DEU NO JORNAL

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TRI, TRI, TRI

O pagador de impostos brasileiro amarga, na próxima segunda-feira (3), a marca de R$ 3 trilhões tomados pelo governo Lula (PT), em 2026.

Os dados são do Impostômetro, ferramenta da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Apenas desde 11 de agosto foram tomados mais de R$ 500 bilhões em impostos.

Até o fim do ano, o total vai atingir inéditos R$ 4,13 trilhões arrancados dos bolsos dos brasileiros.

Nunca um governo brasileiro tomou tanto dinheiro da população, tão rapidamente, quanto o governo Lula (PT), em 2026.

A uma semana do primeiro turno da eleição majoritária, o brasileiro paga – em média – mais de R$ 11,1 bilhões em impostos por dia.

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Tem um parágrafo dessa nota aí de cima onde está escrito que “Nunca um governo brasileiro tomou tanto dinheiro da população, tão rapidamente, quanto o governo Lula (PT), em 2026.

Não é “arrecadou”: é tomou!

Perfeito: o verbo é este mesmo.

Num é preciso dizer mais nada.

Isso resume tudo.

Paro por aqui.

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O BRASIL NÃO AGUENTA MAIS

Paulo Briguet

Em 4 de março de 2013, a então presidente Dilma Rousseff, nossa eterna Mulher Sapiens, disse:

“Nós podemos disputar eleição, nós podemos brigar na eleição, nós podemos fazer o diabo quando é a hora da eleição. Agora, quando a gente está no exercício do mandato, nós temos que nos respeitar, porque fomos eleitos pelo voto direto do povo brasileiro”.

É interessante notar que a primeira parte da fala descreve perfeitamente o comportamento da esquerda brasileira durante o período eleitoral (inclusive o comportamento da própria Dilma). Mas a segunda parte da mensagem nunca foi, nem de perto, seguida pelo PT. Na hora da eleição, os petistas fazem o diabo; na hora de governar, também.

Depois de fazer o diabo no governo, Dilma deixou o Brasil na pior recessão de sua história. E Lula está fazendo exatamente a mesma coisa agora, com um terrível acréscimo: reeleita, Dilma destruiu a economia; reeleito, Lula destruirá a economia e os últimos resquícios de justiça e liberdade no país.

O diabo, como se sabe, é o pai da mentira. Mas não se trata de uma mentira qualquer. Aqui estamos falando da mentira universal, aquela que abarca e inverte toda a realidade, transformando o bem em mal, o crime em virtude e a virtude em crime. O intelectual romeno Vladimir Tismaneanu faz uma descrição magistral desse fenômeno no livro “O Diabo na História”, em que retrata os regimes da Alemanha nacional-socialista e da Rússia comunista.

O diabo tem dois ardis fundamentais. O primeiro é tentar convencer as pessoas de que não existe. Quando esse ardil falha — cedo ou tarde, as pessoas percebem que o diabo é perfeitamente real —, ele passa a se travestir como o seu oposto.

Recentemente, Lula arvorou-se em dar conselhos não solicitados à Igreja Católica em questões como o celibato clerical e a ordenação de mulheres. Foi mais longe: afirmou que o vermelho do PT corresponde ao sangue de Cristo.

Faz isso no mesmo momento em que está sendo revelada, aos olhos do país inteiro, toda a podridão do seu governo, em um oceano de lama que inclui o principal algoz de seus inimigos, os mais altos líderes da República, seus assessores diretos e até seu filho mais velho. Essa escalada de crimes me lembra um personagem do Apocalipse: o Anticristo.

Mário Henrique Simonsen tem uma frase antológica: “Se você é dono de uma lavoura e precisa escolher entre uma nuvem de gafanhotos e um administrador petista, fique com os gafanhotos”. A frase de Simonsen pode ser aplicada a toda a imensa lavoura que é o sistema de poder no Brasil. Do mais modesto cargo no menor dos municípios à cadeira da Presidência da República, a esquerda é uma nuvem de gafanhotos que devora e atormenta as forças vitais da sociedade brasileira.

Santo Agostinho ensinava que o mal não possui substância própria; ele nada mais é do que a privação de um bem, que Deus só permite para dele extrair um bem maior. O Brasil não suporta mais ser privado do bem por essa diabólica nuvem de gafanhotos políticos.

Lula está percebendo que vai perder essa eleição e fará o diabo para evitar a derrota, usando sua principal arma — a mentira. Tenho para mim, no entanto, que desta vez a arma não vai funcionar.

O Brasil não aguenta mais você, Lula. Vá embora — e leve seus companheiros.

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LULA E A “BABAQUICE DE FAZER SUPERÁVIT”

Editorial Gazeta do Povo

lula superavit babaquice

Lula em Curitiba, quando chamou o esforço por superávit primário de “babaquice”

Cabos eleitorais como o ministro da Fazenda, Dario Durigan, continuam se esforçando para pintar um Lula fiscalmente responsável em um eventual quarto mandato, mas pelo jeito precisam combinar com o chefe. Em 12 de setembro, durante comício em Curitiba, Lula disse que “para gerar emprego, a economia tem de crescer e, para economia crescer, o governo tem de investir e, para o governo investir, é preciso parar com essa babaquice de fazer superávit, porque a grande dívida do Brasil é a taxa de juros que nós pagamos”. Lula repete, assim, seu eterno desprezo pela disciplina fiscal e seu apreço pelo déficit público – o que não surpreende quem se lembra de outras declarações do petista, para quem um pouco mais de déficit não tem importância, um pouco mais de inflação não é problema, e os livros de Economia estão superados.

Esse terraplanismo econômico já foi derrubado pela teoria e pela história dos países que cresceram e melhoraram a vida de sua população; afinal, nenhum governante atual sério e responsável compartilha das lamentáveis teorias lulistas. Lula chegou ao poder, em 2002, prometendo respeito aos contratos e à prudência fiscal, ou seja, controle dos gastos e equilíbrio das contas públicas, mas a promessa da “Carta aos Brasileiros” durou pouco. Com a entrada de Guido Mantega no Ministério da Fazenda, foram lançadas as bases da “nova matriz econômica” movida a gasto desenfreado, e o superávit ganhou de vez o status de “babaquice”: após um auge nos anos do “PIBão”, motivado por uma economia superaquecida e pela grande demanda externa por commodities brasileiras, o resultado primário foi piorando ano após ano, até se transformar em déficit em 2014.

Só em 2022, último ano de Jair Bolsonaro, o país voltou a ter superávit, consolidando um ajuste fiscal prejudicado pela pandemia de Covid-19. Mas bastou Lula botar novamente os pés no Planalto para a conta voltar ao vermelho, onde está até agora. Ou seja, embora seja a corrupção que ganhe mais destaque nas manchetes jornalísticas, a irresponsabilidade fiscal é outra marca permanente dos governos petistas, a ponto de Dilma Rousseff ter perdido o mandato pela manipulação das contas públicas, as “pedaladas fiscais”.

Chamar de “babaquice” o esforço por manter as contas em ordem é ignorar o básico. Se o governo gasta mais do que arrecada sistematicamente, há somente três vias pelas quais os déficits podem ser pagos: aumento de tributos, aumento da dívida do governo ou emissão de dinheiro. Lula promete investimento e crescimento, mas o caminho traçado por ele só consegue entregar inflação e juros, comprometendo o presente e o futuro do país. Se o Brasil escolher este caminho, dando um quarto mandato a Lula, o destino do país estará traçado: viver como um pária entre o grupo das nações que prezam as liberdades individuais e econômicas, firmando-se como uma nação atrasada, pobre, com elevada dívida pública e descolada das relações com os países desenvolvidos e suas tecnologias modernas.

Seis mandatos presidenciais do PT, com seu desprezo pelo saber e pela lógica, inclusive a econômica, significarão uma geração inteira vivendo sob um tempo de obscurantismo. Prudência financeira e controle das contas públicas, como meio de evitar déficits que acabam levando a aumento da dívida do governo, são a norma entre os governantes responsáveis, respaldada pelo saber econômico acumulado ao longo dos séculos. A declaração disparatada de Lula a respeito da “babaquice de fazer superávit” não é apenas irresponsável; ela contribui para aumentar a ignorância em matéria de gestão pública e condução da política econômica, e não pode ser levada a sério por quem quer ver o país crescer e avançar.

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NO MODO “FAZER O DIABO” PARA GANHAR A ELEIÇÃO, LULA ATACA O SEU PRÓPRIO GOVERNO

Sílvio Ribas

Lula

Corrida presidencial apertada faz campanha de Lula apelar para o vale-tudo eleitoral e o populismo para evitar a derrota

A poucos dias de 4 de outubro, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) entrou de vez no modo “fazer o diabo” para ganhar a eleição — expressão celebrizada por Dilma Rousseff (PT) e recentemente reeditada pelo presidente. A novidade é que, na sanha por votos, ele passou a atacar até decisões do governo.

O tal “fazer o diabo” para vencer nas urnas entrou para o vocabulário político em março de 2013, numa declaração de Dilma sobre sua campanha à reeleição no ano seguinte. A ironia de Lula resgatar agora a frase é que o seu vale-tudo vinha desde 2023 e, na reta final, alimenta críticas de rivais.

O caso mais recente — e mais gritante — das contradições nas quais Lula se afunda na campanha está na nova e radicalmente oposta posição sobre bets, no rumo de bani-las. É o mesmo governo que propôs, sancionou e implantou a regulação das apostas esportivas, obtendo bilhões em tributos.

Antes disso, houve outro recuo no caso da “taxa das blusinhas”. A gestão petista apoiou a tributação das compras internacionais de pequeno valor, e Lula sancionou a cobrança. Em 2026, porém, o fim da taxa entrou na pauta negociada pelo presidente com os comandos da Câmara e do Senado.

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Com mesmo valor desde 2022, Bolsa Família tem reajuste a dias do pleito

O exemplo mais evidente do despudor eleitoral veio do reajuste do Bolsa Família. A apenas 17 dias do primeiro turno, o governo anunciou correção de 15,04% no valor do benefício, elevando o piso de R$ 600 para R$ 691. A estimativa divulgada é de impacto adicional superior a R$ 22 bilhões nas contas de 2027.

O governo sustenta que não há ganho real, mas reposição da inflação acumulada. A defesa oficial é de que há espaço fiscal para a medida. A proximidade da votação, contudo, abriu imediatamente a polêmica sobre o componente eleitoral de um benefício que alcança milhões de famílias.

A própria escolha do formato reforçou o debate. Em plena reta final da disputa, a correção ampla tem impacto político muito superior ao de medidas focalizadas. A decisão surge justamente quando o custo de vida ficou mais caro e tem impacto direto no desejo de Lula de preservar seu eleitorado de baixa renda.

No mesmo ambiente eleitoral, Lula acrescentou outra proposta de enorme apelo popular: oferecer canetas emagrecedoras pelo SUS. A ideia entrou no discurso presidencial antes de estarem claramente definidos todos os critérios de incorporação, público-alvo, cronograma e impacto financeiro da medida.

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Nikolas Ferreira vê Lula como criador de problemas para o presidente resolver

Cada mudança de posição pode ser justificada por razões econômicas, sociais ou fiscais. O problema está na concentração de guinadas às vésperas da eleição. É justamente essa sequência que oferece a adversários material para confrontar o Lula candidato com o Lula presidente.

O resultado é Lula atacando a si próprio. Ao tentar convencer o eleitor de que pode corrigir problemas na canetada, o petista expõe decisões anteriores de seu governo ao crivo do público. No modo “fazer o diabo”, seu crítico mais incômodo acaba sendo o registro histórico de suas próprias palavras e atos.

Nas redes sociais, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) explorou essa contradição ao reunir propostas envolvendo bets, “taxa das blusinhas” e canetas emagrecedoras no SUS. Para ele, “o próprio governo cria os problemas para depois poder apresentar a solução para eles”.

Agora, o vale-tudo eleitoral chega também ao Judiciário. A campanha de Lula acionou diretamente o Supremo Tribunal Federal (STF) para apurar eventual interferência estrangeira nas eleições, destinando a ação a Flávio Dino, ex-ministro da Justiça de Lula e indicado pelo petista à Corte.

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É MILHÃO QUE SÓ A PESTE

Com R$ 64,6 milhões em despesas contratadas, a campanha de Lula vai trocar os comícios com passarela, dez vezes mais caros, por caminhadas, que, de quebra, avalia passar imagem de mais “humilde”.

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É milhão que só a peste.

Sr. Grande Mentiroso, pode usar este jornaleco para fazer sua campanha.

Vai ganhar voto que só a porra!!!

E a gente cobra bem mais barato.

Qualquer trocadinho será muito bem vindo.