LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA
SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO
MAMÃO MACHO
DEU NO X
NOTÁVEL SABER FUTEBOLÍSTICO
DEU NO JORNAL
25 MI, MI, MI
Agora faz todo sentido o desespero do PT, em 2 de outubro, para impedir a convocação à CPMI do roubo a aposentados do desconhecido Edson Claro Medeiros Jr, que recebia tratamento de “testemunha-bomba”. E era mesmo.
Ex-braço direito de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, Edson Claro foi barrado pelo governo petista na CPMI, mas contaria à Polícia Federal que Careca pagou a políticos e a gente influente.
Filho de Lula (PT), Lulinha teria recebido R$ 25 milhões, mais R$ 300 mil mensais.
Edson Claro levou pânico a petistas como Paulo Pimenta (RS)
Edson é uma das 60 testemunhas vetadas na CPMI. O Planalto parece conhecer o “potencial destruidor” de cada uma delas, e define os vetos.
* * *
Tá no sangue.
O filhote recebeu uma quantia milionária e entupiu os cofres.
Nenhuma supresa, nem motivo para espantos.
Tudo dentro do padrão familiar.
DEU NO X
DIÁLOGO
DEU NO X
A VIADAGEM É QUEM MANDA
ABSURDO: Polícia Civil de MG indicia mulher que disse que “quem tem pint.. é homem”. Se condenada, ela pode pegar até 5 anos de prisão. A mulher se sentiu incomodada pela presença do transexual no banheiro feminino e, ao reclamar, foi acusada de crime. pic.twitter.com/wHBw2WI5aL
— Fernanda Salles (@reportersalles) December 9, 2025
CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS
APOCALYPSE NOW – O SET DA INSANIDADE

Francis Ford Coppola, com 50 quilos a menos, no cenário da loucura
Assim se pronunciou Francis Ford Coppola quando estava filmando APOCALYPSE NOW no inferno selvagem das Filipinas: Tudo que podia dar errado na filmagem saiu pior. Mergulhamos na brumosa, esquizofrênica e arriscada história de uma gestação cinematográfica nunca igualada.
No caso de Apocalypse Now, a façanha é que quase todos os membros da equipe envolvidos nas filmagens tenham conseguido terminar os trabalhos não enlouquecidos e vivos.
O diretor, Francis Ford Coppola, acompanhou seu protagonista, o capitão Willard, no mergulho à loucura: se a missão do soldado era caçar o coronel Kurtz, a de Coppola era a de concluir um filme que havia começado sem roteiro e sem final. O diretor reconheceria ter contemplado o suicídio por três ocasiões ao longo dos quatro anos de produção, quando tudo o que podia dar errado deu errado. E quando tudo o que ninguém pensado em ocorrer, saiu pior. Acredita ele que, se não tivesse levado a família ao set nas Filipinas para lhe compartilhar as loucuras das filmagens, teria se suicidado.
Apocalypse Now, que estreou no verão de 1979, portanto há 46 anos, era segundo o diretor de fotografia Vittorio Storaro, “um quadro da imposição de uma cultura sobre a outra e da vontade que os americanos têm de transformar tudo em espetáculo”: se os soldados reais colocavam rock and roll para bombardear povoados vietnamitas, os do filme escutavam Cavalgada das Valquírias, de Wagner. Se o exército arrasou com o Vietnã com explosões de napalm, Coppola rodaria a maior explosão já produzida fora de uma guerra. Com 11 milhões de dólares de orçamento (mesma quantia de Star Wars, de George Lucas), Apocalypse Now seria o primeiro blockbuster de arte e ensaio.
Tudo era loucura nas filmagens de Apocalypse Now: Steve McQueen, Al Pacino, Robert Redford e Jeck Nicholson recusaram o papel do protagonista principal Willard. Coppola contratou o ator Harvey Keitel, mas depois de três semanas de filmagens o dispensou, após perceber que o estilo do ator não se encaixava ao do personagem. Pegou o avião e viajou aos Estados Unidos e lá encontrando no Aeroporto Martin Sheen e o levou para o inferno das Filipinas para travar sua batalha com os demônios do coronel Kurtz.
A possibilidade de perder tudo provocava uma euforia poderosa em Copolla, que parecia ser mais criativo e produtivo sobre pressão – segundo afirmava Eleonor Coppola, a esposa. A última etapa da rodagem ficou a cargo de Francis Ford Coppola, 50 quilos mais magro, que insistia em prosseguir na iniciativa, apesar dos sinais de advertência. Os trabalhadores tinham disenteria quase diariamente, o ator que interpretava o surfista Lance (Sam Bottoms) aparecia sempre chapado com speed, maconha ou LSD, porque toda a equipe caia na farra de madrugada, os animais selvagens espreitavam as tendas de campanha durante a noite, as associações de defesa dos animais haviam denunciado o sacrifício de um búfalo para a filmagem da cena final e a United Artists pretendia reduzir o valor do seguro de vida de Coppola. Sua vida já não valia tanto quanto no início da empreitada de Apocalypse Now, mas era preciso terminar “Coração das Trevas”, ainda que fosse (literalmente) a única coisa que fizesse na vida. Só assim o investimento seria justificado ante os credores. A essa altura, Coppola já estava convencido de que o filme seria espantoso.
Depois de 238 dias na selva das Filipinas, com muita loucura na mata e muita gente pirada, cinquenta por cento mais magros, Martin Sheen infartado sem os executivos da United Artists saberem, Francis Ford Coppola termina as filmagens de Apocalypse Now se livrando dum problema sério chamado Marlon Brando. Num dos diálogos mais interessante dos bastidores das filmagens, Francis diz a Eleanor Coppola, sua esposa: “Eu tenho três semanas de filmagem com Brando e Hopper e cheguei à conclusão de que não vale a pena tentar seguir nenhum roteiro. Vou simplesmente pedir que eles improvisem e vamos filmar tudo. Com muita sorte, vamos conseguir algo que se assemelhe a um final. Porque eu não tenho um final para esse filme! É um desastre completo!”…
No dia do lançamento do filme, Coppola aproveitou a oportunidade para fazer uma advertência sobre Hollywood que foi recebida com escárnio: a imprensa o ridicularizou, concluindo que tinha ficado definitivamente pirado por culpa da filmagem de Apocalypse Now. Qual foi a aberração que Coppola se atreveu a profetizar? “Preparem-se, porque a tecnologia digital está a ponto de mudar o cinema para sempre.”
Felizmente, o tempo não deu razão a Francis Ford Coppola: Apocalypse Now é uma obra-prima, filosófica, eterna. Mas a tecnologia digital imbecilizou os filmes de arte, que antes eram feitos na raça, na tora, na coragem, beirando a loucura. Hoje o mouse substituiu o set de filmagem.
“Computa, computador, computa.”
O Filme que quase MATOU seu Diretor!
DEU NO X
ISTO É UMA VERGONHA
Boris Casoy disse o que o Brasil inteiro sente: um ministro do STF viajando em jatinho de um advogado investigado do próprio caso que ele supervisiona. Carona de luxo, silêncio cúmplice e impunidade garantida. Isso é mais que irregular, é uma vergonha nacional. pic.twitter.com/GwloV15GXq
— Giovani Cherini (@giovanicherini) December 8, 2025
DEU NO JORNAL
SUPREMA QUEIXA
DEU NO JORNAL
LIBERDADE, ANISTIA, VITÓRIA
Adolfo Sachsida
Há momentos na história de uma nação em que somos confrontados com mais do que uma votação: é uma encruzilhada moral. Não escolhemos entre nomes, mas entre dois caminhos opostos para o futuro do Brasil. Diante dessa decisão que moldará o amanhã, três palavras se impõem como um chamado inadiável à nossa consciência: Liberdade. Anistia. Vitória. A sua escolha de hoje carrega o peso de um destino. Qual caminho você está disposto a trilhar: o que restringe ou o que liberta a nação?
Na última sexta-feira, o ex-presidente Jair Bolsonaro anunciou seu apoio ao senador Flávio Bolsonaro para disputar a Presidência da República no próximo ano. E o mercado, tomado pelo medo, reagiu com queda da bolsa e alta do dólar. Mas permitam-me dizer: essa reação revela menos sobre Flávio Bolsonaro e muito mais sobre o pânico generalizado diante da possibilidade — real e palpável — de mais quatro anos de Lula. Porque o mercado, assim como o povo brasileiro, sabe o que está em jogo. Sabe que uma nova vitória de Lula significaria aprofundar o empobrecimento de nossa nação, enfraquecer ainda mais o Estado de Direito e comprometer as liberdades que são o fundamento da prosperidade e da dignidade humana.
E é aqui que surge a primeira palavra que me conduz ao meu apoio: liberdade. A liberdade de falar, de empreender, de ir e vir; a liberdade de viver sem medo; a liberdade de discordar sem ser perseguido. Esse princípio não é negociável. É o solo firme sobre o qual construímos a grandeza de uma nação. E Flávio Bolsonaro, assim como seu pai, sempre esteve ao lado dessas liberdades — não por conveniência, mas por convicção. É um defensor das liberdades individuais, econômicas e cívicas. E isso, para mim, faz toda a diferença.
A segunda palavra é a chave para destravar o nosso futuro: anistia. O Brasil clama por paz social e reconciliação. Não se trata de esquecimento, mas de um ato estratégico de liderança para virar a página do conflito e da perseguição política que nos imobiliza. Não há pacificação verdadeira sem uma anistia ampla, geral e irrestrita. Por quê? Porque uma nação que permanece dividida pelo rancor e amarrada à punição do seu passado é uma nação que não consegue prosperar nem avançar. É como tentar construir o futuro com as mãos acorrentadas. É esse compromisso, público e firme, com a agenda da anistia que torna o apoio a Flávio Bolsonaro não apenas uma escolha política, mas um imperativo cívico.
Mas liberdade e anistia, por si só, não bastam se perdermos a batalha eleitoral que se aproxima. E é por isso que chegamos à terceira palavra: Vitória. Alguns dizem que o mercado queria outro nome. Eu afirmo que Flávio Bolsonaro tem reais condições de vencer — não por entusiasmo vazio, mas pela solidez dos fatos. Ele carrega o apoio do maior líder popular da direita brasileira. Tem o recall de um senador da República. Conta com uma das maiores legendas do país, com governadores, senadores, deputados, prefeitos e lideranças nacionais e regionais. Com esse conjunto robusto de apoios, é praticamente certo o seu lugar no segundo turno. E, uma vez lá, a reconhecida capacidade de diálogo e conciliação do senador será o diferencial decisivo para unificar as forças e garantir a nossa vitória final no pleito. A vitória não é um desejo; é a única forma de concretizar a liberdade e a paz que o Brasil exige.
Além disso, Flávio Bolsonaro tem experiência legislativa, perfil moderado, capacidade de diálogo. Ele sabe unir, não dividir. Sabe ser firme, sem ser intransigente. Sabe conciliar, sem abrir mão de princípios. É esse espírito — esse temperamento — que atrai o centro, os moderados e todos aqueles que desejam firmeza sem radicalismo. E não esqueçamos: Flávio Bolsonaro mantém compromisso sólido com a segurança pública, com pautas conservadoras e com a pacificação nacional. No campo econômico, carrega uma visão liberal moderna — de responsabilidade fiscal, de respeito à segurança jurídica, de incentivo ao investimento e ao ambiente de negócios. É o tipo de agenda que garante crescimento sustentável, empregos e oportunidades.
Por tudo isso, afirmo com convicção: Flávio Bolsonaro possui chances reais e crescentes de vitória, superando, e muito, o que o ceticismo do mercado atual pode enxergar. Seu perfil agregará cada vez mais apoios. Os eleitores de Jair Bolsonaro encontrarão nele alguém que preserva o legado e os valores que defendem. E os eleitores de centro verão um candidato capaz de unir — não pela imposição, mas pelo diálogo; não pela força, mas pela razão. É por essa convergência estratégica que hoje digo, com serenidade e firmeza decisivas: Liberdade. Anistia. Vitória. Essas três palavras são o lema do meu apoio e o mapa que, muito em breve, conduzirá o Brasil de volta ao caminho da esperança, da prosperidade e de uma democracia verdadeiramente livre e pacificada.





