JESUS DE RITINHA DE MIÚDO

COMENTÁRIO DO LEITOR

TRABALHO ACADÊMICO

Comentário sobre a postagem UM PRIMOROSO TRABALHO ACADÊMICO

Sergio Rieffel:

Segundo o Sikêra Junior, todo o maconheiro dá o anel!

Então deve ter sido bem difícil estabelecer uma dialética entre a chibata, o priquito e a maconha!

Mas fiquei mais tranquilo com relação ao futuro do país: estará em boas mãos!

Vejam a profundidade, inteligência e relevância dos nossos trabalhos acadêmicos!

E dizer que eu pago imposto para esses fdp fazerem isso!!!!

ALEXANDRE GARCIA

BRASILEIRO ACHA QUE CORRUPÇÃO AUMENTOU

lula corrupção

Quase metade dos entrevistados em pesquisa acha que a corrupção aumentou durante este governo Lula

Pesquisa de opinião mostra que 47% dos entrevistados dizem que a corrupção aumentou no governo Lula; 28% acham que permaneceu igual e 21% acham que diminuiu. Tudo depende do exemplo que vem de cima. Quando se vê os contratos com Daniel Vorcaro no Poder Judiciário, quando se vê desvios de verbas de emendas no Legislativo, quando se vê o presidente da República dando maus exemplos, dizendo “que mal faz roubar um celular se é só para tomar uma cervejinha”, isso estimula as pessoas comuns que já têm uma tendência ou uma falha de caráter a querer tirar a sua parte também.

Vejam só o que acabou de acontecer, só de terça para quarta-feira. Em Palmas (TO), a Polícia Federal pegou um funcionário de banco que falsificava dados cadastrais, principalmente do crédito rural, inventava a propriedade de fazendas, habilitava pessoas a receber crédito, e fazia empréstimos a rodo para a turminha. Houve um bloqueio de quase R$ 147 milhões. No Ceará, a Polícia Federal está apurando fraudes em cinco prefeituras; são R$ 29 milhões em fraudes usando dinheiro de emendas em licitações.

Enquanto isso, em São Paulo, descobriu-se que um sujeito, hoje advogado, foi estagiar no Ministério Público Estadual para saber das investigações e passar informação para o PCC. Um investigador-chefe da Polícia Civil também era informante da facção. E um policial civil, que foi afastado, sequestrava pessoas envolvidas com o narcotráfico para extorquir o chefão delas. É incrível como isso está infiltrado dentro do Estado brasileiro.

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Na Justiça, os maus exemplos também vão se acumulando

Lembram do desembargador de Minas Gerais que absolveu um homem de 35 anos que vivia com uma menina de 12 anos? Ele e a mãe da menina tinham sido condenados, e o desembargador Magid Nauef Láuar absolveu os dois. O Ministério Público entrou com um recurso, e então o magistrado recuou.

Agora, o Conselho Nacional de Justiça abriu um processo administrativo disciplinar contra ele. Quando o nome dele apareceu no noticiário, começaram a aparecer queixas de assédio sexual quando ele era juiz em Betim e Ouro Preto, uma coisa incrível, parece cena de horror. E o sujeito chegou a desembargador.

Na segunda-feira, houve operação contra esquema de venda de sentenças, envolvendo um desembargador, no Mato Grosso do Sul. E enquanto isso acontece, tem juiz e desembargador achando que ganham pouco, mesmo com magistrado recebendo R$ 1 milhão, ou R$ 140 mil num único mês, sendo que o máximo permitido na Constituição é o teto de ministro do Supremo, R$ 46 mil. Se não gostam, sinto muito, que mudem a Constituição. Mas, se a própria Justiça desobedece a Constituição, que força ela terá? E sem Constituição, sem a lei maior, as leis menores serão igualmente enfraquecidas. O que vai vigorar é a lei da selva.

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Se o Brasil não consegue desmontar as facções, que os EUA consigam

Andam falando muito de soberania por esses dias. Pois espera-se que o governo americano pegue os integrantes das organizações criminosas brasileiras que estão refugiados no exterior, e mostre que a intenção é essa: desbaratar as facções, coisa que o governo brasileiro não fez nessas últimas décadas, deixando que elas aumentassem seu poder sobre o território brasileiro. É isso que enfraquece a soberania nacional. É como eu tenho dito: os perigos para a soberania não vêm de fora, vêm aqui de dentro mesmo.

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Metodologia da pesquisa citada na coluna

A pesquisa foi realizada com 2,5 mil pessoas pelo PoderData, empresa do grupo Poder360 Jornalismo, entre os dias 30 de maio e 1.º de junho, um levantamento já realizado à luz da divulgação de áudios em que o senador Flávio Bolsonaro pediu recursos para a realização do filme Dark Horse, sobre a vida de Jair Bolsonaro. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O Poder 360 realiza sua pesquisa por telefone, em todos os 26 estados da Federação e no Distrito Federal, por meio da metodologia Interactive Voice Response (IVR, ou Unidade de Resposta Audível, em português).

DEU NO JORNAL

BERNARDO - AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS

DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

NÃO ME AVEXE NÃO!

De poeta e de louca
Eu tenho minha quantia
Tem horas que jogo pedra
Noutras faço poesia
Quando chega o aperreio
Que fico de saco cheio
Minha razão avaria.

Não sou mulher de motim
De bando também não sou
Penso com minha cabeça
Seguir magote não vou
Não sou mulher melindrada
O papel da vitimada
Minha garra dispensou.

Não compro briga dos outros
Pra ficar em evidência
Por favor não me acumule
Tenho pouca paciência
Pois quando o caso é comigo
Não meto nenhum amigo
Tomo logo providência

Nunca gostei de cobranças
Não cobro amor a ninguém
E para ser bem sincera
Nem amizade também
Sentimento é conquistado
Jamais será fabricado
Só se dá quando se tem.

PENINHA - DICA MUSICAL

RODRIGO CONSTANTINO

POPULISMO EXPLOSIVO

Lula

Os ricos ficam mais ricos e os pobres mais pobres: eis o resultado inexorável do esquerdismo

Em seu editorial de hoje, o Estadão mostra que Lula quebra o Brasil para se reeleger. Não é novidade: foi o que aconteceu no passado recente, quando as “pedaladas fiscais” garantiram a reeleição de Dilma e o país, logo depois, foi à bancarrota. Não se trata de incapacidade, portanto, mas de método, de projeto deliberado do PT para se manter no poder.

“Petista usa truques contábeis para esconder o aumento cavalar de despesas, lembrando as malfadadas pedaladas fiscais de Dilma. Mas a conta da dívida pública explosiva sempre chega”, diz o jornal. O editorial toma como base estudo da XP Investimentos, assinado pelo economista Marcos Mendes. “Segundo o economista, somente neste ano foram nada menos do que 33 medidas diferentes, somando a incrível marca de R$ 215 bilhões em aumento de despesas ou redução de receitas”, diz o jornal.

Para o Estadão, porém, o problema está no timing e nos truques para ocultar os gastos, não nos gastos em si: “Não se discute a conveniência desses gastos – todos parecem bastante justificados quando analisados um a um, ainda que se possa questionar a incrível coincidência de todos estarem sendo feitos justamente em ano eleitoral. O problema está em escamotear esses gastos da sociedade, fazendo parecer que o arcabouço fiscal continua em pé e saudável. Esses truques servem apenas para cumprir formalmente as regras fiscais, mas não são suficientes para fazer o dinheiro aparecer do nada”.

Mas o problema não é “apenas” esse, e sim o modelo de bem-estar social em si. O welfarestate tupiniquim é uma máquina de criar dependência, resgatando o velho voto de cabresto. Há cidades no Nordeste em que temos mais gente dependendo de migalhas estatais do que trabalhador com carteira assinada. Isso vai à contramão de Santa Catarina, que é o estado com menos assistencialismo, e não por acaso aquele mais conservador do país.

Como consequência disso tudo, temos o empobrecimento permanente de boa parcela da população, que vota na esquerda populista perpetuando um círculo vicioso. Enquanto isso, aqueles com poupança acumulada se beneficiam dos altos retornos oferecidos por um governo perdulário e irresponsável.

As taxas dos títulos públicos do Tesouro Direto voltaram a patamares historicamente muito altos. O Tesouro IPCA+ voltou a pagar 8% ao ano acima da inflação, enquanto os papéis do Tesouro Prefixado estão oferecendo mais de 14% ao ano. São taxas insustentáveis, que remetem à agiotagem. Não adianta culpar o “mercado” quando fica claro que o problema está na sangria fiscal.

O rentismo prospera no Brasil justamente porque o populismo é a regra nas finanças públicas. Com cerca de 17 anos de petismo desde 2003, não poderia ser diferente. A esquerda ferra com os mais pobres, endivida o Estado de forma insustentável, e depois reclama dos investidores que exigem elevados retornos para financiar o Estado falido. Os ricos ficam mais ricos e os pobres mais pobres: eis o resultado inexorável do esquerdismo.

Todo economista sério conhece a solução: reformas estruturais, cortes de despesas, privatizações, redução drástica do tamanho do Estado. O melhor programa social é o trabalho, e isso depende de um ambiente mais competitivo, com menos burocracia e insegurança jurídica, menores taxas de juros, mão de obra mais qualificada e infraestrutura decente. Investir nisso, contudo, significa dar mais liberdade e independência ao povo, ao eleitor, e isso é intolerável para a esquerda, que vive dos votos dos mais pobres e ignorantes.

A velha imprensa precisa parar de achar que o PT erra tentando acertar. O petismo aposta na desgraça econômica justamente porque ela produz dependência estatal. É por isso que o lulismo sempre promove esse populismo explosivo. Quebrar o país para se manter no poder é a estratégia política da esquerda.

COMENTÁRIO DO LEITOR

IDADE PENAL

Comentário sobre a postagem GINÁSTICA PEITORAL

Matilde Urbach Le Regret d’ Hèraclite:

Haja peito!!!

Fui ao espelho e olhei meus dois limõezinhos murchos. Sim, a velhice é uma zherdda!!!

Falando em peito…

Vai agora por aí um enorme alarido no combate às aldrabices, pois após dois adiamentos, a proposta de emenda à Constituição para redução da maioridade penal no Brasil de 18 para 16 anos (PEC 32/15 e apensadas) deve ser votada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados na tarde desta terça-feira (9).

O texto está na pauta do colegiado, que se reúne a partir das 14h30 (terão peito para tal empreitada?).

Euzinha VAI PITACAR: sou totalmente contra idade penal. Independente da idade deve-se julgar o crime. Com 7 ou 70 anos quem tira a vida de alguém é criminoso e tem que pagar por isso (perpétua e pena capital são boas medidas).

O que se deve fornecer é que o criminoso seja julgado apenas à luz do que prega a lei, com direito à defesa plena pela advocacia disponível.

Na Austrália indivíduos entre 10 e 14 anos podem ser processadas se a acusação conseguir demonstrar que tinham consciência de que a conduta era errada. A explicação é parte da doutrina doli incapax.

Na Argentina a maioridade penal é a partir de 16 anos.

A África do Sul é um dos países que aplica a capacidade penal para criminosos com mais de 10 anos.

O Reino Unido estipula que criminosos podem ser responsabilizados por crimes a partir dos 10 anos de idade.

A Escócia determina a responsabilidade penal a partir de 12 anos.

Nos Estados Unidos, a maioridade penal é definida em nível federal e estadual – sendo que 33 estados norte-americanos não definiram uma idade mínima para a responsabilização criminal e, assim, permitindo que um criminoso seja condenado a penas criminais em qualquer idade.

DEU NO JORNAL