DEU NO JORNAL

LÁ E CÁ

Ministros do STF foram questionados em Lisboa com perguntas contundentes, não respondidas.

Se fosse no Brasil, quem fizesse abordagem assim estaria no sal.

Lá, a liberdade não é relativizada.

* * *

Bem pequena a diferença entre Brasil e Portugal.

Um tiquinho só.

Aqui tá quase igualzinho lá.

DEU NO X

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO X

ALEXANDRE GARCIA

PACOTE DE BONDADES NÃO É COMPRA INDIRETA DE VOTOS?

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O presidente Lula no lançamento de programa de crédito para taxistas e motoristas de aplicativos

Advogados de uma associação chamada Juristas pela Democracia – são praticamente todos de esquerda, com filiados do Psol e do PT – viram uma oportunidade óbvia de entrar com uma ação contra Flávio Bolsonaro, por ter ido à Casa Branca falar da necessidade de classificar os terroristas brasileiros como o que são: terroristas, que aterrorizam a população brasileira. Eu até já havia dito que era melhor deixar que Donald Trump fizesse isso sozinho porque, indo à Casa Branca, Flávio deixaria uma possibilidade que vai atrapalhar o registro de sua candidatura. A lei eleitoral fala muito em não intervenção, em proibir a interferência de governos estrangeiros na eleição, mas não adiantou o meu alerta. Está faltando estratégia, jogar xadrez em vez de damas.

Mas o outro lado também está com telhado de vidro. A Gazeta do Povo mostrou que Lula já gastou R$ 190 bilhões do nosso dinheiro, dos nossos impostos, do nosso trabalho, do nosso suor, em bondades para ter votos e se reeleger. É subsídio para o gás, para a energia elétrica (que ficou mais cara, ou seja, não adiantou muito), para o combustível, crédito para taxista, para motorista de Uber, para estudante. Isso também estimula o endividamento. A isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil não teve grandes resultados.

Não sei se isso também não deixa a possibilidade para que advogados do outro lado também entrem na Justiça, invocando a lei eleitoral que proíbe a compra de voto direta ou indiretamente. Isso é importante: não precisa ser direto. Assim como há crime quando um funcionário público recebe dinheiro, direta ou indiretamente, em troca de algum favor: pode ser para a mulher, o sobrinho, alguém da família, pode ser de outra forma; vemos muito isso por aqui, envolvendo milhões.

* * *

Morte de idosa alerta para cuidado ao descer de aviões

Aconteceu no ano passado e, agora, de novo. No ano passado, foi em São José do Rio Preto (SP): um homem, ao desembarcar do avião, tropeçou em um dos degraus da escada e morreu. Agora, em Congonhas, uma senhora de 72 anos tropeçou ao descer no desembarque – a descida é sempre mais perigosa – e morreu. Talvez estivesse com as mãos ocupadas, carregando bagagem, e não pôde se segurar no corrimão. Mas é essencial manter a mão no corrimão quando se está descendo. Fica aqui a lembrança: se alguém sofre um acidente desses e bate com a cabeça no chão, atinge uma região muito delicada do corpo humano, e a lesão pode paralisar o coração e o funcionamento dos pulmões.

* * *

Em Brasília, o “anti-Gilmarpalooza”

Está havendo em Brasília um seminário internacional sobre direito e justiça, com presença de representantes de supremas cortes de 17 países. Lá estão os presidentes do STF, do STJ, do Superior Tribunal Militar e do Superior Tribunal do Trabalho, além da ministra Cármen Lúcia. Estão tratando de inteligência artificial, redes sociais, da perda de confiança do Judiciário. Esse seminário, realizado ao mesmo tempo que o Fórum de Lisboa, de Gilmar Mendes, está sendo tratado como um “anti-Gilmarpalooza” – em Portugal, além de Gilmar, também está Alexandre de Moraes; Flávio Dino iria também, mas fraturou o pé e não teve como ir. Aliás, o Gilmarpalooza deve ser prejudicado por uma greve geral marcada para quarta-feira, último dia do evento, e que promete parar tudo em Lisboa

Esses dois fóruns, ao mesmo tempo, merecem comparação. Um deles já teve programação paralela bancada pelo Master, e o outro é uma tentativa de buscar ética. Não custa comparar, porque todo mundo já considera que o STF está dividido.

DEU NO JORNAL

SOBERANIA

Autor especialista em segurança pública, Alessandro Visacro avalia que a decisão dos Estados Unidos de classificar organizações criminosas brasileiras como grupo terroristas não ameaça a soberania do Brasil.

A verdadeira ameaça é a própria atuação “desenfreada” desses grupos no dentro e fora do País.

“Já caracteriza violação flagrante da soberania”, disse Visacro ao Jornal Gente, da Bandeirantes; “nossa soberania já vem sendo ameaçada de forma incisiva por esses grupos armados criminais”.

A soberania vem sendo “solapada” há décadas, diz Visacro, que vê áreas de “microsoberania” das próprias facções dentro do território brasileiro.

Visacro lembrou da operação policial no Rio de Janeiro, ano passado, que observou quase 500 homens armados; “estrutura paramilitar”.

“Em qualquer lugar do mundo isso é considerado um batalhão de guerrilha”, avaliou Alessandro Visacro.

* * *

Certeira a avaliação do especialista Alessandro.

Uma situação absurda, alarmante.

Que os céus se apiedem dessa nossa sofrida republiqueta.

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

A CIGARRA QUE FICOU – Olegário Mariano

Depois de ouvir por tanto tempo, a fio,
As cigarras, bem perto ou nas distâncias,
Só me ficou no coração vazio
A saudade de antigas ressonâncias…

Todas se foram… bando fugidio
Em busca do calor de outras estâncias,
Carregando nas asas como um rio
Leva nas águas – seus desejos e ânsias…

E ainda cantaram na hora da partida:
Era um clamor dentro da madrugada…
Essa, entretanto, desgarrou daquelas,

E entrou, tonta de luz, na minha vida,
Porque sabia que era a mais amada,
E cantava melhor que todas elas…

Olegário Mariano Carneiro da Cunha, Recife-PE, (1889-1958)

DEU NO JORNAL

RODRIGO CONSTANTINO

O INIMIGO É O NARCOESTADO

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Porta-voz do Departamento de Estado diz que CV e PCC também atuam nos EUA

“Vínculo do PCC com setor de combustíveis eleva risco para Brasil após decisão de Trump”, diz manchete da Folha de SP. “Bancos não descartam se unir ao governo para tentar convencer os EUA a reverterem medida sobre facções”, diz chamada do Valor Econômico. O problema é a decisão americana, não o controle de vários setores pelo crime organizado? Tecla SAP: combater as facções terroristas ameaça nossa economia, ou seja, o Brasil já é um narcoestado!

Isso nos remete à época da Lava Jato em que petistas condenavam a operação de combate à corrupção porque afetava a Petrobras. Ou seja, o problema não é a corrupção na estatal, mas combater essa corrupção! O grau de inversão é chocante e parece que muitos normalizaram o absurdo: não podemos enfrentar o crime porque ele é importante para a economia!

Enquanto isso, o Paraguai segue a Argentina e classifica o PCC e o CV como terroristas. Os países vizinhos ainda reforçaram suas fronteiras para tentar impedir o avanço das facções em seus territórios. Seria bizarro se alguém argumentasse que isso pode prejudicar as economias dos dois países, não é mesmo?

Essa decisão do governo Donald Trump tirou do armário muito “advogado” do crime organizado. Não falta gente saindo em defesa do PCC e do CV, o que nos mostra como décadas de lavagem cerebral e bilhões de interesses fazem com que as pessoas abandonem qualquer juízo. O papo de defesa da soberania é ridículo quando pensamos que essas máfias dominam territórios inteiros em que o estado não consegue entrar. Toda ajuda para combater isso deveria ser aplaudida!

Leandro Ruschel resumiu bem: “O melhor dessa decisão dos EUA de tratar PCC e CV como grupos terroristas é facilitar a identificação das lideranças brasileiras, entre políticos, juízes, influenciadores e jornalistas, que estão na linha de frente da proteção aos bandidos”. Nunca foi tão fácil separar o joio do trigo.

Neste domingo tivemos eleições na Colômbia, e o primeiro colocado foi o candidato de direita Abelardo de la Espriella, seguido do comunista ligado a Gustavo Petro. Como a imprensa deu a notícia? Tanto O Globo como Veja disseram que teremos a “ultradireita” contra a esquerda no segundo turno. A esquerda ligada ao narcotráfico, assassina, comunista, é chamada só de esquerda. Mas a direita é “ultradireita” para a velha imprensa. Que piada!

Petro é condenado por ter dinheiro de narcotráfico na campanha dele, o filho está preso por isso, e ele abertamente apoia Maduro e Cuba. Mas não é extremo! Não existe “extrema-esquerda” ou “ultraesquerda” para nossos jornalistas. Enquanto isso, Paloma Valencia, a candidata de centro-direita que ficou em terceiro lugar, imediatamente declarou apoio ao candidato de direita contra os comunistas.

A Colômbia deveria ter melhor memória dos tempos de Pablo Escobar e das FARC, combatidas pelo linha-dura Alvaro Uribe, que também declarou apoio a Abelardo. O elo entre a esquerda radical e o crime organizado não é novidade no continente. Cuba se transformou em hub internacional de tráfico de drogas e terrorismo, enquanto a Coreia do Norte é exportadora de heroína. Não estamos lidando “apenas” com corruptos, mas sim com bandidos totalitários que querem controlar tudo impondo o terror.

Petro já disse que não aceita o resultado das urnas. Isso não é golpismo? Pelo visto a esquerda radical pode tudo. Miguel Uribe foi morto durante a campanha, e a esquerda continua com seu discurso hipócrita contra o “ódio”. Trump, Charlie Kirk, Scalise, Bolsonaro: são vários casos de atentados contra conservadores por motivação ideológica. A extrema-esquerda é assassina!

Vários países da América do Sul têm conseguido se livrar do Foro de SP. Resta o Brasil. Saberemos em breve se o eleitor brasileiro compreende a dimensão do problema. Lula vem destruindo a economia, colocou o país no eixo do mal, a corrupção voltou com tudo e os feminicídios aumentaram. Mas o pior aspecto ainda é a ligação do PT com a bandidolatria, os “diálogos cabulosos” com o PCC. O que está em jogo é grave demais. Espera-se que o Brasil consiga fazer como o Chile e, tudo leva a crer, a Colômbia agora: dar um basta ao comunismo e estancar a sangria que vem transformando o país num verdadeiro narcoestado.

COMENTÁRIO DO LEITOR

CANTANDO O HINO

Comentário sobre a postagem NOVOS TEMPOS EM BANÂNIA…

Sergio Rieffel:

Eu nem estava assistindo o jogo e minha esposa me chamou para ver o horror!

Gostei! Ficou até engraçado!

Eles tentaram “personalizar” o ritmo do hino, mas esqueceram de combinar com o cara do som!

Até eu que sou um ignorante musical, sei que se quiser cantar o hino mais rápido ou no caso mais lentamente, tem que ser “à capela”.

A Fafá de Belém fez isso uma vez, ficou uma porcaria mas pelo menos não ficou essa vergonha alheia do Belo e da Alcione.

Outro problema (esse sem solução) é a afinação do Belo!

O sujeito é um notório desafinado! Até para falar ele desafina!

E tem gente comparando com a Vanusa!

A coitada ao menos estava chapadíssima de medicamentos e não sabia nem quando era dia!