A enrolada Roberta Luchsinger, lobista investigada pela Polícia Federal por suposto tráfico de influência, que Lula contou a lorota de nunca ter nem visto, já soma 18 fotos ao lado do petista.
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Nem precisava isso tudo…
Bastavam 13 fotos.

Pelo menos 15 empresas multinacionais deixaram o Brasil, venderam operações ou abandonaram seus segmentos no país desde 2023, início do terceiro governo Lula (PT).
Este ano, o exemplo mais recente é da gigante dos alimentos General Mills, que vendeu Yoki e Kitano à 3Corações por R$ 800 milhões, após comprar a Yoki por quase US$ 1 bilhão em 2012, e retirou a marca de sorvetes Häagen-Dazs do País.
As marcas que desistiram do Brasil estavam em vários diferentes setores: varejo, alimentos, tecnologia, finanças, cosméticos e automóveis.
Após menos de uma década se aventurando no mercado brasileiros, a americana Hormel vendeu a marca de presuntos e embutidos Ceratti.
Estão na lista a rede de mercados Dia, o Makro, o banco N26, os carros Subaru, além de Tribal, Addi, Justo, Frubana, Taranis e The Body Shop.
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Diz a nota aí de cima que as empresas multinacionais foram embora do Brasil “no início do terceiro governo Lula”.
Por que será?
Num intendi…
Se algum leitor fubânico puder explicar, dê a dica aqui pra gente.
Roberto Motta

O uso de inteligência artificial para escrever não deve ser estigmatizado, apesar da obsessão dos burocratas estatais
A empresa de inteligência artificial Anthropic – criadora do Claude – se curvou às exigências dos burocratas da União Europeia e vai incluir uma “marca d’água” nos textos produzidos por seus sistemas. Essa marca é feita através do uso de combinações de palavras que não são perceptíveis pelo usuário, mas podem ser detectadas por sistemas. Ou seja: qualquer pessoa que use IA para produzir, ainda que parcialmente, um texto, estará sujeita a ter esse texto flagrado como “escrito por IA”.
Isso pode gerar repercussões graves. Recentemente, autores prestes a serem publicados por importantes editoras no exterior tiveram livros retirados de publicação ou contratos editoriais desfeitos após suspeitas de uso de IA. O romance Shy Girl, de Mia Ballard, teve a edição americana cancelada e a britânica descontinuada após suspeitas de uso de IA, embora a autora tenha negado ter feito isso. Mais recentemente, a publicação do romance de Jerry Falade foi cancelada após dúvidas sobre o processo de escrita. Ele também negou ter usado IA.
Mas que diferença faz se o texto foi produzido ou não por IA?
Em alguns contextos, é essencial que o texto tenha sido 100% produzido por aquele que diz ser o autor. Esse é, evidentemente, o caso de processos de avaliação como provas em escolas e universidades, dissertações, teses, concursos públicos e competições literárias. Pode haver também situações em que isso seja uma exigência contratual ou legal.
Mas, na maioria das outras situações, não está claro por que o uso de IA deveria ser considerado um recurso ilegítimo, a ponto de a União Europeia exigir que textos assim produzidos sejam identificáveis por marca d’água.
Primeiro, precisamos admitir que alguns textos produzidos por IA já são melhores do que os textos produzidos pela maioria das pessoas. Não estou comparando IA com escritores profissionais ou grandes nomes da literatura. Estou falando do cidadão comum da maioria dos países, do usuário médio de redes sociais. Basta ler postagens nas redes para comprovar isso.
Se a pessoa não consegue escrever bem, e pode usar a IA para produzir textos de qualidade superior, por que ela deveria ser punida por isso? Já ouvi dizer que “se a pessoa ficar usando IA, ela nunca vai aprender a escrever bem”. A afirmação não faz sentido. Não é a IA que impede as pessoas de aprenderem a escrever. Por que essas pessoas deveriam ser privadas de um instrumento que lhes permite produzir textos melhores?
Para muita gente, a IA se tornou essencial para escrever. Não compreendo por que deveríamos negar a elas essa ferramenta. Sob um certo ponto de vista, o uso da IA não é diferente do uso de um processador de texto com recursos de correção gramatical e ortográfica. O uso de uma ferramenta de IA também não é substancialmente diferente do uso, por exemplo, de um dicionário de sinônimos.
Identificar o uso de IA é relevante apenas para certas categorias de texto. Para outras, isso não tem importância alguma.
Se alguém usa IA para escrever um e-mail, um conto ou uma postagem em uma rede social, não há necessidade de forçar que isso seja explicitamente declarado ou possa ser identificado.
Se os sistemas de IA conseguirem escrever melhor do que os melhores escritores, quem ganha são os leitores. Em obras literárias, o que importa é ter acesso a textos e livros bem escritos, concebidos e estruturados com riqueza, elegância e estilo, que permitam ao leitor mergulhar no sonho lúcido da boa literatura. Se a IA puder fazer isso, por que não?
Mas os burocratas mundiais, liderados pelos europeus, resolveram declarar guerra à IA. Isso faz parte da obsessão por controle que caracteriza o Estado moderno. É também uma reação ao potencial de transferência de poder da tecnologia, que dá voz ao cidadão comum e repercute essa voz em todo o mundo. Imagine se esse cidadão tiver acesso a ferramentas que tornam sua voz muito mais poderosa e efetiva. O burocrata precisa restringir o cidadão às suas limitações naturais. Se o homem comum usa a IA para se comunicar melhor, é preciso que isso seja denunciado e transformado em motivo de vergonha.
Não custa lembrar que o Estado regulador da Inteligência Artificial é o mesmo que possibilitou a ascensão de Jason Arday, no mais escandaloso caso de fraude acadêmica da história recente.
É espantoso que as empresas se curvem a essa obsessão burocrática por controle.
Que vergonha, Anthropic.
Editorial Gazeta do Povo

Lula, Davi Alcolumbre e Hugo Motta almoçaram no Palácio da Alvorada e acertaram apoio mútuo
Difícil acreditar que, quando redigiu o artigo 2.º da Constituição, o que descreve os três poderes como “independentes e harmônicos entre si”, o constituinte de 1988 tivesse em mente o que estamos vendo hoje: não uma harmonia construída no entendimento de que cada poder tem seu papel, de que eles trabalham juntos pelo bem comum e de que diferenças são resolvidas sempre pelas ferramentas institucionais, mas o conchavo puro, simples e despudorado entre autoridades do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. É como se aquele artigo da Carta Magna tivesse sido reescrito por Romero Jucá e Sérgio Machado, flagrados em conversas telefônicas dez anos atrás falando de “um grande acordo nacional, com o Supremo, com tudo”.
No início de agosto, o ministro e vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes organizou, ao lado do colega Cristiano Zanin, um jantar de “reconciliação” entre o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. Os dois andavam brigados desde novembro do ano passado, quando o petista resolveu indicar o advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga aberta no STF com a saída de Luís Roberto Barroso – Alcolumbre não escondia de ninguém que seu favorito era o também senador Rodrigo Pacheco, e passou a retaliar o governo até articular a rejeição de Messias no plenário do Senado, submetendo Lula a uma humilhação quase sem precedentes na história brasileira.
Ministros de suprema corte, em qualquer democracia digna do nome, não se portam como agentes políticos; no Brasil, eles assumem esse papel abertamente, sem corar. Essa harmonia entre poderosos, mais que entre poderes, é conveniente para todos porque resulta em um grau de autoproteção e blindagem que vai além daquilo que os ministros do STF já fazem entre si. Lula vê o escândalo do INSS cada vez mais próximo do seu gabinete, enquanto Alcolumbre e Moraes estão enrolados com Daniel Vorcaro e o Banco Master. Mas Alcolumbre é a garantia de que nem Moraes, nem qualquer outro membro do Supremo perderá a paz com processos de impeachment, enquanto a campanha de Lula pela reeleição sempre poderá esperar alguma mãozinha amiga do ministro, que ainda se acha dono do TSE, como quando ameaçou Flávio Bolsonaro com a inelegibilidade devido ao uso de um vídeo feito com inteligência artificial mostrando o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Com Lula e Alcolumbre acertados – a ponto de o Senado ter praticamente desistido de ser casa legislativa com vontade própria para agir como carimbador do que vem da Câmara nas PECs da Segurança Pública e da escala 6×1 –, faltava incluir Hugo Motta na equação. O presidente da Câmara, um dos participantes das famosas degustações de uísque patrocinadas por Vorcaro, almoçou com os presidentes da República e do Senado no Palácio da Alvorada, na última quarta-feira, e o trio saiu totalmente fechado: o Legislativo deve correr, nos próximos dias, com pautas que o governo pretende usar na campanha; Motta e Alcolumbre anunciaram seu apoio à reeleição de Lula; e o petista retribuiu afirmando que a dupla também tem seu aval para seguir à frente das duas casas do Congresso no ano que vem.
Há os que desejam continuar demolindo as liberdades no Brasil sem a devida responsabilização; os que não querem dar explicações à nação sobre seus negócios nebulosos; os que desejam manter a qualquer custo o poder que receberam, da população ou dos seus pares; os que precisam desesperadamente empurrar para debaixo do tapete as estripulias de familiares e assessores. São muitos interesses fortíssimos e, quando eles se encontram, o resultado são os jantares e almoços que temos presenciado em Brasília. Quando Jucá e Machado falavam do “grande acordo nacional”, diziam que ele serviria para “estancar a sangria”. A sangria das autoridades, essa certamente será estancada por Moraes, Lula, Alcolumbre e Motta caso essa aliança prospere; já a sangria do Brasil, essa cabe ao eleitor estancar em outubro.
Nos últimos dez dias, o governo Lula (PT) conseguiu torrar mais de R$ 53 milhões com viagens.
Foram cerca de R$ 36 milhões com diárias distribuídas a funcionários e quase R$ 26 milhões para bancar as passagens aéreas.
“Outros gastos” representam mais de R$ 300 mil, que bancaram taxas, seguros de viagens etc.
O total das despesas com viagens do governo já ultrapassou a marca de R$ 1,21 bilhão, em 2026.
Essas despesas não incluem os gastos, quase todos sigilosos, de Lula e Janja nos jatinhos da Força Aérea Brasileira (FAB).
O total torrado com diárias até agosto (R$ 685,7 milhões) já representa mais que tudo gasto com passagens em 2022 (R$ 553 milhões).
Viagens internacionais de funcionários do governo do PT já custaram R$ 153,7 milhões (13% do total) aos pagadores de impostos.
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Já passou de um bi somente este ano.
Eu chega se engasguei-se-me lendo os numeros dessa nota aí de cima.
E isso tudo sai do bolso da gente…
É pra arrombar!!!
Luís Ernesto Lacombe

O presidente Lula em entrevista ao Jornal Nacional
Não pode ter mesmo futuro um país que acredita em mentiras. Quando um mentiroso se declara a “alma mais honesta” do Brasil, ele atinge um nível inimaginável numa escala gradativa de picaretagem. Com Lula, sempre foi assim. Suas ideias políticas, sua ideologia, é tudo baseado em inverdades. Nada do que ele defende tem como dar certo, nunca deu, em época nenhuma, em lugar nenhum do mundo. E o petista sabe disso. Ele não insiste em fórmulas fajutas, esperando resultados diferentes. No fundo, no fundo, é falsidade escancarada. O que se busca é a desgraça de um povo, é a manutenção de sua dependência em relação ao Estado. Lula é mestre em tomar o pão e distribuir migalhas.
Houvesse ainda uma imprensa de verdade, e esse monstro não teria se criado. Só que a maior parte dos jornalistas abandonou os princípios e os interesses que devem nortear sua profissão. Não há apenas condescendência com as mentiras do petista, é muito pior. Há também a criação de mentiras pela imprensa para proteger Lula, para incensá-lo. Há omissão, há silêncio, quando decidem, igualmente numa agressão ao verdadeiro jornalismo, que é melhor que seja assim. Há mentiras contra seus adversários… Há sempre facilidades oferecidas ao petista, que tomou gosto pela bajulação. Infelizmente, não há mais o tal “quarto poder”, aquele que, em última instância, de forma equilibrada e independente, fiscaliza os outros. A imprensa simplesmente desistiu de ser imprensa.
A sabatina do Jornal Nacional escancarou como nunca o jornalismo abandonado. Até agora, Lula foi o único autorizado a levar um calhamaço de papéis para a bancada. Mentir e não cair em contradição, isso exige sempre muito cuidado… Os apresentadores até pareciam, no início, dispostos a fazer uma entrevista de verdade. Foi só uma impressão, passou rapidamente. Lula pôde mentir sobre o roubo a aposentados e pensionistas do INSS, sobre as suspeitas contra o filho, a lobista Roberta Luchsinger, sobre seu chefe de gabinete. Pôde mentir sobre déficit fiscal, sobre PIB, sobre as estatais, a Lava Jato, sobre segurança pública…
Qual é a chance de um país dar certo se ele é refém de mentiras? Se um político poderoso pode se entregar a falsidades, sem que seja confrontado pela imprensa… E que a própria imprensa se renda a narrativas fajutas, a notícias deturpadas, distorcidas, manipuladas… Não é mentira que o Brasil seja o país do futuro, tem tudo para ser, mas, entregue a covardes e tiranos, não há nenhuma chance de dar certo. E a resposta tem de ser dada pelo povo. Que outro absurdo o Lula precisa dizer ou fazer para que os eleitores entendam, de uma vez por todas, que ele é um grande mentiroso? E do pior tipo: aquele que sabe que pode ser facilmente desmascarado, mas continua mentindo, mesmo assim.
Enquanto se multiplicam no noticiário policial e até no Supremo Tribunal Federal as denúncias envolvendo falcatruas de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, a Câmara acumula requerimentos da oposição que tentam avançar contra o filho do presidente da República.
Tem de tudo: pedidos de informação, solicitação de acesso a dados que ministros de Lula escondem a sete chaves, tentativas de convocação de auxiliares do petista e acesso a informações financeiras de Lulinha.
Parlamentares tentam acesso aos registros de acesso à Telebras. Suspeitam de atuação de Lulinha em negociatas por lá.
Gustavo Gayer (PL-GO) cobra de Wellington César Lima e Silva (Justiça) explicações sobre estranha reunião com advogados do filho do petista.
Há ainda dúvidas sobre contratos, de mais de R$ 53 milhões, envolvendo a 3Structure, que implica Lulinha em suposto tráfico de influência.
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Um filhote brilhante e talentoso, que não nega a sua origem.
Tá no sangue, tá no DNA.
O filhinho é um mamador incansável, que segue com muito orgulho os passos do papai.