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DEU NO JORNAL
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O JUIZ NATURAL
Editorial Gazeta do Povo
A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que remeta para a primeira instância um dos três inquéritos nos quais Fábio Luís Lula da Silva – o Lulinha, filho do presidente da República – é investigado por tráfico de influência. O inquérito citado no pedido da PGR é aquele que trata de supostas negociações para a aquisição de cannabis medicinal pelo Ministério da Saúde, e no qual também estariam envolvidos Antônio Carlos Camilo Antunes, o “careca do INSS”; a lobista Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha; e Marco Aurélio Santana Ribeiro, o “Marcola”, ex-chefe de gabinete de Lula.
A alegação da PGR é a de que nenhum dos envolvidos tem prerrogativa de foro que justifique a manutenção do inquérito no STF. Em condições normais de temperatura e pressão, e se de fato não houver nenhuma autoridade com foro privilegiado envolvida, o destino natural seria a remessa à primeira instância, e ninguém haveria de ver nada de extraordinário nisso, pois é assim que funciona o princípio constitucional do juiz natural. Até por isso, podemos afirmar que, não havendo mesmo nenhum detentor de prerrogativa de foro sendo investigado, Mendonça deveria acatar o pedido.
Se o pedido da PGR causa tanto estranhamento, no entanto, é porque não estamos em condições normais de temperatura e pressão há muitíssimo tempo. São inúmeros os processos – o inquérito das fake news, a repressão aos atos de 8 de janeiro, os casos do whistleblower Eduardo Tagliaferro e do entrevero no aeroporto de Roma, e tantos outros – em que a PGR, seja sob Augusto Aras, seja sob o atual procurador-geral, Paulo Gonet, ignorou completamente o princípio do juiz natural.
Nem a cabeleireira Débora, nem nenhum outro manifestante do 8 de janeiro, tem prerrogativa de foro; tampouco o têm Tagliaferro, os Mantovani, os empresários que discutiam pelo WhatsApp, os jornalistas e influenciadores desmonetizados, censurados, que tiveram passaportes revogados e contas bancárias bloqueadas. Isso não impediu a PGR de investigar, denunciar e pedir punição a todos eles. Que Gonet (no cargo desde 2023) tenha se lembrado dos incisos XXXVII e LIII do artigo 5.º da Constituição justamente quando o STF está investigando o filho de Lula é algo notável, uma reversão de amnésia que mereceria a atenção de todo neurologista da capital federal.
Por isso, Gonet não pode culpar ninguém que veja no pedido mais uma tentativa de tirar as investigações das mãos de André Mendonça, tido como bastante rigoroso. A Polícia Federal já havia feito outras movimentações bastante atípicas, ao pedir a abertura de vários inquéritos separados, quando as circunstâncias justificavam um inquérito único; e, depois, ao alegar que não havia conexão entre as investigações para pedir que houvesse novos sorteios de relatores. Como o máximo que ocorreu foi o envio de um dos inquéritos ao ministro Flávio Dino, restando os outros dois com Mendonça, entra em cena a PGR para tentar o que a PF não conseguiu.
Não dizemos isso para desmerecer a primeira instância – basta comparar a forma como a Lava Jato foi conduzida na primeira e segunda instâncias, e depois no STF, para perceber que é perfeitamente possível que o inquérito de Lulinha caia nas mãos de um juiz criterioso e responsável. O que salta aos olhos, aqui, é o duplo padrão da PGR de Paulo Gonet, que passa anos ignorando o princípio do juiz natural para poder colocar todos os “inimigos da democracia” nas mãos de Alexandre de Moraes, e se lembra da garantia constitucional exatamente quando o investigado é o filho de Lula, em inquéritos conduzidos por um ministro tido como severo. Cumpra-se a Constituição para Lulinha, mas que se reconheça, também, o abuso cometido contra todos os demais que não foram julgados e condenados “pela autoridade competente”.
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PLANO ECONÔMICO DE LULA: A ROTA PARA UM DESASTRE
Alan Ghani

O plano econômico de Lula repete fórmulas do passado, mantém o descontrole fiscal e pode empurrar o Brasil para uma nova crise econômica
Após ter governado o país por três vezes, é impressionante a falta de renovação de ideais na área econômica do programa de governo do presidente Lula para um eventual 4º mandato. O programa não traz nada de novo do que foram as suas gestões no passado. Como era esperado, traz novamente protagonismo estatal para a resolução dos problemas econômicos da sociedade brasileira.
A parte mais preocupante do plano é a manutenção do arcabouço fiscal para 2027. Não é novidade para ninguém que a regra fiscal criada pela equipe econômica de Lula não deu certo desde o seu nascimento. Não à toa, vários economistas o apelidaram de “natimorto arcabouço fiscal”.
Não precisa ser nenhum brilhante economista para concluir que uma regra que atrela o aumento do gasto a 70% do incremento da arrecadação, com um piso mínimo de gastos de inflação acrescida de 0,6%, não teria como dar certo. Além de ser uma regra convidativa ao gasto público, o arcabouço fiscal permitiu uma série de exceções para o governo gastar muito além dos limites propostos.
O resultado foi a piora das contas públicas, materializada num déficit nominal acumulado em 12 meses até junho de 2026 de 1,3 trilhão (10% do PIB) e numa dívida pública na casa de 82% do PIB. Conforme dito no artigo da semana passada “Irresponsabilidade petista: governo sem dinheiro para saúde e educação”, a deterioração fiscal tem levado o país a mais inflação, juros elevados e desaceleração da atividade econômica.
O menor crescimento econômico é resultado do aumento do custo de capital e da piora das expectativas de investidores e empresários. É claro que a desaceleração da atividade econômica, em algum momento, também cobrará seu preço no mercado de trabalho, com elevação da taxa de desemprego, movimento parecido ao ocorrido durante os governos Dilma.
Como se não bastasse a manutenção da atual e fracassada regra fiscal, o programa de governo de Lula defende novamente o PAC como solução para os gargalos de infraestrutura do país. Resta saber com que dinheiro o governo fará investimentos em infraestrutura com mais de 90% do orçamento comprometido com despesas obrigatórias. O ponto é que o PAC sempre foi um excelente nome do ponto de vista de marketing e eleitoreiro, mas um fracasso desde a sua criação no governo Lula 2. Não trouxe melhoras significativas na infraestrutura do país, mas contribuiu para o endividamento do Estado.
Sem surpresas, Lula também insiste em não privatizar estatais, apesar do aumento do déficit de várias empresas públicas durante a sua gestão. Desde que assumiu a presidência pela terceira vez, as estatais somadas apresentaram um prejuízo de R$ 20,3 até junho de 2026, excluindo Petrobras, Eletrobras e bancos públicos.
Propostas ultrapassadas também são observadas na área trabalhista. Em vez de propor uma flexibilização das relações de trabalho, entendo que muitas pessoas hoje preferem ter contratos laborais mais flexíveis do que a jurássica CLT, Lula insiste na defesa do fim da escala 6 por 1, que deverá trazer aumento de preços de produtos e serviços e elevação do desemprego, conforme defendido na coluna “É a favor do fim da escala 6×1? Então toma uma aula grátis de economia aqui”.
Basicamente, o presidente Lula não traz nada de novo em relação aos seus mandatos anteriores. São ideias baseadas no Estado como motor da economia para gerar expansão de consumo e elevação de arrecadação. Diga-se de passagem, é a mesma fórmula adotada no governo Lula 2 e Dilma 1, que levou à maior crise econômica do país em 2015 e 2016. É também o mesmo modelo econômico adotado atualmente que deverá gerar uma recessão em 2027 ou 2028.
Apesar da evidência de que o protagonismo estatal, evidenciado pela elevação do gasto público, aumento de impostos, regulação e interferência nos preços (por exemplo, frete mínimo), não deu certo no Brasil, Lula insiste neste modelo.
Mesmo considerando seu primeiro mandato, no qual houve a manutenção do tripé macroeconômico, Lula não propôs nada de novo. Apenas manteve a herança bendita de FHC, pois, caso não fizesse, provavelmente sofreria um impeachment – motivo sempre se arruma, ainda mais quando se tinha o mensalão.
Em resumo, o programa de governo de Lula, em essência, não traz nada de novo do que foi feito em gestões petistas anteriores. Se ele ganhar as eleições e o plano for implementado, o Brasil caminhará para uma grave crise econômica.
DEU NO JORNAL
UM GUNVÊRNO BI, BI, BI
Relatório da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado Federal desmonta a lorota da equipe econômica de Lula que terceiriza para “fatores externos” a culpa pelo fraco desempenho da economia no Brasil.
O documento é claro: “o governo central produziu um déficit primário efetivo”. O relatório cita programas sociais, como Bolsa Família, variação do preço do barril do petróleo e até as emendas parlamentares em ano eleitoral, mas conclui que a gastança da gestão Lula é o mais nocivo.
Não fossem manobras que aliviam artificialmente o caixa e retiram despesas e receitas do cálculo, o déficit, diz a IFI, seria de R$ 52 bilhões.
A receita cresceu (6%), mas a gastança foi maior (6,3%).
Entre janeiro e julho de 2025, o déficit foi de R$ 70,3 bilhões. Este ano, R$ 81,2 bilhões.
O relatório mostra que as despesas discricionárias explodiram e não foram só as emendas, em R$ 31,9 bi. Outras despesas somam R$ 83,5 bi.
* * *
A gastança é sem piedade.
É bilhão que só a peste!!!
E de onde sai toda essa fortuna?
Do meu, do seu, do nosso, do bolso do contribuinte.
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RECORDE MUNDIAL
DEU NO JORNAL
TÁ NO SANGUE
Enquanto Lula (PT) diz ter orientado o filhote Lulinha a se apresentar à Justiça para responder sobre os rolos dos quais é acusado no Supremo Tribunal Federal (STF), a coluna apurou que, alvo de três inquéritos da Polícia Federal, ele não cogita retornar ao Brasil tão cedo, com medo de ser preso.
Eventual apresentação de Lulinha à Justiça só ocorreria sob a garantia de que não será preso e poderá pegar o primeiro avião de volta para Madri, blindado de PF batendo à porta às 6h da matina.
Lulinha tem muito a explicar: já são três os inquéritos que o investigam por suspeitas graves como tráfico de influência e corrupção.
Na reunião de três horas com o advogado de Lulinha, não foi o petista quem tocou no escândalo do filho, mas, sim, o advogado.
O advogado de Lulinha, Marco Aurélio Carvalho, não deve ter muito o que fazer: ele também coordena a campanha de Lula em São Paulo.
* * *
A fossa de excrementos onde o filhote luoso está mergulhdo é muito profunda e bem carregada.
O DNA é perfeito e não nega a origem.
Tá no sangue!!!
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DEFESA INCONTESTÁVEL DA ELIGIBILIDADE
Editorial Gazeta do Povo

Parecer do Ministério Público Eleitoral defendeu elegibilidade de Deltan Dallagnol em 2026
O ex-procurador da Lava Jato e ex-deputado federal Deltan Dallagnol conseguiu uma vitória que, mesmo provisória, é importante para que ele possa disputar sem preocupações uma vaga ao Senado pelo Paraná em outubro. Um parecer do Ministério Público Eleitoral do estado defendeu a elegibilidade de Dallagnol, com argumentos que não deixam dúvidas quanto à regularidade de sua situação atual, mas que também evidenciam o quão absurda foi a decisão de 2023 do Tribunal Superior Eleitoral que cassou o registro de sua candidatura em 2022 com base na Lei da Ficha Limpa – uma decisão que, recorde-se, reverteu o que o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná havia julgado, e contrariou o parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral.
Para colocar um fim às fake news espalhadas por políticos paranaenses de esquerda, Dallagnol havia procurado o TRE-PR com um Requerimento de Declaração de Elegibilidade, imediatamente contestado pela Unidade Popular (uma legenda nanica de esquerda) e pela federação formada por PT, PcdoB e PV. Todos os argumentos, os formais e os de mérito, foram rebatidos pelo procurador regional eleitoral Marcelo Godoy ao longo de cerca de 70 páginas. Godoy demonstrou, por exemplo, usando a jurisprudência do mesmo TSE que cassou a candidatura anterior de Dallagnol, que a decisão de 2023 “não opera efeito vinculante automático para o processo eleitoral em curso”, o que exige o reexame das circunstâncias de elegibilidade a cada pleito. Foi exatamente isso que o procurador eleitoral fez em seu parecer.
Especialmente relevante foi a forma como Godoy enfrentou o malabarismo jurídico que os ministros do TSE tiveram de fazer para cassar Dallagnol. A Lei da Ficha Limpa diz que só ficam inelegíveis os membros do Ministério Público que deixam o cargo enquanto respondem a processo administrativo disciplinar (PAD). Diante do fato cristalino de que não havia nenhum PAD aberto contra Dallagnol quando de seu pedido de exoneração, os ministros recorreram à bola de cristal: havia reclamações abertas que poderiam se tornar PADs e, ao deixar o MP antes que isso ocorresse, Dallagnol teria intencionalmente burlado a lei. No entanto, como diz Godoy, a fraude precisa ser provada, e os membros do TSE não o fizeram, recorrendo a ilações e exercícios de futurologia.
Se já era assim à época, escreve Godoy, ainda mais o é agora, porque nenhuma das reclamações, pedidos de providências ou sindicâncias existentes contra Dallagnol quando de sua exoneração se converteu em PAD, mesmo quando os alvos incluíam procuradores que permaneceram no MP. Além disso, segundo o procurador eleitoral, há documentação comprovando que Dallagnol já havia recebido convite para entrar na carreira política, e só depois disso pediu sua exoneração, passando então a integrar o Podemos, legenda pela qual se elegeu em 2022. Godoy afirma que cabe à Justiça Eleitoral analisar “se o ato de exoneração praticado em novembro de 2021 produziu, no plano concreto, o resultado proibido pelo ordenamento: o impedimento de que infrações disciplinares graves passíveis da pena de demissão fossem apuradas e sancionadas pelo órgão de controle competente. O exame exauriente do acervo probatório destes autos demonstra o oposto”. Ou seja: ao contrário da fábula criada por Benedito Gonçalves e endossada pelo restante do TSE, Dallagnol não havia deixado o MP com o objetivo de escapar de uma demissão certa que o tornaria inelegível.
“A quase totalidade dos pilares sobre os quais se estruturou o juízo de fraude à lei no julgamento de 2022 esvaziou-se completamente, perdendo a sua força persuasiva e a sua densidade jurídica”, diz o procurador eleitoral – se é que tais pilares um dia tiveram força e densidade, em vez de serem completamente ocos. A força dos fatos expostos por Godoy é avassaladora; que o Tribunal Regional Eleitoral a reconheça, como fez de forma tão acertada em 2023, e que o TSE, se for chamado a se pronunciar sobre a questão, não volte a cometer uma injustiça que atinge não apenas Dallagnol, mas todos os eleitores que lhe confiarem seu voto.
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PLANO DE ZORRA
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É MILHÃO QUE SÓ A PESTE!!!
Há duas semanas o governo federal petista passou da marca bilionária de despesas com viagens, em 2026, e “abriu”: agora, no total, Lula (PT) e cia. já conseguiram torrar mais de R$ 1,15 bilhão.
São R$ 499 milhões com passagens aéreas e – principalmente – mais de R$ 650 milhões com diárias distribuídas a funcionários.
Quase R$ 148 milhões foram destinados a viagens internacionais, que representam 13% do total.
A ministra Márcia Lopes (Mulheres) é quem mais custou aos pagadores de impostos com viagens: R$ 445 mil, aponta o Portal da Transparência.
O ministro Eloy Terena (Povos Indígenas) é o segundo maior gastão com viagens do governo do PT, no ranking da Transparência: R$ 355,6 mil.
Já são R$ 7 milhões os “outros gastos” das viagens do governo do PT, este ano. É o custo de taxas, seguros de viagens etc.
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Esse mi, mi, mi abssurdo deveria ser pago apenas por quem fez o L.
Mas num tem jeito: é arrancado também da banda decente do contribuinte brasileiro.
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LOROTAS NA EXCREMENTAÇÃO DIÁRIA
Lula (PT) dedica seu tempo apenas à campanha ou para tratar de temas de interesse eleitoral, mas de vez em quando faz promessas de investir em defesa.
Como sempre, é lorota: o desenvolvimento do submarino nuclear da Marinha, por exemplo, arrasta-se há anos, mas Lula passou ontem (19) pelo Centro Industrial Nuclear de Aramar, em Iperó (SP) fazendo de conta que ninguém sabe do seu corte de quase 52% no orçamento de 2025 e 2026 para esse submarino de propulsão nuclear.
No ano anterior à posse de Lula, 2022, sob gestão de Jair Bolsonaro, o projeto tinha orçamento de R$ 519,46 milhões.
Quando Lula colocou o pé na Presidência, a torneira fechou e os recursos escassearam. Para 2023, encolheu para R$ 185,82 milhões.
Em 2025, o projeto até ensaiou um fôlego, contou com generosos R$ 615,12 milhões. Mas minguou este ano: só R$ 297,32 milhões.
Prestes a fechar 4 anos no poder, Lula passou quase 20 anos sem dar as caras nas instalações. Só pisou em Iperó em 2007 e nunca mais.
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A nota aí de cima, se refere à fala do descondenado dizendo que “como sempre é lorota”.
E isso dito, está dito tudo.
Não precisa falar mais nada.
Lorota faz parte do excremento oral diário do falador.
