1969 – Todo pasara – Matt Monro
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1969 – Tudo passará – Nelson Ned
Luiz Berto,
peço que publique em nossa Gazeta JBF o Letreiro da cidade de Cabaceiras, local onde foi filmado o Auto da Compadecida.
Um abraço.
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O Letreiro Roliúde Nordestina em Cabaceiras na Paraíba tem 80 metros de comprimento e 5 Metros de altura.
A cidade ficou popularmente conhecida devido a grande quantidade de produções cinematográficas já realizadas no local, sendo o mais famoso o “Auto da Compadecida” baseado na obra teatral do autor Ariano Suassuna.
Cabaceiras fica em pleno sertão do Cariri Paraibano, sendo considerada uma das cidade que menos chove no Brasil, o que a torna ideal para produções cinematográficas devido à luz natural e ao clima seco.
Do que o Alexandre de Moraes de 2017 chamaria o Alexandre de Moraes de 2025? pic.twitter.com/F4YUjhgOLY
— Marcel van Hattem (@marcelvanhattem) June 10, 2025

Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro, prestou depoimento no STF
Vamos falar sobre o julgamento, ou melhor, o circo do suposto golpe, com o réu colaborador Mauro Cid abrindo os trabalhos. Fiquei a tarde toda acompanhando aquilo. É pura sessão de tortura. E pensar que a colaboração do Cid é basicamente tudo que eles têm para tentar incriminar Jair Bolsonaro e vários militares pelo golpe armado que nunca ocorreu!
É um pastel de vento. Não há absolutamente nada de concreto, de objetivo ali. No fundo, o truque todo consiste em tratar como golpe o que era discussão normal (e de boteco) sobre possíveis intervenções previstas na Constituição, e que a esquerda mesmo já aventou em passado recente, como o Estado de Sítio na época do impeachment de Dilma. Não existe minuta golpista, hierarquia para derrubar presidente, prender autoridades, elo com o 8 de janeiro, nada disso. É um conjunto vazio do nada.
As coisas mais repetidas por Mauro Cid eram “não lembro” e “não sei”. “É fácil depor quando você tem uma memória seletiva e diz ‘lembro disso e disso’. E aí quando você entra para perguntar para ele contradições, ele diz ‘esqueci’'”, disse o advogado de Bolsonaro, Celso Vilardi, ao final do depoimento de Cid. “Está lotado de contradições, desde o primeiro depoimento. Este é o sétimo depoimento, de novo diferente, não tem um depoimento idêntico”, emendou.
Em qualquer julgamento sério num país sério, Mauro Cid deveria ser descartado como colaborador por falta de consistência. Ele não trouxe absolutamente nada concreto e palpável sobre a tal trama golpista. O juiz Luiz Fux fez poucas perguntas, mas uma que foi a mais relevante: Bolsonaro assinou a tal minuta do golpe? Não, respondeu o ex-assistente de ordens. Novamente, num país sério seria o fim do julgamento.
Chega a ser hilário quando Alexandre de Moraes, juiz e vítima entre outras tantas funções, pergunta: “Quem era responsável pelo meu monitoramento?” Como levar um país desses a sério? Como enxergar esse julgamento como qualquer outra coisa além de um “show trial soviético”, um espetáculo para impor uma narrativa e punir opositores?
Outro momento cômico foi quando chegou a hora da PGR fazer perguntas. Para não repetir a “cagada” anterior, ele falava olhando para Moraes, que por sua vez interrompia ou acrescentava algo praticamente o tempo todo. É como se Paulo Gonet fosse uma peça decorativa ali, não o autor da denúncia. Uma criança indefesa e insegura diante da aprovação do pai.
Não há, repito, nada objetivo contra Jair Bolsonaro e seus aliados. Tudo que eles têm vem de falas distorcidas de Mauro Cid, que teve de confessar logo no começo que não sofreu coerção – sob a coerção de ter familiares presos. Quem, aliás, confessaria uma coerção? É um caso a se pensar: se o tenente-coronel, treinado para suportar as situações mais delicadas, tivesse resistido bravamente como fez o civil Filipe Martins, o sistema não teria nem mesmo esse pastel de vento para enfiar sua narrativa esdrúxula de golpe goela abaixo dos brasileiros.
Paulo Briguet

Integrantes da Direção de Investigação Criminal e Interpol (DIJIN) chegaram à zona onde se apresentaram o atentado contra o senador Miguel Uribe Turbay neste sábado, em Bogotá (Colômbia)
Em 7 de novembro de 1937, vinte anos depois do golpe que levou os comunistas ao poder na Rússia, o ditador Josef Stálin disse:
“Quem quer que tente destruir a unidade do Estado socialista, quem quer que procure a separação de suas partes ou nacionalidades — esse homem é um inimigo jurado dos povos da União Soviética. E destruiremos cada um desses inimigos, destruiremos todos os seus parentes, sua família. Destruiremos implacavelmente quem quer que, por seus atos e pensamentos — sim, por seus pensamentos — ameace a unidade do estado socialista. Para a completa destruição de todos os inimigos, eles mesmos, e seus parentes!”
Há exatos dez anos, em junho de 2015, o professor e militante comunista Mauro Iasi proferiu as seguintes palavras:
“Nós estamos dispostos a oferecer o seguinte: um bom paredão, onde vamos colocá-lo na frente de uma boa espingarda, com uma boa bala e vamos oferecer depois de uma boa pá, uma boa cova. Com a direita e o conservadorismo nenhum diálogo, luta!”
Separadas por sete décadas, as frases de Stálin e de Iasi (esta, uma citação de um poema de Bertolt Brecht), revelam um dos dogmas centrais da mentalidade esquerdista através dos tempos: a morte do adversário político e de todos que se associam a ele.
Se existe algo que nunca sai da cabeça de um militante comunista, é a bala na cabeça do inimigo. Não se trata de um acaso, portanto, que os regimes de inspiração marxista tenham matado aproximadamente 150 milhões de pessoas e que a morte costume visitar com tanta frequência os líderes políticos que representam algum tipo de ameaça aos projetos de poder da esquerda.
Foi assim com Donald Trump e Fernando Villavicencio em 2023, com Shinzo Abe em 2022, com Bolsonaro em 2018, com Margaret Thatcher em 1984, com Ronald Reagan e João Paulo II em 1981.
Enquanto escrevo estas palavras a meus sete leitores, o senador colombiano Miguel Uribe Torbay luta pela vida numa unidade de terapia intensiva em Bogotá. Ele sofreu uma tentativa de assassinato no último sábado (7), durante um comício. Pré-candidato presidencial, Uribe é um contundente crítico do atual governo colombiano, chefiado pelo socialista Gustavo Petro.
Miguel Uribe sofreu o atentado no momento em que seu nome cresce em popularidade, enquanto Petro amarga altíssimos índices de rejeição pelos colombianos.
Bolsonaro foi vítima de um ex-militante do PSOL; Uribe foi baleado na cabeça por um adolescente de 15 anos. Em ambos os casos, é impossível acreditar que eles tenham agido sozinhos.
Embora tenha condenado formalmente o ataque contra Uribe, Gustavo Petro vem apostando, desde o início do seu mandato, em uma retórica agressiva e divisionista contra seus adversários políticos.
Aos jornalistas que lhe criticam, ele chama de “marionetes da máfia”. Aos protestos contra o seu governo, que reúnem multidões de colombianos, ele chama de “marchas da morte”. Aos que se opõem ao seu referendo para aprovação de medidas socialistas, ele chama de “bandidos e assassinos”.
Miguel Uribe, que agora padece no leito de hospital, era um dos alvos de Petro em seus discursos inflamados de cunho marxista. Não por acaso, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, ao condenar o ataque contra Uribe, criticou “a violenta retórica esquerdista vinda dos altos escalões do governo colombiano”.
Miguel Uribe, que é neto de Julio Cesar Turbay Ayala, presidente da Colômbia entre 1978 e 1982, teve a sua vida marcada pela tragédia do terrorismo. Em 1991, sua mãe, a jornalista Diana Turbay, foi morta a tiros após ter sido sequestrada por traficantes ligados a Pablo Escobar.
Uribe tinha apenas 5 anos quando isso aconteceu. Mesmo assim, afirmou ao entrar para a política: “Eu poderia ter crescido buscando vingança, no entanto decidi fazer a coisa certa: perdoar — mas não esquecer”.
Peço a meus sete leitores que rezem pela recuperação de Miguel Uribe. Afinal, uma das coisas mais raras de se ouvir hoje em dia é um político falando em perdão.
De repente do riso fez-se o pranto
Silencioso e branco como a bruma
E das bocas unidas fez-se a espuma
E das mãos espalmadas fez-se o espanto.
De repente da calma fez-se o vento
Que dos olhos desfez a última chama
E da paixão fez-se o pressentimento
E do momento imóvel fez-se o drama.
De repente, não mais que de repente
Fez-se de triste o que se fez amante
E de sozinho o que se fez contente.
Fez-se do amigo próximo o distante
Fez-se da vida uma aventura errante
De repente, não mais que de repente.

Vinicius de Moraes, Rio de Janeiro-RJ (1913-1980)
A conclusão mais frequente, nesta segunda (9), nas conversas entre políticos e economistas, é a de que não há limites para estupidez no governo Lula (PT), quando o maior objetivo não é o equilíbrio fiscal, mas vingança ou justiçamento.
Na reunião de domingo, na residência do presidente da Câmara, foram várias as referências raivosas à classe média e isso explica a decisão de taxar quem investe nos setores imobiliário e agrícola, em lugar do governo, por meio de LCIs e LCAs.
Do mesmo modo, taxar debêntures incentivadas parece ter o objetivo suicida de afugentar investidores, como nos casos da LCI e da LCA.
As “debêntures incentivadas” foram criadas para a atrair investimentos onde há crônico desinteresse do governo: infraestrutura.
A estratégia foi vencer Motta e Alcolumbre pelo cansaço, em 5 horas de reunião, para empurrar mais impostos goela abaixo dos abestados.
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A frase contida no primeiro parágrafo dessa nota aí de cima resume tudo:
Não há limites para estupidez no governo Lula.
Estupidez, ladroagem e safadeza estão sempre associadas a essa quadrilha petralha.
Que os céus se apiedem deste maltratado país!!!
Ela sabe tudo.
O que ainda não sabe vai descobrir logo e quando descobrir, não contestem.
Quem desconfia dela é negacionista.
É a “ciência moderna”, evoluída e progressista mas tem uma mão só, a mão esquerda.
Ela é muito rápida e não precisa de bom senso ou do contraditório.
Ela nos deu o “aquecimento global” e quando a geleiras começaram a aumentar, trocou o nome para mudança climática. (Culpa do homem, sempre).
Ela nos deu a “vacina de Covid” e proibiu remédios consagrados.
Ela nos impôs as máscaras de pano que seguraram o vírus.
Ela nos impõe tudo o que interessa aos donos do poder.
Essa $iencia é poderosa. Aceitem que dói menos.
“Viva eles! Abaixo nós!” – Arnaldo Jabour.