O governo do RN, sob Fátima Bezerra aliada de Lula, cria uma bolsa de R$ 500 para jovens que cometeram infrações, enquanto ignora milhões que estudam, trabalham e cumprem a lei sem qualquer apoio.
A mensagem é perigosa, pois o erro é premiado, o esforço é desprezado.
Políticas assim invertem valores, enfraquecem a autoridade do Estado e alimentam a sensação de injustiça social.
Reintegrar é necessário, mas jamais às custas de quem faz o certo.
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Nada de surpreendente.
Tudo normal.
A gunvernadora agiu conforme o regulamento do bando.
O grande poeta paraibano Manoel Lourenço da Silva, o Manoel Xudu (1932-1985)
O meu verso é como a foice De um brejeiro cortar cana. Sendo de cima pra baixo, Tanto corta, como abana, Sendo de baixo pra cima, Voa do cabo e se dana.
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O homem que bem pensar Não tira a vida de um grilo A mata fica calada O bosque fica intranquilo E a lua chora com pena Por não poder mais ouvi-lo
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Eu admiro um caixão Comprido como um navio Em cima uma cruz de prata No meio um defunto frio E um cordão de São Francisco Torcido como um pavio.
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Nessa vida de amargura O camponês se flagela Chega em casa à meia-noite Tira a tampa da panela Vê o poema da fome Escrito no fundo dela.
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Uma novilha amojada Ao se apartar do rebanho, Quando volta, é com uma cria Que é quase do seu tamanho; Ela é quem lambe o bezerro, Por não saber lhe dar banho.
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Carneiro do meu sertão, Na hora em que a orelha esquenta, Dá marrada em baraúna Que a casca fica cinzenta E sente um gosto de sangue Chegar à ponta da venta.
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Uma galinha pequena Faz coisa que eu me comovo: Fica na ponta das asas, Para beliscar o ovo, Quando vê que vem, sem força, O bico do pinto novo.
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Tem coisa na natureza Que olho e fico surpreso: Uma nuvem carregada, Se sustentar com o peso, De dentro de um bolo d’água, Saltar um corisco aceso.
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O ligeiro mangangá Passa, nos ares, zumbindo; As abelhas do cortiço Estão entrando e saindo, Que, de perto, a gente pensa Que o pau está se bulindo.
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A raposa arrepiada Se aproxima do poleiro, Espera que as galinhas Pulem no meio do terreiro; A que primeiro descer, É a que morre primeiro.
A Noite de Natal é sagrada para todos os lares. Noite de encanto e mistério para as crianças e de terno e carinhoso desvelo para os pais.
Antigamente, os presentes para as crianças eram simples, limitando-se a bonecas para as meninas e carrinhos e jogos para os meninos.
Atualmente, os presentes são caríssimos, com vantagem disparada para os celulares e brinquedos eletrônicos.
Mergulhando no passado, encontramos a inocência das crianças, que sonhavam com presentes simples e de fácil aquisição por parte dos pais.
Antigamente, no profundo silêncio da noite, quando tudo repousava na calma e bem-estar do sono, nas belas cabecinhas infantis surgia, na véspera de Natal, a resplandecente imagem do Menino Jesus, que lhes sorria e lhes apontava os mais lindos e engraçados brinquedos. Eram bonitas bonecas, empertigados soldados, esquisitos palhaços, airosos cavalos com abundantes crinas; ruidosos tambores e estridentes cornetas. Tudo isso agradava às crianças, como também esplêndidos doces, caixas de confeitos e chocolates, latas de biscoitos e um mundo de desejadas guloseimas que fizeram a ventura dos nossos primeiros anos.
Os meninos colocavam embaixo das camas seus chinelos ou sapatos, pensando na grande surpresa da manhã seguinte. Os presentes sempre agradavam, pois eram dados por “Papai Noel”.
Reinava a inocência das crianças e o sono chegava logo cedo.
Diz uma antiga lenda:
“Tinha eu oito anos”, disse certo escritor, “e lembro-me que, na manhã do dia de Natal, depois de ter saltado apressadamente da cama para ver o que o Menino Jesus tinha posto no meu sapato, fui encontrar duas grossas moedas de dez tostões. O meu desapontamento foi terrível. Por que o Menino Jesus, que distribui por todas as chaminés tão bonitas lembranças, me daria um presente tão repugnante?
Instintivamente, me veio a ideia de que o meu pai , no intuito de desvanecer a minha fé em tal lenda, tivesse metido no meu sapato aquele repugnante dinheiro. Ele deve ter se sentido feliz, pois conseguiu realizar os seus desejos, já que da minha mente, a partir de então, desapareceu a visão do Menino Jesus tão nosso amigo, e, pela primeira vez, entrou na minha alma o veneno da dúvida.”
Essa lenda, na sua cândida invenção, encerra um drama familiar, onde havia um tesouro de afetos em jogo, brotados dos corações dos pais. Quantos sonhos destruídos na cabeça de uma criança que acreditava em Papai Noel!
No Natal, em alguns países, os meninos costumam arrumar presépios, que é o lugar onde nasceu Jesus, colocando-os numa paisagem que representa o país de Bethleem, por cujos caminhos surgem os Reis Magos, com incenso, ouro e mirra, em homenagem ao Deus Menino; pastores tocando flauta e uma multidão de homens e animais que bebem num pequenino lago, cavalos, cães e galinhas, figuras que dão vida à paisagem. O chão coberto de musgo verde aparece rodeado de montanhas nevadas (de farinha).
Este é um costume que vem da Idade Média, e que se tornou costume popular por São Francisco de Assis.
Em muitos países, há o hábito de se arrumar a árvore de Natal. Há sítios em que todas as famílias, sejam ricas ou pobres, arranjam o seu ramo de pinheiro e o enfeitam de brinquedos e luzes.
Escritores e poetas contam histórias interessantes sobre a origem desse costume. Falam -nos das belas coisas que aparecem na gelada e dura terra na noite de Natal, da Rosa de Jericó que se abriu debaixo dos pés da Virgem Maria, das árvores que se vestiram de linda folhagem e deliciosos frutos.
Autoridade monetária afirma que crescimento menor se dará por causa da taxa básica de juros ainda “restritiva”
A economia nacional deve ter anos difíceis pela frente. Além da dívida pública galopante e do risco concreto de o Estado enfrentar um shutdown, projeção do Banco Central aponta que o Produto Interno Bruto (PIB) deverá crescer apenas 1,6% em 2026, o pior resultado em seis anos. A previsão foi divulgada na quinta (18) no Relatório de Política Monetária do quarto trimestre.
O PIB não é um indicador abstrato. Ele traduz a capacidade da economia de produzir riqueza, criar empregos e ampliar oportunidades. Quando o crescimento é baixo, os efeitos se espalham por toda a sociedade: empresas investem menos, produzem menos, vagas formais de trabalho encolhem, a renda per capita cai e até o Estado arrecada menos. Números do PIB muito aquém do esperado são alerta de que o país continua incapaz de gerar expansão consistente de sua atividade produtiva, condição indispensável para elevar a renda e a qualidade de vida da população.
Após o fim da Segunda Guerra Mundial, com o Brasil tendo iniciado seu ciclo de industrialização nos anos 1930, o mundo começou a acreditar que nosso país entraria em fase de crescimento econômico em razão de seu extenso território e amplas riquezas naturais, desde que houvesse abertura ao comércio internacional e redução da alta dependência de suprimentos internacionais.
Apesar das dificuldades, a partir de meados dos anos 1950, o Brasil conseguiu superar algumas vulnerabilidades e teve crescimento econômico a taxas consideradas boas para a época, até os anos iniciais da década de 1970. Esse crescimento levou os meios políticos, as entidades empresariais e a imprensa nacional a espalharem a crença de que o Brasil adentraria os anos 2000 com progresso material suficiente para eliminar a miséria, reduzir a pobreza e caminhar para entrar no grupo dos países desenvolvidos. Mas não foi o que se viu. A análise dos indicadores mostra que, ainda que em alguns momentos a economia brasileira tenha obtido boas taxas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a rigor o crescimento por habitante não foi tão expressivo quanto poderia ser.
Problemas econômicos internos, somados às duas crises do petróleo de 1973 e 1979, também puxaram a economia para trás. A taxa de crescimento médio caiu e, no início dos anos 1990, o Brasil já estava sendo visto pelo mundo como um país rico em recursos naturais, mas condenado ao atraso econômico e social. Nesse cenário, a pobreza continuou sendo grande, os níveis educacionais continuaram sofríveis, a violência urbana explodiu, a inflação explodiu e parecia incurável mesmo após cinco planos econômicos, as leis seguiam complexas e instáveis, a Justiça continuou lenta e o setor público na União, estados e municípios seguia marcado por elevada corrupção e ineficiência administrativa.
Em 1994, as expectativas começaram a mudar para melhor na esteira do sucesso do Plano Real, que conseguiu debelar a inflação alta e crônica. O cenário econômico tornou-se favorável ao Brasil, especialmente pela boa situação internacional e pela sequência de elevação dos preços internacionais das commodities exportadas. Esse ciclo de alta durou oito anos, as contas externas foram melhoradas, a dívida externa foi substancialmente reduzida e foi aberto espaço importante para melhorar as políticas de distribuição de renda.
Aquela impressão de que o Brasil poderia ter um ciclo longo de crescimento começou a se desfazer já na primeira gestão de Dilma, que adotou uma “nova matriz econômica” baseada em estímulo ao consumo e elevação irresponsável do gasto público. Dilma foi reeleita em 2014 e os dois anos seguintes, 2015 e 2016, foram desastrosos na economia, com grave recessão que fez o PIB cair mais de 7% nesse período. Depois tivemos os governos de Temer e Jair Bolsonaro – quando a epidemia de Covid-19 derrubou as economias mundiais – e, mais recentemente, Lula, que ressuscita a desastrosa política de que “gasto é vida”.
Um governo que insiste em gastar como se não houvesse amanhã e que força a economia a rodar muito acima do seu limite obriga o BC a adotar política monetária restritiva. Como a missão do Banco Central é proteger o valor da moeda, ele reage da única forma que está ao seu alcance: elevando juros para frear a economia e, ao menos, conseguir o chamado “pouso suave”, em vez de uma nova e traumática recessão.
Ainda que a política monetária restritiva não seja o único motivo apontado para a baixa projeção do PIB de 2026 – o próprio BC cita também o baixo nível de ociosidade dos fatores de produção, a perspectiva de desaceleração da economia global e a ausência do impulso agropecuário observado em 2025 –, é inegável que o governo federal não tem feito sua parte. Em vez de fomentar investimento e proporcionar aumento da competitividade do setor produtivo brasileiro, o governo segue superaquecendo a economia com uma política fiscal irresponsável e, quem paga a conta, como sempre, são os brasileiros.
Ao longo da minha vida tenho enfrentado duras batalhas, pagando um preço alto, com minha saúde e família, para defender aquilo que acredito ser o melhor para o nosso Brasil.
Diante desse cenário de injustiça, e com o compromisso de não permitir que a vontade popular seja silenciada, tomo a decisão de indicar o Flávio Bolsonaro como pré-candidato à Presidência da República em 2026.
Entrego o que há de mais importante na vida de um pai: o próprio filho para a missão de resgatar o nosso Brasil. Trata-se de uma decisão consciente, legítima e amparada no desejo de preservar a representação daqueles que confiaram em mim.
Ele é a continuidade do caminho da prosperidade que iniciei bem antes de ser Presidente, pois acredito que precisamos retomar a responsabilidade de conduzir o Brasil com justiça, firmeza e lealdade aos anseios do povo brasileiro.
Que Deus o abençoe e o capacite na liderança dessa corrente de milhões de brasileiros que honram a Deus, a Pátria, a Família e a Liberdade.
Muitos ministros do STF não podem, já que o visto foi suspenso, mas o governador de São Paulo escolheu os Estados Unidos para passar as férias de fim de ano.
O afastamento deve começar amanhã (26).
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Que absurdo dos Zistados Zunidos.
Suspender visto de supremas autoridades brasileiras é um ato de injustiça com a nossa justiça.