
O presidente Lula no lançamento de programa de crédito para taxistas e motoristas de aplicativos
Advogados de uma associação chamada Juristas pela Democracia – são praticamente todos de esquerda, com filiados do Psol e do PT – viram uma oportunidade óbvia de entrar com uma ação contra Flávio Bolsonaro, por ter ido à Casa Branca falar da necessidade de classificar os terroristas brasileiros como o que são: terroristas, que aterrorizam a população brasileira. Eu até já havia dito que era melhor deixar que Donald Trump fizesse isso sozinho porque, indo à Casa Branca, Flávio deixaria uma possibilidade que vai atrapalhar o registro de sua candidatura. A lei eleitoral fala muito em não intervenção, em proibir a interferência de governos estrangeiros na eleição, mas não adiantou o meu alerta. Está faltando estratégia, jogar xadrez em vez de damas.
Mas o outro lado também está com telhado de vidro. A Gazeta do Povo mostrou que Lula já gastou R$ 190 bilhões do nosso dinheiro, dos nossos impostos, do nosso trabalho, do nosso suor, em bondades para ter votos e se reeleger. É subsídio para o gás, para a energia elétrica (que ficou mais cara, ou seja, não adiantou muito), para o combustível, crédito para taxista, para motorista de Uber, para estudante. Isso também estimula o endividamento. A isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil não teve grandes resultados.
Não sei se isso também não deixa a possibilidade para que advogados do outro lado também entrem na Justiça, invocando a lei eleitoral que proíbe a compra de voto direta ou indiretamente. Isso é importante: não precisa ser direto. Assim como há crime quando um funcionário público recebe dinheiro, direta ou indiretamente, em troca de algum favor: pode ser para a mulher, o sobrinho, alguém da família, pode ser de outra forma; vemos muito isso por aqui, envolvendo milhões.
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Morte de idosa alerta para cuidado ao descer de aviões
Aconteceu no ano passado e, agora, de novo. No ano passado, foi em São José do Rio Preto (SP): um homem, ao desembarcar do avião, tropeçou em um dos degraus da escada e morreu. Agora, em Congonhas, uma senhora de 72 anos tropeçou ao descer no desembarque – a descida é sempre mais perigosa – e morreu. Talvez estivesse com as mãos ocupadas, carregando bagagem, e não pôde se segurar no corrimão. Mas é essencial manter a mão no corrimão quando se está descendo. Fica aqui a lembrança: se alguém sofre um acidente desses e bate com a cabeça no chão, atinge uma região muito delicada do corpo humano, e a lesão pode paralisar o coração e o funcionamento dos pulmões.
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Em Brasília, o “anti-Gilmarpalooza”
Está havendo em Brasília um seminário internacional sobre direito e justiça, com presença de representantes de supremas cortes de 17 países. Lá estão os presidentes do STF, do STJ, do Superior Tribunal Militar e do Superior Tribunal do Trabalho, além da ministra Cármen Lúcia. Estão tratando de inteligência artificial, redes sociais, da perda de confiança do Judiciário. Esse seminário, realizado ao mesmo tempo que o Fórum de Lisboa, de Gilmar Mendes, está sendo tratado como um “anti-Gilmarpalooza” – em Portugal, além de Gilmar, também está Alexandre de Moraes; Flávio Dino iria também, mas fraturou o pé e não teve como ir. Aliás, o Gilmarpalooza deve ser prejudicado por uma greve geral marcada para quarta-feira, último dia do evento, e que promete parar tudo em Lisboa
Esses dois fóruns, ao mesmo tempo, merecem comparação. Um deles já teve programação paralela bancada pelo Master, e o outro é uma tentativa de buscar ética. Não custa comparar, porque todo mundo já considera que o STF está dividido.