Qual o sentimento de um pai que ,trabalha duro para sustentar e educar e quando vão para uma faculdade … pic.twitter.com/zMVFJEy8QY
— Nanibarbosa (@RosaneBonoro) January 10, 2026
Qual o sentimento de um pai que ,trabalha duro para sustentar e educar e quando vão para uma faculdade … pic.twitter.com/zMVFJEy8QY
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Leandro Ruschel
Além de todas as evidências de que Lula foi um dos principais aliados da ditadura chavista desde sua instalação — chegando ao ponto de enviar marqueteiros a Caracas, financiados pelo propinoduto revelado pela Lava Jato — há um episódio mais recente que escancara a cumplicidade do Descondenado.
Lula é o Maduro brasileiro. E tem sangue venezuelano nas mãos.
Um dos primeiros atos de política externa do Descondenado, ainda em 2023, ao retornar ao Palácio do Planalto, foi receber com tapete vermelho o narcoditador Nicolás Maduro, hoje preso em Nova York.
Na ocasião, Lula afirmou:
“Você sabe a narrativa que se construiu contra a Venezuela, da antidemocracia, do autoritarismo.
Então, eu acho que cabe à Venezuela mostrar sua narrativa para que possa efetivamente fazer as pessoas mudarem de opinião.
(…) É preciso que você construa a sua narrativa.
(…) É efetivamente inexplicável um país ter 900 sanções porque outro não gosta dele.”
Ou seja: diante de décadas de censura, perseguição, tortura, prisões arbitrárias e assassinatos políticos, Lula reduz tudo a uma simples “narrativa” — como se as sanções fossem apenas fruto de antipatia internacional, e não consequência direta de crimes comprovados.
E ontem, o regime chavista começou a promover a soltura de presos políticos, pressionado pelos Estados Unidos — um movimento que, por si só, é admissão de que existem presos políticos, apesar da negativa oficial do regime.
São décadas de repressão, que produziu o maior desastre humanitário da história da América Latina, com a saída de mais de 8 milhões de venezuelanos do país, fugindo do inferno socialista. E mesmo assim, Lula trata os fatos como propaganda alheia — e não como violações graves de direitos humanos denunciadas por diversas organizações internacionais, incluindo a esquerdista ONU.
No Brasil, Lula também deixou ainda mais evidente seu perfil autoritário ao vetar o PL da Dosimetria, que buscava revisar penas e dar algum alívio a centenas de condenados e perseguidos políticos no país.
Para quem ainda é ingênuo — ou muito burro — é preciso dizer com todas as letras: o PT tem um projeto chavista para o Brasil.
Dessa vez poderemos dizer que Lula apoia ditaduras assassinas? pic.twitter.com/xexyEEs5lF
— Coronel Amaro (@Amaro_Coronel) January 9, 2026
Dessa vez poderemos dizer que Lula apoia ditaduras assassinas? pic.twitter.com/xexyEEs5lF
— Coronel Amaro (@Amaro_Coronel) January 9, 2026
Parabéns a todos os Professores que fizeram o L!!!
A recompensa chegou:
Aumento de 0,37%, o equivalente a R$ 18,10 reais de aumento.
Lembrando que: Bolsonaro deu um reajuste de 33,24%, o MAIOR da história.
Ah, mas ele fala palavrão né?
Parabéns a todos os Professores que fizeram o L‼️
A recompensa chegou: aumento de 0,37% o equivalente a R$ 18,10 reais de aumento‼️🫶🏻Lembrando que: Bolsonaro deu um reajuste de 33,24%, o MAIOR da história‼️
Ah, mas ele fala palavrão né⁉️ pic.twitter.com/gibl0G5MS2— Talita – Mulher Patriota 🇧🇷 (@Tali_Mito22) January 9, 2026
Altiva e couraçada de desdém,
Vivo sozinha em meu castelo: a Dor!
Passa por ele a luz de todo o amor …
E nunca em meu castelo entrou alguém!
Castelã da Tristeza, vês? … A quem? …
– E o meu olhar é interrogador –
Perscruto, ao longe, as sombras do sol-pôr …
Chora o silêncio … nada … ninguém vem …
Castelã da Tristeza, porque choras
Lendo, toda de branco, um livro de horas,
À sombra rendilhada dos vitrais? …
À noite, debruçada, plas ameias,
Porque rezas baixinho? … Porque anseias? …
Que sonho afagam tuas mãos reais? …

Florbela Espanca, Vila Viçosa, Portugal (1894-1930)
Nikolas Ferreira

Manifestantes venezuelanos se unem em Santiago celebrando a captura de Maduro pelo governo de Donald Trump
O presente de Natal de Nicolás Maduro veio com um pouco de atraso, mas chegou. O ditador venezuelano foi capturado e preso em uma ação dos Estados Unidos da América que durou 47 segundos. Leão contra a população venezuelana, desarmada e indefesa, o narcotraficante virou um gatinho diante dos americanos.
A queda do tirano escancarou, mais uma vez, o quanto a esquerda é hipócrita. Enquanto milhões de venezuelanos, espalhados pelo mundo, comemoraram o fim simbólico de um algoz que, por mais de 20 anos, submeteu seu povo à miséria, à violência e à supressão sistemática de liberdades, militantes, partidos e “especialistas” progressistas mostraram indignação não com o ditador, e sim contra quem o deteve.
Não é de hoje que Lula bajula Nicolás Maduro, assim como fez com o antecessor Hugo Chávez, e tratou os ditadores como “companheiros”. O mesmo petista que correu para emitir uma nota contra a ação dos EUA não mostrou a mesma indignação diante da repressão brutal imposta aos venezuelanos: presos políticos, desaparecimentos forçados, execuções extrajudiciais e assassinatos emblemáticos, como o do ex-piloto e opositor Óscar Pérez, morto após se render. Isso sem falar nos mais de R$ 10,3 bilhões de dívida que a Venezuela tem com o Brasil por culpa dos governos petistas.
Como explicar que a mesma esquerda que acusa adversários de “golpistas” se recusa a condenar a fraude eleitoral escancarada que manteve Maduro no poder? Urnas manipuladas, oposição impedida, imprensa amordaçada e eleições de fachada nunca foram problema quando o resultado favorecia o projeto ideológico deles.
Os comunistas de iPhone, que acordam às 13h, não trabalham e são sustentados pelos pais capitalistas e/ou pelo dinheiro dos sindicatos, foram às ruas defender que os venezuelanos que fugiram da fome, da perseguição política, da censura e do medo pouco importavam, e que o problema mesmo era Donald Trump e os meus memes, que os deixam mais descontrolados do que as atrocidades do déspota totalitário.
Maduro não é apenas um ditador; é também mais um retrato vivo da contradição moral dos socialistas latino-americanos. Discursava contra o “imperialismo” e o “capitalismo selvagem”, mas foi preso vestindo uma roupa da Nike, avaliada em cerca de R$ 1.700, além de ter bens milionários na Suíça bloqueados.
Para o povo, escassez e controle estatal; para a elite do regime, luxo, marcas globais e contas no exterior. O socialismo, como sempre, é apenas um discurso conveniente para manter poder e privilégios.
Vale lembrar também o vexame dos analistas e comentaristas da nossa “imprensa profissional”, que garantiam ser “impossível” qualquer ação efetiva contra o regime venezuelano. Diziam que os EUA passariam vergonha, mas os envergonhados foram eles e suas análises emocionadas.
Tudo isso diz muito sobre quem realmente se importa com os oprimidos e quem apenas os usa como instrumento político. O tal “direito internacional”, que hibernou por décadas enquanto os venezuelanos sofriam e eram atropelados pelos carros blindados do regime, agora está sendo usado por uma meia dúzia para defender um autocrata, enquanto suas vítimas celebram um raro momento de liberdade. Que seja apenas o início de dias muito melhores para os nossos vizinhos sul-americanos.
Agora o Trump liberta Maduro e sua Esposa. pic.twitter.com/aKrea7BrzT
— Brazukka (@mattiellosv) January 9, 2026