DEU NO JORNAL

TORRANDO NOSSO DINHEIRO

Nada de Havana (Cuba), Caracas (Venezuela) ou Pyongyang (Coreia do Norte): o destino predileto dos servidores federais do governo Lula (PT) é a glamourosa Paris.

Segundo o próprio o Portal da Transparência, a capital da França lidera a lista de viagens custeada pelo bolso dos brasileiros, seguida das cidades Washington (EUA), Lisboa (Portugal), Buenos Aires (Argentina), Nova York (EUA) e Assunção (Paraguai).

O total de levantamentos não leva em conta passeios de Lula, Janja & cia.

Só Lula e Janja já gastaram mais de R$ 70 milhões em tours no exterior e passou quase três meses flanando fora do País em hotéis de alto luxo.

Lula e Janja passeiam no belo Airbus da FAB, e o vice Geraldo Alckmin, ministros de Estado e presidentes de Poder usam jatinhos.

A Transparência já registra mais de 2,1 mil viagens internacionais realizadas (e pagas) em menos de três meses neste ano de 2024.

Cairo, capital do Egito, entrou nos Top 10 destinos do governo federal após o passeio de Lula & cia às pirâmides, esfinge etc.

* * *

O mais espantoso não são os fatos relatadas na notícia acima.

Espanto mesmo é saber que tem neguinho que fez L e que continua apoiando essa zona.

Precisa o cabra ser muito cego e idiota.

Como dizia Seu Luiz, meu saudoso pai, gente besta e mato é o que mais tem nesse mundo.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!

Chequei Ancap on X: "🚨URGENTE: Charge da Revista Oeste satiriza viagens de  Lula e Janja ao redor do mundo. https://t.co/178lRyQc8S" / X

DEU NO JORNAL

GRAÇAS À CENSURA DA ESQUERDA, TRUMP FICOU MAIS RICO

Leandro Ruschel

Hoje, estreou nas bolsas americanas os papeis da Trump Media & Technology Group, utilizando o símbolo “DJT”, as iniciais do ex-presidente.

A empresa é a controladora da rede social Truth Social, criada por Trump após seus perfis nas principais redes sociais terem sido censuradas, sob o argumento que o conteúdo do ex-presidente representaria uma “ameaça contra a democracia”, na esteira da invasão do Capitólio e dos questionamentos de Trump sobre o resultado das eleições, no início de 2021.

O ex-presidente resolveu então abrir a sua própria rede social, que já atraiu mais de 40 milhões de usuários. Para criar a empresa, Trump utilizou uma SPAC, que basicamente é uma estrutura que agiliza o processo de abertura de capital.

Como parte do processo de perseguição contra Trump, a SEC resolveu encrencar e segurou a finalização da operação por 29 meses, liberada apenas na semana passada.

As ações estão sendo negociadas por volta de US$ 70, uma alta de 35% em relação ao fechamento de ontem, com um valuation de US$ 8 bilhões. Trump mantém 69% das ações, que valem, ao preço de hoje, US$ 5,5 bilhões. Com isso, Trump entrou pela primeira vez na lista das 500 pessoas mais ricas do planeta.

Apesar de ter milhões de usuários, a empresa ainda está longe de ser lucrativa. Nos últimos 12 anos, a receita estimada foi de apenas US$ 5 milhões. O grande desafio é encontrar um modelo de negócio sustentável, através da monetização dos usuários, o que é mais difícil dado o boicote dos grandes anunciantes.

Por outro lado, a campanha eleitoral deve trazer um grande número de apoiadores para a rede, além de compradores para as ações.

A expectativa é de grande volatilidade para o preço das ações nos próximos meses, e é possível que haja alguma correção. Mesmo assim, não deixa de ser irônico que a tentativa de calar Trump tenha resultado no mais lucrativo negócio que o bilionário fez na sua vida.

Qualquer que seja a sua opinião sobre ele, é inegável a resiliência dele. Atacados dia e noite pela imprensa inteira, e nos últimos anos alvo de uma brutal perseguição judicial, Trump é favorito para voltar à Casa Branca, agora, ainda mais rico.

DEU NO JORNAL

DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

ELE QUERIA MEU PIX

Eu nasci no Ceará
Sou cabocla experiente
Eu sou metida a gaiata
Porém sou mulher decente
E pra falar a verdade
Não gosto de intimidade
Com macho que é indecente.

Mensagens eu recebi
Nesse tal de celular
E parece que o sujeito
Queria me conquistar
Ô sujeitinho safado
Cabra metido a tarado
Não sou mulher de aturar.

Começou a pedir Nudes
Perguntei: Que diabéisso?
Nem deixei ele explicar
Pois eu tenho compromisso
Já estava quase explodindo
E o ente me perseguindo
Nem gosto de falar nisso.

A bate-boca esquentou
Eu xinguei o cidadão
Se eu tivesse cara a cara
Tinha lhe sentado a mão
E até vergonha me deu
Pois o corno resolveu
Entrar na esculhambação.

Acredite minha gente
No que agora vou falar
O cínico me pediu
E queria me forçar
Você é uma senhora
Mas quero seu PIX agora
Nem diga que não vai dar.

É claro que não vou dar
Sujeitinho descarado
O meu PIX já tem dono
Deixe de ser abusado
Se você mexer comigo
Vai mesmo é correr perigo
Garanto que tá lascado.

PENINHA - DICA MUSICAL

DEU NO X

CÍCERO TAVARES - CRÔNICA E COMENTÁRIOS

BENÍCIO BEM, FORÇA QUE VEM DA ARTE

Dedicado ao talentoso humorista João Cláudio Moreno

A arte abre novos caminhos e novas oportunidades, transformando o indivíduo de dentro para fora e mostra que, independente de quem seja, estamos repletos de dons e talentos que só estão esperando aquela oportunidade para se mostrarem para o mundo.

Benício Bem é um desses artistas repletos de dons e tons musicais, que a natureza contemplou com dádivas, e que, de quando em vez, transforma tudo que é belo em arte, a expressão da subjetividade humana. Pode ser na música, na pintura, na literatura, no teatro, na dança, no desenho, nos adereços, porque a arte é democrática, requer só talento para ser clarividente. Todo mundo pode participar, não importa a idade, o gênero, a crença, a etnia. É o lugar onde artistas profissionais e amadores interagem na mesma freqüência.

De cara, uma das músicas do cantor e compositor piripiriense, Benício Bem, dentre as centena que já compôs, é, sem dúvida alguma pulsante, titulada por ele de “Geladeira” e que ele interpreta com toda a força da paixão que dilacera o coração apaixonado, mas não o prende, nem o fez jogar-se na sarjeta da solidão. Ao contrário, transforma-o no ser talentoso de Poção, resistente ao abandono amoroso. “Sinto saudade, mas eu não te quero mais porque o prazer não é melhor do que a paz,” – canta Benício sem sofrência.

Em entrevista ao apresentador Sandro Abrantes, do programa “Bom Gosto”, da TV Assembleia do Piauí, anos atrás, e o DOIS7MEIA, Benício Bem conta sua trajetória musical: Início, influência, inspiração. Bem mostra que a arte tem o poder de transformar vidas. Ela traz sensibilidade, resiliência e acalento à vida de muita gente que dela precisa, que sofre e que vê nela a verdadeira forma de alívio para as dores do cotidiano.

“Geladeira” já nasceu um clássico da sofrência. Adelino Moreira assinava em baixo. É a mistura da dor de cotovelo, do amor não correspondido, do prazer e da resistência, que ele não se deixou se abater pelo abandono. Ao contrário, deu a volta por cima, sacudiu a poeira e transformou a solidão numa festa de confete e serpentina para o coração abandonado.

Benício Bem prova, através de suas composições inteligentes, inventivas, sobretudo “Geladeira”, que a arte permite que as emoções e os sentimentos venham à tona, sendo este o seu papel na formação da sociedade: dar o sustento que ela necessita, ao garantir que a vida tenha significado.

BB PARA SHOW 86 99973 4599

ALEXANDRE GARCIA

FIM DE CAMPANHA

A vereadora Marielle Franco, assassinada em março de 2018.

A vereadora Marielle Franco, assassinada em março de 2018

Durou seis anos. Foi um longo tempo. Mais que uma daquelas novelas inacabáveis. Mas acabou. O sinal musical em italiano da Capo assinala que já estava tudo lá no começo, e basta repetir os acordes e a letra. O então ministro da Justiça Sergio Moro lembra; agora, como senador, ele posta no X. Em 2019 já apareciam o nome do mandante e o motivo. O governo da época quis terminar logo com a agonia e propôs que a Polícia Federal entrasse para concluir o inquérito. Mas a reação foi gigantesca. Acabar logo com essa campanha que tem a força dramática de um corpo de mulher assassinada? Perder um produto desses? Jamais. Não; deixem a Polícia Civil do Rio conduzir a novela, sob a batuta do delegado Rivaldo Barbosa. Nem Felix Caignet, autor de O Direito de Nascer, faria melhor.

E tudo durou seis anos, desde o assassinato, em março de 2018. Os Brazão já estavam ali, talvez até a compor um triste trocadilho como aumentativo de Brasil. Mas ficaram ocultos, porque o alvo eram os Bolsonaro. Noticiaram até que os milicianos, assassinos de Marielle, foram à casa dos Bolsonaro em condomínio na Barra da Tijuca. Por 300 semanas se insinuou nas redes sociais, na tevê e nos jornais que o sobrenome Bolsonaro bordejava o assassinato de Marielle como a faca de Adélio tangenciou o órgão vital do então candidato naquele mesmo ano de 2018. Mas não há como comparar os dois. Um brigava pelo território da zona oeste do Rio; o outro queria o território inteiro do Brasil.

Era uma questão fundiária de Jacarepaguá e adjacências, mas a campanha a converteu em luta pela democracia e até pelos direitos LGBT. A exploração do assassinato rendeu um ministério para a irmã da morta, cujo currículo era esse: ser irmã da morta. Não podiam descobrir logo o que estava já evidente em 2019. Precisava render mais frutos. Havia uma eleição presidencial pela frente e era preciso manter os Bolsonaro como futuros indiciados pela morte de Marielle. Afinal, vivemos em tempos em que ninguém se pergunta o que está engolindo. Engolir sem perguntar, fica mais fácil. E ninguém perguntava: que interesse teriam os Bolsonaro na morte da vereadora?

As prisões não vão resolver muito a vergonha por que passamos. O conselheiro do Tribunal de Contas vai ganhar aposentadoria: o deputado vai ter um suplente sobrinho de bicheiro – nepotismo ao pé da letra. E, quem sabe, todos acabarão soltos antes de qualquer senhorinha com Bíblia na mão, flagrada derrubando o governo por abolição violenta do Estado de Direito. Agora a novela acabou. Terminou a campanha. É como uma Quarta-Feira de Cinzas, com o asfalto cheio de propaganda mentirosa deixada no chão. E com o desrespeito de usar um cadáver para tentar assassinar viventes. Foi nojento.

DEU NO X

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