O cantor poderia ter recusado o convite, se não fosse um presunçoso “rempli de soi même”.
Foi lá e disse a sandice que dele se pode esperar.
Mas o pecado original quem cometeu foi a autoridade que o convidou.
Quando um presidente de Banco Central se comporta como uma fanzoca deslumbrada e reduz uma reunião do COPOM a recreio de jardim de infância, fica evidente o grau de irresponsabilidade com que a Economia do país está sendo conduzida.
Só o Criador pode nos salvar, se ainda não tiver desistido da sua criação.
Às vezes acho que você gosta de aporrinhar a bugrada em pleno domingo de preguiça.
Um país que cria uma excrescência chamada ABIN – Agência Brasileira de Inteligência -, já é uma piada pronta.
Uma nação que tem QI menor que a de um chimpanzé, ou tem agência, ou tem inteligência. As duas coisas na mesma sentença é impossível.
Uma nação que cria uma estatal para lançar foguetes e nomeia políticos para a sua direção, não vai fazer outra coisa além de perseguir quem critica seus iluminados líderes.
Uma nação que tem a instância máxima do poder judiciário, se metendo até em bate boca de paróquia, evidente que vai querer criminalizar quem critica seus despautérios, erros, leviandades, safadezas, descaramento e por aí vai.
Digo e repito… nossa vocação é voltar para as matas, despir a roupa do europeu, voltar a usar tanga de buriti costurado com agulha de juçara, ficar usando cocar como aquela índia de araque que diz que é ministra, mas vive em uma eterna fantasia de carnaval de índio Navajo, e assar carne de bispos e cardeais, em uma trempe, dormir em rede de imbira.
É deixar esse conceito retrógrado de nação soberana.
Pelo menos assim o roubo será menor e o deboche contra a bugrada menos aviltante.