Mestre Berto,
mais uma “leva” de frases de para-choque de Caminhão.
E para os leitores que quiserem acessar o link de inscrição no meu canal é só clicar aqui.
Obrigado, muita saúde, um forte abraço a todos e até a próxima.
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Comentário sobre a postagem SUPREMA CAMPANHA POLÍTICA
Osnaldo:
Sou economista e trabalhei bastante com pesquisas, para empresas.
Coincidentemente fui sócio de uma empresa de pesquisa e agente de campo em duas pesquisas: uma para o Gallup e outra para o Instituto Joaquim Nabuco.
A amostra de uma pesquisa pode ser aleatória simples, onde se sorteiam a amostra do tamanho da margem de erro desejada ou pode ser estratificada, onde se “escolhe” uma quantidade de pessoas proporcional aos estratos escolhidos, como sexo, idade, nível de renda localidade onde moram etc.
Ocorre que se a escolha dos estratos não for muito correta, pode gerar distorções no seu resultado e tem-se discutido muito a metodologia utilizada por todas essas empresas de pesquisas, dirigidas por “progressistas”.
Outro ponto importantíssimo é a qualidade da matéria-prima: quem gera os dados é o agente de campo e não tem como a empresa de pesquisa checar o que foi realmente captado.
Aí você vê um jovem, com cabelo desgrenhado, um matulão pendurado nos ombros e…vai acreditar no resultado disso.
* * *
João Francisco:
Em resumo:
Se quem fizer a pesquisa forem alunos paulofreireanos e a mesma for feita na porta das cadeias, vai dar como resultado deste levantamento Lulla em 1º turno.
* * *

Mestre Berto,
Segue um vídeo hilário da “oiluz TV”, mostrando como a grande imprensa é formada de torcedores que passam 24h por dia secando o Presidente Bolsonaro e errando todas as previsões.
Vera Magalhães passou por isso ontem e fez a alegria da internet.
Até Polodoro ficou ansioso para fazer um carinho na Verinha!
Prezado Editodos,
hoje o Cabaré do Berto vai receber Fátima Marcolino, filha do grande poeta Zé Marcolino.
A gente estava contando com Walter, seu irmão, mas ele está em processo de recuperação da saúde e entendemos ser preferível contar com Walter numa outra oportunidade.
Ontem fiz um contato com Fátima para explicar o acesso ao Cabaré e me deparei com uma pessoa extraordinária, acessível e certamente com experiências múltiplas da música nordestina, da poesia e da cultura.
Avise a essa “ruma” de aluados para se fazer presente a este momento cabarelista.
As portas do Cabaré estarão abertas, pontualmente, às 19h25 e para participar basta basta clicar aqui.
Abraços.
R. Meu caro, o recado está dado.
Será um prazer enorme recebermos hoje no nosso movimentado cabaré a querida Fátima Marcolino, filha do grande Zé Marcolino, um dos maiores nomes da música nordestina.
Zé Marcolino foi um grande poeta e compositor que teve muitas de suas músicas gravadas pelo rei Luiz Gonzaga, seu parceiro em várias composições.
Será um privilégio e uma grande alegria recebermos sua filha Fátima Marcolino hoje no nosso encontro.
E, para fechar a postagem e enriquecer nossa sexta-feira, vamos ouvir o Rei Gonzagão interpretando um dos grandes sucessos de sua carreira, a música “Numa Sala de Reboco”, composição da autoria de Zé Marcolino.

José Marcolino Alves (1930-1987)
Nobre editor:
Segue em anexo o comprovante de depósito do meu dízimo deste mês de fevereiro.
Atrasei um pouco mas cumpri minha obrigação e informo que mês que vem tem mais.
Muito sucesso para o meu jornal, minha leitura diária, minha página predileta.
Um grande abraço.
R. Que atraso que nada, meu caro!
Qualquer tempo é bom tempo pra dar força a esta gazeta escrota.
E pra fazer Chupicleide relinchar e escoicear de alegria!!
Ainda mais que hoje é sexta-feira, dia em que essa sujeita costuma cair na gandaia e encher o rabo de aguardente.
Brigadão mesmo!
Aproveito a oportunidade para também agradecer as doações feitas esta semana pelos leitores Esdras Serrano, Rita de Cássia, Elias Motta e R.M.C.
Vocês são a força que mantém esta gazeta escrota nos ares e que nos ajudam a cobrir as despesas com hospedagem e manutenção técnica feita pela empresa Bartolomeu Silva.
Vai voltar tudo em dobro na forma de paz, saúde, tranquilidade, harmonia e longa vida!!!
Um grande abraço e um excelente final de semana para toda a comunidade fubânica.

Pescoço no Bar Gracy atendendo ao deputado Antônio Moreira e ao jornalista João de Deus.
Em Maceió nos anos 50/60 os costumes eram bem diferentes. Durante a noite, depois do café, nós jovens, íamos namorar no portão de nossa sacrossanta virgem amada, sob a vigilância dos pais. Como era bom quando saía um beijo, ou um avanço mais ousado. Dez horas da noite ela entrava e nós geralmente voltávamos para casa. Nos fins de semana ou férias partíamos em busca da alegre boemia, junto aos amigos. Encerrávamos à noite comendo macarronada no Buraco da Zefa no Vergel ou no Restaurante Gracy na Levada, onde havia uma macarronada maravilhosa servida pelo amigo garçom, Pescoço.
Pescoço servia aos domingos no Restaurante do Clube Fênix Alagoana, templo da burguesia da cidade. As domingueiras, geralmente iniciavam à beira da piscina ouvindo o conjunto SAMBRASA, Paulo Sá cantando, e tomando uísque servido pelo Pescoço. Certa vez o governador Fernando Collor recebeu um Ministro com um almoço no Clube Fênix, coisa elegante, como gosta o presidente. No momento da sobremesa Pescoço abaixou-se atenciosamente pelo lado esquerdo do Ministro e perguntou: -“ O Senhor é servido uma taiada de torta?”. O Ministro não respondeu e perguntou ao Collor o que era taiada. O Governador olhou para o Pescoço, sorriu, respondeu ao Ministro: – “ taiada é uma fatia, uma porção, uma talhada, pode aceitar Ministro, a torta está deliciosa.” A história da taiada de torta espalhou entre os amigos. Depois do almoço à beira da piscina, nós gozávamos o amigo Pescoço pedindo uma taiada de torta. Ele, bem humorado, sorria da brincadeira.
O historiador Edberto Ticianeli em seu inigualável site, História de Alagoas, conta uma peripécia do nosso amigo:
“Para o garçom Pescoço, do extinto Restaurante Gracy, um dos fregueses mais chatos era um empresário bem-sucedido e arrogante, que, como todo novo-rico, fazia questão de ostentar sua boa condição financeira. Entrava no restaurante com estardalhaço, ocupava uma das mesas centrais, pedia os pratos mais caros em voz alta para que todos ouvissem. O pior: cometia a heresia de tratar o Pescoço como “garçom”, como se fosse um desconhecido. Pescoço, batizado como Francisco Rodrigues dos Santos, gostava da intimidade, que lhe permitia fazer o tipo rude que o tornara popular entre os clientes. Fazia questão em dizer que já havia servido aos presidentes Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e Jânio Quadros, e que era garçom desde 1928. Mas, como o tempo é o senhor da vingança, o dito empresário entrou em falência dos seus negócios e deixou de frequentar o Gracy para a alegria do Pescoço. Passados uns dois anos, o tal cidadão começou a se recuperar economicamente e certa noite reapareceu no famoso restaurante da Praça Emílio de Maya. Entrou discretamente e procurou a mesa mais escondida, no fundo do salão. Quando Pescoço se aproximou, disse, em voz quase inaudível:
– Pescoço traz uma macarronada simples e me ajude com um pãozinho.
Para quem não conheceu o Gracy, a macarronada simples era a mais barata e o prato se reduzia ao macarrão com molho, a famosa “coitadinha”. Quanto ao pão, que era cobrado por fora, dependia do garçom fazer a gentileza de ofertá-lo. Vinha fatiado sem os “cotovelos”, que eram jogados fora por serem duros. Pescoço que não era de perdoar nem dívida de defunto, mesmo percebendo a mudança de atitude do antigo freguês, resolveu se vingar das humilhações que sofrera. Sem se afastar da mesa, gritou para o balcão da cozinha:
– Salta uma “coitadinha” e duas “cutuvas” (cotovelos de pão) para o cidadão aqui, que ele está a perigo. Nesse dia teve gente que jurou ter visto um ar de riso no rosto do Pescoço.”
Ele era querido pela juventude. Certa noite, meus amigos: Marden, Frazão e Zagalo, foram forrar o estômago e tomar uma cervejinha no Gracy. Como sempre Pescoço serviu a cerveja ultra gelada e uma macarronada a cavalo (com dois ovos fritos). Na mesa ao lado estavam três casais, os homens embriagados grosseiros, brigando com as mulheres. Um deles deu uma tapa na companheira, ela chorou e se emburrou ao canto. Zagalo percebeu passar na rua uma dupla de policial rondando. Pediu ao Pescoço para chamar os policiais. Quando a dupla entrou, Frazão empolgado com os uísques, levantou-se e aproximou-se junto aos policiais e apontando para os casais contou a história da grosseria e do murro, falando alto, que era um absurdo. E que os policiais levassem preso esses covardes que batem em mulheres. Um policial se aproximou, a mulher mostrou a roncha no rosto da tapa. O outro policial foi à mesa perguntou quem era aquele senhor? O neguinho Marden teve um estalo e prontamente informou:
– É o Major Frazão do Exército, novo subcomandante do 20º BC.
Os policias se encheram de autoridade, expulsaram os três casais do recinto. As mulheres pediram para ficar, não queriam acompanhar os bêbados. Os delinquentes entraram num carro e picaram a mula, com medo da Polícia. Em pouco tempo meus três amigos estavam abraçados às moças e foram vadiar em Jacarecica. Depois desse entrevero quando o Magro entrava no Bar Gracy, Pescoço batia continência, chamando-o de Major Frazão, às gargalhadas.
Os mais céticos sempre ficam intrigados com o fato de o ex-corrupto Lula ser dado como praticamente eleito nas pesquisas, mesmo sem conseguir sair às ruas.
As vantagens chegaram a superar 25 pontos.
Mas, em 2022, subitamente, as pesquisas começaram a apresentar correções, os percentuais ficaram mais modestos, com súbita diminuição da vantagem.
Pesquisa desta semana registrou queda de 5 pontos de Lula. Por isso a distância entre eles, de 9 pontos, ligou o alarme de desastre na oposição.
Nada aconteceu contra Lula ou em favor de Bolsonaro que justifique a redução de vantagem, o que deixa o meio político ainda mais intrigado.
Certamente é mera coincidência a resolução 23.600/20, do TSE, que obriga institutos, desde 1º de janeiro, a expor as vísceras das pesquisas.
* * *
Nada a comentar. Nada a declarar.
Tá tudo bem explicadinho na notícia aí de cima.
As pesquisa que retratam a realidade das ruas são aquelas feitas pelo Data Povo.
E nestas pesquisas do Data Povo, a gente vê os números com muita clareza.
Números em forma de gente, de multidões espalhadas pelas ruas de todas as regiões do país.
O fato é que Lapa de Corrupto tá se cagando de medo à medida que a eleição fica mais próxima.
O jeito é arranjar uma saída suprema.
A militância do SPTF já está em campanha escancarada.
O comício que Boca-de-Veludo fez ontem é uma das cagadas mais abjetas de toda a história deste país, desde que nós tornamos uma república.
Puta que pariu!!!