse jeito a gente chega lá.

DEU NO JORNAL

OFENSA

A ideia defendida por setores do governo Lula e do PT de aplicar tarifas retaliatórias contra os Estados Unidos foi rejeitada mundo afora.

Apenas dois países mantêm sanções tarifárias em retaliação à taxação americana: a China, única economia do mundo capaz de encarar os EUA, e o vizinho americano Canadá, que voltou a ser alvo do governo Donald Trump e sofreu nova rodada de tarifas, assim como o Brasil.

Todos os outros países (e até blocos) desistiram da ideia de jerico.

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A expressão “ideia de jerico”, no final dessa nota aí de cima e se referindo à ideia do gunverno luloso, é muito ofensiva.

Ofendeu a classe laboriosa e produtiva dos jericos.

Absurdo!

DEU NO JORNAL

A ESQUERDA ASSUME OS PROPÓSITOS CENSORES DO PL DA MISOGINIA

Editorial Gazeta do Povo

O PL da Misoginia esteve muito perto de ser votado no plenário da Câmara dos Deputados, como parte de um esforço final antes do recesso parlamentar oficial e do “recesso branco” que esvazia os plenários durante a campanha eleitoral. No começo de julho, a casa aprovou o regime de urgência para o projeto de lei, que já havia passado pelo Senado, inclusive com muitos votos da oposição – que ou não prestou atenção no que votou, ou se acovardou com medo do rótulo de “inimigo das mulheres” em época eleitoral. E, talvez já contando com os ovos na cesta, parte da esquerda acabou mostrando como pretendia usar o texto legal para, mais uma vez, sufocar a liberdade de expressão (e não só ela) no Brasil – e, assim, ajudou a frear a tramitação do projeto que tanto queria aprovar.

No parecer da relatora Tábata Amaral (PSB-SP), a misoginia estava definida como “a prática, a indução ou a incitação de violência, de restrição ao pleno exercício de direitos ou de ofensa à dignidade da mulher, em razão da condição de mulher”, acrescentando que a Justiça deveria considerar discriminatória qualquer atitude que causasse “constrangimento, humilhação, vergonha, medo ou exposição indevida”. De antemão, essa segunda definição já inseria um forte componente de subjetividade (pois o que constrange uma mulher pode não constranger outra) que amplia o poder discricionário do Judiciário ao analisar casos de suposta misoginia. O que já era preocupante, no entanto, ficou pior.

Na terça-feira, dia 14, Erika Hilton (Psol-SP) apresentou uma emenda que criaria um novo artigo na Lei 7.716/89, a Lei do Racismo – o PL da Misoginia consiste em alterar essa lei para incluir nela o ódio às mulheres –, afirmando que “o exercício da liberdade de expressão, de manifestação do pensamento, de convicção religiosa, filosófica, científica, acadêmica ou política não constitui causa de exclusão da ilicitude, de atipicidade ou de isenção de responsabilidade pelos crimes previstos neste artigo quando a conduta, por seu conteúdo, contexto, finalidade ou efeitos, configurar prática de atos vedados por esta lei”. É fácil ver até onde isso poderia chegar.

Um líder religioso, por exemplo, poderia ser processado e condenado se pregasse algum conteúdo de sua crença religiosa que pudesse ser considerado discriminatório. Qualquer pessoa poderia ser enquadrada como misógina se apresentasse dados científicos sobre as diferenças entre os sexos como base para defender certos pontos de vista. A crítica a comportamentos, que toda a melhor doutrina e jurisprudência sobre liberdade de expressão sempre consideraram lícita, estaria criminalizada (como, aliás, acabou ocorrendo quando o STF equiparou a homofobia ao racismo). A introdução dessa emenda no PL da Misoginia e sua eventual aprovação aprofundariam ainda mais o regime de censura no qual os brasileiros já vivem há tempos.

Na véspera da apresentação da emenda por Erika Hilton, a primeira-dama, Janja da Silva, já havia dado sua “contribuição” para o debate. Em entrevista ao portal UOL, ela considerou misóginas as cobranças e críticas pelos gastos considerados exorbitantes de suas viagens internacionais, usando a carta do suposto preconceito para se esquivar de um dever de transparência que recai sobre todos que fazem uso do dinheiro público, sejam homens ou mulheres. Se o PL da Misoginia já tivesse sido aprovado e sancionado, muito provavelmente a essa hora todos os que em algum momento criticaram a primeira-dama, ainda que com um mero meme da “Esbanja”, fazendo um trocadilho com seu apelido, já estariam na mira da Advocacia-Geral da União, do Ministério Público, da Polícia Federal e da Justiça.

Tábata Amaral culpou a oposição, especialmente o PL, pela freada brusca na tramitação do projeto. Mas ela devia estar olhando para o seu lado do espectro político. As declarações de Janja e a emenda liberticida de Erika Hilton são exemplo daquilo que a sabedoria popular consagrou no provérbio “o peixe morre pela boca”. No fim, foi bastante providencial que a húbris, o orgulho arrogante e soberbo, tenha atingido a esquerda dessa forma, permitindo que os brasileiros soubessem o que lhes esperava em caso de uma aprovação célere do PL da Misoginia também na Câmara.

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MAIS BRASIL E MENOS BRASÍLIA: OS TEMAS QUE PRECISAMOS VER DEBATIDOS NA CAMPANHA

Luís Ernesto Lacombe

Qual seria o seu candidato a presidente dos sonhos? Que campanha eleitoral você gostaria de ver, a partir do dia 16 de agosto? Infelizmente, ainda não teremos uma campanha baseada no debate de ideias e propostas. O Brasil ainda está longe disso… Mas os eleitores já podem dar o primeiro passo na direção de discussões verdadeiramente construtivas nos nossos processos eleitorais. Para isso precisam entender imediatamente que honestidade não é uma qualidade, mas um pré-requisito básico para qualquer candidato a um cargo político. Gente desonesta deve ser escanteada de cara, de antemão. Também é fundamental que os eleitores estejam preparados para não cair em discurso que envolve assistencialismo, populismo, benefícios dos mais variados, tudo “de graça”, quando se sabe que não tem nada grátis nesse mundo.

Sim, um dia, eu acredito, teremos de verdade um confronto de planos de governo… Por exemplo, como melhorar o ensino nesse país, que gasta uma fortuna com universidades, muito mais do que investe no ensino fundamental e médio… Um país que despeja dinheiro em teses de mestrado e doutorado sem sentido, absurdas, risíveis, que não prestam para nada, só como instrumento de decadência e destruição. Um país que não privilegia o ensino técnico, que enche o currículo escolar de baboseiras, que permite a lavagem cerebral dos alunos, que forma mal seus professores… Um dia, também teremos de verdade um debate sobre o SUS, que está longe, muito longe de ser a maravilha que a turma do Lula vende por aí. Se fosse, essa gente não correria para hospitais e consultórios particulares, toda vez que precisasse de atendimento médico.

Se ensino e saúde estarão sempre entre os temas principais de qualquer discussão política, na eleição deste ano há três assuntos que merecem atenção especial dos eleitores. Porque deles depende a solução, de certa forma, para todos os nossos problemas. E, nessas pautas, como de costume, Lula está do lado errado. É culpado direto pelas atrocidades ou cúmplice primordial. Com o petista, é sempre assim, seja qual for o tópico. Então, que fique claro: só merece crédito o candidato que reconhece que o Brasil foi tomado por uma tirania. Só merece voto candidato que se compromete com a luta por justiça, com a anulação de todos os atos – todos – de perseguição política… Aquele que deixa claro que vai fazer de tudo para que o país volte a respeitar as leis, a ter liberdade… E isso passa, necessariamente, pela abertura de processos de impeachment de ministros do Supremo. Quem ignora essa questão deve ser descartado pelos eleitores.

Outro tema que precisa ser muito debatido na campanha: segurança pública. Ninguém aguenta mais viver com medo de bandido. Ninguém aguenta mais ser refém da criminalidade. Então, que o eleitor elimine todos os que tratam bandido como “vítima da sociedade”… Aqueles que acham que prisão não tem caráter punitivo, que é só para “ressocializar”… Os que defendem audiência de custódia, saidinha, visita íntima, redução de pena baseada em qualquer porcaria… E são sempre contrários ao endurecimento das leis contra criminosos, estão sempre contra as forças de segurança, a polícia… Esses que têm “conversas cabulosas” com chefes de facções criminosas e recusam a ajuda dos Estados Unidos no combate a esses grupos. Votar em gente assim é como pedir para ser assaltado, roubado, furtado, sequestrado, assassinado.

O outro tema que expõe negativamente Lula e o PT é a economia. Os brasileiros não precisam conhecer e compreender os números… Déficit fiscal e dívida pública em níveis recordes; carga tributária pesadíssima; inflação alta; juros altos; muitas empresas quebrando. Ora, o povo está sem dinheiro, endividado. Basta ilustrar a situação catastrófica com uma ida ao supermercado, à farmácia. E deixar claro de quem é a culpa, com algumas perguntas simples… Sua vida econômica, financeira melhorou com 17 anos de PT no poder? Você consegue caminhar com as próprias pernas? O brasileiro não pode mais ter esse defeito, odiar o governo e amar o Estado. Candidato que defende esse Estado destruidor, enorme, incompetente, burocrático, corrupto não merece voto. Portanto, que seja resgatada uma das máximas que Jair Bolsonaro mais usava: precisamos de mais Brasil e menos Brasília.

DEU NO JORNAL

AVUANDO PELOS ARES

Apenas nas duas primeiras semanas de julho, as despesas do governo Lula (PT) com viagens dispararam em R$ 154,6 milhões.

No total do ano, a administração petista já gastou quase R$ 1 bilhão (R$ 998,6 milhões).

Diárias representam a maior despesa, R$ 558,3 milhões, e as passagens aéreas tomaram outros R$ 437,6 milhões dos pagadores de impostos.

Viagens internacionais nos custaram R$ 126,8 milhões (13% do total).

Até o momento, este ano, o governo do PT gastou em média R$ 5 milhões por dia com viagens.

Nas últimas duas semanas, só o custo de diárias pagas aos funcionários importou quase R$ 90 milhões em despesas.

Já representam mais de R$ 6 milhões os “outros gastos” do governo do PT com viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

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Uma média de gastos com viagens de 5 milhõs por dia.

Isso mesmo: 5 milhões por dia.

Um prêmio que supera qualquer loteria.

E tudo isso sai do bolso do contribuinte.

Inclusive os que não fizeram o L…