DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

QUEM SOBREVIVER VAI VER

Comentário sobre a postagem MACHO OPRESSOR: CADÊ AS FEMINISTAS?

Anita Driemeier:

Eis o resultado da incompetência generalizada num (des)governo que não se sustenta!

Pobre Brasil!

Um país maravilhoso, com todos os requisitos para ser uma potência mundial, em mãos de 9 dedos, descendo ladeira abaixo numa incrível velocidade!

Ao final desses 4 anos, seremos o protótipo da terra arrasada!

Quem sobreviver, verá!

DEU NO JORNAL

A INUTILIDADE MINISTREIRA PETRALHA

Com o declínio na popularidade do governo Lula, todo mundo briga e todos têm razão, trocando acusações de falta de resultados ou por falhas grotescas de atuação.

Entre os mais criticados no PT e no Planalto estão os titulares do Empreendedorismo e Microempresa, Márcio França (PSB) que petistas chamam impiedosamente de “microministro”, e Ricardo Lewandowski (Justiça), pela incapacidade de resolver a fuga vexatória do presídio federal de “segurança máxima” de Mossoró, de sua jurisdição.

Padrinho de Márcio França, o vice e ministro Geraldo Alkmin (Indústria) é acusado de “inércia” por petistas paulistas ligados a Fernando Haddad.

A lista de ministros criticados é longa e inclui Waldez Goes (Integração) e André de Paula (Pesca), desconhecidos até dentro do governo.

Deputados do PT dizem também que o Brasil ignora o que fazem Renan Filho (Transportes) e Luciana Santos (Ciência e Tecnologia).

O PT se divide quanto a Sonia Guajajara, recordista no uso de jatinhos: pouco faz, mas o cocar grudado na cabeça a torna “midiática” no exterior.

* * *

É phoda!!!

Essa indecência ministreira petralha, paga com o dinheiro do contribuinte, é uma vergonha pra esse Brasil espantoso.

O lema dessa zona chamada governo federal é apenas gastar mais e criticar Bolsonaro.

A foto de uma reunião do bando comandado pelo Ladrão Descondenado escancara a espantosa realidade desta zona chamada governo federal:

DEU NO X

DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

UMA RODA DE GLOSAS

Mote desta colunista:

Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

* * *

Se suspiro apaixonada
É porque adoro a vida
Não vivo desiludida
Sempre adorno a caminhada
Não sou mulher mal-amada
E nesse meu versejar
Monto palco pra atuar
Com coragem e atitude
Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

Dalinha Catunda

Tenho forte coração
poesia no carinho
Vou seguindo meu caminho
Repleto de emoção
Afinando o violão
Lindo sem desafinar
Conjugando o verbo amar
Com o s da saúde
Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

Rivamoura Teixeira

Na minha vida serei
Um eterno apaixonado
Vou deixando o meu legado
Pelo mundo onde passei
Sei que amar é maior lei
Amarei, jardins, pomar,
O povo, montanha e mar
Porque tal mal não me ilude
Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

Jairo Vasconcelos

É efêmera a mocidade
Mas o amor nunca passa
Viver feliz é uma graça
Pra amar não tem idade
Amo com intensidade
Nunca paro de sonhar
Flutuo leve no ar
Sem temer a altitude
Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

Araquém Vasconcelos

Desde a minha adolescência
O meu coração suspira
O sentimento me inspira
E alimenta em mim, a essência
A paixão é consequência
Desse intenso ”mal” de amar
Hoje vivo a suspirar
Pelo amor em plenitude
Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

Creusa Meira

Aquele amor que foi chama
Que nem bombeiro apagava,
Que ardia, que rolava
Que quebrava toda cama,
Se entrelaçava na trama,
Hoje é só folha a boiar,
Vivo só de recordar
Que triste decrepitude:
Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

Bastinha Job

Já passaram tantos anos
Desde que nos conhecemos
Cada dia acrescemos
Graças por esses planos
Fizeram – se soberanos
Tu serás sempre meu par
E nada fará mudar
Espero que nada mude
Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

Dulce Esteves

Quando moço era um estouro
Eu vivia apaixonado
Hoje, todo remendado
Ergo o beiço qual um touro
Quando o cheiro do namoro
É trazido pelo ar
Mas na hora de arrochar
Não dá cola nem dá grude
Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

Giovanni Arruda

Gosto de viver a vida
Com carinho e alegria,
Fazer amor com poesia,
No Sol, no mar, na avenida;
Com prazer cuido da lida,
Sem esquecer de beijar
Meu amor, ao me abraçar,
Seu carinho é o que me ilude.
Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

Chica Emídio

Todo amor quero viver
Do presente e de outrora
Segundo, minuto e hora
E jamais quero esquecer
Faço o que for pra fazer
No tempo que me restar
Tudo quero aproveitar
Gozo de boa saúde
Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

F. de Assis

Uma página da vida
Duas três e sei lá quantas
De histórias já são tantas
Talvez alguma perdida
Eu não sei se a mais doída
Mas são muitas pra lembrar
São tantas com o verbo amar
Que coloquei no ataúde
Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

Vânia Freitas

Lembro da melhor idade
dos meus vinte e mais anos,
com meus direitos humanos
recheados de vontade…
Vivi minha mocidade
sem ter do que reclamar,
fui do vinho ao caviar
e não me faltou saúde…
Já se foi a juventude
Mas prossigo a namorar

David Ferreira

DEU NO X

DEU NO JORNAL

CONSTITUIÇÃO E PRAZOS NÃO PASSAM DE DETALHES PARA HADDAD

Editorial Gazeta do Povo

Fernando Haddad minimizou o fato de o governo não ter cumprido o prazo para o envio de um projeto de lei de reforma do Imposto de Renda.

Fernando Haddad minimizou o fato de o governo não ter cumprido o prazo para o envio de um projeto de lei de reforma do Imposto de Renda

A emenda constitucional que alterou os impostos sobre a produção e o consumo foi promulgada pelo Congresso Nacional em 20 de dezembro, e estabelecia um prazo de 90 dias para que o governo enviasse ao Legislativo federal outra parte da reforma tributária, desta vez relativa ao Imposto de Renda. O prazo terminou nesta terça-feira e não só o Planalto não cumpriu o que previa a EC 132 como ainda minimizou o descumprimento. “Não tem nenhum problema você deixar de enviar dentro daqueles 90 dias uma parte da reforma do Imposto de Renda. Nós entendemos que nós podemos mandar à medida que os textos vão sendo formatados e dialogados com a sociedade”, afirmou o ministro da Fazenda, Fernando Haddad.

Em outras palavras, a lei e os prazos previstos na parte já aprovada da reforma tributária – e aprovada inclusive com o voto dos governistas – pouco valem; importa o que “nós entendemos” e, se “nós entendemos” que os prazos inseridos na EC 132 podem ser desrespeitados, assim será. O ministro ainda afirmou que o Congresso certamente preferiria receber algo melhor, ainda que atrasado, a ver os prazos cumpridos com um texto improvisado e necessitado de muitas melhorias. Como se o governo realmente tivesse tido apenas 90 dias para preparar uma reforma do IR, e não um prazo muito mais longo, já que o mínimo a se esperar do Ministério da Fazenda seria que já tivesse um esboço razoável de quais são seus planos para esta parte da reforma tributária, usando este prazo de 90 dias para aparar arestas.

A impressão que fica deste descumprimento ostensivo é a de que o governo federal não tem a menor ideia do que está fazendo e do que pretende fazer no campo tributário (e em muitos outros campos também). As novelas em torno da tributação de pequenas encomendas vindas do exterior e da tentativa de reonerar a folha de pagamento de 17 setores da economia especialmente significativos em termos de geração de empregos são exemplo disso. Lula e Haddad oscilam entre o uso de balões de ensaio, lançando ideias para testar sua repercussão e recuando quando elas são mal recebidas, e o confronto direto com o Congresso para impor sua vontade independentemente de todo o resto – basta lembrar que a medida provisória da reoneração foi publicada logo após o Congresso ter derrubado o veto de Lula à lei que prorrogava a desoneração.

Além disso, se o governo trata com tanto descaso uma parte importante da reforma tributária, quem pode garantir que os demais prazos inseridos na EC 132 serão cumpridos? O artigo 18 da emenda não tratava apenas dos 90 dias para o envio de uma reforma do IR; ele também dá 180 dias para que o governo apresente os projetos de lei previstos na reforma dos impostos sobre o consumo. A bem da verdade, mesmo o único prazo que o governo respeitou, o de 90 dias para o envio de um “projeto de lei que reforme a tributação da folha de salários”, foi cumprido de forma bem escamoteada, porque o texto é apenas uma reciclagem da MP publicada por Lula para atropelar o Congresso, e que prevê simplesmente um cronograma mais longo para a reoneração – ou seja, muito longe de ser realmente uma reforma.

O empenho que o governo coloca em cumprir os prazos previstos na reforma tributária, o que reduziria a insegurança em torno do tema, é inversamente proporcional ao esforço do Planalto para interferir cada vez mais na economia e, especialmente, nas empresas do setor privado. Se acrescentarmos à lista o desprezo petista pela responsabilidade fiscal e por reformas como a administrativa, e seu amor pelo gasto público ilimitado, já temos um bom desenho das prioridades de Lula para a economia, e que são o oposto completo das prioridades de um país como o Brasil, que precisa de segurança jurídica, liberdade econômica e racionalização da despesa pública.

PENINHA - DICA MUSICAL