DEU NO JORNAL

O ANTISSEMITISMO PETRALHA

O antissemitismo do governo petista vinha sendo demonstrado de outras formas, antes mesmo dos insultos do presidente Lula (PT) aos judeus. Em depoimento gravado ao lado do chanceler israelense Israel Katz, a brasileira Rafaela Tristman, de 20 anos, que escapou por milagre da execução em massa de 1.300 civis em 7 de outubro passado, revelou que o governo do PT jamais ofereceu apoio às famílias de brasileiros assassinados, tampouco àqueles que sobreviveram ao ataque terrorista. Veja o testemunho de Rafaela:

Terroristas invadiram o bunker onde Rafaela e o namorado tentavam se proteger. “Eles matavam e riam”, conta ela, em relato comovente.

Rafaela e Ranani, o namorado, e mais 40 pessoas foram atacados a tiros. Ela escapou porque estava protegida, sob cadáveres. Ranani, não.

Ela disse que nunca as vítimas brasileiras mereceram a menor atenção do governo Lula, nem as famílias daqueles covardemente executados.

Em seu depoimento sereno e contundente, Rafaela agradeceu o apoio do governo de Israel, que inclui assistências médica e psicológica.

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO JORNAL

FOI PROPOSITAL

Marcel van Hattem

Fala do presidente Lula (PT) sobre o "genocídio" de Israel em Gaza gera crise diplomática para o Brasil.

Fala do presidente Lula (PT) sobre o “genocídio” de Israel em Gaza gera crise diplomática para o Brasil

A declaração de Lula no domingo, 18 de fevereiro, comparando a legítima reação de Israel contra o terrorismo do Hamas ao Holocausto foi repugnante em todos os sentidos. A diatribe do petista – ofensiva, delirante e violenta –, gerou forte reação internacional e dentro do país. Israel declarou, para nosso vexame, Lula “persona non grata”. É o primeiro presidente da nossa República a alcançar a triste façanha.

O mundo livre, igualmente, chocou-se com a manifestação de Lula. Nem entre as nações autoritárias, salvo Cuba e Rússia, viu-se aplausos à sua verborragia. De relevante, apenas o próprio grupo terrorista Hamas que, por nota oficial, deleitou-se e aproveitou para atacar os Estados Unidos e provocar a Corte Internacional de Justiça de Haia a declarar Israel um estado genocida. Um horror. Para que, então, serviu essa declaração tão racista e antissemita?

Logo na esteira da fala de Lula, feita fora do “script” que lhe cabia segundo o texto escrito por sua assessoria, a imprensa aliada saiu em sua defesa da maneira mais previsível. Acusou uma suposta “escorregada” e que Lula deveria evitar falar além daquilo que constava do seu discurso preparado pelo Itamaraty. Não colou.

Ao invés de recuar, mesmo após o sabão público recebido do chanceler israelense Israel Katz, que convocou o embaixador brasileiro em Tel Aviv, Frederico Meyer, ao Museu do Holocausto para ver com seus próprios olhos as atrocidades nazistas, Lula decidiu dobrar a aposta.

Primeiro por meio de seu assessor internacional, Celso Amorim, fez saber que não pediria desculpas como exigido pelo governo de Israel. Depois, por meio do chanceler brasileiro, Mauro Vieira, que convocou o embaixador de Israel no Brasil, Daniel Zonshine, e devolveu a reprimenda. Em resumo: a declaração de Lula não foi por acaso. Foi proposital, pensada e executada para gerar a reação que está gerando.

Lula quer cacifar-se para ser líder do dito Sul Global. O que está conseguindo é torrar o capital político que injustamente angariou no mundo livre, na esteira da rejeição criada na mídia e establishments internacionais à presidência anterior de Jair Bolsonaro. Nem os crimes cometidos por Lula no passado e que o levaram à cadeia são lembrados pela imprensa estrangeira. Quando o são, jornalistas encampam a narrativa mentirosa de que Lula foi na verdade perseguido ou posteriormente absolvido. De qualquer maneira, tal benevolência com Lula já está praticamente esgotada. Não há como defender o indefensável.

Por outro lado, Lula consolida apoios na sua militância radical e com as nações autoritárias, colocando o Brasil cada vez mais sob o risco de envolver-se em conflitos internacionais que não lhe pertencem. Esta sanha proposital de Lula precisa ser estancada imediatamente.

A mobilização parlamentar por seu impeachment já alcançou o número recorde de 137 assinaturas na tarde desta quarta-feira, 21 de fevereiro, baseando-se no artigo 5 da Lei 1.079/1950 que define como crime de responsabilidade “cometer ato de hostilidade contra nação estrangeira, expondo a República ao perigo de guerra ou comprometendo-lhe a neutralidade”. A intencionalidade da provocação a Israel e o apoio que o grupo terrorista Hamas deu a Lula demonstram que o presidente da República descumpre a Lei dolosamente. É preciso, pois, responsabilizá-lo de acordo com sua conduta, e o impeachment é a medida que se impõe.

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POR QUE A EXTREMA-ESQUERDA É ANTISSEMITA

Leandro Ruschel

A tradição judaica é um dos pilares da Civilização Ocidental, o que vai muito além da religião. Não podemos esquecer que Jesus era judeu, o que explica a base judaica do cristianismo, que por sua vez forma as diretrizes morais, culturais e legais do Ocidente.

A principal característica da esquerda é o questionamento da estrutura social vigente, que seria profundamente injusta. A esquerda radical defende a destruição de tal estrutura através de um processo revolucionário.

Ora, poucos povos reúnem as características mais desprezadas pela extrema-esquerda do que o povo judeu, marcado pela preservação da sua religião e dos seus costumes ao longo dos milênios.

Marx afirmava que a religião seria o ópio do povo e, mesmo tendo origem judaica, defendia a secularização não apenas dos judeus, como de toda a sociedade, como o fim da religião organizada. Para ele, a religião não passa de um instrumento de controle, utilizado pelas elites para impedir que os proletários adquirissem a “consciência de classe”, e se revoltassem.

Antes mesmo de Marx, durante a Revolução Francesa, em que foi criada a esquerda moderna, há a manifestação de um ódio virulento contra a Igreja, característica que marcou todas as revoluções socialistas, desde então.

Na questão israelense, há uma motivação mais pragmática. Depois da Segunda Guerra, uma das estratégias seguidas pelos soviéticos no escopo da Guerra Fria foi denunciar a influência ocidental como “imperialista”, em que o movimento socialista serviria para “liberar” os países que seriam “oprimidos” pelo Ocidente.

A mentira e a hipocrisia são patentes. Na Alemanha dividida, não há notícia de alguém querendo fugir do lado ocidental, em busca da “liberação” do lado oriental, que vivia sob o jugo de uma ditadura brutal, assim como em todo país dominado pelos comunistas.

Mas a propaganda segue sendo utilizada até hoje. Os soviéticos instrumentalizaram o sentimento antissemita dos muçulmanos, unindo-o à causa palestina, para combater a única democracia do Oriente Médio, aliada dos EUA, o grande inimigo.

Treinaram um egípcio chamado Yasser Arafat para liderar a OLP. O objetivo nunca foi criar um estado palestino, mas sim fustigar Israel. Tanto é assim que sistemáticos acordos oferecidos pelos israelenses ao longo das décadas foram rechaçados por lideranças palestinas.

Desde a queda do Muro, com a suposta “vitória” do Ocidente sobre os soviéticos, uma nova estratégia foi promovida pela esquerda revolucionária, através das políticas de identidade: negros, mulheres, índios e outros grupos “oprimidos” deveriam se unir para combater a desigualdade e os preconceitos que marcariam a sociedade ocidental “patriarcal e racista”.

Seguindo a lógica revolucionária, a definição sobre quem é “oprimido” não deve ser feita pela postura dos grupos, mas pela condição socioeconômica. Logo, os judeus, que na média apresentam uma condição socioeconômica mais alta, nunca poderiam ser considerados um dos grupos “oprimidos”, mesmo tendo sofrido a maior perseguição genocida da história da humanidade, e serem alvo de preconceito até hoje.

Não, os judeus seriam os “opressores”, não só pela sua condição socioeconômica, mas também por serem os portadores da essência da tradição ocidental, irremediavelmente injusta.

Por outro lado, os palestinos, na média mais pobres, numa sociedade subdesenvolvida por qualquer critério que seja utilizado, se enquadrariam perfeitamente na categoria dos “oprimidos”, segundo a cosmovisão da extrema-esquerda.

Não importa se a maior responsabilidade desse subdesenvolvimento seja a sua própria cultura retrógrada e violenta, em que mulheres são tratadas como cidadãs de segunda classe, gays são condenados à morte e quem não professa a religião islâmica é perseguido, só para ficar em alguns exemplos.

Não, sua situação é resultado da “opressão” dos malvados judeus, e contra tal “opressão”, qualquer violência é justificada, inclusive o assassinato e estupro de mulheres e crianças, a tortura e o sequestro por grupos terroristas palestinos.

Se a desgraça palestina é culpa dos israelenses, porque o IDH de Gaza, ou da Cisjordânia, mesmo sendo baixo, é maior do que a média de outras nações islâmicas do Oriente Médio?

Resumindo, são várias as raízes do ódio que a extrema-esquerda nutre por Israel, tanto por questões fundamentalmente ideológicas, quanto pelo alinhamento com objetivos táticos do movimento.

Infelizmente, muitas pessoas que não são antissemitas, ou até mesmo judeus, não entendem essa dinâmica e acabam caindo na mais abjeta propaganda, que justifica os piores crimes em nome da “justiça social”.

PENINHA - DICA MUSICAL

SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

DEU NO X

LAUDEIR ÂNGELO - A CACETADA DO DIA

VAI PIORAR

Até alguns dias atrás, Dilmo era o Bobo da Corte do mundo.

Alguns idiotas de seu partido de esquerda chegaram a aventar a hipótese dele almejar o Nobel da Paz.

Na verdade, ele foi o pioneiro do Brasil a receber o prêmio “Persona Non Grata”. As máscaras estão caindo.