Sou assinante da revista (e agora televisão) Oeste.
Estou plenamente satisfeito com o que leio, e tudo é do meu agrado.
Se assim não fosse, cancelaria minha assinatura.
SUGIRO, entretanto que os Editores (a gente imagina que, “quem manda” é o Augusto Nunes) contratem profissionais confiáveis, dentro da linha que defendem e oferecem a todos.
Não acho, por exemplo, “que o Brasil está a beira de se tornar um “país narcoestado”.
O Brasil, vejo assim, “já é um país país narcoestado” – pode ser que ainda não seja no Estado onde quem produziu a matéria, vive.
Pois saiba que, no Ceará, na Bahia, e no Maranhão (onde vivo), quem “manda mesmo” é o narcotraficante.
As polícias apena assistem e cumprem determinações do CV e do PCC.
Aqui em SP o preço da batata e da cebola já tem meses que anda na faixa dos 2 reais o kg.
– Isso é bom para o consumidor; diriam alguns desavisados.
Agora pensem, se chega a 2 reais na gôndola dos mercados, a quanto que sai dos produtores (lembrando que depois que é vendido na roça tem limpeza, embalagem, transporte e impostos)?
Depois que o produtor quebra, não há mais produção e o preço dispara.
Aguardem para ver a evolução destes dois alimentos importantes (são só 2 exemplos).
Se Bolsonaro tivesse dado à Michelle 10 funcionários públicos para lhe ajudar no meritório trabalho que ela fazia em favor dos pobres e desvalidos, descia o STF, a esquerda, o consórcio de imprensa todos juntos e misturados a tentar lhe tirar o couro.
Teve “escândalo” com leite condensado, com viagra, só pelo fato de morar no mesmo condomínio do assassino da Marielle, casa (mansão) em Angra, Baleia, moedinhas no laguinho do Alvorada…..
Palavras de Jørgen Watne Frydnes, presidente do Comitê Norueguês do Nobel:
“No último ano, a Sra. Machado foi forçada a viver escondida. Apesar das sérias ameaças à sua vida, ela permaneceu no país, uma escolha que inspirou milhões”,
bem como:
“Quando os autoritários tomam o poder, é crucial reconhecer os corajosos defensores da liberdade que se levantam e resistem”,
e ainda:
“A democracia depende de pessoas que se recusam a ficar em silêncio. Que ousam dar um passo à frente apesar dos grandes riscos e que nos lembram que a liberdade nunca deve ser considerada garantida, mas deve ser sempre defendida com palavras, coragem e determinação”.
Não pelos princípios políticos desse povo; mas pelo óbvio que denotam em “suas pregações”.
Viva eu que nunca dei trela às filosofias de sinonímia, as copiadas sorrateiramente formando exemplos em falas agradáveis, que geram lucro de palestras repetitivas, lançadas para um público sedento por ouvir o que lhe convém.
Sou muito mais as filosofias de botequins, de Nego Ciço, de Paulo Doido, de Zé de Pereirinha, de Núbia Resto de Feira, de Zé do Café, de Rola Cigano, de Doquinha Sibite e de tantos outros pensadores com quem aprendi sobre a vida.