CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO JORNAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

LUIZ PAULO RANGEL – VILA VELHA-ES

Aqui é o Luiz Paulo Rangel, presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Vila Velha.

E fui eu quem fez o projeto de produzir a estátua da Luiza Grinalda (Grimaldi) .

A ideia foi apresentada a empresas no estado e com o recurso, convidei o artista Hipólito e a escritora Bernadete Lira para juntos realizar esse projeto.

O IHGVV é a curadora das exposições da Casa da Memória em Vila Velha.

Solicito então ajustar sua informação.

Obrigado.

R. O leitor se refere a uma postagem feita em junho de 2020, publicado pelo colunista José Domingos Brito. (clique aqui para ver)

Informo que já encaminhei pra ele sua mensagem.

Disponha sempre.

ALEXANDRE GARCIA

CPMI DO MASTER AVANÇA SEM O PT E CASO DOS RESPIRADORES DO NORDESTE RESSURGE

Pedido da CPMI do Master avança no Congresso entre deputados e senadores

O pedido de comissão parlamentar de inquérito de deputados e senadores sobre o caso Master já está com 42 assinaturas de senadores, ou seja, já passou da metade, são 81 senadores, e 230 deputados entre os 513. E não tem ninguém do PT, à exceção do representante do Espírito Santo, senador Fabiano Contarato. Assinou. O governo não quer, mas ele assinou. É necessário.

É interessante que a gente vê líder do governo, por exemplo, Jacques Wagner, foi quem conseguiu emprego para o Guido Mantega, um bom emprego, um milhão por mês no Master, depois um bom contrato com Lewandowski, R$ 6,5 milhões, está no Globo e na Folha de S. Paulo de domingo, mas ficou em R$ 5 milhões.

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Compadrio e críticas ao Supremo

Ele deve ter descoberto que o Moraes estava com R$ 129 milhões, a família de Moraes, né? Deve ter achado estranho. Mas foi o mediador aí, a agência de emprego foi o Jacques Wagner, através do Augusto Lima, que era o CEO, do Banco Master. Ele já tinha relações com Augusto Lima, ele próprio conta naquela cesta do povo.

O Fernando Schiller, no Estadão de Domingo, comenta esse compadrio, como uma mão lava a outra no governo. Aliás, falando em Estadão, olhem só, o editorial principal do Estadão de sexta-feira, fazendo o país de bobo. Quem está fazendo o país de bobo? O Supremo, segundo o Estadão, caso da relação do escritório de Lewandowski com o Master é só a mais recente de uma série de situações eticamente reprováveis, mas que são tratadas pelas autoridades com naturalidade.

Isso faz muito mal para o país, e para nós também, principalmente para nós. Se nós, origem do poder, acharmos que isso é natural, que é natural que um escritório de advocacias da família de um ministro do Supremo possa ter um contrato gigantesco, excepcional, inédito, de R$ 3,6 milhões por mês, que é natural que outro ministro de Supremo seja o relator de um processo de um banco que está ligado ao exótico assino dos seus irmãos, supostamente seus irmãos.

É normal que o sujeito saia do Supremo e já feche um contrato com um banco? Não é normal. Isso não é normal.

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Sigilos, suspeitas e pedidos de investigação

Por falar nisso, vejam só. Houve um pedido da imprensa de saber quantas vezes dona Viviane Moraes que ficou como titular nominal do escritório da família de advocacia e defensora, defensora do máster, quantas vezes foi ao Senado? E o presidente do Senado pôs isso com sigilo. Ué, tem alguma coisa pra esconder? Qual é o problema? De um lobista, de uma advogada entrarem no Supremo? Se não for nada ilícito, não tem porquê. Proteger, né?

Aí joga a suspeita em cima. Os senadores Eduardo Girão, Ceará e Magno Malta, Espírito Santo, estão pedindo para a CPI do Crime Organizado quebra do sigilo fiscal e bancário da senhora Viviane Moraes. Não sei o que vai acontecer.

Na CPI da Previdência está prevista a ida de Vorcaro na quinta-feira. Eu fico pensando, poxa, agora que Vorcaro se sentiu desamparado, né?

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Respiradores do Nordeste voltam ao radar

E é bom a gente não esquecer. O ministro do Superior Tribunal de Justiça, Og Fernandes, mandou a Polícia Federal retomar a investigação sobre os respiradores do Consórcio do Nordeste, quem assinou a compra de 40 milhões pagos adiantados, sem garantia de receber o respirador, que não receberam até hoje. 48 milhões. Quem assinou era o então governador da Bahia, Rui Costa, que hoje é chefe da Casa Civil de Lula. Assinou a compra e autorizou o pagamento adiantado. E a vendedora não tinha capacidade técnica para produzir os respiradores, que nunca foram entregues.

Então, tem mais essa que a gente não pode esquecer, sob pena de estimular o inchaço da corrupção.

DEU NO JORNAL

DEU NO X

DEU NO JORNAL

SEM PROBLEMA

A investigação sobre o Banco Master deixou de ser apenas um escândalo financeiro e passou a representar um problema político direto para o governo Luiz Inácio Lula da Silva.

As possíveis conexões do empresário Daniel Vorcaro com integrantes do Executivo, contratos públicos firmados com empresa da qual ele é sócio e a atuação de figuras próximas ao governo colocaram o Planalto no centro do debate sobre conflitos de interesse e transparência institucional.

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“Problemas político” para o governo do Descondenado.

Tá escrito nessa nota aí de cima.

Besteira.

Isso ele resolve com apenas um discurso.

Depois de tomar duas doses da branquinha.

XICO COM X, BIZERRA COM I

CINE ACASO

Que bom que haja o acaso e que ele seja companheiro inseparável do desconhecido, da surpresa. Melhor ainda quando esse acaso é generoso e nos reserva coisas boas, para que, guardadas em nossas gavetas afetivas, possibilite futuras lembranças melhores ainda. É como a ilusão de um filme bom. Que a lua continue sendo a estrela principal, a protagonista do bem nesse cinema de céus azuis e borboletas multicoloridas. Que os pássaros continuem a fazer a trilha sonora desse seriado de mistério e que sirva para aproximar, cada vez mais, as pessoas, com elas dividindo a felicidade com que fomos premiados. Assim, nossa missão de Paz estará cumprida. Será um belo filme com final feliz. Colorido ou preto e branco, não importa. Igual aos que assistia, quando criança, no Cine Cassino, do Crato, que, acho, nem existe mais. A felicidade, sim, continua a nos espreitar, como o Gordo e o Magro que habitava meus sonhos infantis … Que volte Carlitos e que se abram as cortinas!

DEU NO X

DEU NO JORNAL

O ROMBO QUE O GOVERNO CHAMA DE META

Editorial Gazeta do Povo

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad

O governo federal anunciou, com ar triunfal, o cumprimento da meta fiscal de 2025. Os números, porém, contam outra história: um déficit de R$ 61,7 bilhões, 32% maior que o registrado em 2024. Ainda assim, graças às brechas do novo arcabouço fiscal, às bandas de tolerância e a uma série de exclusões convenientes, o resultado foi oficialmente celebrado como sucesso. Trata-se menos de responsabilidade fiscal e mais de contabilidade criativa institucionalizada.

O discurso oficial insiste em controle, mas os dados desmentem a narrativa. Em 2025, a arrecadação cresceu em termos reais, mas os gastos cresceram ainda mais. O resultado foi um rombo gigantesco, uma dívida crescente e a repetição de um padrão conhecido: o governo gasta além do que arrecada e, depois, reinterpreta as regras para declarar vitória.

O novo arcabouço fiscal, vendido como marco de credibilidade, revelou-se um mecanismo elástico, capaz de acomodar déficits vultosos sem que a meta seja formalmente descumprida. Basta excluir despesas relevantes – precatórios, ressarcimentos do INSS, gastos com defesa e educação – para que o rombo real desapareça do papel, ainda que continue pesando sobre as contas públicas.

O próprio Tesouro Nacional admite que a dívida pública já alcança 79,3% do PIB e deve continuar crescendo nos próximos anos. A Instituição Fiscal Independente, ligada ao Senado, vai além: alerta que, mantida a trajetória atual, a dívida pode ultrapassar 100% do PIB e chegar a 117% em 2035 – um patamar incompatível com a realidade de um país emergente.

Os alertas da IFI são claros e incômodos. Segundo seu diretor-executivo, Marcus Pestana, a gastança recorrente pressiona o endividamento e empurra os juros a níveis estratosféricos. O resultado é perverso: toda a sociedade passa a pagar uma “taxa de agiota” para financiar a fragilidade fiscal do Estado. A lógica é simples: déficits contínuos exigem mais dívida, que exige juros mais altos, que sufocam investimentos e crescimento.

O problema não é recente. Este foi o 12º ano consecutivo em que o governo gastou mais do que arrecadou. Desde 2014, o país não conhece superávit primário. Mas nos últimos anos o rombo disparou. Em apenas três anos, a dívida cresceu quase oito pontos percentuais do PIB. Ainda assim, o governo insiste em tratar déficits crescentes como algo administrável – e até virtuoso – desde que enquadrados nas regras que ele próprio flexibilizou.

A promessa de um superávit de 1% do PIB em 2026 soa, nesse contexto, mais como desejo político do que como plano crível. A própria IFI é categórica: para estancar o crescimento da dívida, o Brasil precisaria de um superávit próximo de 2% do PIB, algo improvável em um ano eleitoral e ainda mais distante diante da resistência do Congresso a novos aumentos de carga tributária.

Ainda sim, com a desfaçatez de costume, o governo fala em “resultado satisfatório” enquanto empurra o problema para o futuro – e para o próximo presidente, seja quem for. A conta, porém, não desaparece. Ela se acumula, corrói a confiança, mantém os juros elevados e compromete a capacidade do país de investir, crescer e oferecer perspectivas reais às próximas gerações.

Cumprir meta fiscal com rombo crescente não é virtude. É um artifício. A responsabilidade fiscal não se mede pela habilidade de explorar exceções, mas pela disposição de enfrentar o desequilíbrio estrutural entre receitas e despesas. Enquanto o governo insistir em celebrar déficits como se fossem conquistas, o Brasil continuará pagando caro – em juros altos, baixo crescimento e oportunidades perdidas – pela recusa em tratar as contas públicas com a seriedade que a realidade exige.