Gente, quem colocou esse áudio aqui nesse vídeo pelo amor de Deus??? Querem matar a gente de tanto rir???
🤣🤣🤣🤣🤣pic.twitter.com/MZJlqkZpof— Democracia Viva🗯️ (@DemocraciaBR_Ja) June 16, 2025
Gente, quem colocou esse áudio aqui nesse vídeo pelo amor de Deus??? Querem matar a gente de tanto rir???
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Uma semana após Lula desembarcar de luxuoso tour por Paris (França), onde só a hospedagem da enorme comitiva custou mais de R$ 1,2 milhão, a nova viagem internacional do petista já custou aos pagadores de impostos mais R$ 1,3 milhão só com aluguel de limosines e carrões de luxo para assessores.
Somada a fatura de R$ 974,4 mil pelo mesmo serviço na capital francesa, o gasto com carrões para transportar Lula bate na casa dos R$ 2,3 milhões.
A gastança é para atender a agenda de Lula como coadjuvante do G7 no Canadá, cuja duração nem chega a 24 horas.
A AMPM Limousines, empresa contratada pelo staff de Lula, oferece belas e luxuosas limusines que podem transportar até 20 passageiros.
O governo ainda não confirmou gastança com hotel para Lula, sempre elevada. O cerimonial está no Days Inn by Wyndham Calgary South.
O cerimonial já deu uma prévia do que vem por aí: os cinco quartos alugados pela turma custaram R$ 60,7 mil ao pagador de impostos.
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Uma rodagem milionária!!!!
Num sei mesmo porque ele usa carros de luxo.
Com tanto jumento no seu curral, ele bem que poderia rodar por aí amontado numa sela confortável.
Usando um par de esporas de ouro e rinchando pra quem fez o L.
Comentário sobre a postagem BRASIL DE HOJE É ALIADO AUTOMÁTICO E FIEL DO IRÃ E DAS DITADURAS MAIS ABJETAS DO MUNDO
José Alves Ferreira:
Olá!
Por aqui aas coisas são tão complicadas que nem sabemos ao certo quem é o ministro das relações exteriores: Mauro Vieira ou Celso Amorim?
Quando sequer sabemos quem é de fato o ministro, como saber da política externa que está sendo conduzida ?
Bem, como tudo nesse governo – ministro da fazenda que não entende de economia, ministro das comunicações que não se comunica, um monte de ministérios que sequer sabem por que existem etc. – dá para ter noção da “zorra geral” que impera.
Enfim, oremos!
Inté!

Plenário da Câmara dos Deputados
Cada vez mais se fala na saída dos ministros do governo Lula que integram partidos do chamado Centrão. O PP, por exemplo, é o partido de Ciro Nogueira, ligadíssimo a Jair Bolsonaro, mas tem o ministro do Esporte. Também estão no governo o PSD, de Gilberto Kassab, e o União Brasil, que tem Ronaldo Caiado e ACM Neto. Eles devem estar se perguntando “estamos no governo por quê?” E o MDB, está no governo por quê? O Psol, o PSB, o PCdoB, esses nós entendemos que estejam com o PT, mas esses outros partidos, que não são de esquerda?
A questão é que as eleições estão se aproximando e esses partidos não querem ficar marcados como parte dessa destruição de valores, da economia, das contas públicas. Não querem ser cúmplices dessa política externa maluca que se coloca ao lado dos regimes do Irã, da Venezuela, da Nicarágua, que pede ajuda à China para censurar as redes sociais no Brasil, que apoia a Rússia na agressão à Ucrânia. Parece que hoje Lula vai se encontrar com Zelensky, já que ambos foram convidados para assistirem à reunião das sete maiores economias do mundo, no Canadá. Não sei o que vai sair disso, além do palavrório já esperado.
Os deputados têm de saber que, com as redes sociais, as pessoas estão acompanhando mais as suas atuações. Nós sabemos quem são os deputados realmente ativos, os que estão lutando pela liberdade, pelos direitos dos brasileiros, pelo respeito à Constituição; sabemos os que agem apenas por interesses fisiológicos; e sabemos os que, pior ainda, apoiam o populismo com o dinheiro alheio.
Mas um dia esse dinheiro alheio acaba, e não haverá de onde tirar. Hoje sugam o pagador de impostos, mas, por causa da eleição do ano que vem, a maioria dos deputados agora diz que não há como aumentar impostos de jeito algum. É muito fácil administrar elevando impostos; o governo aumenta as contas e pagando com dinheiro – com o trabalho alheio.
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País acaba quando o povo se acostuma a viver de ajuda estatal
E está cada vez reclamam que, assim como as bets, as apostas eletrônicas, o Bolsa Família vicia. A pessoa não quer mais trabalhar porque acha que pode ficar sentada o dia inteiro olhando a banda passar (do tempo em que Chico Buarque era um bom compositor), e pensa: “para que eu vou trabalhar? Para ganhar um pouquinho mais do que isso? O que eu ganho já me serve”. Há grandes dificuldades, em muitos estados do Nordeste, de conseguir mão de obra na construção civil, na lavoura e na pecuária.
Isso é a destruição, o enfraquecimento de uma nação. As pessoas não pararam para pensar, ou estão pensando com a cabeça dos outros, recebendo tudo pronto e assinando embaixo. É uma alienação, uma preguiça mental, talvez para não se incomodar; ou aquele sentimento de quem acha que está bom assim, com o Bolsa Família, e não precisa se incomodar.
Enquanto isso, os pagadores de impostos sustentam a farra. Mas não há almoço grátis. Lula já disse que vai dar gás, está dando eletricidade, vai dar comida pra motoboy, mas não é com o dinheiro dele, nem com o dinheiro que o governo produziu, porque governo não produz riqueza. Governo tem de produzir serviços públicos; é para isso que arrecada impostos. Não é para fazer caridade, mas para ensinar a pescar. Será que as escolas brasileiras estão preparando as pessoas para o mercado de trabalho? E os pais, mães e famílias, será que estão preparando os filhos para serem cidadãos?
Cid é um herói.
Usando todo seu aprendizado militar de “técnica de desorientação” ou “tática de confusão”.
Não é a toa que foi escolhido pelo PR por ser o melhor militar.
Hahahahahahaha pic.twitter.com/OaMdr3gdRp
— TeAtualizei 🇧🇷👊🏻❤️ (@taoquei1) June 16, 2025

Em destaque a atriz Ariana DeBose, ganhadora do Oscar de melhor atriz coadjuvante 2022
Comenta-se a exaustão a nova versão moderna de AMOR SUBLIME AMOR (2021), novo filme do magno diretor americano Steven Spielberg, refilmagem do clássico musical de (1961), WEST SIDE STORY, dirigido por Robert Wise e Jerome Robbins, filme musical mais premiado da história do cinema, tendo ganhado 10 Oscars, 3 Globos de Ouro e 2 Grammys em 1962, e outros.
Inspirado em Romeu e Julieta, obra mais popular de William Shakespeare e, provavelmente, a história clássica do amor proibido mais conhecida do mundo. Tanto é verdade que essa tragédia romântica é uma das campeãs de adaptação para as telas. O que pouca se sabe é que essa peça de Shakespeare, no que lhe diz respeito, é adaptada de um conto italiano, traduzido em versos para o idioma inglês, que posteriormente recebeu um tratamento em prosa. Ambas as versões serviram de base para a peça shakespeariana…
Existe uma lenda urbana segundo a qual Romeu e Julieta realmente existiram, viveram e morreram em Verona, oriundos de famílias inimigas, e que tinham idade bastante precoce para os padrões atuais – algo em torno de apenas 13 anos, o que justificaria suas ações precipitadas e a paixão avassaladora, que não mede conseqüências.
No filme de Robert Wise e Jerome Robbins, à semelhança do que acontece na peça, o longa-metragem apresenta Tony, antigo líder da gangue de brancos anglo-saxônicos chamados de Jets, apaixonado por Maria, irmã do líder da gangue rival, os Sharks, formada por imigrantes porto-riquenhos. O amor do casal protagonista floresce entre o ódio e a briga das duas gangues e seus códigos de honras, tal qual a desavença histórica entre os Capuletto e os Montechio mostrada em Romeu e Julieta.
Já em Amor, Sublime Amor (2021) do diretor Spielberg, narra a rivalidade juvenil que se passa na Nova Iorque dos anos de 1957. As gangues Jets, estadunidenses brancos, e os Sharks, descendentes de porto-riquenhos, são rivais que tentam controlar o bairro de Upper West Side. Maria (Rachel Zegler) acaba de chegar à cidade para seu casamento arranjado com Chino (Josh Andrés Rivera), para o qual ela não está muito animada. Quando numa festa a jovem se apaixona por Tony (Ansel Elgort), ela precisará enfrentar um grande problema, pois ambos fazem parte de gangues rivais: Maria, dos Sharks; Tony, dos Jets. Nessa história, inspirada em Romeu e Julieta, os dois apaixonados precisarão enfrentar a tudo e a todos se quiserem celebrar esse romance proibido.
Tratando-se de Spielberg, era esperado que seu Amor, Sublime Amor, fosse tão grandioso quanto emocionante, mas o que ele entrega ao público é realmente um dos seus melhores filmes dos últimos anos – e a prova de que, ainda que estejamos em uma fase de refilmagens vazias, pirotécnicas e sem propósitos, ainda existem motivos para revisitar grandes clássicos.
Amor, Sublime Amor conta com uma direção impecável de Steven Spielberg, o que não é de se estranhar, e se torna ainda mais atrativa pelos trabalhos visuais. Enquanto os latinos exploram as cores mais quentes e cheias de vida, os norte-americanos aparecem em tons mais sóbrios, frios, como se fosse uma representação dos sentimentos negativos não só em relação aos seus rivais, como também a indivíduos de diferentes etnias.
Com propostas de mudança, o filme preenche a adaptação original e dá potência à emblemática história também sobre ódio. Assistir a Amor, Sublime Amor, dirigido magistralmente por Spielberg, é não ficar com saudade do primeiro devido à sua atemporalidade. A atuação magistral da atriz Ariana DeBose, ganhadora do Oscar de melhor atriz coadjuvante, depois de ter recusado fazer o papel de Anita por quatro vezes, paga um saco de pipoca.
a) Trailer Oficial Legendado
b) Crítica: uma estatueta maior
C) Spielberg conta porque escolheu adaptar ‘Amor, Sublime Amor’ como seu primeiro musical
Notícia iraniana é interrompida com sucesso!! pic.twitter.com/AO2ghL62Wm
— Freu Rodrigues (@freu_rodrigues) June 16, 2025
Editorial Gazeta do Povo

Lula e o presidente da Câmara, Hugo Motta
PP e União Brasil são dois partidos que, teoricamente, fazem parte da base aliada de Lula no Congresso Nacional. Por mais que ambos tenham um certo número de parlamentares que são declaradamente de oposição ao governo petista, as duas legendas também têm integrantes no ministério, o que supostamente deveria garantir ao presidente da República o apoio de parte significativa dos 109 deputados e 14 senadores, na soma dos dois partidos. No entanto, ambas as legendas falam em “fechar questão” e negar ao governo qualquer apoio a tentativas de elevação de impostos – seja no caso do decreto que elevou o IOF, seja no caso da medida provisória que substituiria esse decreto, elevando outros impostos em troca.
Não se trata, por certo, de puro altruísmo e preocupação com o contribuinte brasileiro – dias atrás, lembramos que o Congresso tem sua parcela de responsabilidade na construção dos atuais problemas fiscais brasileiros. Há, aí, uma certa dose de oportunismo político, já que, ao contrário dos políticos e partidos já conhecidos por sua fidelidade inabalável a Lula independentemente das bobagens que ele faça, PP e União Brasil não parecem interessados em atrair para si a publicidade negativa que viria com um apoio ao “tarifaço” de Fernando Haddad.
Outrora, Lula foi exaltado como um mago da articulação política, capaz de conquistar robustas bases de apoio parlamentar (embora há 20 anos o Brasil saiba com mais clareza como é que isso tem sido feito); agora, ele não pode nem mesmo se dar ao luxo de dispensar os ministros dos partidos “rebeldes”, pois uma ruptura formal com um bloco que representa cerca de um quinto do Congresso significaria o fim de qualquer esperança de ter maioria para emplacar qualquer projeto. Resta ao governo engolir em seco e acenar com algumas poucas ameaças, como a de corte na liberação de emendas parlamentares devido ao contingenciamento necessário caso Lula e Haddad não consigam tirar mais dinheiro do contribuinte.
De certa forma, era um roteiro previsível desde o início do governo. Lula conquistara o Planalto, mas o mesmo eleitor que havia colocado o petista de volta na Presidência elegera um Congresso majoritariamente de centro-direita. A única forma de conseguir um apoio parlamentar sólido seria apresentar uma pauta de consenso nacional, sem radicalismos ideológicos, ou tentar conquistar o apoio do Centrão oferecendo cargos. Lula rechaçou de imediato a primeira opção, dando uma guinada à esquerda em vários temas, da economia à agenda de costumes – uma rara exceção parece ter sido a reforma tributária, apesar de todas as suas imperfeições. Já a segunda alternativa, como se vê agora, está chegando ao seu limite, com aliados de ocasião percebendo que a água entrou de vez na canoa do petismo.
Um item da cultura política que os Estados Unidos exportaram para o mundo é a expressão “pato manco”, para descrever governantes que, por algum motivo, estão de saída e por isso já não são tão levados a sério. Lula ainda tem um ano e meio de governo, pode tentar a reeleição e jamais pode ser considerado carta fora do baralho com tanta antecedência; mas seu comportamento e sua insistência em pautas que enfrentam a rejeição da população e do Congresso podem fazer dele um outro tipo de “pato manco”: um governante sem base aliada, incapaz de implementar suas plataformas que dependam da aprovação de leis. De certa forma, não deixa de ser um grande alívio.