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— Rafael Gloves (@rafaelgloves) June 23, 2025
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Jornalista escrota! pic.twitter.com/LZH316uy6U
— Flavio Martins (@FlavioRoMart) June 23, 2025
Acusado de mentir ao menos três vezes em uma semana, sobre problemas enfrentados por brasileiros, o Ministério das Relações Exteriores vê derreter a credibilidade construída ao longo da sua história.
No primeiro caso, foi criticado por não haver prestado assistência a delegações oficiais brasileiras, incluindo prefeitos e membros do governo do Distrito Federal, quando eclodiu a guerra Israel x Irã.
Apesar das dificuldades e da rotina em bunkers, só o governo de Israel deu atenção ao grupo.
Em resposta, o Itamaraty disse não ter sido informado da presença em Israel dos brasileiros, que desmascararam a mentira em nota.
Também “informou” o resgate da brasileira acidentada na Indonésia, insinuando interesse no assunto, mas a família desmentiu a lorota.
No terceiro caso em uma semana, o Itamaraty negou que 30 brasileiros tenham pedido ajuda para sair do Irã. Foi enfaticamente desmentido.
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Um ministério que mente e conta lorotas aos montes, está apenas sendo coerente.
Coerente com o governo do qual faz parte.
Afinal, a atual administração do país é comandado pelo maior mentiroso que já se viu no cenário político dessa nossa republiqueta banânica.
De modo que mentir é um item essencial no funcionamento da máquina lulo-petralha.

Balão caiu após pegar fogo em Praia Grande (SC), deixando oito mortos e13 feridos. Piloto relatou à polícia que extintor não funcionou
Ontem eu citei de passagem os episódios do balão de Santa Catarina e da brasileira que caiu no vulcão na Indonésia. Eu disse que os que ficaram no balão morreram, e algumas pessoas reclamaram de eu não ter esclarecido por que uns morreram e outros sobreviveram. O balão desceu, já pegando fogo, e 13 pessoas pularam do balão, que ficou mais leve e voltou a subir rapidamente, levando os oito que morreram.
Não sei se houve alguma falha. Quem está manobrando o balão precisa ter formação para emergências. Eu vi que o extintor de incêndio não funcionou e que o fogo começou naquele maçarico que esquenta o ar, deixando-o mais leve para o balão subir. Não sei se devia haver ali, em caso de emergência, uma maneira de cortar as cordas que ligam o cesto ao balão em si, ou se o piloto deveria ter informado que todos tinham de pular juntos, para depois o balão ir embora queimando. Depois que acontece algo assim, vemos as falhas e elas são corrigidas para evitar novos acidentes, mas o balonismo sofreu um baque muito grande.
Eu vi imagens da trilha onde caiu a Juliana Marins, e também já subi três vezes no Vesúvio, na Itália. Aquelas beiradas são muito soltas, têm uma poeira vulcânica que parece talco e pode agir como se fosse uma areia movediça. O que sobra da lava que secou durante muitos e muitos anos, formando o cone, não tem estabilidade; escorregar ali é muito fácil. Subi também no vulcão Osorno, na Patagônia chilena, mas ali o piso é mais bem formado. Tivemos o caso do Silva Jardim, escritor e político brasileiro que morreu no Vesúvio.
Parece que o governo da Indonésia está enrolando a família da Juliana e não está contando exatamente o que está acontecendo. Acho que, se estão em uma trilha com guia, deveria haver uma corda prendendo a cintura de cada um; se alguém escorregar, os outros seguram. Parece inclusive que este não é o primeiro caso. E a corda que eles tinham no momento tinha 150 metros, quando ela havia caído 300 metros, com identificação feita por drones. No momento em que estava gravando o áudio, não sabia se ela estava sendo atendida, recebendo água; talvez algo já tenha acontecido quando você estiver ouvindo ou lendo esta coluna.
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Nem prisão por corrupção é motivo para censurarem Cristina Kirchner
Cristina Kirchner está em prisão domiciliar após ter sido condenada por corrupção, mas você pode ler o que ela escreve nas mídias sociais a qualquer momento. Agora há pouco, entrei no X e ela estava falando sobre a guerra no Irã. Cristina grava mensagens para os eleitores, aparece na sacada – parece que ela até consultou a Justiça para saber se a sacada fazia parte da prisão domiciliar. Ela mora em um bairro em Buenos Aires, perdeu a liberdade de ir e vir, mas não está bloqueada nem calada; está exercendo a sua liberdade de expressão.
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Ministros do STF antes circulavam livremente por Brasília, agora precisam de segurança vitalícia
E aí comparamos com o Brasil, onde o Supremo parece não entender por que agora tem de pedir segurança vitalícia, mesmo para os ex-ministros. Eu não sei quantos ministros do Supremo estão aposentados com segurança bancada pelos pagadores de impostos, enquanto os pagadores de impostos ficam sem segurança vitalícia. Os ministros deviam se perguntar por que chegaram a esse ponto. Ano que vem completo meu cinquentenário em Brasília, e cansei de encontrar ministros do Supremo na rua, no shopping, caminhando, conversando. Eles atravessavam a rua já com as vestimentas do julgamento, e todos cumprimentavam, não havia problema algum. Mas agora eles precisam de segurança vitalícia para poder frequentar lugares públicos, para ir a um clube, é algo para se pensar.
Comentário sobre a postagem PATINANDO NO GELO
Roque Nunes:
Esse é o modus operandi do Brasil hoje.
O objetivo final é esse mesmo, rebaixar a régua moral do brasileiro, que já não é lá essas coisas.
Corrupção, ditadura, dólar alto, juros nos cornos da lua, Brasil defendendo uma ditadura assassina, tudo isso não se trata de posicionamento ideológico, ou mesmo de incompetência gerencial.
É método, é modo de degradar a régua moral para que nos tornemos um Haiti de “Papa Doc”, ou uma Nicarágua de Somoza, onde o roubo faz parte da paisagem, a venalidade é característica da ação e a imoralidade é o fruto abortado da prática política.
Isso é método, isso é cálculo político para destruir, e, destruindo-se, vem o domínio perpétuo.
Editorial Gazeta do Povo

Imagem de satélite da área sob a qual está a usina de enriquecimento de urânio de Fordow, no Irã, atacada pelos Estados Unidos
Na noite de sábado, os Estados Unidos entraram diretamente no conflito entre Israel e o Irã, iniciado na semana anterior com o ataque israelense a instalações nucleares iranianas. Bombardeiros norte-americanos B-2, dos mais sofisticados do mundo e dotados de tecnologia que dificulta ou até impede a detecção por radares, atacaram três instalações iranianas. O principal alvo era Fordow, a usina subterrânea de enriquecimento de urânio até então inacessível às Forças de Defesa de Israel (FDI), que não dispõem da bomba antibunker GBU-57, nem das aeronaves capazes de lançá-la. “Fordow se foi”, disse Trump nas mídias sociais após o ataque, mas a extensão dos danos a essa e outras instalações ainda está sendo avaliado.
Ao colaborar com os israelenses, fazendo o que eles não eram capazes de fazer em sua busca pela destruição completa do programa nuclear iraniano, Trump contrariou em parte o seu discurso, avesso a incursões militares em guerras que “não são nossas”, como ele costuma dizer, e descontentou inclusive membros de seu Partido Republicano, incluindo os adeptos mais isolacionistas do “Make America Great Again”. Mas uma ação drástica como a de sábado – com todos os riscos que ela envolve, a depender da resposta que o regime dos aiatolás der – não é exatamente uma contradição com a doutrina trumpista de política externa.
Trump é notoriamente avesso a aventuras militares, especialmente aquelas que envolvam presença de tropas americanas em solo estrangeiro. O mais provável é que os Estados Unidos sigam auxiliando os israelenses e respondendo caso suas bases sofram danos em retaliações iranianas. Mas o norte-americano já usou seu poder militar em outras ocasiões para mandar mensagens a respeito da proliferação de armas de destruição em massa. Em 2017, durante seu primeiro mandato, Trump ordenou um ataque a uma base síria de onde teria partido um ataque com armas químicas a uma cidade controlada por opositores do então ditador Bashar al-Assad (que contava com apoio de Vladimir Putin). Trump não está apenas afirmando que não tolerará um Irã nuclear; ele agiu neste sentido, e tais ações serão sentidas em Teerã, mas também em Pequim e Moscou.
Um Irã com armas nucleares é algo que o mundo precisa evitar a qualquer preço, e não há antiamericanismo ou antissionismo que seja capaz de negá-lo. Ainda que não se saiba com toda a certeza quão próximos os iranianos estivessem de conseguir sua bomba atômica, é fato que em 2023 a Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea) havia encontrado urânio enriquecido a 83,7% em Fordow, muito perto dos 90% necessários para uma arma, e bem acima das porcentagens necessárias para o uso pacífico da energia nuclear, como fins energéticos ou médicos. Dias antes do primeiro ataque israelense, a Aiea havia anunciado que o Irã estava descumprindo as obrigações assumidas sob o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP).
Alguém poderia alegar que o objetivo iraniano de possuir uma bomba atômica teria motivações meramente defensivas – afinal, nem Vladimir Putin usou armas nucleares na Ucrânia, nem Kim Jong-un fez o mesmo com seus vizinhos sul-coreanos. No entanto, nem Rússia nem Coreia do Norte fazem da erradicação de seus vizinhos uma razão de existir; já o Irã prega abertamente a destruição de Israel, e não há como prever que, uma vez conseguindo armas nucleares, os aiatolás não as usariam. Nem Israel, nem os Estados Unidos quiseram pagar para ver. E as ameaças feitas pelo Irã, ainda antes do ataque norte-americano, sobre “uma grande surpresa” que “o mundo lembrará por séculos” serviram apenas para acirrar os ânimos.
A julgar pelas manifestações de Trump após o ataque, seu objetivo é levar os iranianos para a mesa de negociações em posição de fraqueza, para arrancar deles um compromisso pelo fim de suas pretensões nucleares. Mas até agora não foi isso o que aconteceu: o Irã respondeu com novos ataques de mísseis contra Israel e, agora, contra bases norte-americanas no Oriente Médio, e com a ameaça de interromper a navegação pelo Estreito de Ormuz, o que teria efeito imediato sobre o comércio mundial de petróleo. Se o Irã tem condições de sustentar tais retaliações por longo tempo, ou se este é o último esperneio antes de uma bandeira branca, isso também é algo difícil de prever no momento.
Uma outra possível consequência de médio e longo prazo seria a retomada do programa nuclear iraniano, do zero ou do ponto em que Israel e EUA o tenham deixado, mas de forma totalmente (ou ainda mais) clandestina, sem supervisão internacional alguma. É algo que não se pode descartar, especialmente se o regime dos aiatolás sobreviver à atual campanha. Neste caso, as inteligências israelense e norte-americana precisarão trabalhar ainda mais, e novas ofensivas ocorrerão mais cedo ou mais tarde para destruir mais uma vez o que os iranianos reconstruírem. O desfecho desse jogo de gato e rato será vital para o futuro do Oriente Médio – e do mundo.

Trump fez pronunciamento na Casa Branca poucas horas após ataques dos EUA a instalações nucleares do Irã
A operação Martelo da Meia-Noite trouxe o governo americano de Donald Trump para o conflito no Irã, mas de uma maneira precisa: destruindo com grande habilidade instalações nucleares que Israel não tinha condições de fazer. Somente os B-2 stealths com suas bombas de 14 toneladas poderiam perfurar o solo e impactar diretamente o bunker nuclear dos aiatolás.
Em sua fala para comemorar a operação contra o Irã, o presidente Trump não deixou de fora Deus. A clareza moral de que o mundo vive uma luta entre civilizações e que o Ocidente não precisa se desculpar por sua superioridade é uma mudança bastante desejável das posturas democratas anteriores. O Ocidente tem um xerife, e isso é importante. Mais: um xerife com coragem de agir, de buscar a paz pela força.
O alinhamento pleno demonstrado com o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu é muito alvissareiro também. Israel vem se defendendo sozinho do maior “bully” da região, um regime nefasto que desestabiliza o Oriente Médio e financia o terrorismo no mundo. Que Trump trate Israel como grande parceiro é algo crucial nas chances da civilização judaico-cristã prosperar.
Trump prometeu não se envolver em guerras com soldados, mas não foi o que ele fez até aqui, por mais que o futuro seja indefinido. Trump tem sido consistente ao afirmar, há décadas, que o Irã não pode ter e não terá bomba atômica. O Trump isolacionista e pacifista não existe, é uma interpretação equivocada de alguns do MAGA. Ele é pragmático, coloca os interesses da América em primeiro lugar, mas isso não significa virar as costas para o mundo.
Desfazer as lambanças deixadas pelos democratas Jimmy Carter, Barack Obama e Joe Biden tem sido sua missão. Carter permitiu a revolução dos aiatolás, Obama achou que compraria a paz e Biden foi um senil. Trump voltou a falar grosso, mostrou que limites devem ser respeitados, e por mais que a meta não seja mudança de regime no Irã, nem o presidente está mais descartando essa possibilidade agora. E seria uma chance de paz na região derrubar os xiitas.
Enquanto isso, o Brasil lulista segue em sua enorme consistência também, defendendo o que não presta há décadas. A nota oficial do governo, condenando “veementemente” o ataque americano, só mostra como viramos “eixo do mal” neste governo, cada vez mais capachos da China e da Rússia. Não custa lembrar que Lula levou o Irã aos Brics e permitiu que navios sob sanção internacional aportassem em nosso país. O Brasil hoje é aliado do terror global.
Se Trump assume o papel de xerife do mundo ao atacar o Irã, na Pax Americana, o Brasil lulista assume de vez o papel de vilão, ao lado dos regimes mais nefastos do planeta.
Melhor lance do jogo Flamengo e Chelsea ✅ pic.twitter.com/RcZm0cxrRe
— Lílian Luz (@LilianLuz_) June 23, 2025