DEU NO JORNAL

AVUANDO PELOS ARES

Apenas nas duas primeiras semanas de julho, as despesas do governo Lula (PT) com viagens dispararam em R$ 154,6 milhões.

No total do ano, a administração petista já gastou quase R$ 1 bilhão (R$ 998,6 milhões).

Diárias representam a maior despesa, R$ 558,3 milhões, e as passagens aéreas tomaram outros R$ 437,6 milhões dos pagadores de impostos.

Viagens internacionais nos custaram R$ 126,8 milhões (13% do total).

Até o momento, este ano, o governo do PT gastou em média R$ 5 milhões por dia com viagens.

Nas últimas duas semanas, só o custo de diárias pagas aos funcionários importou quase R$ 90 milhões em despesas.

Já representam mais de R$ 6 milhões os “outros gastos” do governo do PT com viagens. São taxas, seguros de viagens etc.

* * *

Uma média de gastos com viagens de 5 milhõs por dia.

Isso mesmo: 5 milhões por dia.

Um prêmio que supera qualquer loteria.

E tudo isso sai do bolso do contribuinte.

Inclusive os que não fizeram o L…

DEU NO JORNAL

ELE E SUA CIA.

Os detalhes do Brasil Soberano, plano que Lula e cia. tentam desenrolar para supostamente mitigar efeitos das tarifas contra produtos brasileiros exportados aos Estados Unidos, deve decepcionar o setor produtivo e apostar na velha receita do endividamento de quem já está na pior.

Ainda em fase de conclusão na Fazenda, o pacote não vai muito além de linhas de financiamento.

O temor da equipe econômica é que, pós-recesso parlamentar, aumente a pressão por soluções como desonerações.

* * *

Essa nota aí de cima começa usando a expressão “Lula e cia.”.

É isso mesmo.

Não temos governo, temos uma cia., uma companhia.

Companhia que cuida de coisas que sabemos muito bem o que são.

DEU NO JORNAL

AS UNIVERSIDADES SE DEIXARAM DOMINAR PELA INTOLERÂNCIA IDENTITÁRIA E POLÍTICA

Editorial Gazeta do Povo

universidades intolerância

Discordar de certos pontos de vista pode levar patrulha ideológica a inviabilizar a carreira acadêmica de um estudante

A universidade, por sua própria natureza, é um local onde as ideias deveriam ter livre curso, o local do debate, da busca honesta pelo conhecimento e pela verdade – a razão última da própria atividade de estudar. No entanto, uma vez que a negação das verdades objetivas acabou tomando conta da intelectualidade em muitas áreas, as ideias passaram a se impor, primeiro, pela simples capacidade de persuasão de quem as enunciava e, depois, pelo volume com o qual são defendidas. E, no estágio em que estamos atualmente, os que falam mais alto já não se contentam em vencer as discussões na contagem de decibéis: eles também se empenham em calar todos os que discordam.

Na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), um doutorado foi parar na Justiça graças ao patrulhamento das opiniões da doutoranda, sobre temas alheios ao objeto da pesquisa que ela desenvolvia. A psicóloga Celina Lazzari desenvolvia uma tese sobre “A escuta do assistente social na infância e questões de gênero”, devidamente aprovada pelo Comitê de Ética da instituição; o colegiado, no entanto, elaborou um parecer pela suspensão do estudo, após receber uma denúncia. O motivo: Lazzari também é fundadora de um movimento com o objetivo de proteger crianças da ideologia de gênero, e fundadora-diretora de uma associação de defesa dos direitos das mulheres e crítica ao transativismo. As denúncias recebidas pelo Comitê de Ética não tinham relação com a pesquisa – que Lazzari havia estruturado de forma a impedir qualquer viés –, mas com manifestações ocorridas fora do ambiente acadêmico, incluindo entrevistas à Gazeta do Povo.

O Ministério Público Federal foi contrário à suspensão do doutorado, afirmando que as universidades não podem monitorar opiniões, manifestações intelectuais ou posicionamentos expressos fora do ambiente universitário, muito menos usá-los em decisões que afetem a vida acadêmica dos estudantes. O juiz Diógenes Tarcísio Marcelino Teixeira concordou, e escreveu na sentença que “a ausência de apontamento de qualquer falha metodológica ou risco real aos participantes reforça a conclusão de que a suspensão não se fundou em irregularidade da pesquisa em si, mas em desconforto com as posições expressas pela pesquisadora em contextos externos ao ambiente acadêmico”.

A Justiça deu razão a Celina Lazzari, que defendeu sua tese em junho, mas o estrago já está feito. Ela agora é doutora, mas sabe que ficou marcada pelo que lhe aconteceu. “Eu gostaria de continuar essa pesquisa, mas não sei se terei abertura dentro das universidades para dar seguimento a ela”, disse ela à Gazeta do Povo. De fato, seria preciso que ela encontrasse uma série de gente corajosa – não só orientadores, mas toda uma cadeia de comando dentro do ambiente universitário – disposta a receber alguém que já está marcada pela patrulha ideológica, e essa é uma combinação cada vez mais rara. Para os patrulheiros, deixar que Lazzari receba o doutorado é um preço pequeno a pagar; muito mais importante é que todos saibam de sua capacidade de vigiar e punir, atrapalhando a carreira acadêmica de alguém, o que já basta para criar um clima de autocensura.

O caso de Celina Lazzari não é uma aberração; é a regra atualmente vigente. Patrulheiros ideológicos impedem palestras, cursos e atividades culturais – às vezes, recorrendo à violência física para isso –, e perseguem professores, contando quase sempre com a omissão cúmplice de diretores, que validam a censura sob o argumento da “proteção da integridade física” dos censurados, dando aos censores exatamente o que eles desejam. Isso explica que, em maio, um grupo de acadêmicos tenha lançado um manifesto “pelo pluralismo e pela liberdade acadêmica”, título que dispensa maiores explicações.

O tema, no entanto, tem estado ausente das manifestações dos pré-candidatos à Presidência da República e a outros cargos que poderiam, de alguma forma, influenciar as diretrizes do ambiente universitário, especialmente nas instituições públicas. Por mais que a economia em frangalhos e os escândalos de Brasília estejam na linha de frente das discussões, temos insistido que a recuperação do sentido mais profundo de uma garantia essencial para a democracia, a liberdade de expressão, é uma prioridade nacional. Esse processo, no entanto, não passa apenas pelo combate aos abusos de um Judiciário que se habituou a calar – e que se recusa a informar à sociedade as dimensões de sua fúria censora –, mas também pede atenção à triste situação de locais que, de templos da busca pelo conhecimento, tornaram-se centros de imposição brutal de visões de mundo e perseguição ao dissenso.

DEU NO JORNAL

DEU NO JORNAL

TAXINHA

Kim Kataguiri (Missão-SP) registra que “Lula enganou” o povo com a lorota de que iria retirar a taxa das blusinhas, “foi apenas uma medida eleitoreira para ganhar popularidade”.

A cobrança volta em setembro.

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Que absurdo, sinhô Kim!!!

Deixe de invenção.

Dizer que “Lula enganou” é uma grande mentira.

Nosso sincero prisidente nunca enganou ninguém.

Ele sempre fala a mais pura verdade!!!

Peça desculpas.

DEU NO JORNAL

BI, BI, BI

O próprio governo Lula (PT) já admite oficialmente que vai gastar pelo menos R$ 22,6 bilhões a mais do que pode, em 2026.

A informação é do Portal da Transparência da Controladoria-Geral da União, que mantém dados atuais das receitas e despesas da administração federal petista.

Os números apontam: o governo Lula espera tomar dos pagadores de impostos R$ 6,34 trilhões, enquanto sabe que vai gastar R$ 6,36 trilhões.

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O verbo “tomar”, usado no último parágrafo dessa nota aí de cima, resume tudo.

Tomar, arrancar, puxar do bolso.

O ideal é que isso fosse apenas com quem fez o L.

Mas todo mundo vai ter que pagar esta conta estratosférica.

DEU NO JORNAL

INCANSÁVEL LÍNGUA

A tropa da comunicação da “pré”-campanha de Lula está em polvorosa com a taxação promovida pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, que avalia ter rendido dividendos eleitorais ao petista.

O problema agora é administrar a língua nervosa de Lula, para que o presidente não erre o tom nas críticas e o eleitorado associe o tarifaço a uma eventual má-condução das negociações.

A estratégia é velha e conhecida, apostar no fator “ataque de um inimigo externo” para faturar com a união nacional.

Lula vai usar o tarifaço na campanha, claro. Mas deve reforçar críticas ao presidente dos Estados Unidos, na linha “imperador do mundo”.

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A nota aí de cima fala numa coisa que é totalmente impossível: “administrar” a língua de Lula.

Num tem no mundo quem consiga fazer isso.

E depois que essa língua é umidificada com umas doses de aguardente, aí é que o desmantelo é mesmo pra arrombar!!!

DEU NO JORNAL

A POBREZA NÃO É OBRA DO ACASO

Editorial Gazeta do Povo

pobreza impostos

Impostos em excesso e mal aplicados em serviços, além de corrupção, servem para perpetuar a pobreza

Quem se der ao trabalho de pesquisar a história das administrações do governo central brasileiro nos últimos 70 anos constatará que pessoas, empresas e proprietários de ativos diversos foram submetidos o tempo todo a leis, decretos, regulamentos e decisões judiciais destinados a confiscar cada vez mais rendas e propriedades em ambiente de instabilidade e insegurança jurídica. Ameaças de aumento de tributos, depósitos compulsórios e outras formas inventadas pelo Estado para avançar sobre o dinheiro, bens, propriedades e direitos da população e do sistema produtivo sempre foram uma constante, tendo como agravante da prática de confisco de renda e propriedades o fato de o país ter passado a maior parte dessas sete últimas décadas sob o efeito de um imposto invisível e sem lei: a inflação. De saída, vale recordar que a inflação é essencialmente um produto governamental, um imposto sem lei, pelo qual a sociedade e os agentes privados perdem parte de sua renda e posses.

O governo dispõe de mecanismos de transferência de renda do setor privado para os cofres públicos a fim de sustentar seus gastos, mesmo em tempo de inflação. Um exemplo simples de como o governo lucra com a inflação está no sistema de contração de dívida pública por meio da venda de títulos do Tesouro Nacional. Quando alguém compra um título público e recebe, por exemplo, 14% de juros ante inflação de 5% no ano, o governo cobra de 14% a 22,5% de Imposto de Renda sobre o ganho total do investidor, a depender do prazo do título. Assim, a essa taxa de juros de 14% num título com prazo de um ano, o rendimento líquido após descontado o Imposto de Renda de 20% sobre o rendimento bruto fica em 11,2%, o que dá um rendimento real de 6,2% no ano após descontada a inflação de 5%.

Mas as armadilhas pelas quais o governo toma dinheiro da sociedade (pessoas e empresas) são várias e cheias de becos escuros que dificultam o entendimento de como o sistema funciona. Imagine-se o caso de um trabalhador assalariado: ele entrega parte de seu ganho ao governo quando recebe seu salário; paga impostos sobre aplicações financeiras feitas com parte de seu ganho que tenha poupado; paga impostos sobre compra de imóveis e bens de consumo durável. No caso de imóveis, ele paga tributos todos os anos pelo simples fato de os possuir (caso do IPTU e do ITR); quando ele vende tais bens, novos impostos são pagos. Se doar aos filhos em vida, incidem impostos sobre a doação; quando ele morre, os herdeiros pagam tributos sobre a herança para ter o direito de possuí-la. Por fim, todos os bens de consumo, inclusive os produtos sem os quais o ser humano não sobrevive, são tributados ao serem produzidos; há impostos sobre o transporte e, quando são vendidos, o consumidor paga mais tributos embutidos no preço final.

A necessidade de a população conhecer a realidade tributária em seus detalhes é essencial para a população entender a lógica do sistema econômico e de governo e, por consequência, desenvolver a consciência de política e cidadania. Não se trata de usar o conhecimento para revolta, mas de saber que, somente na atividade de tomar parte da renda de toda a sociedade e suas instituições em forma de tributos, o governo leva mais de um terço da renda nacional; logo, a educação tributária cumpre o papel de despertar a consciência da população para cobrar das estruturas de Estado e dos governantes uma postura moral na gestão dos recursos retirados da sociedade em impostos, além de exigir austeridade, eficiência e produtividade.

Nos tempos atuais, o Brasil perdeu (se é que algum dia teve) a capacidade de não reeleger, de se indignar e de exigir punição aos que dilapidam o dinheiro público pela ineficiência e pela corrupção. Pelo contrário, a regularidade com que os brasileiros vêm reelegendo políticos provadamente corruptos, muitos deles já condenados pela Justiça, é um comportamento preocupante e que contribui para impedir o crescimento econômico e a melhoria das condições de vida da população. Outro problema que está se tornando endêmico são os altíssimos salários, vantagens, benefícios e mordomias de certas categorias de burocratas nos três poderes, cujos valores são aprovados pelos próprios beneficiários, piorando ainda mais o quadro de corrupção e inchaço da máquina estatal, sempre voraz em comer grande parcela da carga tributária efetivamente arrecadada.

Baixo crescimento econômico, altos índices de pobreza, indicadores sociais ruins, alta carga tributária, déficits públicos, elevado endividamento do governo, atraso tecnológico, precariedade dos serviços públicos, deficiência da infraestrutura física e perspectivas ruins de aumento da renda per capita nas próximas décadas formam uma realidade que não é produzida pelo acaso. Pelo contrário, trata-se de resultado do que o Brasil – sociedade e governo – vem fazendo com suas instituições e sua realidade econômica. Em ano eleitoral, o país corre o risco de acabar repetindo o que sempre foi a política brasileira: mudam-se os nomes dos eleitos e alternam-se os partidos, mas as marcas do atraso reveladas pelos indicadores sociais ruins e o empobrecimento moral estampado na corrupção repetem seu curso normal a cada mudança de governo.

DEU NO JORNAL

O FUTEBOL BRASILEIRO E NOSSO ANSEIO POR EXCELÊNCIA

Editorial Gazeta do Povo

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Pelé chora nos ombros do goleiro Gylmar após a vitória brasileira na final da Copa do Mundo de 1958

Na tarde deste domingo, Espanha e Argentina entram em campo para decidir a Copa do Mundo. Os brasileiros se dividirão entre a torcida por (ou contra) alguma das duas seleções, por motivos os mais variados; a neutralidade com expectativa de um bom futebol e uma partida emocionante, como foi a final anterior, de 2022, entre França e Argentina; ou mesmo a indiferença, já que a seleção brasileira ficou pelo caminho, eliminada pela Noruega nas oitavas-de-final. A derrota já foi bastante dissecada, com análises para todos os gostos, mas uma frase em específico tem sido bastante ouvida, e já o era antes mesmo de uma Copa na qual o Brasil não figurava entre os grandes favoritos: “não somos mais o país do futebol”.

Se o veredito é correto ou não, é algo a se discutir, até porque o Brasil continua produzindo jogadores de qualidade, destaques em alguns dos mais importantes times do mundo. Mas ele demonstra uma frustração do brasileiro, e que vai além de simples ausência de conquistas em Copas do Mundo: o sentimento de que a época em que o Brasil era mundialmente reconhecido pela qualidade ímpar do seu futebol ficou no passado. Não se trata de um simples gosto pela vitória, mas da sensação agradável de saber que o time brasileiro era um dos melhores do mundo, sempre admirado e temido, ganhando ou perdendo – não à toa a seleção de 1982 é ainda hoje vista como uma das melhores do mundo a não ter erguido o troféu de campeão, elogiada pela beleza de seu jogo.

A excelência em qualquer ramo tem a capacidade de nos alegrar e orgulhar. Uma Copa do Mundo, um Oscar, um Nobel (que ainda nos falta), uma medalha de ouro olímpica – e em 2026 o Brasil conquistou sua primeira medalha em Jogos Olímpicos de Inverno, o ouro de Lucas Pinheiro Braathen no esqui alpino – são atestados de que o Brasil e os brasileiros são capazes de fazer coisas grandiosas. Quando o maior jogador de futebol de todos os tempos faleceu, foi dito que o legado de Pelé não foi apenas o tricampeonato mundial, mas também o fato de a primeira conquista, em 1958, ter causado uma reviravolta na autoestima do brasileiro, traumatizado com o Maracanazo de 1950 e diagnosticado com o que Nelson Rodrigues chamou de “complexo de vira-latas”.

Alguém dirá que melhor que vencer uma, ou três, ou cinco Copas do Mundo é estar entre os melhores do planeta em indicadores sociais, em produção científica, em tecnologia, em padrão de vida, em IDH. E é verdade. Mas não podemos criar uma falsa dicotomia, como se tivéssemos de escolher entre conquistas esportivas e desenvolvimento socioeconômico. Podemos perseguir ambos. As vitórias esportivas e outros reconhecimentos internacionais são importantes porque nos inspiram e mostram aonde podemos chegar, também em outras áreas – desde que o país lhes dê importância. Uma coisa é ser o “país do futebol” por ser excelente com a bola nos pés, e outra é ser o “país do futebol” porque ele se tornou a única prioridade nacional.

Nossa frustração com a derrota de duas semanas atrás e com a ideia mais ampla de que o nome “Brasil” já não é sinônimo de grande futebol é uma demonstração implícita de que somos atraídos pela excelência, individualmente e coletivamente, embora nem sempre nos demos conta disso. Reconhecer essa nossa vocação é o primeiro passo para trabalhar em busca dela – esforçando-nos para ser pessoas melhores, revendo nossas prioridades, criando as condições para que os talentos aflorem nas mais diversas áreas, prestigiando o que merece ser prestigiado e repudiando o que merece ser repudiado. Só assim teremos muitas outras razões de orgulho e inspiração.

DEU NO JORNAL

TARIFAÇO

O governo Lula (PT) trabalhou claramente pelo tarifaço de 25%, valioso para campanha de reeleição, e aproveitou para esconder dos brasileiros os 67% impostos pela China à carne bovina exportada pelo Brasil.

A conclusão é óbvia: a negligência não foi só frente ao tarifaço dos Estados Unidos. É sistêmica.

Adotar populismo antiamericano e silenciar diante do tarifaço da China, que afeta diretamente o agronegócio — motor da economia — revela viés ideológico e não “defesa da soberania”.

Em vez de negociar, Lula atacou Trump, atribuiu o tarifaço a opositores, para xingá-los “traidores da pátria, mas nada diz sobre a China.

Enquanto os EUA adicionam 25% às tarifas, a China foi cruel, taxando violentamente o principal item de exportação do Brasil para aquele país.

A China impõe à carne cota anual baixa, atingida em junho, e adiciona sobretaxa de 55%. Total: 67%.

Tiete da ditadura chinesa, Lula se calou.

Nos dois casos, o País paga a conta por depender excessivamente de commodities e pelo governo negligente, populista e eleitoreiro no poder.

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Os três adjetivos que fecham a nota aí de cima, definindo o gunverno luloso, resumem tudo:

Negligente, populista e eleitoreiro.

E tem mais outros.

Muitos outros mesmo, como bem sabem os nossos leitores.