A cada dia, meticulosamente, o presidente da República cuida de fazer declaração ou vazar ameaça que derruba a bolsa, afugenta investidores e faz o dólar explodir, piorando a situação da economia brasileira.
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Diz a nota aí de cima que o Ladrão Descondenado faz declarações meticulosamente.
Na verdade, ele faz declarações bostiferosamente, irresponsavelmente, petisticamente.
Com a liberação da posse de maconha, foi dado mais um passo em direção à liberação total das drogas, seguindo o projeto globalista de desestruturação da sociedade, bancada por tipos como George Soros.
Não tem nada a ver com a proteção dos ‘inocentes’ usuários de maconha, mas sim com um forte incentivo ao consumo.
É certo que a diminuição dos riscos do uso aumentará a demanda, favorecendo o tráfico, que também utilizará os atuais limites de posse para escapar de punições.
Diferentemente do que é dito por aí, a maconha é uma droga muito perigosa, especialmente para os mais jovens, e funciona como uma porta de entrada para outros entorpecentes mais potentes.
Esse caminho da legalização já foi trilhado em muitas cidades e estados dos EUA, e os resultados catastróficos estão aí, com mais de cem mil mortes por overdose ao ano e a criação de um exército de zumbis nas ruas de São Francisco, Filadélfia, Baltimore e Seattle, que observam um crescimento exponencial da criminalidade.
Recentemente, o estado do Oregon mudou de curso e recriminalizou o uso de drogas mais pesadas, que haviam sido liberadas, após uma explosão de overdoses e crimes.
O que está acontecendo no Brasil é a aceleração do projeto extremista da esquerda: liberação do aborto e das drogas, desencarceramento em massa e imposição da ideologia de gênero, rasgando profundamente o tecido social.
A arrecadação total em tributos federais chegou a R$ 1,1 trilhão nos cinco primeiros meses de 2024
Nunca na história deste país nós, brasileiros, pagamos tantos impostos, tributos e taxas federais quanto neste ano. Mais exatamente, nós desembolsamos do nosso trabalho R$ 1,1 trilhão só nos primeiros cinco meses do ano. Foi o que pagamos em tributos federais até 31 de maio. Descontada a inflação, foi quase 9% acima do que pagamos nos cinco primeiros meses do ano passado. É um recorde histórico.
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Lula evita comentar decisão do STF sobre drogas Enquanto isso, o presidente Lula deu mais uma entrevista e o dólar passou dos R$ 5,50. Mas ele se esquivou de falar sobre drogas. O Supremo decidiu, na quarta-feira, que se a pessoa estiver com até 40 gramas será considerado usuário. Houve divergência, Fux disse que não acredita nisso e Dino defendeu 25 gramas, mas prevaleceram as 40 gramas. Agora as delegacias precisarão ter balança para conferir. E o sujeito não poderá estar com cadernetinha de clientes no bolso, nem com a balancinha escondida na esquina, nem com o dinheirinho das vendas. Mas isso não é problema, agora pode vender por Pix. O STF só fez a ressalva de que esse limite está valendo até que o Poder Legislativo decida – está lá, inclusive, um projeto de emenda constitucional considerando crime a posse de qualquer quantidade de qualquer droga.
Tudo que Lula disse é que esse é um assunto da ciência, que é a ciência que vai decidir sobre as drogas. Ele não quer falar disso em entrevistas porque é ano eleitoral. Não quer desagradar os maconheiros, os drogados, nem os viciados, mesmo que a maioria não seja nada disso. Mas, além da ciência, é assunto da economia também. O deputado Osmar Terra já avisou que empresas multinacionais estão doidinhas para investir em maconha aqui no Brasil. Empresas que vêm pelo caminho da nicotina. Também é questão para o Estado. Lula tem de pensar nas famílias que precisam de apoio do Estado para recuperar, para tratar quem caiu no vício. Precisam do Estado para evitar a droga, para reprimir a droga, para pegar o traficante, para não deixar a droga entrar no país nem ser cultivada. Mas Lula lavou as mãos.
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Lula lavou as mãos, mas o papa Francisco falou o que tinha de ser falado
Até o papa falou disso. Eu tinha conversado com o presidente da CNBB, o arcebispo de Porto Alegre, dom Jaime Spengler, na segunda-feira, quando ele estava embarcando para o Vaticano. E com certeza houve influência de dom Jaime, que estava muito triste após Luís Roberto Barroso ter dito que ele estava desinformado. Mas não estava: dom Jaime sabe que essa decisão do Supremo representa a liberação das drogas.
E o papa Francisco, na quarta – por coincidência, Dia Internacional Contra o Tráfico de Drogas – falou: “tendo conhecido tantas histórias de dependentes e suas famílias” – e dom Jaime conhece essas histórias – “estou convencido de que é dever moral acabar com a produção e tráfico” de drogas. E mais, disse o papa: “a redução da dependência das drogas não será alcançada através da liberação de entorpecentes”. Perfeito. Já aqui, no Brasil, agora não é crime o porte para uso pessoal. Se vender droga é crime hediondo, como é que quem compra não comete crime? Compra e venda necessitam de dois lados. Se a venda é criminosa, a compra necessariamente será criminosa. Inclusive porque, se não houver comprador, não haverá nem compra, nem venda.
Amigos, o futebol brasileiro é único em sacanagens.
O jogador brasileiro é único em qualidade técnica, mas carece de “um pintor” que lhe pinte os quadros da sua vida.
A arbitragem sempre foi uma comédia.
No começo da minha carreira, então parte integrante do quadro da FCD (Federação Cearense de Desportos), atuando como Bandeirinha (que hoje chamam de Auxiliar de Linha) num jogo Ceará x Santa Cruz/PE presenciei uma cena hilária.
O Árbitro era “Fulano de Tal” (falecido, portanto me reservo ao direito de omitir o nome), que, ao marcar uma falta contra o ataque do Ceará – ainda não existia a advertência com o cartão amarelo ou vermelho! – que, após cometimento da infração permaneceu no chão querendo que o Árbitro marcasse penalidade, foi com o “dedo em riste” para o atacante do Ceará, dizendo: “na próxima, se tu não quebrar a perna desse fdp, vou te expulsar de campo”.
Quem “via o dedo em riste”, tinha certeza que a advertência ao cearense era severa.