UM TRIBUNAL QUE É UMA BOSTA

Milhares de pessoas se reuniram neste domingo (17) no entorno do Supremo Tribunal Federal.

De maneira espontânea e pacífica demonstraram a insatisfação popular com as decisões da corte.

Um aviso ficou no ar: Papel higiênico foi atirado contra o prédio onde trabalham os senhores supremos.

No mesmo dia, revela O Globo, um ministro do próprio STF, defensor da Lava Jato, contra, portanto, Gilmar, Toffoli, Lewandowski e Marco Aurélio, disse o seguinte sobre a decisão de quinta-feira (14):

“Se depois disso a gente ainda derrubar a prisão em segunda instância, vão depredar o prédio do Supremo. E eu sou capaz de sair para jogar pedra também”.

Na esteira do ministro, o jornalista Alexandre Garcia fez o seguinte alerta no Twitter:

* * *

Desperdiçaram um material precioso, o papel higiênico.

Deveriam ter jogado era bosta mesmo.

De pinico cheio!!!

Estes porras destes canalhas togados já encheram a paciência do povo brasileiro.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

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UMA PARELHA DE CANALHAS ZISQUERDÓIDES

É tão oportunista quanto manjada a opção de políticos como Jean Wilis que, na oposição ou por falta de votos, viajam o mundo falando mal do País e dos governantes.

O presidiário Lula, por exemplo, divertiu-se em 2014 relatando a blogueiros ligados ao PT como mentia a crédulas plateias europeias, com a cumplicidade de jornalistas brasileiros.

Lula não contava que o vídeo da confissão vazasse nas redes sociais. Às gargalhadas, debochou dos franceses por acreditarem em suas lorotas.

Jean Wilis segue a trilha de Lula. Sem contar quem o financia, ele tem percorrido cidades europeias distribuindo mentiras a granel.

Em Genebra, Wilis encontrou alguém que, sem preconceito ou mimimi, desfez suas lorotas: a embaixadora na ONU Maria Nazareth Azevêdo.

Com Lula, as mentiras não foram contestadas: “Eu disse em Paris que aqui tinha 25 milhões de crianças na rua! Todos aplaudiam! Kkkkkk”.

* * *

Lula e Jean Aero Wyllys são tolôtes do mesmo pinico.

Duas figuras asquerosas e repulsivas.

Dois mentirosos irrecuperáveis.

Ainda bem que um tá preso e o outro saiu do país.

Lá na ONU, de frente pra uma plateia, o doador de furico Jean associou o presidente Bolsonaro ao assassinato da vereadora Marielle.

Impunemente, descaradamente, desavergonhadamente.

É phoda!!!!

Pena que o baitola Jean, ao ir morar voluntariamente no exterior, não tenha procurado Venezuela ou Cuba pra gozar (êpa!) o seu doce auto-exílio.

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APEDREJANDO O SUPREMO CABARÉ

Em 10 de abril, o STF pode soltar Lula (e mais uma penca de criminosos).

Um ministro do Supremo, que defende a Lava Jato, disse para O Globo:

“Se depois disso a gente ainda derrubar a prisão em segunda instância, vão depredar o prédio do Supremo. E eu sou capaz de sair para jogar pedra também”.

* * *

Li esta notícia e fiquei curioso…

Quem seria este ministro?

Hein?

Eu tô querendo saber que é pra mandar, via Sedex, uma pedra pra ele jogar no Supremo.

Uma pedra com uma bomba dentro.

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PUTEIRO JUDICIÁRIO

* * *

Isso mesmo: esta putaria é consequência do “Efeito STF”.

Não vou chamar o órgão máximo do nosso Poder Judiciário de cabaré pra não ofender as putas, uma profissão honrada e que ganha a vida dando duro.

E levando duro.

Paiszinho avacalhado é mesmo esse nosso. Chega faz vergonha

Putz!

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UM BESTA ARMADO DE BESTA

Um professor armado invadiu, nesta sexta-feira (15), a sede da Secretaria de Educação do Distrito Federal. Ele levava uma faca de caça e uma besta (espécie de arco) com seis flechas – arma idêntica à que foi usada no massacre de Suzano.

O homem chegou a subir até o 12º andar, onde fica o gabinete do secretário.

Funcionários perceberam parte da besta para fora da mochila e acionaram a Polícia Militar que deteve o suspeito antes que ele pudesse ferir alguém.

De acordo com a secretaria, ele é professor de violino erudito da Escola de Música de Brasília e tem histórico de problemas psíquicos.

Segundo a pasta, ele relatava ter adoecido por conta do trabalho.

* * *

Não confundam as coisas.

É importante ressaltar que a besta citada na notícia aí de cima nada tem a ver com a Besta Fubana.

A Besta Fubana, descrita no romance que leva seu nome – e conforme consta no estandarte do Bloco da Besta Fubana -, não usa setas.

Ela tem mesmo é um potente par de asas para voar por todo o universo.

Sendo metade macho e metade fêmea, a nossa Besta Fubana tem uma bimba potente e duas carreiras peitos.

Bimba pra enfiar no cu de cabra safado e peito pra dar de mamar aos precisados!

Aproveito a oportunidade para informar que a 4ª edição d’O Romance da Besta Fubana sairá nos próximos dias, ainda neste semestre, pela Editora Bagaço.

Oportunamente darei mais detalhes.

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MANUAL DO ERRO

J.R. Guzzo

Uma observação feita com frequência durante os governos de Lula e Dilma Rousseff era a de que nenhum dos dois tinha oposição ─ uma anomalia de circo, como a mulher barbada e o bezerro de duas cabeças, pois todo o regime democrático tem de ter uma oposição, queira-se ou não. Até que foi notada, ao longo desse período, a sombra de um partido que fazia o papel de oposição. Mas era o PSDB, e aí é a mesma coisa que não haver oposição nenhuma. A principal preocupação dos tucanos era não falar mal de Lula, em nenhuma circunstância; conseguiram o prodígio de jamais aparecer em nenhuma das imensas manifestações de massa que, das ruas para o plenário do Congresso, acabariam levando ao impeachment de Dilma e aos sucessivos infortúnios que reduziram o PT ao seu atual estado de miséria extrema. Se Lula, mais o seu sistema de apoio, estão indo cada vez mais para o diabo, isso se deve exclusivamente a eles mesmos e aos atos que praticaram. Pois bem: o mundo gira, a vida passa, e onde está, hoje, a oposição real ao governo do presidente Jair Bolsonaro? Também não existe.

Existe, obviamente, uma espantosa gritaria contra tudo o que o governo fez, acha que deve fazer ou está fazendo; é possível que nunca tenha havido na história desse país tanta indignação por parte dos adversários em relação a quaisquer gestos do presidente e de sua equipe, por mais cômicos, banais e irrelevantes que possam ser. Condena-se tudo, quase sem exceção, incluindo-se aquilo que se imagina que estejam pensando. Mais aí é que está: isso não é oposição, ou oposição não é isso. Isso é fumaça de gelo seco, que ocupa a maior parte do noticiário sobre a vida nacional, os comentários dos influencers e a bulas de excomunhão expedidas pelos especialistas, mas se desmancha sozinha; não sai correndo atrás de ninguém, e nem machuca quem fica só olhando. A impressão é que o mundo vai acabar daqui a meia hora. Mas a meia hora passa e o mundo não acaba. Resultado: o governo Bolsonaro está morto, mas continua vivo.

O que há, na verdade, é gente falando mal do governo, por não gostar de nenhuma das posturas que o levaram a ser eleito. Não gostava antes da eleição; continua não gostando agora, e o mais provável é que não venha a gostar nunca. Mas isso é apenas liberdade de pensamento, que acaba vindo a público porque existe liberdade de expressão ─ e por que essa liberdade se manifesta através de órgãos de comunicação onde Jair Bolsonaro e o seu mundo mental são detestados. Oposição é outra coisa. É o conjunto de forças organizadas, com projetos de governo, programas de ação e disciplina, capazes de levar a população às ruas, e não apenas os próprios “militantes”, vencer votações importantes no Congresso e representar, de verdade, a maioria dos cidadãos que não aprova o governo. Mais: oposição é algo que tem capacidade de ganhar eleições livres. Tem muito pouco ou nada a ver, portanto, com o bicho que está aí ─ o PT, os partidos a seu serviço e os blocos que ficam na arquibancada gritando “juiz ladrão” sem mudar nunca o resultado do jogo.

É uma questão de ponto de vista, mas também de fatos. O que esperar de uma oposição cujo grande líder está na cadeia, condenado por corrupção em duas instâncias, sem que haja multidões na rua exigindo sua libertação? Como pode funcionar um partido cuja presidência está entregue à uma deputada que desistiu de defender seu cargo de senadora porque ficou com medo de perder uma eleição majoritária? Vale a pena perguntar, também, como pode dar certo uma oposição que não tem nenhum dirigente, um só que seja, com um mínimo de popularidade, influência junto ao público e capacidade de falar para a massa. O PT deposita suas esperanças, hoje, em enredos de escola de samba, em comitês da ONU ou na liderança de um artista de novela de segunda linha. Tem um aproveitamento de 100% na escolha do cavalo que perde: é a favor da ditadura da Venezuela, do imposto sindical ou do “desarmamento” da polícia, e contra a reforma da previdência, o pacote anticrime do ministro Sergio Moro e a Lava Jato. Não tem um programa de governo compreensível para se contrapor ao de Bolsonaro. Seu único candidato para uma eleição nacional é Fernando Haddad. O MST nunca mais invadiu uma fazenda; seus assemelhados nunca mais invadiram um terreno de periferia ou um prédio abandonado. Não tem mais o dinheiro da corrupção que recebia das empreiteiras de obras públicas. Está escrevendo, a cada dia, o Manual Completo do Erro.

O governo, desse jeito, só pode perder de si próprio.

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