Mestre Berto,
Veja que Peleja acirrada da gôta serena, entre Zé Viola e Louro Branco.
E para os leitores que quiserem acessar o link de inscrição no meu canal é só clicar aqui.
Obrigado, muita saúde, um forte abraço a todos e até a próxima.
Mestre Berto,
Veja que Peleja acirrada da gôta serena, entre Zé Viola e Louro Branco.
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Obrigado, muita saúde, um forte abraço a todos e até a próxima.
O ex-corrupto Lula não tem o menor respeito pelo senador Humberto Costa (PT-PE).
É a segunda vez que o rifa, em favor do PSB.
Em 2012 foi a primeira, quando Lula acabou sua candidatura a prefeito do Recife.
* * *
O PT não tem diretório, nem dirigentes.
O PT tem um proprietário, o Lapa de Corrupto, o maior ladrão de toda a história deste país.
Às escondidas, Humcerto Bosta tá enraivecido e se babando de furor, mas tem que obedecer ao comando do dono do estabelecimento.
Bosta ficou tão puto com o fato do ex-prisioneiro Lula tirá-lo da disputa que não chegou a tocar no assunto.
Foi a gerente Gleisi, codinome Amante na lista de propinas da Odebrecht, que anunciou a retirada da candidatura dele das eleições para governador de Pernambuco este ano.
Por ordem do descondenado Lula.
Já mandei avisar pra ele – que é conhecido como Drácula na lista de propinas da Odebrecht – que quando estiver aqui no Recife pode contar com o nosso jumento Polodoro pra matar a raiva que está sentindo de Lula.
Bastam duas bimbada do nosso jegue no olho do furico do senador petralha pra ele ficar mansinho e calmo na hora!!!


Pesquisa Datapovo realizada com sucesso em Caicó/Rio Grande do Norte. 08/Fevereiro/2022. pic.twitter.com/WdfWgsYeSc
— Tenente Mosart Aragão (@AragaoMosart) February 9, 2022
Berto,
Domingo, quando chegamos ao Rio Grande do Norte, minha irmã Mercedita soube que estávamos perto da Praia de Nudismo de Tambaba na Paraíba.
Ela deu um chilique, tirou a roupa e saiu correndo do hotel, pelada na praia.
Gritou que ia fazer skibunda no Careca e dar a dita cuja.
Por favor, quem encontrar uma Bicha gorda de 1,90 m, branca que nem bunda de gringo, correndo pelada na praia, contate a redação do JBF e dê notícias.
PS: É só para dar notícias. Pode ficar com Mercedita até segunda-feira, quando peço que a devolva vestida no aeroporto de Natal.
R. Meu caro colunista do fubânico, é ótimo saber que você veio lá do Sul pra gozar as delícias de uma praia aqui do Nordeste.
Sua coluna foi publicada hoje e está aí embaixo.
Este recanto de mundo potiguar, terra dos também colunistas fubânicos Violante e Jesus, é um paraíso de beleza que deve ser aproveitado com muito entusiasmo.
E como você falou que sua irmã Mercedita saiu correndo sem roupas quando vocês passavam perto da praia de nudismo de Tambaba, que fica na Paraíba, eu me lembrei que estive por lá nos anos 90 do século passado.
E fiquei morrendo de inveja de uma nobre profissão que é exercida naquelas belas areias.
É a profissão de Segurador de Jegue.
Fiz até uma foto de um profissional em atividade.
Esta que está a seguir:

Num é lindo e comovente? O Segurador de Jegue ajudando a turista a trepar (êpa!) no lombo do animal.
Aproveite e curta bastante, meu caro.
E quando vier ao Recife, passe aqui em casa pra gente botar os fuxicos em dia.
Um grande abraço e meus votos de que aproveite bastante e goze (êpa!) muito as suas merecidas férias.
O aumento do piso salarial dos professores deixou os governadores, especialmente do PT, em maus lençóis.
Fátima Bezerra (PT-RN) já disse que professores podem até fazer greve, mas não terão aumento.
* * *
Os professores esquerdistas do Rio Grande Norte, sobretudo os petistas, precisam se manifestar.
Eles devem emitir logo uma nota de apoio à governadora Fátima Dragão Bezerra.
Dizendo que rejeitam o aumento do piso salarial para professores.
Ficamos no aguardo.

Acabaram-se as dúvidas: ela vai pisar e cagar na cabeça dos companheiros professores
Caro Berto
Aí está minha pequena contribuição para ajudar a financiar as muitas diatribes da Chupicleide.
Incluindo a aquisição de um meio quilo de linimento, para aliviar suas assaduras naquela área de ataque.
Com um abraço reverencial,
R. Área de ataque?
Danô-se!!!
Tu tá se referindo à bacurinha da fogosa secretária do JBF?
Vou transmitir pra ela a tua recomendação: comprar linimento pra passar nas partes e aliviar as assaduras.
Na parte da frente e na parte de trás!!!
Tenho certeza que ela vai adorar.
Informo que seu depósito já está conta desta gazeta escrota.
Gratíssimo pela força, meu caro.
Aproveito a oportunidade para também agradecer as doações dos leitores Áurea Regina, Afonso Mello, Paulo Ferreira e Nivaldo Santos.
São vocês, leitores e colunistas, que mantêm esta Besta avuando pelos ares, nos ajudando a cobrir as despesas com hospedagem e assistência técnica prestadas pela empresa Bartolomeu Silva.
Uma excelente quarta-feira para toda a comunidade fubânica!!!

Chupicleide se rindo-se de alegria, dentes arreganhados e com o linimento sugerido pelo leitor já devidamente passado na tabaca e no furico
Madeleine Lacsko

Passou da hora dos partidos políticos decidirem se vão dar um freio em lacração e mitagem ou vão mesmo abrir mão da política. No meio da polarização pode parecer tudo a mesma coisa, mas não é. Política é criar pontes e aliados levando em conta a existência de ideologias e práticas diferentes da sua. Lacração é colecionar inimigos para poder xingar e dizer que é moralmente superior.
O vereador disse depois nas redes dele que entrou na igreja depois do fim da missa. Não faz muita diferença, mas desconfio que o pessoal da invasão não entende muito de missa. Tem vídeo do momento da invasão e, se você não fugiu do catecismo, vai ver que a missa ainda ocorria. O padre fica pedindo para prosseguir com a cerimônia religiosa e o parque de areia antialérgica xinga todo mundo, crente que está abafando.
É uma ideia tão sensata quanto a de traficante evangélico que manda quebrar terreiro de candomblé. É, sem dúvida, uma demonstração de força e de desprezo pelo que é sagrado para outras pessoas. Pelo menos o traficante não faz uma brutalidade dessas dizendo que é bonzinho e quer defender um mundo mais justo e os direitos das minorias.
Contei essa história num artigo de março de 2020. Havia uma ordem de deportação contra uma família de armênios refugiada na Holanda e eles se abrigaram na pequena Igreja Bethel. O princípio de inviolabilidade do culto é tão importante que, em Haia, berço da Corte Internacional de Direitos Humanos, existe lei específica impedindo até a polícia de interromper.
Ao saber da ordem de deportação, que era imediata mas ainda pendente de recurso judicial, cinco membros da família Tamrazyan procuraram abrigo na Igreja Bethel, em Haia. O culto não foi encerrado, continuou para que a polícia não pudesse entrar e cumprir a ordem de deportação. Virou notícia e pastores de outras igrejas se voluntariaram para um culto ininterrupto até o desfecho do processo.
Mais de 500 religiosos e religiosas de mais de 20 denominações diferentes se alternaram no púlpito em um culto ininterrupto na Igreja Bethel. Os 3 filhos da família, que é cristã, tomaram parte importante nas cerimônias. A imprensa era permitida somente em poucos momentos, para que o valor espiritual não se perdesse.
A invasão da missa foi justificada porque a igreja foi construída pelo “povo preto”, negros escravizados. Na posição privilegiada de flanelinha de minorias, o vereador decidiu que é responsável por todos os negros. E, como todo flanelinha, não importa se a minoria quer ou não a “proteção” dele, ele vai “proteger” de qualquer jeito.
Dom José Antonio Peruzzo, Arcebispo de Curitiba, escreveu uma nota oficial acertadamente rejeitando submeter a igreja a uma disputa política. Também falou da maravilhosa e dolorosa história da Igreja de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, construída por pessoas negras escravizadas. Obviamente repudiou a atitude, que nada tem a ver com política, mas com intolerância.
A Teologia da Libertação propunha, numa simplificação grosseira, transformar a Igreja Católica Apostólica Romana numa ONG. Não teria mais fiel, teria ongueiro. Sei que não deveria dizer isso, mas amo quando meus amigos religiosos da Teologia da Libertação tentam responder. Na prática, até os sacramentos seriam abolidos se o negócio fosse em frente. Se bobear, até Jesus. Houve um racha entre os católicos brasileiros.
Antes que me apareça alguma paquita do nosso amado Lula para dizer que eu estou menosprezando a maior figura da história política da Via Láctea, que ele fez o PT e o sistema solar sozinho e do zero, devo uma explicação. Não sou eu quem digo que não haveria PT sem as Comunidades Eclesiais de Base e a Igreja Católica. É o Lula quem fala. Tem vídeo. Com mais de uma hora de duração. Clique aqui e veja.
“O PT não existiria do jeito que ele existe se não fossem as Comunidades Eclesiais de Base. Eu que viajei o Brasil inteiro para construir esse partido, eu sei o valor de um padre progressista. As Comunidades Eclesiais de Base (CEBs) não entraram no PT, as CEBs fundaram as células do PT”, disse Lula na entrevista a Leonardo Boff.
“Foi a relação com você (Leonardo Boff), e com outros ‘companheiros da Igreja’, como padres…Foi a relação que tive com Dom Claudio Hummes, Dom Angélico, que tive com bispos do Acre, de Rondônia, Dom Evaristo Arns, Dom Luciano Mendes e milhares de movimentos sociais que me fez ser quem eu sou. (…) Eu sou na política um pouco filho do movimento sindical, dos movimentos sociais, um pouco filho da Teologia da Libertação.”, afirma o ex-presidente na mesma ocasião.
Fora a descontextualização proposital que borra a linha entre verdade e mentira, mecanismo de discurso que é a base do totalitarismo. Explico: totalitarismo, segundo Hannah Arendt, não é feito somente com radicais e extremistas. O mais importante é borrar a fronteira entre verdade e mentira, criando brecha para radicalização. É o caso. Qual medida foi utilizada para dizer que a invasão da igreja causou mais indignação que os assassinatos? Nenhuma, é invenção pura e simples.
Mas o vereador já é escolado na matéria. Tem um longo histórico de xingar religioso e fazer manifestações violentas ou bater em manifestantes. Já foi preso várias vezes por isso durante a campanha. E o pessoal vota assim mesmo? Enquanto houver cavalo, São Jorge não anda a pé.
O vereador do PT disse defender Direitos Humanos por meio de um ato que tratora direitos humanos. Depois alegou ser o dono do movimento negro e, por isso, com direito para em nome de todas as pessoas negras do Brasil, invadir um templo dos fascistas, a Igreja Católica. O Lula diz que sem Igreja Católica não haveria nem ele nem PT. Ele que se cuide. Se bobear, o parque de areia antialérgica da militância invade o apartamento do Lula, xinga ele de ladrão e diz que foi por amor.
Comentário sobre a postagem MARINALVA AGUIAR – NATAL-RN
Magnovaldo:
Já nascido no sul, sou filho de nordestinos de Caicó-RN, onde o Presidente Bolsonaro vai hoje.
Tenho 77 anos, sou Engenheiro aposentado, moro nos Estados Unidos, e vejo com emoção as águas chegarem ao Rio Grande do Norte.
Lembro-me de ver meu avô paterno Manuel Julião, de Lajinhas, e minha avó materna, Maria Cristina, de Caicó, andando consideráveis distâncias para encher uma lata de querosene de água e virem, todos arqueados pela idade, com ela cheia na cabeça.
Se meus pais estivessem vivos hoje estariam chorando de alegria.
* * *

Editorial da Gazeta do Povo

Gerenciar (ou ter, para usarmos um termo mais próximo da realidade) um partido político no Brasil é um grande negócio. Basta superar um desafio inicial para recolher um certo número de assinaturas, e um cacique partidário ou líder personalista tem abertas as portas a um mundo mágico onde o dinheiro flui livremente na forma de fundos bilionários e onde o apoio parlamentar muitas vezes tem seu preço bem definido. É bem verdade que, mais recentemente, algumas mudanças como a instituição da cláusula de desempenho limitaram um pouco a farra, mas em muitos outros aspectos a vida segue tranquila para partidos grandes ou pequenos – seja os que não passam de aglomerações de políticos cuja lealdade está à venda, os que não são mais que a face institucional de projetos políticos pessoais, ou mesmo aqueles que fazem mais jus ao nome e efetivamente têm personalidade ideológica definida e representatividade popular.
Um exemplo de como os partidos vivem em um mundo à parte está em levantamento recente feito pelo jornal O Estado de S.Paulo: todas as legendas do país, somadas, devem R$ 84 milhões aos cofres públicos – pouco menos de 30% dessa dívida é responsabilidade do PT, que deve R$ 23,6 milhões; em um distante segundo lugar vem o Democratas (R$ 6,5 milhões), seguido de perto por MDB e PDT, ambos também devendo pouco mais de R$ 6 milhões. Ainda que alguém alegue que os números não chegam a ser vultosos, o problema não é este: o acinte está no fato de se tratar de entidades bancadas quase que exclusivamente com dinheiro público para promover interesses particulares – a difusão do seu ideário (quando há um) e a busca e a manutenção do poder por meio de mandatos eletivos.
Um destaque todo especial tem de ser dado ao petismo, não apenas por ser o maior dos devedores, mas também pela especial hipocrisia que fica evidente quando se analisa o tipo de dívida acumulada pelo partido, cujos militantes já chegaram a fazer vaquinhas para pagar multas de chefões condenados pela Justiça. A legenda que se diz defensora intransigente dos direitos do trabalhador, que se opõe a qualquer modernização da legislação trabalhista ou previdenciária, deve R$ 16,4 milhões à Previdência Social. Sobrou calote até para o FGTS – são R$ 135 mil não recolhidos por diretórios estaduais ou municipais, cujos gestores atuais são céleres em culpar antecessores. Ora, se os responsáveis são conhecidos, não custa perguntar o que terá sido feito de presidentes e tesoureiros de diretórios que deixam na mão seus funcionários – os trabalhadores que os petistas dizem representar, a ponto de colocá-los no nome do partido – ao não recolher o Fundo de Garantia e a contribuição previdenciária…
A vergonha é ainda maior quando se sabe que nenhum desses partidos tem estímulo algum para quitar seus débitos. A legislação não prevê punição alguma a legendas caloteiras, que continuam liberadas para receber dezenas de milhões de reais do Fundo Partidário e do fundão eleitoral – o dinheiro, aliás, nem pode ser usado para pagar, por exemplo, multas impostas pela Justiça Eleitoral, que no caso do PT somam R$ 5,1 milhões –, fora o acesso a tantas outras benesses como o tempo de propaganda partidária em rádio e televisão.
Eis, novamente, a grande distorção da vida partidária nacional. O problema brasileiro não é o excesso de partidos em si; pelo contrário, criar um partido deveria ser um processo muito mais simples – desde que cada legenda, da menor à maior, tivesse de sobreviver apenas com recursos próprios, vindos de contribuições de seus filiados e daqueles que simpatizam com seu ideário ou com determinado candidato. Sem um único centavo de dinheiro público, sem nenhum privilégio em relação a outras entidades ou pessoas jurídicas, tendo de prestar contas não apenas aos eleitores, mas também aos apoiadores. Enquanto não houver esta mudança radical, os partidos continuarão vivendo em um mundo à parte, longe do cidadão (um ser útil apenas a cada dois anos) e da lei, nadando em dinheiro do contribuinte brasileiro enquanto acumulam dívidas que não fazem a menor questão de pagar.