DEU NO X
DEU NO JORNAL
EXCRETOR DE MENTIRAS
Lula cultiva a mentira de que não teve direito a “presunção de inocência”.
Ele teve o mais amplo direito de defesa e foi condenado por corrupção em três tribunais diferentes, que se basearam na abundância de provas.
* * *
Dizer que Lula “cultiva a mentira” é ressaltar o óbvio ululante.
É uma redundância desnecessária.
Cagar mentiras o dia todo é a atividade primordial e predileta do larápio mor.

VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO
PALHAÇOS E REIS
Na confusão de gestos e risos sardônicos, eis que o povo brasileiro sofre mais uma vez, com uma nuvem cinzenta de gafanhotos negros, chegando para perturbar a alegria do povo, às vésperas do Carnaval, festa de ricos e pobres, cada um ao seu modo.
Quem pode, se empanturra de lagosta e caviar e bebidas caras, às custas do dinheiro público. Quem não pode, se diverte na base da linguiça e da cachaça, com pandeiro ou sem pandeiro.
A “terceira guerra mundial”, representada pelo Covid 19, em 2020, pegou o povo de surpresa, podendo ser considerada mais uma praga, não do Egito, mas da China, com a proliferação de um vírus feito em laboratório, que dizimou milhares de pessoas em todo o mundo, inclusive no Brasil.
Agora em 2024, às portas do Carnaval, mais uma praga do Egito estourou, sendo acompanhada pelo mosquito da dengue, e do vírus fabricado pelo solar dos urubus, onde se fabrica a destruição moral de cidadãos de bem e de suas famílias.
O brasileiro assiste ao prepotente desfile de palhaços e reis, que se julgam acima de Deus, mas que, na verdade, são guiados por Lúcifer, o espírito do mal. Esses urubus togados merecem fazer um retiro espiritual no carnaval que se aproxima, para pedir perdão a Deus por tanto mal que tem praticado contra o povo brasileiro.
De repente, a gangorra política voltou a todo vapor. De um lado, Jesus, do outro, Lúcifer.
É Portela 74
Mais uma vez, estamos às portas do Carnaval. O povo anseia pelo tríduo de Momo, para, sem lenço nem documento, descansar da rotina do trabalho e recuperar as energias.
O Carnaval é um período de festas populares realizadas durante o dia e à noite. As comemorações ocorrem todos os anos, nos meses de fevereiro ou março, começando no sábado e estendendo-se até a Terça-feira de Carnaval.
As celebrações carnavalescas terminam na Quarta-feira de Cinzas, dia que marca o início da Quaresma – período de 40 dias que segue até a Sexta-feira Santa, dois dias antes da Páscoa.
As festas de Carnaval são adaptadas de acordo com a história e a cultura local. Em geral, as pessoas dançam, comem e bebem alegremente em festas, bailes de máscaras e bailes de fantasias.
Marchinha de carnaval é um gênero de música popular que foi predominante no Carnaval Brasileiro dos anos 20 aos anos 60 do século XX, altura em que começou a ser substituída pelo samba enredo.
Carmen Miranda foi a cantora mais popular de marchinhas de carnaval.
A primeira marcha foi a composição de 1899 de Chiquinha Gonzaga, intitulada Ó Abre Alas, feita para o cordão carnavalesco Rosa de Ouro.
A marcha foi um estilo musical importado para o Brasil, que descende diretamente das marchas populares portuguesas, partilhando com elas o compasso binário das marchas militares, embora mais acelerado, melodias simples e vivas, e letras picantes, cheias de duplo sentido. Marchas portuguesas faziam grande sucesso no Brasil até 1920, destacando-se Vassourinha, em 1912.
Oh! Dona Antonha
Oh! Dona Antonha, oh! Dona Antonha
Tu tá ficando mas é muito sem vergonha!
Oh! Dona Antonha, oh! Dona Antonha
Tu tá ficando mas é muito sem vergonha!
A dona Antonha tem três filhas bonitinhas
Uma é Miloca, outra é Dondoca, outra é Chiquinha
São três querubim, feitas só pra mim
E nesta trinca eu vou brincar o carnaval!
Levo a dona Antonha, porque é sem vergonha
Ela está velha, mas é boa, não faz mal! Agora!
Eu fiz um bloco pra brincar com a macacada
As três meninas vão sair fantasiada
Uma de dançarina, outra de colombina
Sai a Chiquinha de Maria Antonieta!
Mas a dona Antonha, que é muito sem vergonha,
Sai de baliza, vestida de borboleta! Enfeza!
Inicialmente calmas e bucólicas, a partir da segunda década do século XX as marchas passaram a ter seu andamento acelerado, devido a influência da música comercial norte-americana da era jazz-bands, tendo como exemplo as marchinhas Eu vi e Zizinha, de 1926, ambas do pianista e compositor José Francisco de Freitas, o Freitinhas.
A marchinha destinada expressamente ao carnaval brasileiro passou a ser produzida com regularidade no Rio de Janeiro, a partir de composições de 1920 como Pois não de Eduardo Souto e João da Praia, Ai amor de Freire Júnior e Ó pé de anjo de Sinhô, e atingiu o apogeu com intérpretes como Carmen Miranda, Emilinha Borba, Almirante, Mário Reis, Dalva de Oliveira, Sílvio Caldas, Jorge Veiga e Blecaute, que interpretavam, ao longo dos meados do século XX, as composições de João de Barro, o Braguinha, e Alberto Ribeiro, Noel Rosa, Ary Barroso, Noel Rosa e Lamartine Babo.
O último grande compositor de marchinha foi João Roberto Kelly.
A PALAVRA DO EDITOR
DESPEDEM-SE E DESPEM A FANTASIA TETÊ E O SOBRINHO DONZELO
Em momento ‘só dei uma passadinha pra ver a bagunça’, a ruiva cadela maconheira, ratoneira (de 600 ratos fez almoço) e rameira Pandora, no auge de seus quinze aninhos ‘bem vividos e latidos’, informa que Yu-Gi-Oh! celebra su 25 aniversario con duelos, amistad, misterio y la constante búsqueda de la verdad detrás del Rompecabezas del Milenio.
“Play it, Sam”… À espera pela “tradução da bula da vacina contra dengue, do japonês para o português”, vai o Zé de mãos dadas com Édith Giovanna Gassion pelas ruas parisinas… “We’ll always have Paris”.
La bohème, la bohème
On était jeunes, on était fou.
La bohème, la bohème
Ça ne veut plus rien dire du tout…
“Of all the gin joints in all the towns in the world, she walks into mine.” Nem em sonho a gente pode ser feliz, passear em Paris e ouvir Édith Piaf?!, questionou no domingo pretérito o Zé Ramos (JOSÉ RAMOS – COLUNA ENXUGANDOGELO – Texto: O SONHO INTERROMPIDO).
Seguindo conselhos (ordens) da chinesa doutora Tete Zhaum, o caminhoneiro/mudanceiro deixa o ‘zérramos’ a sonhar, toma um banho, faz a barba, confere os cabelos brancos, balagandans e penduricalhos, veste uma calça jeans, calça sapatênis e a camiseta, que não é rosa e jamais vermelha – problem solved.
Sai e vai pro bar do Pinguim na base do “arrasa lindão”. Só vai devagar e divagando que o santo é de barro, a grana anda curta e o estoque de pepinos-do-mar está no fim.
As feias que lá estavam me miraram com aquele ‘olhar pidão de quem quer pepino’, mas, abacaxis que eram, não ficaram apetecíveis ‘chuchuzinhos’ com as cervejas que tomei e as belas do lugar sequer olharam para este que vos escreve. O bar é grande. Vou até o espaço musical do lugar, que fica no sub-solo.
O karaokê do boteco está animado. Cantam Tetê e Zé Roberto como canta Maria Rita:
Todos os dias é um vai e vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar.
PENINHA - DICA MUSICAL
COINCIDÊNCIAS MUSICAIS DO REI – 5
DEU NO JORNAL
O SONHO DE POLODORO É SER IMPORTUNADO
Na caçada a Jair Bolsonaro, “importunação de baleia” parece acusação ridícula, mas motivou e atraiu milhares de apoiadores a São Sebastião (SP), onde o ex-presidente seria interrogado sobre o “abominável crime”.
As chances de Bolsonaro são idênticas a de uma caça sob mira, mas ele impôs uma humilhação a Lula (PT), cuja visita ao Complexo do Alemão no Rio, também ontem, foi outro fracasso de público. Terça, em Bolford Roxo, nem o prefeito coagindo servidores garantiu claque para o petista.
Em Itaguaí, Rio, banhistas costumam brincar com golfinhos, até tocam neles carinhosamente, sem o risco de serem importunados pela polícia.

Em Alagoas, o Ibama permite a interação de turistas com peixe-boi.
Já o Projeto Tamar, na Bahia, deixa tartarugas gigantes ao alcance de todos.
Bolsonaro é acusado de “importunar baleia” no país em que até animais silvestres são expostos em zoológicos, e isso não faz mal algum.
* * *
Nosso querido jumento Polodoro está ansioso pra ser “importunado” por petistas.
Ele sonha com isso o tempo todo.
Não vai sobrar uma única prega depois da importunação.
E balança a sua pajaraca enquanto mastiga o capim e alimenta seu sonho.
DEU NO X
ENTENDEU O MOTIVO DA PERSEGUIÇÃO? TÁ TUDO EXPLICADO…
Vejam o motivo da perseguição. Enquanto um é ovacionado pelo povo, o outro tem a recepção que merece. Bolsonaro consegue reunir apoio espontaneamente, enquanto o outro, segundo denúncias, teve que coagir servidores para que comparecessem. Esse é o retrato do nosso país hoje. pic.twitter.com/E8n8iqsmHH
— Damares Alves (@DamaresAlves) February 8, 2024
DEU NO X
DÚVIDA
DEU NO X
SURREAL! OS DETALHES DO MAIOR ATAQUE À DEMOCRACIA
Surreal! Os detalhes do maior ataque a democracia que aconteceu hoje. pic.twitter.com/04bpcSaF3u
— Gustavo Gayer (@GayerGus) February 8, 2024
JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE

