Líder da Oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN) avalia que a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência cresce, empolga o povo, e deixa a esquerda e o PT em pânico:
“O Brasil quer renovação”, disse.
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Num cresce não, sinhô senadô.
Pesquisa divulgada ontem diz que o filho do esfaqueado está acima do descondenado bem pouco.
Pouquinho mesmo.
Veja:
Se a diferença em favor de Flávio aumentar, vai vir uma ordem da ONU dando 24 horas pra diminuir.
E o filho do esfaqueado ficará abaixo do descondenado.
A posição do Brasil não é surpresa: a presidência da república é ocupada por condenado por corrupção; juízes de todas as instâncias vivem enrolados em caso os mais cabeludos, o que garante a impunidade geral.
Por outras palavras, não adianta o acobertamento da imprensa, os discursos enchedores de linguiça dos político ou a hermenêutica torta da justiça.
Não sou dona da verdade O bom senso assim me diz Na vida sou aprendiz Mas sempre bate a vontade De repassar qualidade A quem deseja ingressar Com regras no versejar E o pouco que sei não nego É duro dar luz a cego Que não pretende enxergar.
Rivamoura Teixeira:
Eu já dei até a dica De como faz o traçado O x do metrificado Ele diz _exemplifica Mas parece q ele fica Olhando a banda passar Ou prefere só ficar Nesse pequenino ego É duro dar luz a cego Que não pretende enxergar.
Dulce Esteves:
Meus parcos conhecimentos Gosto de compartilhar Convidei, vamos estudar Mas, me causou foi tormentos Esses tristes elementos Só souberam foi negar Disse: eu sei metrificar Esse peso não carrego É duro dar luz a cego Que não pretende enxergar.
Creusa Meira:
Às vezes a gente fala Até com certo cuidado Que o verso tem pé quebrado Mas a pessoa se cala Segue o caminho e embala Mostrando não se importar Vai querer me martelar Mas afirmo, não sou prego É duro dar luz a cego Que não pretende enxergar.
Giovanni Arruda:
Precisa ter paciência Pois no começo é assim Fica pensando no fim E quebra toda a cadência Perde do verso a essência Quem prioriza contar, Eu aconselho tentar Mas uma coisa não nego É duro dar luz a cego Que não pretende enxergar.
Bastinha Job:
É malhar em ferro frio pedra que água não fura clarear a noite escura secar o leito do rio, receita sem ter avio, um ganho sem conquistar, Poeta sem se inspirar Tudo isso veto e renego: É duro dar luz a cego Que não pretende enxergar.
Um assassinato misterioso ocorrido na Lagoa Mundaú – onde, por uma infeliz coincidência, uma mina está cedendo e afetando milhares de moradores de Maceió – é o cenário que abre o romance de Carlito Lima, que leva o nome da lagoa.
A obra conta a história de uma família, suas lutas, aventuras e alegrias em um período histórico para o Brasil entre as décadas de 1960 e 1970. Uma mistura de ficção e realidade que retrata o país durante a ditadura militar.
Para Carlito Lima, mais que um romance, a obra é a historiografia de uma época.
“Mundaú é um depoimento do modo de vida daquela época, quando o machismo e a violência contra a mulher eram naturalizados, mas também quando havia muita música popular brasileira, romantismo e ideais. Em 50 anos as coisas mudaram e o leitor pode tirar suas conclusões”, afirma.