O mundo se acabando em lixo e os “cientistas” “preocupados” com o clima do planeta.
Hoje vai ser um domingo diferente.
Vou sair de manhã daqui do Recife e viajar pra Palmares.
Aline dirigindo e eu só espiando a beleza da Zona da Mata Sul pernambucana.
Irei matar as saudades da minha querida terra, daquele recanto de mundo que foi meu berço e que me deu inspiração para criar toda minha obra.
Rever os amigos e aquela paisagem que não sai da minha lembrança.
A patota já está esperando pra gente fazer fuxico!!
Almoço por lá e volto de tarde.
Um excelente domingo pra todos vocês da comunidade fubânica!!!
Alguém sabe o nome desse golpe? pic.twitter.com/gH00S3mf1c
— O Corvo (@0C0RV0) June 14, 2025
Escrevo diante da janela aberta.
Minha caneta é cor das venezianas:
Verde!… E que leves, lindas filigranas
Desenha o sol na página deserta!
Não sei que paisagista doidivanas
Mistura os tons… acerta… desacerta…
Sempre em busca de nova descoberta,
Vai colorindo as horas cotidianas…
Jogos da luz dançando na folhagem!
Do que eu ia escrever até me esqueço…
Pra que pensar? Também sou da paisagem…
Vago, solúvel no ar, fico sonhando…
E me transmuto… iriso-me… estremeço…
Nos leves dedos que me vão pintando!

Mário de Miranda Quintana, Alegrete-RS (1906-1994)
Vejo, com muita frequência, alguns lances de jogos de futebol que são colocados como lances suspeitos. Muitas vezes, uma bola fácil, extremamente defensável, acaba no fundo das redes e outras vezes, um zagueiro acompanha, andando, um ataque que se aproxima de sua área. Sem contar com os famosos cartões amarelos e/ou vermelhos. No centro de tudo isso, não tem uma bola, tem casas de apostas. Os atores não são mais os jogadores, mas seus familiares ou amigos que vibram quando um fenômeno desses ocorre.
De uma hora para outra, o esporte mais popular do mundo ganhou contornos de um centro de escândalos onde, a manipulação de resultados e até a provocação para tomar cartão amarelo ou vermelho, passou a ditar o ritmo dos toques. No passado, havia suspeita de que um determinado jogador estava “vendido” ou tinha almoçado com alguém “suspeito”. Lembro de um caso assim com um jogador de futebol que eu conheci particularmente. Na semana de um jogo decisivo, ele foi visto almoçando com uma pessoa suspeita e foi afastado do elenco, sumariamente.
A Bet365 é uma das maiores, senão a maior, casa de apostas do mundo e os ingleses são pessoas com uma notável preferência à apostas. Os caras apostam em qualquer coisa, inclusive, o bolão que aposta na morte de Amy Winehouse foi algo extremamente “gordo”. O que parecia ser uma coisa para inglês ver, acabou sendo uma coisa visível nas quatros linhas dos nossos gramados ou envolvendo nossos jogadores, tanto no Brasil quanto fora dele.
O negócio tem um funcionamento relativamente simples: os jogadores recebem dinheiro para forçar determinadas situações numa partida de futebol, como tomar cartão amarelo, fazer um pênalti, marcar um gol contra etc. e tudo isso, muitas vezes, relacionada com o tempo da partida, ou seja, as pessoas apostam que um determinado jogador receberá um cartão amarelo até os 15 minutos de jogo, por exemplo;
Salvo engano, em 2023 – não me recordo se polícia federal ou ministério público – foi deflagrada a operação penalidade máxima que revelou um esquema envolvendo jogadores de categorias diversa de futebol. A ideia era que os jogadores receberiam algo entre R$ 50 mil e R$ 100 mil para influenciar no desenrolar de uma partida e não precisa ser no placar, poderia ser nos cartões amarelos ou vermelhos. Observe-se que o jogador, recebe um valor nesse intervalo e as casas recebem bilhões. Nada mais simples.
Em 2023, numa das partidas suspeitas mais comentadas era de um jogador do Vila Nova que iria bater um pênalti e que teria recebido R$ 10 mil para esse feito. O escândalo foi imenso e os jogadores envolvidos nem participaram da partida.
O modus operandi era sofisticado: apostadores procuravam jogadores com a promessa de pagamentos em troca de ações específicas, como receber um cartão amarelo em determinado minuto do jogo. Com isso, movimentavam apostas no exterior que rendiam milhões. Não era necessário perder a partida — bastava cumprir o combinado e quando isso não acontecesse, as ameaças surgiam naturalmente, uma delas, pelo menos, foi interceptada pela polícia federal.
No Brasil, as suspeitas são firmes sobre um jogador chamado Paquetá que tem esse nome porque morou na região homônima do Rio de Janeiro e jogou na seleção brasileira. Membros da família dele apostaram que ele iria tomar cartão amarelo. Seu caso está sob investigação e outro tão famoso quanto, envolve o jogador Bruno Henrique, do Flamengo. O negócio está feio.
É lamentável que fatos assim sejam revelados todos os dias. No meu entendimento mudanças drásticas deveriam ser combatidas como remédios pesados, ou seja, teve seu nome envolvido num esquema dessa natureza? Então, meu jovem tu estás banido do futebol. Bastava isso.
Quem perde com isso é o torcedor do time. Ele se mobiliza para participar da partida, vai ao estádio, veste a camisa e no fim das contas, o resultado do jogo já está formalmente marcado. Já não basta os esquemas no congresso, bancados pelas empreiteiras? Não, não bastava! Era necessário mostrar que a gente pode estragar, uma paixão como o futebol.
Toda vez que a banda passa
Leva uma banda de mim.
Mote de Paulo Barba
Não sei o que aconteceu
Com o desfile e a banda
Só sei que meu peito anda
Sentindo a falta do seu.
O meu mundo entristeceu
Sem a voz do teu clarim,
Vou gastando meu latim
Nestes poemas sem graça.
Toda vez que a banda passa
Leva uma banda de mim.
Marcílio Pá Seca Siqueira
A Banda do Camarão,
Bandinha do Pé do Monte,
Hoje me servem de fonte
Onde bebo inspiração.
Tuareg’s, que emoção!
Tocava em todo festim.
Trepidant’s, meu carmim,
Labaredas, muito massa!
Toda vez que a banda passa
Leva uma banda de mim.
Wellington Vicente