DEU NO JORNAL

PÉ-FRIO

Na caçada a culpados pela derrota do Brasil para a Noruega, um meme lembrou a reputação de pé-frio de Lula (PT).

Faz sentido: o Brasil nunca foi campeão do Mundo com o petista na presidência.

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O Brasil nunca foi campeão de coisa boa alguma na gestão petralha.

Já na área de coisas ruins, não tem nação que consiga derrotar o Descondenado!

Somos campeões imbatíveis no setor de tudo que não presta.

DEU NO JORNAL

CURSOS E CURSOS

Servidores da Presidência da República deitam e rolam com “cursos” caríssimos bancados pelo pagador de impostos. No oba-oba, belos valores em diárias e até passagens aéreas entram na farra.

No mês passado, 11 servidores participaram de curso de “Gestal de Cerimonial” com mensalidade a R$ 3,9 mil cada.

Até curso de “Preparação para a Aposentadoria” entra na lista.

Cursos de idiomas, em uma das escolas mais tradicionais da capital, fazem sucesso: 522 alunos palacianos.

A Presidência ainda desembolsou mais de R$ 6,2 mil em curso sobre “Governança, Riscos e Compliance”.

Em maio, um congresso sobre zoológicos e aquários para um servidor custou R$ 1,2 mil. Soma R$ 843 de passagem e R$ 3,3 mil em diárias.

Em abril, uma servidora foi ao exterior para curso entre os dias 13 e 17. Só com passagens, lá se vão R$ 14,8 mil. Com diárias, mais R$ 16,1 mil.

Outra também escolheu a mesma instituição para cursinho na gringa. A viagem, tida como “urgente”, saiu por R$ 32,8 mil em passagens e diárias

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O bom mesmo seria o patrocínio de cursos para o chefão.

Curso de leitura, curso de falar a verdade, curso de sobriedade, curso de seriedade e curso de honradez.

Fora outros e outros.

Estes sim, valeriam a pena serem bancados com nosso suado dinheirinho.

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JUROS ALTOS TÊM TUDO A VER COM GASTO PÚBLICO DESENFREADO

Editorial Gazeta do Povo

O ministro da Fazenda, Dario Durigan, não precisou nem de quatro meses no posto para aprender a repetir à risca o discurso petista sobre as contas públicas, que pode ser resumida ao famoso dito “a culpa é minha e eu a coloco em quem eu quiser”. Em entrevista recente ao portal G1, o sucessor de Fernando Haddad afirmou que a pasta conduzida por ele é a que tem menos culpa pelos altos juros do país. A taxa básica, a Selic, é definida pelo Copom – atualmente formado apenas por indicados do presidente Lula –, e está em 14,25% ao ano, depois de ter permanecido em 15% por nove meses, como resultado de um ciclo de alta iniciado em setembro de 2024.

“Eu não estou procurando culpados. Porque assim, quem é menos culpado é o Ministério da Fazenda por conta da taxa de juros. (…) Nós temos que discutir qual a razão da taxa de juros estar nesse patamar. O debate fiscal importa para a taxa de juros, mas não é a solução, porque essa é a resposta fácil”, afirmou o ministro. De fato, precisamos mesmo discutir com toda a franqueza os motivos pelos quais os juros brasileiros andam tão altos. E sim, apontar a política fiscal do governo como a principal culpada se tornou a “reposta fácil”, mas apenas porque o próprio governo tornou muito fácil apontar o dedo para o lugar certo.

Ao longo de todo o ciclo de alta da Selic, o Copom vinha alertando para os problemas da política fiscal expansionista e da falta de uma âncora fiscal crível. Não faltaram avisos, embora feitos em uma linguagem diplomática demais para os ouvidos daqueles que estavam por trás da ampliação indiscriminada da despesa pública e do incentivo desenfreado ao consumo. Apenas no comunicado mais recente – ironicamente, em que explicava uma decisão de redução da Selic – o colegiado foi mais enfático, incluindo entre os riscos de alta da inflação “estímulos à demanda agregada, em particular ao componente de consumo, que tenham como resultado o crescimento da atividade econômica acima do produto potencial, enfraquecendo parte dos canais usuais de transmissão da política monetária”. Só antolhos ideológicos impediriam alguém de enxergar nessas palavras uma referência direta à gastança lulista.

Risível, também, a promessa do ministro de se esforçar para cumprir a meta fiscal nos próximos anos – quanto a este ano, melhor não comentar, obviamente. De nada adianta prometer atingir uma meta que só existe no papel; as metas fiscais previstas no arcabouço proposto pelo governo em 2023 já se tornaram ficção, tamanho o rol de despesas que não entram na conta oficial. Até mesmo neste ano, em que Lula gasta como nunca em busca da reeleição, é grande a chance de a meta oficial ser cumprida; mas o número que os economistas e o mercado financeiro usam, inclusive para determinar suas expectativas de inflação, é o resultado primário real, que será muito pior.

E que ajuste Durigan acha que um eventual quarto governo Lula fará, quando o petista escolhe como coordenador de seu programa de governo o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, que defende exatamente a manutenção da política atual de expansão do gasto público? Gabrielli, assim como Durigan, nega ou minimiza as consequências da política fiscal expansionista; se é assim, para que o governo haveria de fazer ajustes ou cortes? Com a condução da economia entregue a autênticos negacionistas, as perspectivas não têm como ser boas – e os juros não terão como cair até margens que deixem de sufocar a economia real, mas que hoje infelizmente são necessários como a única ferramenta capaz de segurar a inflação.

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TUDO AQUILO QUE O BRASIL PERDEU ALÉM DA COPA

Paulo Briguet

A derrota do Brasil vai além do futebol: expõe um país que perdeu rumo, virtudes e a confiança em si mesmo

Eu tinha 12 anos em 5 de julho de 1982, quando a Itália venceu o Brasil por 3 a 2, no fatídico jogo que ficou conhecido como Tragédia do Sarriá. Naquele dia — uma segunda-feira como hoje —, eu chorei muito e fui consolado pelo Vô Briguet, ex-pintor de carros e ex-juiz de futebol. Quarenta e quatro anos depois, no mesmo 5 de julho, desta vez um domingo, o Brasil foi novamente derrotado, agora pelos vikings da Noruega.

Fico triste ao ver o desalento do meu filho — que tem 16 anos e passou da idade de chorar por essas coisas —, mas não posso deixar de observar a gritante diferença entre as duas derrotas. Em 82, a Seleção de Zico, Sócrates e Falcão encantou o mundo; o time atual apenas o desencantou. Exceto por alguns lances esparsos de talento, o que vimos, sobretudo no último jogo, foi uma equipe apática, perplexa e passiva, que permitiu ao adversário assumir o protagonismo das ações. O fantasma dos 7 a 1 parece ainda pairar sobre esse time.

Não vou procurar culpados, até porque é fácil ser profeta depois do que já aconteceu. Em vez de encontrar vilões, para consolar meu filho, disse a ele que tive de esperar até os 24 anos para ver o Brasil ser campeão. “A Copa de 70 não conta, eu ainda estava na barriga da minha mãe”, disse ao Pedro, arrancando-lhe um sorriso triste.

Sempre tentei ver o futebol como uma espécie de metáfora do mundo, como uma simulação visual das batalhas cotidianas de todos nós. Além disso, costumam chamar-me a atenção as histórias de vida por trás de cada personagem. Vocês ouviram o caso do técnico da Noruega, que, quando era jogador, aos 33 anos, sofreu um ataque cardíaco durante um treino e ficou sem sinais vitais por sete minutos, chegando a ser declarado clinicamente morto?

O futebol e a vida estão interligados. Por isso, ouso dizer que a derrota do Brasil na Copa reflete a realidade do nosso país e está vinculada aos nossos padecimentos enquanto nação.

Isso porque 2002, como vocês devem estar lembrados, não foi apenas o ano do penta. Foi também o ano da morte de Celso Daniel e da eleição de Lula. De lá para cá, decaímos vertiginosamente. Pelo caminho, fomos perdendo aquelas virtudes que, de uma forma ou de outra, ainda eram respeitadas até pelos maus. Alguém — não sei se La Rochefoucauld ou Oscar Wilde — disse que a hipocrisia é o tributo que o vício paga à virtude, mas, no Brasil, a hipocrisia já é coisa do passado: as elites políticas que nos desgovernam fazem questão de exibir sua maldade e sua podridão moral como troféus.

Bondade, compaixão, justiça, coragem, paciência, mansidão, generosidade, pureza, confiança, inteligência, amor à verdade e perdão se tornaram objeto de escárnio. Não é a primeira vez que isso acontece na história: se, no Calvário, diante da própria Verdade oferecida em sacrifício, os homens maus fizeram zombarias, por que não o fariam hoje, diante de nós, miseráveis pecadores incomparavelmente menos feridos?

Que Deus tenha piedade do Brasil e nos perdoe.

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ESTATAIS ESTABANADAS

Segue ladeira abaixo as contas das estatais brasileiras, devendo pra lá de R$ 7,4 bilhões apenas nos cinco primeiros meses do ano.

Se pegar os últimos 12 meses, a coisa fica ainda pior: rombo de R$ 9,7 bilhões.

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Estatais significa que são administradas pelo Estado.

E um Estado que está nas mãos do PT, jamais poderia ter estatais dando lucros.

Lógico, óbvio, evidente.

Um estatizeiro do porte do descondenado é a coisa pior que poderia acontecer neste infeliz recanto de mundo.

O rombo vai passar dos 10 bilhões ligerinho, ligeirinho.

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TÁ CHEGANDO NO BI, BI, BI

Já se aproximam da marca bilionária os gastos do governo Lula (PT) com viagens, apenas em 2026.

Nas últimas duas semanas, o total disparou para R$ 844,8 milhões; diárias representam a maior despesa, R$ 469,8 milhões, enquanto passagens aéreas custaram R$ 372,7 milhões aos pagadores de impostos.

Em meados de junho, o total com era de ‘só’ R$ 675 milhões. De lá para cá disparou R$ 170 milhões.

No último mês, o governo Lula conseguiu gastar em média mais de R$ 12 milhões por dia com viagens; passagens aéreas e – sobretudo – diárias.

Já foram registrados mais de R$ 5 milhões com “outros gastos” (taxas de agenciamento, seguros etc.); R$ 1 milhão nas últimas duas semanas.

O governo torrou mais de R$ 106 milhões com viagens internacionais e esse valor não inclui Lula, Janja e os muito assessores do casal.

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Chega fiquei zonzo de ler tanto mi, mi, mi.

É dinheiro que só a peste.

E tudo arrancado do bolso da gente.

É pra arrombar a tabaca de Xolinha!!!

A cachorra Xolinha, mascote desta gazeta, de tabaca arrombada com as gastanças luleiras

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NÚMEROS SURREAIS

Desde que o casal Lula e Janja assumiram o controle dos palácios da Alvorada e do Planalto, o número de terceirizados para atenderem aos caprichos dos petistas disparou e subiu quase 20%.

Em dezembro de 2022, último mês antes de Lula assumir, a Presidência da República contava com 895 servidores terceirizados. Em maio deste ano, data dos dados mais recentes, o exército de serviçais somou 1.064 trabalhadores.

Lula, que sempre esbanja em limusines no exterior, tem à disposição uma tropa de 75 motoristas, todos pagos com o nosso dinheiro

O número de copeiros também impressiona, são 52 profissionais. Tem ainda outros 81 garçons para abastecer Lula com água e cafezinho.

Apesar de contar com a Polícia Federal, GSI e Forças Armadas, Lula ainda mantém 38 vigilantes sob tutela da Presidência.

A Presidência ainda conta com 26 recepcionistas, outros seis gesseiros, quatro piscineiros e até um chaveiro.

Há ainda arquitetos, engenheiros…

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Nada de estranho ou anormal.

Tudo dentro de filosofofia esbanjanjadeira.

A tendência é aumentar essa zorra, nos conformes lulo-petralhas.

E nós é que pagamos tudo…

Tudinho…

É pra arrombar!!!!!