DEU NO JORNAL

CANDIDATURA

Líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN) avalia que a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência cresce, empolga o povo, e deixa a esquerda e o PT em pânico:

“O Brasil quer renovação”, disse.

* * *

Num cresce não, sinhô senadô.

Pesquisa divulgada ontem diz que o filho do esfaqueado está acima do descondenado bem pouco.

Pouquinho mesmo.

Veja:

Imagem

Se a diferença em favor de Flávio aumentar, vai vir uma ordem da ONU dando 24 horas pra diminuir.

E o filho do esfaqueado ficará abaixo do descondenado.

Aguarde.

COMENTÁRIO DO LEITOR

COMPENSA MESMO

Comentário sobre a postagem LIDERANÇA MUNDIAL !!!

Pablo Lopes:

Trata-se de um índice de percepção da corrupção.

A posição do Brasil não é surpresa: a presidência da república é ocupada por condenado por corrupção; juízes de todas as instâncias vivem enrolados em caso os mais cabeludos, o que garante a impunidade geral.

Por outras palavras, não adianta o acobertamento da imprensa, os discursos enchedores de linguiça dos político ou a hermenêutica torta da justiça.

Todos percebem a podridão.

Neste lugar esquecido do mundo o crime compensa.

DEU NO X

DALINHA CATUNDA - EU ACHO É POUCO!

UMA RODA DE GLOSAS

Mote desta colunista:

É duro dar luz a cego
Que não pretende enxergar.

Dalinha Catunda:

Não sou dona da verdade
O bom senso assim me diz
Na vida sou aprendiz
Mas sempre bate a vontade
De repassar qualidade
A quem deseja ingressar
Com regras no versejar
E o pouco que sei não nego
É duro dar luz a cego
Que não pretende enxergar.

Rivamoura Teixeira:

Eu já dei até a dica
De como faz o traçado
O x do metrificado
Ele diz _exemplifica
Mas parece q ele fica
Olhando a banda passar
Ou prefere só ficar
Nesse pequenino ego
É duro dar luz a cego
Que não pretende enxergar.

Dulce Esteves:

Meus parcos conhecimentos
Gosto de compartilhar
Convidei, vamos estudar
Mas, me causou foi tormentos
Esses tristes elementos
Só souberam foi negar
Disse: eu sei metrificar
Esse peso não carrego
É duro dar luz a cego
Que não pretende enxergar.

Creusa Meira:

Às vezes a gente fala
Até com certo cuidado
Que o verso tem pé quebrado
Mas a pessoa se cala
Segue o caminho e embala
Mostrando não se importar
Vai querer me martelar
Mas afirmo, não sou prego
É duro dar luz a cego
Que não pretende enxergar.

Giovanni Arruda:

Precisa ter paciência
Pois no começo é assim
Fica pensando no fim
E quebra toda a cadência
Perde do verso a essência
Quem prioriza contar,
Eu aconselho tentar
Mas uma coisa não nego
É duro dar luz a cego
Que não pretende enxergar.

Bastinha Job:

É malhar em ferro frio
pedra que água não fura
clarear a noite escura
secar o leito do rio,
receita sem ter avio,
um ganho sem conquistar,
Poeta sem se inspirar
Tudo isso veto e renego:
É duro dar luz a cego
Que não pretende enxergar.

DEU NO X

PEDRO MALTA - A HORA DA POESIA

SONETO DO DESMANTELO AZUL – Carlos Pena

Então, pintei de azul os meus sapatos
por não poder de azul pintar as ruas,
depois, vesti meus gestos insensatos
e colori as minhas mãos e as tuas,

Para extinguir em nós o azul ausente
e aprisionar no azul as coisas gratas,
enfim, nós derramamos simplesmente
azul sobre os vestidos e as gravatas.

E afogados em nós, nem nos lembramos
que no excesso que havia em nosso espaço
pudesse haver de azul também cansaço.

E perdidos de azul nos contemplamos
e vimos que entre nós nascia um sul
vertiginosamente azul. Azul.

Carlos Souto Pena Filho, Recife-PE, (1929-1960)

DEU NO X

BERNARDO - AS ÚLTIMAS NOTÍCIAS

DEU NO JORNAL

MUITA VONTADE

Nos 46 anos do PT, ontem (10), o partido de oposição PL fez questão de registrar que faltam vontade e honestidade à legenda de Lula:

“Destruir o Brasil eles sabem, só não chame isso de estar ao lado do povo”, disse.

* * *

Não concordo que faltem “vontade e honestidade” ao PT.

Falta apenas um destes dois itens: a honestidade.

Já a vontade, essa é enorme, gigantesca!

Vontade de…

Bom, a lista é grande. Fico por aqui.

PROMOÇÕES E EVENTOS

LIVRO DO COLUNISTA FUBÂNICO CARLITO LIMA

Um assassinato misterioso ocorrido na Lagoa Mundaú – onde, por uma infeliz coincidência, uma mina está cedendo e afetando milhares de moradores de Maceió – é o cenário que abre o romance de Carlito Lima, que leva o nome da lagoa.

A obra conta a história de uma família, suas lutas, aventuras e alegrias em um período histórico para o Brasil entre as décadas de 1960 e 1970. Uma mistura de ficção e realidade que retrata o país durante a ditadura militar.

Para Carlito Lima, mais que um romance, a obra é a historiografia de uma época.

“Mundaú é um depoimento do modo de vida daquela época, quando o machismo e a violência contra a mulher eram naturalizados, mas também quando havia muita música popular brasileira, romantismo e ideais. Em 50 anos as coisas mudaram e o leitor pode tirar suas conclusões”, afirma.

Contato com o autor:

carlitoplima@gmail.com

(82) 9-9690.9964