SEVERINO SOUTO - SE SOU SERTÃO

DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

O ÚLTIMO PRACINHA VIVO

Comentário sobre a postagem HOMENAGEM

João Francisco:

Um herói vivo que merece todas as homenagens.

O último pracinha vivo.

Que nos lembra um Brasil que lutou bravamente na Itália e por lá é muito mais reconhecido que por aqui.

Me lembro que Bolsonaro o visitou quando Presidente e lhe agradeceu pelos serviços prestados.

Foi o único PR que fez isso a um pracinha vivo.

DEU NO JORNAL

IMPOSSÍVEL

Jason Miller, Conselheiro político do presidente Trump, não poupou críticas a Lula, por ficar bravo com o cerco dos EUA contra facções:

“Encontre alguém que te ame como Lula ama narcoterroristas”, ironizou.

* * *

Vai ser difícil.

Na verdade vai ser impossível.

Encontrar alguém que te ame com mais ardor que o amor do descondenado pelos cumpanhêros narcoterroristas, não vai acontecer nunca!

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

FRIEZA – Florbela Espanca

Os teus olhos são frios como as espadas,
E claros como os trágicos punhais,
Têm brilhos cortantes de metais
E fulgores de lâminas geladas.

Vejo neles imagens retratadas
De abandonos cruéis e desleais,
Fantásticos desejos irreais,
E todo o oiro e o sol das madrugadas!

Mas não te invejo, Amor, essa indif’rença,
Que viver neste mundo sem amar
É pior que ser cego de nascença!

Tu invejas a dor que vive em mim!
E quanta vez dirás a soluçar:
“Ah, quem me dera, Irmã, amar assim!…”

Florbela Espanca, Vila Viçosa, Portugal (1894-1930)

* * *

Poema musicado por Fagner. Faz parte do LP de Amelinha, cantando com ele.

DEU NO X

BERNARDO - AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS

DEU NO JORNAL

INFLAÇÃO: SORRIA, VOCÊ ESTÁ SENDO ROUBADO

Roberto Motta

O Estado não faria o que faz se a população entendesse o que acontece. O Estado rouba o valor do dinheiro das pessoas para conseguir pagar por seus gastos irresponsáveis

A inflação faz com que o dinheiro perca o poder de compra. Os preços sobem, ano após ano. Isso acontece em quase todos os países. Aqui, os preços já chegaram a subir mais de 80% em um único mês, em março de 1990.

O que nunca se diz é que a inflação é consequência dos gastos do governo.

Vamos explicar.

Primeiro, vamos lembrar que o sintoma da inflação é o aumento contínuo e generalizado de preços. O aumento temporário de preços – provocado, por exemplo, por escassez de um produto – não caracteriza inflação. Quando o produto volta ao mercado, os preços caem. O que caracteriza a inflação é o aumento contínuo e generalizado de preços.

O aumento dos preços é o sintoma da inflação. A causa do aumento dos preços é a desvalorização do dinheiro. E por que o dinheiro se desvaloriza? Porque o Estado aumenta a quantidade de dinheiro em circulação – o Estado “imprime” mais dinheiro – para pagar por seus gastos.

Vamos explicar esse mecanismo de forma objetiva.

O governo gasta mais do que arrecada. Isso gera um déficit – um buraco nas contas públicas. O governo então precisa pedir dinheiro emprestado para cobrir o déficit. Ele toma dinheiro emprestado vendendo títulos do tesouro.

Esses títulos são comprados principalmente por bancos. Os bancos podem, depois, vender os títulos para o Banco Central.

Nesse processo há um detalhe importante: o Banco Central compra os títulos com dinheiro que ele cria na hora. Como ele faz isso? Através de um lançamento contábil. Em termos práticos: o Banco Central digita valores em um computador e transfere esse dinheiro recém-criado para os bancos, em troca dos títulos.

Pronto: foi criado dinheiro. É a mesma coisa que imprimir um monte de cédulas.

Essa é uma operação triangular. Se abstrairmos a participação dos bancos, o resultado é que o déficit do governo foi financiado criando dinheiro do nada. Ou seja, o Estado imprimiu dinheiro (via Banco Central) para pagar por seus gastos.

Isso é gravíssimo, porque a criação de dinheiro faz com que a moeda perca o poder de compra. Esse efeito não é fácil de entender, mas ele funciona assim: quanto mais dinheiro o Estado imprime, menos o dinheiro vale. É como colocar água quente em uma xícara com café; a xícara fica mais cheia mas o café fica cada vez mais fraco.

Para o cidadão comum, esse processo de criação de dinheiro é invisível e difícil de entender. É preciso ler a explicação várias vezes, refletir, tirar dúvidas. Para piorar, há muitos “especialistas” em economia que usam termos complicados e adicionam detalhes desnecessários quando falam do assunto, tornando tudo muito difícil de entender – de propósito.

O Estado não faria o que faz se a população entendesse o que acontece. O Estado rouba o valor do dinheiro das pessoas para conseguir pagar por seus gastos irresponsáveis.

Como o Estado nunca para de imprimir dinheiro, os preços nunca param de aumentar. Por isso, uma dúzia de ovos custava R$ 1 em 1994, hoje custa R$ 12 e um dia vai custar R$ 500.

Como a criação de dinheiro é a causa da inflação, e o dinheiro é criado para cobrir os gastos do governo, basta o governo gastar menos e o dinheiro deixará de perder valor. Isso causará uma melhoria gigantesca na vida da população.

Percebam que, enquanto a maioria das pessoas perde com a inflação, ela beneficia extraordinariamente os políticos (que controlam o Estado e podem gastar o quanto quiserem) e os bancos (que lucram com as operações financeiras). As pessoas que têm investimentos e entendem do mercado financeiro conseguem proteger o seu dinheiro. O resto da população vê o seu poder de compra diminuir a cada dia.

Ao mesmo tempo em que rouba o valor do dinheiro, o Estado cria programas assistencialistas e aprova leis de reajuste salarial. Mas vejam a hipocrisia: de que adianta “reajustar” os salários se, em pouco tempo, esse reajuste é corroído pela inflação?

DEU NO X

COMENTÁRIO DO LEITOR

AH SE “SESSE”…

Comentário sobre a postagem RECONHECEU

Monteiro:

Autocrítica!?

Nem tanto.

Seria uma maravilha se, de fato, “sesse” autocrítica.

Mas, considerando o personagem, isso está mais distante de ser possível de que vermos o Flávio Dino levitar durante suas sentenças…

A declaração apenas demonstra que o mané se julga acima de tudo e de todos.

Está mais para caduquice, idiotia, ou loucura mesmo.

Agora, a frase expressa uma certa verdade… Ou meia verdade.

Mas aí fica com o eventual leitor a interpretação dessas considerações.