It must have been love – Roxette
Outro dia nasceu – Gilberto e Gilmar
Fim de semana quente aqui na gloriosa Campo Grande, e eu, caeté velho, com uma gripe de tirar pica-pau do oco. Havia horas que, estando com febre, sentia frio com um calor de 34 graus e sensação térmica de 39. Tomava um antitérmico e um banho e aí sentia calor. Fiquei até na dúvida se era melhor aguentar a febre e sentir frio, ou eliminar a febre e ser torturado pelo calor. E, ao mesmo tempo em que ficava nessa dúvida ricardiana, ia acompanhando a devastação de princípios executada pela esquerda contra o Brasil.
O esquerdismo, não importa onde se homizia – em Pindorama homiziou-se em todos os desvãos do poder -, possui alvos definidos, precisos para atacar e destruir. Toda ação esquerdista não é fruto de imperícia, ou mesmo imprudência. Apesar da canalhice histórica da esquerda, há sim, entre eles, pessoas inteligentes, porém malignas em suas almas, que usam seus intelectos e suas mãos, não para construir, para deixar um legado geracional. Todas as ações do esquerdista estão na contramão daquilo que é belo, que é bom e que é correto.
O ataque ao Belo – e tomo o Belo aqui no seu conceito estético hegeliano -, é patente na ação da esquerda. Quando a sociedade se escandalizou com aquele espetáculo no Ministério da Saúde e a – Deus que me perdoe -, música do “Baticu”, em que um sujeito sem talento nenhum para música ficava repetindo o mantra “baticu, baticu, baticu”, e uma moça ficava rebolando o traseiro e esfregando parte da sua anatomia que, por decoro deveria ficar comportada, pelo menos em um evento público, pago com os impostos do cidadão, não se estava apenas fazendo um evento cultural. Aquele espetáculo grotesco era mais um exemplo de como a esquerda busca a degradação do Belo, do estético.
Pode-se observar que, desde a volta da esquerda ao poder central, os financiamentos via Lei Rouanett, em sua maioria foram para espetáculo desse calibre. A “cantora” Anitta, em uma premiação no exterior, usando uma camisola transparente, uma roupa que nem uma “quenga” de posto de rodovia usaria, foi aclamada como símbolo da mulher brasileira. Eu não sei vocês, mas aqui na gloriosa Campo Grande, a mulher respeitosa, a mulher de valor, de caráter, jamais usaria um traje daquele, nem se estivesse em um puteiro. Aliás, mulher respeitosa, aqui, nem passa na mesma calçada onde existe um puteiro.
E os exemplos vão se acumulando, na música, na literatura, nas artes plásticas. Quem não se lembra daquela exposição porca bancada por um grande banco, em que o artista manchou hóstias da Igreja Católica, com sangue menstrual e as exibiu como mostra cultural, vilipendiando imagens sacras, princípios basilares da civilização cristã? Ou a dita exposição “criança viada”, em que o artista, um pedófilo que, na minha concepção deveria estar respondendo a um inquérito por pedofilia, usou imagens de crianças para promover a sua dita “arte”. O esquerdismo é amoral em relação ao Belo. Tudo que ele toca fenece, morre, apodrece, porque essa podridão moral está no interior de sua alma, e quanto maior for essa podridão, melhor para o esquerdista.
O esquerdismo possui uma deficiência moral. Ele não é imoral, mas sim amoral. Não existe um limite de moralidade, aliás, não existe um conceito de moralidade para ele. Sua tese basilar é “construir o novo homem”. Mas e se houver a necessidade de matar aqueles que não concordam com essa tese? Sem problemas. Exemplos há muitos: Stalin matou de 35 a 40 milhões de russos, Mao Zedong 70 milhões, Pol Pot 2,5 milhões, Kim Il Sung, cerca de 4,3 milhões, Fidel Castro 150 mil, e por aí vai.
Lembro-se-me certa vez que o atual ministro da Fazenda, Fernando Haddad dizer, em uma entrevista que a superioridade moral de Stalin sob Hitler, embora ambos matassem seus opositores que escreviam qualquer coisa que não gostassem é que Stalin lia a obra antes de mandar matar a pessoa. Fiquei me questionando à época: Que diferença isso faz para aquele que vai receber o caroço de azeitona bem no meio dos cornos? A falta de um freio moral, de um limite moral gera esse tipo de barbaridade que as pessoas não param para refletir e perceber o quão perigoso é o esquerdismo para qualquer ser humano que habita este pedregulho que orbita o sol.
A amoralidade esquerdista é tão perversa que, para aqueles que possuem um pouco de massa cinzenta há de concordar comigo que, na década de 1960 o país teve que decidir: ou uma ditadura dos quarteis que matou, segundo os dados oficiais do Relatório Brasil: nunca mais! (1982), cerca de 600 pessoas, ou a ditadura de esquerda que se queria implantar, com um provável número de mortos na casa de milhões vidas. Um exercício matemático que fiz, apesar de eu ser um jumento batizado e crismado em cálculo, levando-se em conta que, na década de 1960 o Brasil possuía pouco mais de 70 milhões de habitantes, e levando-se em consideração que todo regime esquerdista, quando implantado elimina de 13% a 20% de sua população, podemos dizer, até com alívio que a ditadura militar foi um parque de diversão, em relação à ditadura esquerdista que se queria implantar em Pindorama.
A amoralidade esquerdista é como uma gangrena que corrói e apodrece um corpo, estando esse corpo ainda vivo. Sua meta é sempre rebaixar a moralidade de uma sociedade ao seu nível mais baixo. Como eles vivem em um lamaçal podre, em que o furto, o roubo, a corrupção, a mentira, a falta de compromisso, a desonra, a traição, a falsidade, o esbulho são tão naturais como o ar que respiram, é necessário que todos sejam iguais a eles, porque então não seria necessário tempo para dar justificativa à sua imundície moral e sua canalhice ética.
Veja-se o caso de Jair Bolsonaro. A esquerda não quer prender o Bolsonaro porque ele cometeu qualquer tipo de crime, seja político, seja jurídico, ou de qualquer outra natureza. O que eles querem é poder gritar: vejam… vocês também têm um ex-presidiário como líder. Seu líder também foi preso. Assim buscam nivelar aqueles que não concordam e não se chafurdam na lama em que eles chafurdam, com eles mesmo. A perseguição a Bolsonaro é a perseguição à decência, à moralidade, à honestidade, à conduta irrepreensível. Bolsonaro é apenas a quintessência construída em torno desses valores. Como a esquerda não consegue agregar esses valores do bem civilizatório em sua alma, então, é mais fácil nivelar o outro à sua corrupção moral do que se elevar até esse bem moral.
Por fim o Certo na visão esquerdista contradiz a censura feita por Ivan Karamazov – obra que eu recomendo, “Os Irmãos Karamazov” de Fiodr Dostoievsky – sobre o certo e o errado. Deus morreu. Então tudo é permitido? Ivan usou essa expressão com alto teor de censura. O esquerdista usa essa expressão com elevado grau de fé. Daí porque o esquerdista sempre apoiar ditadores, terroristas, assassinos, ladrões, narcoterroristas, bandidos de todas as espécies. Eles se espelham e se completam. O esquerdismo é como o deus Janos. Enquanto aquele deus olhava para o passado e para o presente ao mesmo tempo, com suas duas faces, o esquerdismo, com suas duas faces mira o mal e a tragédia como se ambos fossem um caminho virtuoso para a concretude de seus sonhos assassinos.
Não há, na mente esquerdista, um conceito de certo histórico e humanista. O certo para eles é aquilo que permite a empolgação e a manutenção do poder. Stalin fez isso, Mao Zedong fez isso, a família assassina dos Kim faz isso, o tarado orelhudo da Nicarágua faz isso, o gigolô da fome alheia da Venezuela faz isso, e a esquerda no Brasil também faz isso. Veja-se o caso do Nordeste do Brasil, o caso do Yanomamis, dos sem-terras. Jamais a esquerda os vai tirar dessa condição, pois precisam da miséria e da desgraça alheia para poder sobreviver. O certo para essa escumalha monstruosa é degradar o outro, a fim de que ela possa sobreviver, nem que para isso seja necessário matar todos aqueles que não se nivelem, reze, ou os aceitem como deuses e seus métodos como luz do mundo.
Viralizou na internet vídeo de criminoso que sobe em um poste e rouba uma câmera.
O aparelho era de propriedade da Secretaria de Segurança Pública da Bahia, estado governado pelo petista Jerônimo Rodrigues.
* * *
Coincidência irônica: um ladrão roubando um governo petista.
Sem problema: o larápio não sofrerá qualquer punição.
Diz um velho ditado que “ladrão que rouba ladrão, tem cem anos de perdão”.

Lula perdeu a oportunidade de agradecer ao agro, quando foi surpreendido por um PIB do ano passado de quase 3%
Depois de o presidente da República ter baixado uma medida provisória criando um crédito de R$ 1 bilhão, dos nossos impostos é claro, para ajudar os yanomami, que são mais ou menos 15 mil no Brasil e outros 17 mil na Venezuela, a ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, anunciou que serão destinados R$ 185 milhões, sem licitação, para aviões – que o jornal chama de aeronaves, mas aeronaves, para mim, é coisa de Flash Gordon –, para levar alimentos aos yanomami.
Eles naturalmente comem banana, beiju, farinhas, acho que mandioca, mas o governo levará alimentos, já que os yanomami estariam morrendo de subnutrição. Morreram no ano passado 363, no primeiro ano do governo Lula. Já no último ano do governo Bolsonaro, foram 20 a menos, 343.
Eu ouso dar um conselho para a ministra: que aconteça com os yanomami o que aconteceu com ela, a senhora Sônia Souza Silva Santos, que é a Sônia Guajajara. Ela se formou em letras, enfermagem e educação especial na universidade, se filiou a um partido político, o Psol, se elegeu deputada federal e é ministra.
Por que os yanomami não têm também essa oportunidade? De frequentar a escola, de fazer as necessidades em um vaso sanitário, de fazer comida em um fogão, de ter uma casa para ficarem bem abrigados, sem precisar se esquentar com fogo e fumaça e ter uma alimentação balanceada. Por que eles têm que ser mantidos?
Os poucos yanomamis que conseguem transmitir a mensagem, dizem que querem melhorar de vida, mas querem mantê-los como há 500 anos. Eu acho que isso não é humano, nem mesmo, direitos humanos.
* * *
Chanceler brasileiro na Palestina
O nosso ministro de Relações Exteriores, Mauro Vieira, está na Palestina, confirmando o apoio do governo brasileiro aos palestinos e ao Hamas. Porque Israel está reagindo ao ataque desumano que aconteceu em 7 de outubro. No entanto, o ministro Mauro Vieira acusa Israel de atrocidades. E o 7 de outubro, o que foi, ministro?
* * *
Lula tenta se aproximar do agro
O presidente Lula anunciou que precisa falar com o agro por causa do preço dos alimentos. Vamos traduzir isso, ele está dizendo o seguinte: o agro é responsável pela carestia, pelo aumento do preço dos alimentos. É isso o que ele está dizendo. Mas ele quer conversar para ver se o agro paga mais uma.
O agro já paga imposto, paga juros, paga o prejuízo da falta de chuva no Centro-Oeste, por exemplo, que a safra da soja vai ser um desastre. Oficialmente, será de 17% a menos do que estava previsto, mas tem gente dizendo que caiu muito mais do que isso. Ele chamou o agro de fascista, de negacionista e agora quer conversar. Fica complicado.
Lula também perdeu a oportunidade de agradecer ao agro, quando foi surpreendido por um PIB do ano passado de quase 3%, com a indústria de transformação e a indústria de construção negativas. O setor de serviços puxando um pouquinho, mas o agro puxando lá para cima, com 15,1% positivos, e ele não agradeceu.
Não disse obrigado a gente que passa 24 horas por dia lidando com o tempo, com sol, com chuva, com vento, com a praga, o mercado, com o banco, com os impostos, com o escoamento. Pois é, mas ele acha que a queda de popularidade, por exemplo, não tem nada a ver com ele, que deve ser o pessoal da propaganda que não está agindo direito, e está procurando marqueteiro agora.