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DEU NO JORNAL
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NORMAL, NORMAL. TÃO SÓ PASSEANDO
DEU NO JORNAL
BOTARAM NO FURICO DOS CUMPANHÊROS
Candidatos à reeleição pelo Psol em São Paulo, a deputada federal Luciene Cavalcante e o estadual Carlos Giannazi esconderam Lula, Haddad, Tebet e Marina.
Foram 700 mil panfletos sem a cara da turma.
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Botaram pra lascar.
Bem no olho do furico dos comparsas.
Nem os parlamentares esquerdóides estão aguentando mais as cagadas lulo-petralhas.
Que notícia boa!!!
É pena que não tenham vergonha na cara suficiente pra deixar a quadrilha.
DEU NO JORNAL
BI, BI, BI
Uma semana após Lula (PT) anunciar reajuste no Bolsa Família, a equipe econômica refez as contas e elevou o rombo previsto nas contas de 2026.
Passou de R$ 52 bilhões para R$ 80,9 bilhões.
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Em se tratando de um gunverno lulo-petralha, um rombo de quase 90 bilhões é muito pouco.
Um tiquinho de nada pros padrões da quadrilha.
DEU NO JORNAL
SUJEIRA
Eduardo Girão (Novo-CE) torce para que “os bons se posicionem e façam autolimpeza” dentro do MPF, que julgam hoje se o PGR Paulo Gonet continua à frente do caso Master no STF, no qual é citado.
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Gostei do termo “autolimpeza”, citado nesta nota aí de cima.
Uma atividade que Lula jamais praticaria relativamente à lingua dele.
Não existe papel higiênico no mundo que consiga limpar a sujeira oral-bosteira do Descondenado.
DEU NO JORNAL
PT PREPARA O “TAPETÃO” PARA TIRAR FLÁVIO BOLSONARO DA DISPUTA
Editorial Gazeta do Povo

O presidente Lula na posse de Flávio Dino como ministro do STF, em 2024
Qualquer ator político realmente comprometido com a democracia precisa saber perder: reconhecer quando o eleitorado preferiu outro candidato ou partido e trabalhar para recuperar o terreno até o próximo pleito. Não é o caso do petismo. Além dos já conhecidos esquemas de corrupção montados com o objetivo de perpetuar o PT no poder, a legenda ainda parte para o jogo sujo quando pressente a mera probabilidade de derrota – e tem sido assim há muito tempo, como sabe quem se lembra do escândalo do “dossiê dos aloprados”, em 2006. A diferença, de lá para cá, é que o partido aprendeu a usar também a própria Justiça como cúmplice.
O ex-procurador Deltan Dallagnol, candidato ao Senado cujo caso a Gazeta do Povo vem acompanhando de perto, não é o único a sofrer com essa estratégia. O petismo pensa grande, e quer levar para o tapetão a disputa mais importante do próximo mês de outubro, com o objetivo de tirar Flávio Bolsonaro da corrida presidencial. O pretexto é a alegação estapafúrdia, que Lula chegou a repetir na tribuna da ONU, de que o senador do PL seria beneficiado por uma suposta interferência estrangeira na eleição – assunto de que Lula entende muito, pois ele e o PT não pensam duas vezes antes de ajudar camaradas em eleições de vários países latino-americanos; o caso mais recente foi o de 2023, na Argentina, quando marqueteiros petistas foram enviados para turbinar a campanha de Sérgio Massa, que acabou derrotado por Javier Milei.
A ofensiva petista se dá em duas frentes: no Tribunal Superior Eleitoral, conta inclusive com o reforço de Renan Santos, candidato do Missão, com base em supostas publicações impulsionadas feitas por perfis da direita norte-americana com cotações da plataforma Polymarket que indicam favoritismo de Flávio em outubro – Renan ainda mencionou uma suposta negociação para a exploração de terras raras no Brasil. Além disso, como garantia, o PT também foi ao STF pedir que o candidato do PL seja investigado pelo mesmo motivo. E, para acrescentar um detalhe sórdido à tentativa de melar a eleição no Supremo, os petistas usaram um truque que tem se tornado cada vez comum.
O pedido de investigação contra Flávio foi inserido em uma ação já existente, relativa à possibilidade de municípios brasileiros litigarem perante tribunais estrangeiros. Que relação isso tem com supostas interferências estrangeiras na eleição? Zero, obviamente. Mas inventou-se um elo qualquer, invocando questões de “soberania”, para garantir que o pedido contra Flávio constasse da ADPF 1178. E por que essa ação em específico? Porque ela é relatada por Flávio Dino, o ex-ministro da Justiça de Lula e aliado político do presidente candidato à reeleição. Trata-se, portanto, de puro malabarismo jurídico destinado a colocar o pedido nas mãos de um ministro considerado amigável às súplicas do petismo, evitando o sorteio.
O PT recorre ao truque agora porque sabe que ele funciona. O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, o usou recentemente para recuperar o cargo pelas mãos do mesmo Flávio Dino após ter sido afastado por ordem de André Mendonça, fazendo seu pedido dentro de um inquérito relacionado ao filme Dark Horse. Gilmar Mendes foi ainda mais longe: em fevereiro, ressuscitou uma ação já arquivada, da produtora Brasil Paralelo, para blindar o colega Dias Toffoli e anular a quebra dos sigilos bancário, fiscal, telefônico e telemático da empresa familiar dos Toffoli, que negociou com Daniel Vorcaro.
E, se o truque funciona, é porque há ministros do Supremo que o fizeram funcionar, pois chegaram a tamanho grau de degradação moral e institucional que não se veem limitados por absolutamente nada. Já é suficientemente torpe que essa mistura de malandragem jurídica com abuso de autoridade sirva para atrapalhar ou impedir investigações, ou para atropelar decisões “desagradáveis” de outros ministros. Agora, ela é vista como o meio para potencialmente cassar a voz de dezenas de milhões de eleitores brasileiros. Recorrendo a esse artifício para colocar o destino da candidatura de Flávio Bolsonaro nas mãos de Flávio Dino, o PT torna-se cúmplice do abuso – embora saibamos que isso não haverá de incomodar um partido que já não tem bússola moral há décadas. Essas práticas incompatíveis com o Estado de Direito e o devido processo legal envergonhariam qualquer pessoa idônea, mas não quem acredita que se pode “fazer o diabo” para vencer uma eleição, nas imortais palavras de Dilma Rousseff.
Candidatar-se não é um direito absoluto – a lei brasileira tem uma lista de circunstâncias que tornam alguém inelegível; circunstâncias concretas, como a condenação por órgão colegiado por determinados crimes, como aconteceu com Lula em 2018. Abusos de poder político e econômico também existem, ninguém haverá de negá-lo. Mas o que estamos vendo agora é diferente. Para evitar um resultado adverso em 4 e 25 de outubro, o PT está preparando um “terceiro turno” – que, a depender da pressa dos ministros amigos, pode até acontecer antes dos dois primeiros –, pois confia mais em um pequeno grupo togado que no voto de dezenas de milhões de brasileiros, e não hesitará em fazer a vontade desse grupo prevalecer sobre o desejo do eleitor. E ainda há quem acredite que Lula é realmente um “democrata”…
DEU NO JORNAL
CUMPANHÊROS VOTAM NO CUMPANHÊRO
Prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes afirmou ontem durante a super live promovida por Flávio Bolsonaro (PL) que ele e o governador Tarcísio de Freitas (Rep) querem “continuar a perder [eleição] dentro dos presídios”.
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Não é possível…
E tem gente que ganha eleição dentro de presídios???
Depois que li essa notícia aí de cima, fiquei perplexo.
E aí me veio à memória um vídeo que o leitor fubânico Cássio Giannini, de Araçatuba-SP, mandou pra essa gazeta escrota no último domingo.
Vejam só o tipo de republiqueta onde vivemos:
DEU NO JORNAL
DO MEU, DO TEU, DO NOSSO BOLSO
Os poucos que podem desfrutar da experiência de Lula e se hospedar no Hyatt Grand Central New York, um dos dois hotéis que o pagador de impostos bancou para o petista passar 48 horas nos Estados Unidos, precisam preparar o bolso.
Preço de uma diária no opulento hotel: a suíte presidencial sai pela bagatela de R$ 30 mil por dia e conta com vários luxos distribuídos pelos 130 m² da instalação, como uma bela e grande TV (50”), com canais pay-per-view, e, destaca o hotel, um cofre.
A sala de jantar acomoda seis pessoas confortavelmente. O banheiro com hidromassagem, claro, é todo feito de refinado mármore branco.
Bem localizado, o hotel tem na vizinhança atrações como Museu de Arte Moderna (1,4 km), Empire State (1,2 km) e o Central Park (4,1km).
O restaurante do hotel oferece opções como Atlantic Salmon e Tomatillo Salsa. Os pratos – individuais – custam mais de R$ 175 cada.
A comitiva de Lula precisou de dois hotéis para aboletar os aspones. O outro foi hotel Park Lane. A hospedagem passa dos R$ 3,2 milhões.

Suíte no Hyatt custa R$30 mil por dia

Suíte do luxuoso Hyatt, hotel de Lula e comitiva durante participação da assembleia da ONU
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Gostei mesmo foi da palavra “aspone”, que está no último parágrafo da coluna aí de cima.
Pra quem não se lembra mais: “aspone” é uma abreviatura da expressão Assessor de Porra Nenhuma.
Um termo que foi usado corretamento nesta notícia, já que os componentes do bando são assessores de uma figura sinistra, que não vale mesmo porra nenhuma.
O mais aterrador é que nós, que constituimos a banda decente desta malfadada nação, temos que pagar esse absurdo com nosso dinheiro.
Este é o tipo de despesa que deveria ser coberta apenas pelo amontoado de descerebrados que ainda votam no Descondenado.
É phoda!!!
DEU NO JORNAL
NA ONU, LULA FAZ CAMPANHA E EXIBE SUA GEOPOLÍTICA DE BOTEQUIM
Editorial Gazeta do Povo

Discurso de Lula na ONU teve Pix, escala 6×1, bets e análise geopolítica enviesada ideologicamente
Como ocorre em todo ano, em uma tradição que remonta às origens da Organização das Nações Unidas, o presidente brasileiro foi o primeiro líder a discursar no chamado “Debate Geral” da 81.ª sessão da Assembleia Geral da ONU. Representantes de praticamente todas as nações do mundo, incluindo muitos chefes de Estado e de governo, tiveram de ouvir Lula como se estivessem em um comício do petista, que tratou de temas exclusivamente internos que não diziam respeito a mais ninguém naquele auditório, como o Pix e a escala 6×1. Mas, antes disso, a plateia ilustre foi exposta à visão muito peculiar das relações internacionais defendida por Lula e seu chanceler de facto, Celso Amorim. Uma visão que, em vez de defender princípios, apenas defende os companheiros ideológicos.
Lula começou fazendo uma condenação genérica da guerra, mas não demorou para que suas escolhas de palavras mostrassem que há guerras e guerras. Como bem recordou o colunista da Gazeta do Povo Francisco Razzo, o contraste nas referências lulistas à guerra entre Israel e o Hamas é marcante: enquanto o petista condena como “genocídio” a campanha israelense contra os terroristas islâmicos na Faixa de Gaza, os verdadeiros genocidas, aqueles que defendem a extinção do Estado de Israel, não são tratados dessa forma, ganhando inclusive o benefício de nem sequer aparecerem como sujeitos dos atos que praticam: “civis israelenses pagaram o preço do radicalismo e da intolerância dos atos terroristas do Hamas”, disse Lula – e só podemos imaginar o quando deve ter lhe custado colocar “Hamas”, “radicalismo”, “intolerância” e “atos terroristas” na mesma frase.
Lula, sempre rápido em apontar agressores quando eles são seus adversários ideológicos, como Israel e os Estados Unidos (que não foram nomeados explicitamente, mas nem era necessário, diante das referências a Cuba e à Venezuela), e quando as vítimas são seus camaradas, muda completamente o tom diante do maior conflito armado desta década. “A guerra entre Rússia e Ucrânia se arrasta há cinco anos”, limita-se a dizer Lula, igualando moralmente o país invasor e o país invadido, para não ter de criticar o companheiro e ditador Vladimir Putin. Como se apenas isso não fosse suficientemente cínico, o petista voltou a exaltar o plano sino-brasileiro como demonstração de que há “forças na comunidade internacional dispostas a trabalhar pelo diálogo”, omitindo malandramente que o tal plano não passa de uma capitulação ucraniana às demandas russas, entregando a vitória ao agressor injusto.
O padrão se repete quando Lula fala da América Latina. Mesmo emburrado com Daniel Ortega, o petista diz apenas que “a Nicarágua não vai resolver os seus problemas impedindo a oposição de disputar eleições”, esquecendo-se de que, a julgar pela promessa de Ortega, nem haverá mais eleições no país – e o nome disso, o nome que Lula omite, é “ditadura”. Quanto a outro país governado por um regime amigo, o brasileiro diz apenas que “o povo venezuelano merece definir o próprio destino”. Curiosamente, o povo venezuelano já fez isso: foi em julho de 2024, quando elegeu Edmundo González Urrutia, como ficou devidamente comprovado inclusive por observadores internacionais. Lula, no entanto, se recusou a endossar o vencedor legítimo e mandou sua embaixadora à “posse” do ditador Nicolás Maduro, fraudador da apuração.
Por fim, Lula ainda tentou colocar a eleição de outubro como componente do cenário geopolítico, acusando tentativas de interferência norte-americana no pleito e apresentando-se como o único defensor da “democracia”, enquanto seu principal adversário, Flávio Bolsonaro, é retratado como mero lacaio de Donald Trump. “Voltamos a presenciar a ingerência externa em processos eleitorais” na América Latina, diz o presidente que mandou seus marqueteiros ajudarem o candidato peronista derrotado por Javier Milei em 2023 na Argentina, e que tinha o hábito de gravar vídeos de apoio a candidatos de esquerda no continente todo. Infelizmente, talvez a hipocrisia tenha sido percebida apenas pelos representantes dos países onde Lula ajudou seus camaradas.
O presidente brasileiro mais uma vez rebaixou a tribuna da ONU ao transformá-la em palanque eleitoral para suas mentiras e meias-verdades. Mentiu quando se proclamou o único representante da democracia no Brasil, como se qualquer outro resultado em outubro também não fosse a manifestação da vontade do eleitor; mentiu em suas avaliações sobre política internacional que omitem a responsabilidade de seus aliados pelos conflitos e ditaduras, mentiu sobre combate à corrupção, escondeu a catástrofe fiscal e o domínio das facções sobre áreas inteiras do país. Como sempre quando se trata de Lula e seu histórico, acredita nele quem quiser, por conta e risco.
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