“Criança vou ser a vida toda, o que muda é o preço dos brinquedos.”
Eduardo Costa
Já estamos em outubro!
Em pouco tempo chegaremos ao final de 2025.
E logo, logo vamos entrar em 2026.
Com muita garra, disposição, saúde e harmonia!!!
O Complexo Midiático Besta Fubana fechou o mês de setembro com tudo em dia e em ordem.
Isso graças à generosidade dos nossos leitores. Uma patota arretada essa comunidade fubânica!
Já acertamos as contas com a empresa Bartolomeu Silva, que cuida da nossa hospedagem e dá assistência ténica a esta gazeta escrota.
Assim como também já pagamos o salário de Chupicleide, nossa eficiente secretária, a sujeita mais inxirida que existe nessa beirada de Atlântico aqui no Recife.
Chupicleide manda um abraço e um xêro carinhoso pros fubânicos Áurea Regina, Boaventura Bonfim, Violante Pimentel, João Esmeraldo de Souza, Nezilma Batista, Esdras Serrano, Wilson Matias, Maria Alice Lacerda, Rubens Lucena, Teophilo Tavares, Joana Santigo e Márcia Esposito.
E para abrilhantar e encher de energia positiva nossa quarta-feira, vamos ouvir a composição Flor Amorosa, com o saudoso Altamiro Carrilho.
Abraços e um excelente dia para toda a comunidade fubânica!
Comentário sobre a postagem A SERENATA – Adélia Prado
Jairo Juruna:
Se esse poema aborda a inquietação de uma mulher que aguarda por uma serenata em sua janela, a mulher do poema Vaso Noturno, da mesma autora, já tem quem faça serenata para ela:
“À meia-noite, José dos Reis
– que namoro escondido –
Vem fazer serenata pra mim.”
(…)
Grande Adélia Prado!
Que bom ter sua poesia exposta nesse espaço.
* * *
VASO NOTURNO – Adélia Prado
À meia-noite, José dos Reis
— que namoro escondido —
vem fazer serenata para mim.
Papai tosse alto,
tropeça por querer nos urinóis.
Que vergonha, meu deus,
pai, cachorrinha plebéia,
couves na horta
geladas de orvalho e medo.
Me finjo de santa morta,
meu céu é gótico
e arde.
Sentiu! Gilmar Mendes, desesperado, defende lei antiembargo para proteger autoridades e instituições brasileiras contra sanções, principalmente da Lei Magnitsky, atribuindo a culpa aos EUA e à falta de soberania digital do Brasil. pic.twitter.com/hB2ZjgsmAA
— Pri (@Pri_usabr1) September 30, 2025
Minha esperança perdeu seu nome…
Fechei meu sonho, para chamá-la.
A tristeza transfigurou-me
como o luar que entra numa sala.
O último passo do destino
parará sem forma funesta,
e a noite oscilará como um dourado sino
derramando flores de festa.
Meus olhos estarão sobre espelhos, pensando
nos caminhos que existem dentro das coisas transparentes.
E um campo de estrelas irá brotando
atrás das lembranças ardentes.

Cecília Benevides de Carvalho Meireles, Rio Comprido-RJ, (1901-1964)
O sindicalista Carlos Roberto Lopes, da Conafer, foi preso por mentir à CPMI, mas solto em seguida.
A fiança de R$ 5 mil foi uma merreca para quem é acusado de tomar mais de R$ 800 milhões dos aposentados.
* * *
Isso é cagado e cuspido a cara da republiqueta banânica.
Nadou em 800 milhões e pagou uma fiança de 5 mil.
Neste nosso país surreal, o crime compensa.
E muito!

Rodrigo Pacheco é presidente da comissão temporária que analisa o projeto do novo Código Civil
O novo Código Civil, do senador Rodrigo Pacheco, ex-presidente do Senado, está acabando com a família, denuncia a jurista Regina Tavares da Silva, presidente da Associação do Direito Familiar e Sucessões. O texto acaba com o Direito de Família, que se tornaria uma bagunça. Entre as inovações estranhas, o projeto cria o “convivente”: se uma pessoa convive com outra, já é convivente. Cria também o “filho afetivo”: nem será preciso passar pelo juiz para mostrar se houve ou não houve alguma malandragem; basta ir direto ao cartório e dizer “é meu filho afetivo”. Fora os arranjos estranhos, como o “filho de três pessoas”.
Se quiserem implantar tudo isso vão ter de mudar a Constituição, então. Porque o artigo 226, que trata da família, só fala em homem e mulher, isto é, um casal. “Casal” é quando há um menino e uma menina, um homem e uma mulher. E tão estranho quanto o projeto em si é o silêncio das entidades religiosas, que falam tanto em família, mas andam caladas diante desse novo Código Civil.
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Caos no Aeroporto Santos Dumont por causa de uma mancha de óleo na pista
Nesta terça-feira, o Aeroporto Santos Dumont, no Rio, que é muito importante nas ligações com Brasília, Belo Horizonte e, principalmente, São Paulo, ficou parado. Mais de 80 pousos e decolagens foram cancelados, foi um horror para quem usa essa ponte aérea para ir e voltar rapidamente entre as principais capitais do país, fechar negócios, fazer reuniões importantes. A causa é surreal: o veículo que faz a inspeção da pista derramou óleo perto da cabeceira. E não tem alternativa, porque as pistas do Santos Dumont são curtas, não têm nem 1,5 quilômetro – só para comparar, a do Galeão tem 4 quilômetros –, e não há terra nem antes nem depois da pista, só o oceano. É quase como se fosse um porta-aviões. A pista de um porta-aviões como o Gerald Ford tem um terço do comprimento das pistas do Santos Dumont, mas ali há catapultas para a decolagem, inclinação especial, e um gancho para o pouso, e as aeronaves embarcadas também são bem menores que um avião de passageiros.
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Lula quer decidir tudo sozinho e vai criando problemas
As coisas não estão muito fáceis para os acordos com Lula. Desde maio, o presidente está prometendo a Guilherme Boulos, do Psol, um lugar no Palácio do Planalto, o de ministro na Secretaria-Geral da Presidência. Mas Boulos teria de se comprometer a não concorrer a cargo algum em 2026, para ficar livre e poder ajudar na campanha eleitoral. Só que o atual secretário-geral, Márcio Macedo, que tem mandato de deputado pelo PT de Sergipe, disse que não será substituído, que não sabe de nada, que não há nenhuma conversa sobre isso. Outro caso é o do ex-senador Jean Paul Prates, ex-presidente da Petrobras, que disse à Carta Capital que está saindo do PT, porque o partido, na escolha de candidatos, não consulta ninguém, as indicações vêm de cima para baixo. Prates disse que buscará um partido em que haja mais democracia na hora de apontar seus candidatos.
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Suspeito de execução de ex-delegado é morto no Paraná
Vocês se lembram do assassinato recente de um ex-delegado-geral da Polícia Civil de São Paulo, que era secretário de Administração em Praia Grande (SP); houve emboscada, perseguição do carro, tiros de fuzil. Havia três executores, mais um motorista, no total eram oito suspeitos, dos quais quatro já estão presos. Um deles estava na Região Metropolitana de Curitiba, a polícia chegou, ele decidiu resistir e morreu. Aliás, com medo de Tarcísio de Freitas ser candidato à Presidência, o governo federal está fazendo pressão na área da segurança pública. E se houver disputa entre União e estados, quem sai ganhando sempre é o bandido.
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Trabalhistas têm desaprovação recorte no Reino Unido
O governo trabalhista de Keir Starmer, no Reino Unido, está com 13% de apoio e 79% de desaprovação. Nunca se viu coisa igual – mas, também, os mulçumanos estão tomando conta de lá, impondo seus costumes, e usando a violência para isso.