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DEU NO JORNAL
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CONFORME O REGULAMENTO
A Polícia Federal atestou que líder do governo Lula no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), “exerceu o mandato parlamentar de forma alinhada aos interesses econômicos do Banco Master”, a partir de indícios obtidos a partir dos celulares apreendidos, segundo relatório ao ministro do STF André Mendonça.
Pior é que a essa atuação não se caracteriza por ato único e isolado, “mas em padrão contínuo, sistemático e documentado de engajamento pessoal” nos negócios liderados por Daniel Vorcaro.
Para a PF, Jaques Wagner atuou em favor do conglomerado financeiro sobretudo de 2022 a 2025, na “ascensão da organização criminosa”.
A PF aponta reuniões de Wagner para tratar de temas de interesse do Vorcaro, como aumentar cobertura do FGC para beneficiar o Master.
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Não há motivo para espantos.
Tá tudo na mais perfeita normalidade.
Afinal, trata-se do gunverno lulo-petralha.
E tudo que está escrito nessa nota aí de cima está dentro dos conformes.
DEU NO JORNAL
BLOQUEIO EUROPEU À CARNE BRASILEIRA EVIDENCIA OBSTÁCULOS AO LIVRE COMÉRCIO
Editorial Gazeta do Povo

Bloqueio europeu à carne brasileira está marcado para entrar em vigor em 3 de setembro
Em janeiro deste ano, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, e o presidente pro tempore do Mercosul, o paraguaio Santiago Peña, ao lado de outros líderes dos dois blocos, finalmente assinaram o acordo de livre comércio entre União Europeia e Mercosul, durante cerimônia em Assunção. No entanto, as sucessivas revoltas de produtores agropecuários em potências agrícolas como a França já indicavam que a implantação do acordo seria muito mais difícil que o indicado pelos discursos na cerimônia de assinatura. A primeira grande prova disso já está em curso, e envolve justamente o agronegócio brasileiro.
Em maio, a União Europeia havia retirado o Brasil da lista de países autorizados a exportar vários tipos de carne (incluindo bovinos, aves e pescados) e outros produtos de origem animal, como tripas, ovos e mel, para os países da UE. No início de junho, o bloco europeu confirmou a exclusão – se a medida não for revertida nas próximas semanas, o veto entra em vigor em 3 de setembro. A UE perde apenas para a China como principal destino das carnes brasileiras: no ano passado, o Brasil exportou o equivalente a R$ 1,8 bilhão para as nações do bloco. Os europeus argumentam que o Brasil não comprovou que seus produtores não utilizam determinados medicamentos antimicrobianos em seus animais. O uso desses medicamentos, segundo a UE, poderia levar ao surgimento de bactérias resistentes, com riscos à saúde humana.
Assim que a UE acenou com a exclusão, o governo brasileiro iniciou negociações para tentar reverter o bloqueio, mas o setor produtivo tem criticado a lentidão das autoridades, inclusive no envio de informações atualizadas aos europeus, e que atestariam o cumprimento das exigências sanitárias da União Europeia. Entidades que representam os produtores rurais falaram em “falha de coordenação do Brasil diante de uma exigência europeia já conhecida” – os regulamentos invocados pela UE para barrar a carne brasileira datam de 2019 – e em “morosidade por parte do governo federal na prestação de informações”. Em coluna na Gazeta do Povo, o ex-ministro da Agricultura Antonio Cabrera criticou a “incompetência” e a “diplomacia de palco” do governo Lula, e lembrou que tanto o presidente quanto seus ministros, ao criticar o agronegócio, deram aos europeus a munição de que eles precisavam.
E neste último ponto reside um aspecto importante dessa discussão. Ainda que o Brasil tivesse um governo amigo do produtor rural, ágil na prestação de informações, os burocratas da União Europeia não deixariam de caçar pretextos, principalmente sanitários, para dificultar a vida do exportador brasileiro, muito mais competitivo que o agronegócio europeu, pesadamente subsidiado pelos governos do continente. Nem as mudanças de última hora que o Mercosul concordou em fazer no acordo apaziguaram o presidente francês, Emmanuel Macron; o setor agropecuário, especialmente na França e na Bélgica, seguiu protestando depois da aprovação do texto pelo Conselho Europeu, na semana anterior à assinatura do texto em Assunção. Se não fossem os antimicrobianos, os europeus procurariam outras objeções.
O protecionismo exacerbado dos europeus no setor agrícola, no entanto, não retira a eventual responsabilidade do governo brasileiro, que também mantém o Brasil bastante fechado ao comércio exterior, com políticas bastante duvidosas, como as de conteúdo nacional mínimo em determinados setores. E, se o acordo entre UE e Mercosul já enfrenta esse tipo de desafio menos de um ano após sua assinatura, a situação não é muito diferente em outras regiões. Os novos “tarifaços” norte-americanos, por exemplo, também são um indicador de que em boa parte do planeta os tempos são complicados para o livre comércio, uma ferramenta fundamental para fomentar prosperidade em nível global.
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MAIS UM BI, BI,BI
O governo Lula (PT) abriu a carteira para bancar emendas de deputados e senadores nas últimas semanas.
No total, já foram pagos R$ 18,4 bilhões em emendas parlamentares, este ano.
O dado que mais impressiona é o total distribuído apenas no mês de maio:
R$ 14,1 bilhões, quase 77% de tudo que o governo petista pagou em 2026.
Em junho, já são R$ 605 milhões liberados pelo governo aos parlamentares.
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É bilhão que só a porra.
Algum leitor sabe quem é que cobre essa fantástica despesa?
Fiquei curioso…
Se alguém souber, explique aqui pra mim, por favor.
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O ESTADO BRASILEIRO TEM IGNORADO OS FUNDAMENTOS DO DIREITO – E HAVERÁ UM PREÇO A PAGAR
Roberto Motta

Direitos e preceitos fundamentais não surgiram por acaso. Eles são resultado de um longo processo civilizatório, que vem desde os filósofos gregos, passando pelos juristas romanos, pelos canonistas medievais e pelos filósofos do iluminismo
Não sou jurista e isso me ajuda a ver a situação do Brasil com alguma clareza. Sou engenheiro. Trabalhamos com lógica e cálculo. Depois de calcular tudo, aplicamos um fator de segurança. É assim que se constroem pontes, prédios e computadores. O Direito funciona de uma forma diferente. Existem fundamentos, regras e leis, mas tudo está sujeito a graus variados de interpretação. Nos últimos tempos, no Brasil, a interpretação passou a valer mais que a lei, e a ser feita conforme a conveniência política, ideológica ou – às vezes – patrimonial do intérprete.
Se a Constituição garante a liberdade de expressão, a interpretação do magistrado não pode estabelecer censura. Qualquer tipo de censura viola a Constituição – mesmo se for só “até o final desse mês” (nunca houve um mês tão longo). Se um dos fundamentos do Direito diz que ninguém pode ser juiz da própria causa, e um juiz julga um processo no qual ele também é a vítima, o fundamento foi violado. Não importa a justificativa.
As justificativas para a violação de leis ou preceitos fundamentais são sempre nobres. “É preciso reparar injustiças históricas”. “É preciso proteger os mais fracos”. “É preciso garantir a higidez do pleito”. “É preciso fazer a justiça social”. Mas a justificativa é irrelevante: a violação é uma violação.
Direitos e preceitos fundamentais não surgiram por acaso. Eles são resultado de um longo processo civilizatório, que vem desde os filósofos gregos, passando pelos juristas romanos, pelos canonistas medievais e pelos filósofos do iluminismo. Todo jurista deveria saber disso.
Por mais brilhantes que sejam os juristas brasileiros da atualidade – e, quanto a esse brilho, há controvérsia – eles não têm o poder de apagar a herança ocidental e reescrever os fundamentos do Direito. Mas é isso mesmo que estão tentando fazer.
Os exemplos são tantos que seria exaustivo listar todos. Basta mencionar dois. Primeiro, o já citado caso do juiz multifuncional, que é, ao mesmo tempo, vítima, investigador, promotor, juiz e supervisor da execução da pena. Pode isso, Arnaldo? Não pode.
O outro exemplo é a abertura de inquéritos, por ofício, pelo Judiciário. O Judiciário é um poder inerte; ele só reage quando provocado – e provocado de forma adequada, com fundamentos na lei. Entretanto, os processos judiciais mais devastadores do país foram abertos de próprio punho por magistrados. Não pode.
Se você viola os fundamentos da matemática ao calcular as fundações de um edifício, ele desaba. A mesma coisa acontece no Direito. A teoria dos frutos da árvore envenenada diz que, se você envenena as raízes de uma árvore, seus frutos serão ruins. Qualquer processo ou decisão que use fundamentos inválidos, é inválida.
“Não tenho dúvida de que todos esses processos serão anulados”, me disse uma querida amiga, uma das pessoas mais competentes, honradas e corajosas que já exerceram o cargo de magistrado no Brasil. “Ficarei feliz quando, um dia, a justiça for feita”, disse ela. “Mas o país vai passar décadas para se recuperar desse estrago e teremos que pagar milhões em indenizações para todas as vítimas”.
Esse acerto de contas é o que espera o país. A única dúvida é se ele será feito com, ou sem, amargura.
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PRÊMIO
Marcel van Hattem (Novo-RS), foi premiado internacionalmente por defender a liberdade de expressão.
O deputado foi um dos vencedores da 1ª edição do Free Speech Courage Awards, em Londres.
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Um merecido prêmio internacional.
A liberdade de expressão no país dele vem sendo ameaçada mais e mais a cada dia que passa.
Que o mundo fique sabendo.
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TUDO DE RUIM E DO PIOR
Luís Ernesto Lacombe
Tudo o que o PT entregou ao Brasil foi desgraça. O caso Master é só mais um. Jaques Wagner é só mais um. Antes dele, em 2015, outro líder do Partido dos Trabalhadores no Senado já tinha sido alvo da Polícia Federal: Delcídio do Amaral, que era do PT de Mato Grosso do Sul, foi preso por atrapalhar as investigações da Lava Jato. E a operação, destruída pela turma do Lula, tinha também colocado atrás das grades um monte de gente ligada ao petista, além dele próprio: João Vaccari Neto, João Santana, Antônio Palocci…
O guerrilheiro treinado em Cuba José Dirceu conseguiu a proeza de ser preso duas vezes, não apenas na época da Lava Jato. Ele já tinha sido pego nas investigações sobre o mensalão, e estaria “pedindo música no Fantástico” indefinidamente, a cada três prisões, se o Brasil fosse um país quase sério. Se fosse sério, Dirceu teria residência permanente na cadeia. Mas, para o PT, bandido bom é bandido solto. E tanta gente agradece: José Genoino, João Paulo Cunha, Delúbio Soares, os ladrões de celular, os sequestradores, os narcoterroristas, as “vítimas da sociedade”…
Onde tem PT tem apoio a bandidos. Os ladrões do INSS, a gangue do Master, todos agradecem ao partido de Lula. E tem o apoio internacional também. Os ditadores e terroristas ao redor do mundo são gratos. Se tem crime, o que defende quem tomou o poder é a não investigação, a não punição, a impunidade, que só pode gerar mais crime. Corrupção nunca foi o problema, mas, sim, o combate a ela. Facções criminosas nunca foram o problema, mas, sim, o endurecimento da guerra contra elas.
O empenho do PT quase sempre está ligado a ilegalidades, à falta de ética e de moralidade. Onde tem PT tem censura, perseguição política, tem guerra. O “Lulinha paz e amor” é uma invenção sem pé nem cabeça. Onde tem PT tem mentira, enganação, falsidade, narrativas desapegadas dos fatos. Tem propaganda enganosa, e nisso se gasta uma fortuna. Os pagadores de impostos que se danem. Com o dinheiro deles, o partido de Lula jura que já tirou o Brasil da pobreza e acabou com a fome umas quatro ou cinco vezes.
Onde tem PT tem vacina aprovada em desacordo com a lei que determina que a inclusão de novas tecnologias no SUS deve passar por avaliação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec). E o Ministério da Saúde interpreta o texto e libera a vacina do Butantan contra a dengue porque ela seria parecida com o imunizante japonês aprovado pela comissão. Se duas pessoas que receberam a vacina morreram e dezenas tiveram reações graves, a interrupção da aplicação é considerada um ato “responsável”.
Onde tem PT tem negociata, gastança desenfreada, governo que gasta mal e gasta muito… E, claro, as consequências disso: inflação, juros altos, déficit, dívida. Sempre foi desse jeito. E não podia ser diferente, se o partido de Lula acredita num Estado gigante, burocrático, incompetente, como se ele fosse a solução de todos os problemas, e não a causa da maioria deles. E, assim, onde tem PT tem povo endividado, empresa quebrando sem parar, estatais no prejuízo, maquiagem de estatísticas, tem reuniões secretas, tem sigilo de cem anos. Em suma, onde tem PT tem desserviço ao Brasil e uma impossibilidade doída de um dia sermos um país decente.
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SÃO O CRIME ORGANIZADO E A BUROCRACIA QUE AGRIDEM A SOBERANIA DO BRASIL
Carlos Alberto Di Franco

Poste com marca do Comando Vermelho em Belém (PA): facções se instalaram na Amazônia
O Brasil atravessa um momento decisivo. O país vive uma perigosa combinação de paralisia institucional, radicalização política e ausência de um projeto nacional consistente. O debate público foi capturado pela lógica simplificadora da polarização. De um lado e de outro, multiplicam-se discursos inflamados, slogans vazios e disputas que alimentam ressentimentos, mas não oferecem soluções.
Ao mesmo tempo, cresce na sociedade um sentimento silencioso, porém cada vez mais perceptível: o desejo de uma liderança madura, equilibrada e capaz de olhar além do calendário eleitoral. O Brasil precisa reencontrar um rumo. Precisa recolocar o desenvolvimento, a segurança e a prosperidade no centro da agenda nacional.
O recente tarifaço imposto pelos Estados Unidos reacendeu, à direita e à esquerda, um debate superficial sobre soberania nacional. Mais uma vez, políticos transformaram um tema sério em instrumento de propaganda. A soberania passou a ser tratada como peça de marketing eleitoral. Discursa-se muito e governa-se pouco.
Mas a verdadeira soberania não se mede pela retórica. Ela se expressa na capacidade de uma nação proteger seus cidadãos, garantir sua segurança, explorar suas riquezas de forma responsável e criar condições para o crescimento econômico.
Sob essa perspectiva, o Brasil enfrenta dois graves problemas de soberania.
O primeiro é o avanço avassalador do crime organizado. Facções criminosas deixaram de ser apenas organizações dedicadas ao tráfico de drogas. Transformaram-se em estruturas sofisticadas de poder, com presença em diversas regiões do país, influência econômica crescente e capacidade de infiltração em setores do Estado. Em muitas localidades, o crime organizado já exerce funções que deveriam ser exclusivas do poder público.
O cidadão comum percebe essa realidade diariamente. A população convive com o medo, com a violência e com a sensação de abandono. A soberania de um país é profundamente ferida quando seus habitantes deixam de ser protegidos pelo Estado e passam a viver sob a ameaça permanente de organizações criminosas.
O segundo problema é o bloqueio sistemático ao desenvolvimento nacional. O Brasil tornou-se refém de uma burocracia sufocante, de um emaranhado regulatório irracional e da ação de grupos organizados que frequentemente atuam contra projetos estratégicos para o país.
Essa realidade se manifesta com especial intensidade na Amazônia. A região concentra riquezas minerais, energéticas e ambientais extraordinárias. Possui potencial para gerar emprego, renda, inovação tecnológica e desenvolvimento sustentável em larga escala. No entanto, sucessivos obstáculos ideológicos e burocráticos impedem que o Brasil aproveite plenamente suas próprias oportunidades.
Não se trata de defender devastação ambiental nem de desprezar a importância da preservação. Mas preservar não pode significar condenar milhões de brasileiros à pobreza nem transformar a Amazônia em um imenso santuário intocável administrado, na prática, por interesses externos.
O Brasil precisa exercer sua autoridade sobre o próprio território. A exploração responsável das riquezas minerais, a produção de energia, a abertura de infraestrutura logística, a ampliação da conectividade e a geração de empregos são instrumentos legítimos de soberania nacional. País algum se desenvolveu renunciando ao uso racional de seus recursos naturais.
Os números ajudam a dimensionar o tamanho do desafio. Nos últimos 14 anos, 111 países cresceram mais do que o Brasil. Estudos do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional mostram que, entre 123 países analisados, apenas 11 registraram desempenho inferior ao brasileiro. Em outras palavras, cerca de 90% do mundo avançou mais rapidamente do que nós.
O resultado está à vista. Crescemos pouco, investimos pouco e oferecemos poucas perspectivas às novas gerações. Milhões de jovens brasileiros olham para o futuro com insegurança. O país que poderia ser uma potência global contenta-se com desempenhos modestos.
O Brasil precisa de líderes que pensem grande, compreendam a complexidade nacional e sejam capazes de formular um projeto. consistente de longo prazo. Governar não é administrar crises sucessivas. Governar é construir futuro.
O estadista não alimenta divisões artificiais. Não governa para as redes sociais nem para as próximas eleições. Governa para a próxima geração. Sabe que a prosperidade nasce da liberdade econômica, da segurança jurídica, da educação de qualidade e da valorização do trabalho.
O Brasil dispõe de território, recursos naturais, capacidade produtiva, talento humano e força empreendedora para ocupar posição muito mais relevante no cenário internacional. O que falta não são riquezas. Falta liderança.
A verdadeira revolução de que o país necessita não é ideológica. É uma revolução de responsabilidade, de competência e de visão estratégica. Uma revolução que enfrente o crime organizado com firmeza, liberte o potencial econômico da Amazônia e devolva aos brasileiros a confiança no futuro.
O Brasil precisa de um estadista.
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É UM TERROR
Persiste em Brasília a discussão sobre a classificação, pelos EUA, de facções criminosas do Brasil como grupos terroristas.
Para Lula e cia., não seriam terroristas pois supostamente não enfrentam o Estado.
Mas, para eles, nem o Hamas é terrorista.
Dez deputados do PT, incluindo ministros de Lula, assinaram nota oficial há cinco anos para se opor à classificação pelo Reino Unido do Hamas como terroristas, já que não promoveria terror, nem antissemitismo e sim “resistência”.
Assinaram a nota Alexandre Padilha, atual ministro da Saúde de Lula e Paulo Pimenta, que foi porta-voz do governo por dois anos.
Outros petistas proeminentes como Zeca Dirceu (PR), Érika Kokay (DF), Nilto Tatto (SP) e Enio Verri (PR) também assinaram a nota pró-Hamas.
Rosa Neide (MT), Helder Salomão (ES), Paulão (AL) e Padre João (MG) fecham a lista de deputados do PT que defenderam o Hamas.
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É isso mesmo.
Esse aterrorizante bando petralha adora terroristas.
Normal, normal.
Tudo dentro dos conformes.
Terror e horror são coisas típicas do bando luloso.
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