She’s so talented 🥰 pic.twitter.com/fUiNCCiOsU
— Shaggy (@MAGAShagster) August 5, 2026
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O PT não consegue descolar Lula de Marcola, Marco Aurélio Santana Ribeiro, o ex-chefe de gabinete do petista durante quase todo o atual mandato e demitido da campanha lulista após a Polícia Federal descobrir vultosos depósitos na conta do auxiliar oriundos de Roberta Luchsinger, alvo da investigação sobre o roubo ao INSS.
Marcola se reuniu ao menos 113 vezes com Lula no Planalto, Alvorada e Granja do Torto, conforme levantamento feito pela coluna nos registros da agenda presidencial.
O número pode ser maior, já que Lula costuma ter encontros fora da agenda, como as reuniões com Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.
A grana foi “empréstimo”, diz Marcola, que admitiu levar R$ 249 mil. Ele deixou a chefia de gabinete em julho e partiu para cargo na campanha.
Roberta é amicíssima de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha.
A PF apura se a dupla cometeu atos de corrupção atuando para o “Careca do INSS”.
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Essa nota aí de cima começa com o verbo “descolar”.
Descolar o descondenado que nos desgoverna de trambicagens e falcatruas é tarefa impossível.
Não tem como.
Essas duas coisas estão ligadas intimamente, como é do conhecimento de quem não tem problema nas vistas pra enxergar com precisão o mundo ao seu redor.
Antes que seja tarde.
Eis que estamos em mais um agosto de Deus. O oitavo mês do ano, esse que antecede, soberano, a estação das flores, chega outra vez a nos lembrar de feridas que não obedecem ao calendário, equimoses não desaparecidas com o tempo, cicatrizes atravessando os anos como quem invade e demarca cor-pos em carne viva. Agosto chega e nos devolve as dores nossas de cada dia, as físicas e as da alma, as visíveis e as invisíveis, as denuncia-das e as que morreram sufocadas dentro de uma garganta cansada, as compreendidas e as invalidadas, as curadas e aquelas que seguem adoecendo no escuro. Tenho pen-sado no lilás que habita cada agosto de um ano qualquer. Talvez porque essa seja a cor exata daquilo que ainda não cicatrizou, uma cor sus-pensa entre o roxo da violência e o azul do céu, entre a noite a expandir o silencio e a manhã anunciadora de um novo começo.
O lilás parece existir nesse intervalo quase invisível entre a dor e a liber-dade, entre o grito e o silêncio, entre o amor e o ódio, entre a vida e a morte. É a cor de uma ferida pulsante a desejar um céu de paz. É certo que enquanto agosto retorna, milhares de mulheres continuam caminhando descalças sobre terrenos pedregosos, atravessando areias movediças, tentando encontrar um lugar seguro tanto dentro de suas próprias casas como fora delas. Algumas tropeçarão, algumas volta-rão, algumas permanecerão, algumas jamais chegarão ao próximo amanhecer. Não estarão aqui na semana seguinte, no mês vindouro, tampouco no agosto do ano subse-quente. Serão interrompidas pelo último golpe, pelo último estrangu-lamento, pelo último disparo de um revólver qualquer. Serão transfor-madas em números, estatísticas, fotografias antigas, nomes pronunciados em voz baixa, em sussurros de dor, angústia, tormento.

Lula criticou decisão de revogar visto de embaixadora do Brasil nos Estados Unidos
Quando chefes de Estado se xingam diretamente, isso agrava a situação e torna mais difícil chegar a uma solução. Por isso existem os departamentos de Estado e ministérios de Relações Exteriores. Lula continua batendo boca, e Donald Trump só usa a caneta. Agora, o brasileiro não resistiu a uma pergunta de um podcast ao qual ele deu entrevista, e disse que é uma atitude irresponsável do governo dos Estados Unidos de cancelar o visto da embaixadora do Brasil em Washington. Mas o Brasil está atrasando o agrément ao embaixador norte-americano indicado para vir para cá, tanto que quem está ocupando a embaixada aqui é o cônsul-geral de São Paulo.
Os países são parceiros. Os Estados Unidos foram um dos primeiros países a reconhecer a independência do Brasil; desde então, eles sempre foram aliados. O Brasil esteve presente na Primeira Guerra Mundial, com um corpo médico, e na Segunda Guerra Mundial, com 25 mil soldados e um grupo de aviação de caça. O Brasil, inclusive, reclama um lugar no Conselho de Segurança por causa disso. Como eu disse ontem, temos uma pausa no relacionamento diplomático dos dois países. Os Estados Unidos estão fazendo uma reforma gigantesca na embaixada aqui em Brasília; é uma indicação de que eles não pretendem sair do Brasil, romper relações, nada disso.
E o Brasil não está batendo boca só com os Estados Unidos. Lula andou falando em acordo comercial entre a Coreia do Sul e o Mercosul; mas como, se ele está brigando também com o Paraguai e com a Argentina? Javier Milei foi questionado sobre ter chamado o presidente brasileiro de “ladrão”, e ele respondeu: “Mas ele é ladrão, foi condenado três vezes”.
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Americanos que tiveram visto negado provavelmente não conseguiriam decifrar nossa urna eletrônica
No mesmo podcast, Lula disse que os Estados Unidos “mandaram dois jovens aqui” para “interferir e fiscalizar as urnas eletrônicas”. É impossível. Eles tinham data marcada para voltar: chegariam aqui em 27 de julho e iriam embora no dia 30; ficariam aqui três dias. O PSDB passou 100 dias tentando saber como foi a contagem dos votos entre Dilma Rousseff e Aécio Neves, e não conseguiu nada; chegou à conclusão de que o sistema é inauditável. Acho que os americanos não descobririam nada; nem nós sabemos como é contado o nosso voto. Não conseguimos entender bytes, kilobytes, megabytes e algoritmos. E no fim os dois diplomatas ficaram sem o visto.
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Esperança de Lula é que o brasileiro não esteja acompanhando o noticiário
Como se já não bastasse o Lulinha, apareceu um ex-chefe de gabinete de Lula, apelidado de Marcola, cujas contas eram pagas pela Roberta Luchsinger, que é a lobista ligada ao “careca do INSS” para abrir portas. Tivemos também a operação contra a família do senador Weverton Rocha, vice-líder do governo. E antes disso houve o caso do Jaques Wagner. Lula deve estar torcendo para o eleitor brasileiro não acompanhar o noticiário…
Comentário sobre a postagem A MOÇA TRISTE
Laudeir Angelo Delmaschio:
Se eu soubesse postaria
Uma foto nesse espaço
Que fizesse jus à moça
Tão carente de um abraço
Não sou Jesus nem Dalinha
Fazer rima não consigo
Essa princesa tadinha
Deu pena da pobrezinha
Já deve estar num jazigo
Existem momentos em que a humanidade muda de direção. Não são anunciados por trombetas. Não chegam envoltos em glória. Não costumam ser percebidos por aqueles que os testemunham. Acontecem em silêncio. Uma pena desliza sobre o papel. Uma ideia nasce. Uma página é escrita. E o mundo, sem perceber, começa a girar em uma direção diferente.
No século XVI, os homens acreditavam conhecer seu lugar no Universo. A Terra permanecia imóvel. Os céus giravam acima dela em perfeita harmonia. O Sol percorria sua rota diária. As estrelas ocupavam suas esferas cristalinas. Tudo parecia ordenado. Tudo parecia definitivo. Mas havia um problema. A realidade não tem compromisso com aquilo que consideramos confortável. Enquanto multidões se acomodavam às respostas herdadas, um homem observava o céu. Não procurava confirmar certezas. Procurava compreender.
Seu nome era Copérnico. Sua arma era a razão. Seu campo de batalha era o firmamento. E seu adversário mais poderoso não era uma instituição, uma autoridade ou uma doutrina. Era um inimigo muito mais antigo: a convicção humana de que já sabemos o suficiente. Quando De Revolutionibus Orbium Coelestium surgiu, não trouxe apenas um novo modelo astronômico. Trouxe uma afronta. Uma afronta à arrogância. Uma afronta à complacência. Uma afronta à ideia de que a verdade pode ser decretada. Pela primeira vez, em muitos séculos, alguém ousava dizer que talvez estivéssemos olhando para o Universo da maneira errada.
Não era apenas a posição da Terra que estava em jogo. Era a posição do próprio ser humano. Porque existe uma diferença profunda entre ser o centro de tudo e ser parte de algo infinitamente maior. A primeira ideia alimenta o orgulho. A segunda alimenta a sabedoria. E foi então que começou a verdadeira revolução. Não a revolução dos planetas. Não a revolução dos céus. Mas a revolução da consciência. A partir daquele momento, a humanidade iniciou uma longa jornada de descentralização. Descobrimos que a Terra não era o centro. Depois descobrimos que o Sol também não era. Mais tarde percebemos que nossa galáxia era apenas uma entre bilhões.
E então compreendemos algo ainda mais extraordinário: quanto menor parecia nossa posição no cosmos, maior se tornava nossa capacidade de compreendê-lo. Que paradoxo magnífico. Somos minúsculos. Mas somos capazes de medir estrelas. Somos efêmeros. Mas conseguimos reconstruir a história de galáxias inteiras. Somos passageiros de um pequeno mundo azul. Mas aprendemos a escutar o eco do nascimento do Universo. Talvez essa seja a maior vitória da humanidade. Não dominar o cosmos. Mas aprender a contemplá-lo.
Cinco séculos se passaram desde que Copérnico publicou sua obra. Reis desapareceram. Impérios ruíram. Fronteiras foram redesenhadas. Idiomas mudaram. Civilizações nasceram e morreram. Mas aquela ideia continua viva. Ela vive em cada observatório. Em cada telescópio. Em cada estudante que levanta os olhos para o céu. Em cada cientista que se recusa a aceitar respostas fáceis. Em cada pessoa que escolhe questionar em vez de simplesmente repetir. Porque De Revolutionibus Orbium Coelestium nunca foi apenas um livro. Foi um convite.
Um convite para abandonar o conforto das certezas. Um convite para caminhar em direção ao desconhecido. Um convite para trocar a segurança das respostas pela grandeza das perguntas. E talvez seja essa a mais bela de todas as revoluções. A revolução que não destrói mundos. A revolução que expande horizontes. A revolução que nos lembra que o Universo não existe para confirmar nossas crenças. Existe para desafiar nossa imaginação.
E enquanto houver alguém disposto a olhar para as estrelas com humildade, curiosidade e coragem, a obra de Copérnico continuará sua jornada através dos séculos. Não nas bibliotecas. Não nos monumentos. Mas no único lugar onde as grandes revoluções realmente acontecem: na mente humana.