DEU NO X
DEU NO X
O INIMIGO SECRETO
Está engraçado demais. Vejammm.. 😆😆😆😜 pic.twitter.com/UnmDsZg4Jh
— Nei Giglio🇧🇷🍀🇧🇷 (@neideboaski) December 24, 2023
PENINHA - DICA MUSICAL
BANDA DE MÚSICA DO 34º BIMec., E DA GUARDA MIRIM – MEDIANEIRA-PR
ALEXANDRE GARCIA
SAIDINHA DE NATAL E HAMAS: GOVERNO ESCOLHE LADOS ERRADOS

Projeto que extingue saidinha de Natal está parado no Senado
Todo mundo atento nas ruas do Brasil. Tem a saidinha de Natal. Aqui em Brasília no passado houve uma tragédia inesquecível. Um dos detentos, solto como prêmio, foi para uma pista de aeromodelismo onde havia um casal com um bebê. Matou o casal. Simplesmente matou o casal, e o bebê ficou órgão naquele dia.
Há casos em que o estuprador é solto. E estupra. Então, são 33 mil que saíram em São Paulo, em Brasília uns dois mil, em Minas Gerais uns quatro mil, no Rio de Janeiro quase dois mil, e por aí vai, pelos estados brasileiros.
Em geral, 5% não voltam.
Também saiu o indulto de Natal do presidente da República, que não incluiu manifestantes do 8 de janeiro que estão em presídios ou com tornozeleiras.
A propósito, a Câmara dos Deputados já votou um projeto de lei para extinguir essa saidinha e a aprovação foi de 311 a 98 votos, mas está parado no Senado. Mais um assunto parado lá, dependendo do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.
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Presos reincidentes vão cumprir regras?
Essas saídas são para confraternização familiar, cursos profissionalizantes e execução de tarefas sociais, em benefício da comunidade. Vocês acham que a pessoa, a maior parte reincidente no descumprimento de regras, vai cumprir essas regras? Eu não acredito. Nos Estados Unidos não existe esse tipo de saidinha.
E chegou mais um voo, um terceiro voo de Gaza. O avião veio quase vazio, trouxe 30 pessoas. Pelo jeito não existe nenhum brasileiro nato ali, a maior parte são palestinos que desejam morar no Brasil. Tomara que não tenha nenhum “hamas” ali no meio. Há muita preocupação, sempre houve essa preocupação lá na tríplice fronteira por exemplo, em Foz do Iguaçu. Tomara que haja uma filtragem muito rigorosa.
Hoje em Israel foi um dia triste para as forças de defesa, morreram 14 militares israelenses. Cinco foram atingidos num veículo militar por uma bazuca ou míssil, algo assim.
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Embaixador fala como se torcesse pelo Hamas
Eu estava vendo uma entrevista da minha querida colega Cristina Graeml, da Gazeta do Povo, e do coronel Gerson Gomes, também contando essas histórias. A Cristina entrevistou duas deputadas que lá estavam a convite da comunidade Brasil-Israel: a Cristiane Lopes, do União Brasil de Rondônia, e a Carla Zambelli, do PL de São Paulo.
Elas foram cobrar do embaixador brasileiro de Israel, Frederico Maia, por que ele disse em entrevista ao UOL que não entende liberar reféns israelenses, porque assim o Hamas perde uma moeda de troca.
Parece que o embaixador está deixando bem claro uma torcida para o Hamas. Ela perguntou se foi ao kibutz atacado: disse que não foi por razões de segurança. Perguntou se ele viu as imagens que o próprio Hamas gravou e que Israel obteve: ele disse que não viu porque não quis. São imagens horrorosas. E ficou muito estranho porque tem inclusive um brasileiro sequestrado, era o caso de ir lá.
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Governo anterior cultivava boas relações com Israel
Mas, enfim, Israel nos toca muito porque não tem um dia em que você e eu não usemos tecnologia israelense. Inclusive em nossos celulares. Ficou estranho porque o embaixador anterior, que era o general Menandro, estimulou o aprendizado, o intercâmbio da Embrapa com Israel. Por que Israel tira água do deserto. Tira fruta e comida do deserto. E nós temos um Nordeste que gostaria muito de ter tecnologia, inclusive de dessalinização da água, como tem Israel.
Eram poucos da Embrapa que iam a Israel, mas com o embaixador Menandro foi um monte de técnicos da Embrapa. Mas agora parece que o embaixador está disciplinadamente afinado com o presidente da República e com Celso Amorim, em relação a Israel. Lamentável.
A Cristina Graeml, as deputadas, o Gerson Gomes, foram lá a convite desta comunidade Brasil-Israel que deseja que aqui no Brasil nós sejamos bem informados a respeito do que está acontecendo lá. Mas a gente sabe que há uma espécie de conspiração midiática para falsificar os fatos.
DEU NO X
A LADROAGEM VIROU PIADA
— Roger Rocha Moreira (@roxmo) December 24, 2023
DEU NO JORNAL
NADEMOS CONTRA A MARÉ PROGRESSISTA
Roberto Motta

O mundo atual está submetido a uma hegemonia “progressista”, ou esquerdista, socialista ou marxista – chame como você quiser, é tudo mais ou menos a mesma coisa.
Esse “consenso” ideológico domina a mídia, a cultura, a música, a literatura, as escolas públicas e privadas, todas as universidades, as entidades científicas, as máquinas administrativas dos governos e chegou até à aplicação da justiça.
No Brasil, a notável exceção a essa contaminação são as polícias, principalmente as polícias militares. Por que são exceção? Talvez porque enfrentem a realidade diária do crime, talvez porque testemunhem o incentivo que o “progressismo” dá aos criminosos, talvez devido à hierarquia militar – e isso explica por que uma das pautas principais da esquerda brasileira é a desmilitarização da polícia militar.
Nunca esqueçam disso: estamos mergulhados em uma lama progressista, o tempo todo, em todos os lugares. Quem acorda para essa realidade – quem toma a red pill, a pílula vermelha – vai ter que nadar contra a maré.
Uma maré de lama.
Nadam contra essa maré os jornalistas e políticos que não concordam com a infantilização da política, formada por discussões sem argumento, legislação cada vez mais arbitrária e paternalista, déficits cada vez maiores (a chance de haver um déficit zero é zero) e inflação – desvalorização da moeda – causada pela emissão descontrolada de dinheiro pelo Estado.
Nadam contra a maré os juristas que defendem direitos fundamentais e a redução do poder do Estado, porque o Estado não é solução para tudo e nem pode ser o senhor de nossas vidas. Ao contrário; o foco do Estado deve estar em segurança pública, defesa, justiça, saúde básica e educação básica, e nada mais.
Também nadam contra a maré os médicos que procuram o bem-estar dos seus pacientes e não o lucro das empresas farmacêuticas; os professores que querem o aprendizado e a independência dos alunos e não sua doutrinação; os pais que desejam filhos saudáveis, com vida próspera, estabilidade emocional e independência financeira – pais que ousam lutar contra a desestruturação das famílias e a constante apologia das drogas.
Todos eles, e todos nós, remamos contra a maré progressista.
Entender isso não torna o nosso trabalho mais fácil, mas nos dá a consciência da importância do que estamos fazendo para a preservação da vida, da liberdade e da existência do que chamamos de civilização ocidental.
Ainda vai levar algum tempo para essa maré virar. Até lá, temos que construir nosso espaço pessoal de sanidade, de saúde e de liberdade, fazendo o que está ao nosso alcance, agindo politicamente quando possível e encontrando outras formas quando a ação política nos é proibida – mas sempre levando informação e educação, e promovendo independência e segurança.
O Estado-babá progressista diz que vai cuidar de nós do berço ao túmulo. Em troca ele exige servidão e a maior parte da riqueza que criamos. Essa relação mantém o cidadão pobre e ignorante, para que ele precise eternamente da ajuda do Estado para sobreviver.
É nosso dever, nadando contra a maré, denunciar isso.
DEU NO JORNAL
UMA ZONA GOVERNATÍCIA
Faltando um dia para começar o recesso presidencial, Lula deve fechar o ano sem receber os ministros Sílvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) e Márcio França (Micro e Pequenas Empresas) em agendas privadas. Silvio (PE) virou ministro na tentativa de cooptar o Republicanos da Câmara, em substituição a França (PSB).
O rebaixamento do socialista rendeu o apelido de “micro-ministro”, já que foi enfiado numa pasta inventada na última hora e que nem mesmo tinha orçamento previsto.
Lula só recebeu França quando era titular de Portos. Queimou o filme ao não cumprir a promessa de lançar bilhetes aéreos a R$ 200.
Com recorde de luxuosas viagens ao exterior e 62 dias fora do Brasil, o ministro mais recebido só poderia ser Mauro Vieira (Relações Exteriores)
Entre demitidos e ainda titulares, 19 ministros foram recebidos até duas vezes por Lula. Desses, nove só conseguiram um despacho.
Olaf Sholz, chanceler alemão, teve cinco despachos privados com Lula. É mais do que o conseguido por 27 dos ministros do petista.
* * *
Pense num gunverno esculhambado.
Puta que pariu!!!
Essa nossa República das Bananas foi magnificamente ampliada depois que o Ladrão Descondenado voltou eletrônicamente ao poder.
Pioramos um poucão a cada dia que passa.
É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

XICO COM X, BIZERRA COM I
CASAL PERFEITO
O pintor comunista,
falante, marxista,
casou com a moça calada do 7° andar,
médica radiologista.
Durante o dia,
ele pinta paisagens,
coloridas, ideológicas, utópicas.
Ela analisa imagens radiológicas,
em preto-e-branco,
descoloridas, tecnológicas.
Ela nada sabe de cores;
Ele, tampouco de dores …
Os dois entendem de amores.
À noite, se amam em meio às telas,
pincéis, tintas, aquarelas
e raios-x de tórax …
Retratos do pulmão
e paletas de toda cor embalam os sonhos
de uma médica calada
e de um falante pintor …
e assim,
vivem um amor de cores quentes
em peitos tão iguais e diferentes …
DEU NO JORNAL
NATAL – PROPOSTA REVOLUCIONÁRIA
Carlos Alberto Di Franco

Detalhe de “A Adoração dos Pastores”, de Giorgione
Celebramos o Natal. O nascimento de Cristo sempre fascina, comove e exerce notável poder transformador.
Hoje, amigo leitor, tratarei de um tema fora da caixa: a força revolucionária da santidade. Um assunto talvez surpreendente nas páginas de um jornal. Mas é um fato: Deus está em alta. Isso mesmo. A nostalgia de valores transcendentes é patente no Brasil e em muitos lugares de um mundo cansado e sedento de certezas. Acabo de regressar de Madri. A belíssima capital da Espanha está vestida de luzes e repleta de presépios anunciando o nascimento do Menino Deus.
A religião, sintoma de alienação na geração passada, ganha espaço nos dias que correm, sobretudo no mundo dos jovens. Impressiona-me, e muito, a retomada cristã. Busca-se um sentido mais profundo para a vida. Quando parece que o materialismo prático está ganhando de goleada, o jogo vira. Sempre foi assim na bimilenária experiência do cristianismo.
O Natal inaugura o mapa da santidade. De fato, o nascimento, a vida, a morte e ressureição de Cristo compõem o plano de voo para a fascinante viagem rumo ao Criador. Nada melhor do que buscar a experiência dos santos para iluminar essa travessia. Eu tive a felicidade de conhecer pessoalmente um deles: São Josemaría Escrivá.
Há quase 50 anos, em maio e junho de 1974, São Josemaría visitou o Brasil e se apaixonou pelo que viu: a diversidade de raças, a miscigenação, o convívio aberto e fraterno, a alegria, a musicalidade da nossa gente. Apalpam-se no Brasil, dizia ele, comovido, todas as combinações que o amor humano é capaz de realizar. Liberdade, tolerância e cordialidade, traços característicos de nosso modo de ser, atraíram profundamente o fundador do Opus Dei. São ativos importantes que, infelizmente, foram sendo fustigados pelo clima de polarização e cancelamento que tomou conta do mundo e do Brasil. O Natal é um momento propício para tentar um resgate de valores que sempre fizeram do Brasil um país alegre, positivo e acolhedor.
A figura amável de São Josemaría e a força de sua mensagem tiveram grande influência em minha vida pessoal e profissional. Aproveitando este Natal, quero compartilhar com você algumas ideias recorrentes na vida e nos ensinamentos de São Josemaría: seu amor à verdade e sua paixão pela liberdade. Trata-se de convicções que constituem uma pauta de atualidade permanente.
“Peço a vocês que difundam o amor ao bom jornalismo, que é aquele que não se contenta com rumores infundados, com boatos inventados por imaginações febris. Informem com fatos, com resultados, sem julgar as intenções, mantendo a legítima diversidade de opiniões, num plano equânime, sem descer ao ataque pessoal. É difícil que haja verdadeira convivência onde falta verdadeira informação; e a informação verdadeira é aquela que não tem medo da verdade e que não se deixa levar por desejos de subir, de falso prestígio ou de vantagens econômicas.” A citação, extraída de uma das entrevistas do fundador do Opus Dei à imprensa, é um estímulo ao jornalismo de qualidade.
Apoiado na força de sólidas convicções, o pensamento de São Josemaría suscita ao mesmo tempo uma visão aberta, serena, pluralista. Sempre me impressionou o tom positivo da sua pregação. Sua defesa da fé não é, de fato, antinada, mas a favor de uma concepção cristã da vida que não pretende dominar à força da imposição, mas, ao contrário, quer se apresentar como uma alternativa cuja validade depende da resposta livre de cada um.
Sua doutrina se contrapõe a uma doença cultural do nosso tempo: o empenho em confrontar verdade e liberdade. Frequentemente as convicções, mesmo quando livremente assumidas, recebem o estigma de fundamentalismo. É o covarde recurso de rotular negativamente quem pensa de modo diverso. Impõe-se, em nome da liberdade, o que se poderia chamar de dogma do relativismo. Essa relativização da verdade não se manifesta apenas no campo das ideias. De fato, tem inúmeras consequências na prática jornalística. Nosso trabalho não é transmitir versões ou assumir narrativas.
“Informar”, diz ele, “não é ficar a meio caminho entre a verdade e a mentira”. O bom jornalista é aquele que aprofunda, vai atrás da verdade que, como dizia Claudio Abramo, frequentemente está camuflada atrás da verdade aparente. É, sobretudo, aquele que não se esconde por trás de uma neutralidade falsa e cômoda.
Ao mesmo tempo que defende os direitos da verdade, São Josemaría Escrivá não deixa de enfatizar o valor insubstituível da liberdade humana – particularmente da liberdade de expressão e de pensamento – contra todas as formas de sectarismo e de intolerância. Para ele, o pluralismo nas questões humanas não é apenas algo que deve ser tolerado, mas, sim, amado e procurado.
Simpático e carismático, São Josemaría vislumbrava no cotidiano, nas coisas simples e comuns, o ponto de encontro entre Deus e os homens: “Ou sabemos encontrar o Senhor na nossa vida de todos os dias, ou não o encontraremos nunca”. O cristianismo encarnado nas realidades cotidianas: eis o miolo da proposta revolucionária de São Josemaría Escrivá.
A todos um feliz Natal!
PENINHA - DICA MUSICAL

