Haverá um tempo em que voltaremos ao telex, código morse, orelhão….
Trocaremos cartas, escritas a mão ou datilografadas, canais de tv serão poucos – todos estatais – e, reviveremos a época de ouro do radio como meio de informação…
Filmes, só no cinema, todos devidamente passados pela censura e, antes o famoso canal 100, com imagens de partidas de futebol de 6 meses atrás…
Parece utopia, mas é assim que desejam nossos governantes de plantão, onde se confunde quem realmente manda: Executivo ou Judiciário?…
Legislativo apenas pensando em seus interesses….
Como dizia Justo Verissimo (personagem do Chico Anísio) eu quero apenas me locupletar e o povo que se exploda…
Fiquei surpreso e agradecido por ver a foto de minha cidade Unai-MG estampada nesta gazeta escrota que eu adoro ler todos os dias.
Sempre que ligo o computador pela primeira vez no dia, procuro esta revista.
Quando acontece de estar sem atualização por falta de internet e o editor nos comunica, perco o resto de meu dia e não convém expressar aqui o que penso da operadora vivo.
É fácil: é só chamar o pessoal que gerenciava as Lojas Americanas.
Entendem que só que a porra de mascarar balanços.
Contabilidade empresarial é um retrato, do passado, de uma empresa. Ela não mostra a capacidade de solvência em cada instante do tempo.
O balanço publicado no final do ano mostra a evolução do ativo, passivo, patrimônio líquido no final do ano. A partir daí são gerados indicadores financeiros, de solvência, de rentabilidade etc.
As empresas públicas devem ser observadas sob a ótica da contabilidade pública que avalia a evolução do patrimônio do setor público considerando a execução ORÇAMENTÁRIA.
No setor privada, as empresas desenvolvem suas atividades com base nas receitas, custos e lucro.
Empresa PÚBLICA – para não confundir com empresa de economia mista – não tem perspectiva de lucro, logo não faz o menor sentido comparar as duas coisas.
Essa é mais uma forma de enganar a população criando um jabuti a mais que vai fazer dar sustentação aos pobres imbecis que acreditam nessas bobagens.
Agora, há uma questão: uma empresa deficitária pode ter lucro.
Foi o aconteceu com as empresas públicas quando Paulo Guedes era ministro.
Todas elas tinha déficits acumulados e tiveram lucros a ponto de fechar no “azul”.
O pessoal está comemorando o lucro do BNDES, de R$ 9,8 bilhões. Beleza, no entanto, a gente precisa ter cuidado porque o banco trabalha com crédito de longo prazo.
Até que ponto isso é lucro projetado?
Não sei.
Deixar aqui a ideia para alguém falar sobre isso .