Quantas pessoas como essa mulher foram enganadas pelas falsas promessas de Lula? O pai dos pobres não está nem aí para quem o elegeu. O seu único compromisso é gastar o dinheiro do povo! pic.twitter.com/zomYqLvpTo
Com o declínio na popularidade do governo Lula, todo mundo briga e todos têm razão, trocando acusações de falta de resultados ou por falhas grotescas de atuação.
Entre os mais criticados no PT e no Planalto estão os titulares do Empreendedorismo e Microempresa, Márcio França (PSB) que petistas chamam impiedosamente de “microministro”, e Ricardo Lewandowski (Justiça), pela incapacidade de resolver a fuga vexatória do presídio federal de “segurança máxima” de Mossoró, de sua jurisdição.
Padrinho de Márcio França, o vice e ministro Geraldo Alkmin (Indústria) é acusado de “inércia” por petistas paulistas ligados a Fernando Haddad.
A lista de ministros criticados é longa e inclui Waldez Goes (Integração) e André de Paula (Pesca), desconhecidos até dentro do governo.
Deputados do PT dizem também que o Brasil ignora o que fazem Renan Filho (Transportes) e Luciana Santos (Ciência e Tecnologia).
O PT se divide quanto a Sonia Guajajara, recordista no uso de jatinhos: pouco faz, mas o cocar grudado na cabeça a torna “midiática” no exterior.
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É phoda!!!
Essa indecência ministreira petralha, paga com o dinheiro do contribuinte, é uma vergonha pra esse Brasil espantoso.
O lema dessa zona chamada governo federal é apenas gastar mais e criticar Bolsonaro.
A foto de uma reunião do bando comandado pelo Ladrão Descondenado escancara a espantosa realidade desta zona chamada governo federal:
Passagem de avião a R$ 200 não tem, mas se esperar um pouco, vai ter saco de arroz e azeite a R$ 200. Podia até lançar um programa para usar o FGTS para pagar um pedaço da cesta básica e financiar o restante em 30 anos. pic.twitter.com/W4cHd2BFvp
Se suspiro apaixonada É porque adoro a vida Não vivo desiludida Sempre adorno a caminhada Não sou mulher mal-amada E nesse meu versejar Monto palco pra atuar Com coragem e atitude Já se foi a juventude Mas prossigo a namorar
Dalinha Catunda
Tenho forte coração poesia no carinho Vou seguindo meu caminho Repleto de emoção Afinando o violão Lindo sem desafinar Conjugando o verbo amar Com o s da saúde Já se foi a juventude Mas prossigo a namorar
Rivamoura Teixeira
Na minha vida serei Um eterno apaixonado Vou deixando o meu legado Pelo mundo onde passei Sei que amar é maior lei Amarei, jardins, pomar, O povo, montanha e mar Porque tal mal não me ilude Já se foi a juventude Mas prossigo a namorar
Jairo Vasconcelos
É efêmera a mocidade Mas o amor nunca passa Viver feliz é uma graça Pra amar não tem idade Amo com intensidade Nunca paro de sonhar Flutuo leve no ar Sem temer a altitude Já se foi a juventude Mas prossigo a namorar
Araquém Vasconcelos
Desde a minha adolescência O meu coração suspira O sentimento me inspira E alimenta em mim, a essência A paixão é consequência Desse intenso ”mal” de amar Hoje vivo a suspirar Pelo amor em plenitude Já se foi a juventude Mas prossigo a namorar
Creusa Meira
Aquele amor que foi chama Que nem bombeiro apagava, Que ardia, que rolava Que quebrava toda cama, Se entrelaçava na trama, Hoje é só folha a boiar, Vivo só de recordar Que triste decrepitude: Já se foi a juventude Mas prossigo a namorar
Bastinha Job
Já passaram tantos anos Desde que nos conhecemos Cada dia acrescemos Graças por esses planos Fizeram – se soberanos Tu serás sempre meu par E nada fará mudar Espero que nada mude Já se foi a juventude Mas prossigo a namorar
Dulce Esteves
Quando moço era um estouro Eu vivia apaixonado Hoje, todo remendado Ergo o beiço qual um touro Quando o cheiro do namoro É trazido pelo ar Mas na hora de arrochar Não dá cola nem dá grude Já se foi a juventude Mas prossigo a namorar
Giovanni Arruda
Gosto de viver a vida Com carinho e alegria, Fazer amor com poesia, No Sol, no mar, na avenida; Com prazer cuido da lida, Sem esquecer de beijar Meu amor, ao me abraçar, Seu carinho é o que me ilude. Já se foi a juventude Mas prossigo a namorar
Chica Emídio
Todo amor quero viver Do presente e de outrora Segundo, minuto e hora E jamais quero esquecer Faço o que for pra fazer No tempo que me restar Tudo quero aproveitar Gozo de boa saúde Já se foi a juventude Mas prossigo a namorar
F. de Assis
Uma página da vida Duas três e sei lá quantas De histórias já são tantas Talvez alguma perdida Eu não sei se a mais doída Mas são muitas pra lembrar São tantas com o verbo amar Que coloquei no ataúde Já se foi a juventude Mas prossigo a namorar
Vânia Freitas
Lembro da melhor idade dos meus vinte e mais anos, com meus direitos humanos recheados de vontade… Vivi minha mocidade sem ter do que reclamar, fui do vinho ao caviar e não me faltou saúde… Já se foi a juventude Mas prossigo a namorar
Fernando Haddad minimizou o fato de o governo não ter cumprido o prazo para o envio de um projeto de lei de reforma do Imposto de Renda
A emenda constitucional que alterou os impostos sobre a produção e o consumo foi promulgada pelo Congresso Nacional em 20 de dezembro, e estabelecia um prazo de 90 dias para que o governo enviasse ao Legislativo federal outra parte da reforma tributária, desta vez relativa ao Imposto de Renda. O prazo terminou nesta terça-feira e não só o Planalto não cumpriu o que previa a EC 132 como ainda minimizou o descumprimento. “Não tem nenhum problema você deixar de enviar dentro daqueles 90 dias uma parte da reforma do Imposto de Renda. Nós entendemos que nós podemos mandar à medida que os textos vão sendo formatados e dialogados com a sociedade”, afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.
Em outras palavras, a lei e os prazos previstos na parte já aprovada da reforma tributária – e aprovada inclusive com o voto dos governistas – pouco valem; importa o que “nós entendemos” e, se “nós entendemos” que os prazos inseridos na EC 132 podem ser desrespeitados, assim será. O ministro ainda afirmou que o Congresso certamente preferiria receber algo melhor, ainda que atrasado, a ver os prazos cumpridos com um texto improvisado e necessitado de muitas melhorias. Como se o governo realmente tivesse tido apenas 90 dias para preparar uma reforma do IR, e não um prazo muito mais longo, já que o mínimo a se esperar do Ministério da Fazenda seria que já tivesse um esboço razoável de quais são seus planos para esta parte da reforma tributária, usando este prazo de 90 dias para aparar arestas.
A impressão que fica deste descumprimento ostensivo é a de que o governo federal não tem a menor ideia do que está fazendo e do que pretende fazer no campo tributário (e em muitos outros campos também). As novelas em torno da tributação de pequenas encomendas vindas do exterior e da tentativa de reonerar a folha de pagamento de 17 setores da economia especialmente significativos em termos de geração de empregos são exemplo disso. Lula e Haddad oscilam entre o uso de balões de ensaio, lançando ideias para testar sua repercussão e recuando quando elas são mal recebidas, e o confronto direto com o Congresso para impor sua vontade independentemente de todo o resto – basta lembrar que a medida provisória da reoneração foi publicada logo após o Congresso ter derrubado o veto de Lula à lei que prorrogava a desoneração.
Além disso, se o governo trata com tanto descaso uma parte importante da reforma tributária, quem pode garantir que os demais prazos inseridos na EC 132 serão cumpridos? O artigo 18 da emenda não tratava apenas dos 90 dias para o envio de uma reforma do IR; ele também dá 180 dias para que o governo apresente os projetos de lei previstos na reforma dos impostos sobre o consumo. A bem da verdade, mesmo o único prazo que o governo respeitou, o de 90 dias para o envio de um “projeto de lei que reforme a tributação da folha de salários”, foi cumprido de forma bem escamoteada, porque o texto é apenas uma reciclagem da MP publicada por Lula para atropelar o Congresso, e que prevê simplesmente um cronograma mais longo para a reoneração – ou seja, muito longe de ser realmente uma reforma.
O empenho que o governo coloca em cumprir os prazos previstos na reforma tributária, o que reduziria a insegurança em torno do tema, é inversamente proporcional ao esforço do Planalto para interferir cada vez mais na economia e, especialmente, nas empresas do setor privado. Se acrescentarmos à lista o desprezo petista pela responsabilidade fiscal e por reformas como a administrativa, e seu amor pelo gasto público ilimitado, já temos um bom desenho das prioridades de Lula para a economia, e que são o oposto completo das prioridades de um país como o Brasil, que precisa de segurança jurídica, liberdade econômica e racionalização da despesa pública.