Leandro Ruschel
Além de todas as evidências de que Lula foi um dos principais aliados da ditadura chavista desde sua instalação — chegando ao ponto de enviar marqueteiros a Caracas, financiados pelo propinoduto revelado pela Lava Jato — há um episódio mais recente que escancara a cumplicidade do Descondenado.
Lula é o Maduro brasileiro. E tem sangue venezuelano nas mãos.
Um dos primeiros atos de política externa do Descondenado, ainda em 2023, ao retornar ao Palácio do Planalto, foi receber com tapete vermelho o narcoditador Nicolás Maduro, hoje preso em Nova York.
Na ocasião, Lula afirmou:
“Você sabe a narrativa que se construiu contra a Venezuela, da antidemocracia, do autoritarismo.
Então, eu acho que cabe à Venezuela mostrar sua narrativa para que possa efetivamente fazer as pessoas mudarem de opinião.
(…) É preciso que você construa a sua narrativa.
(…) É efetivamente inexplicável um país ter 900 sanções porque outro não gosta dele.”
Ou seja: diante de décadas de censura, perseguição, tortura, prisões arbitrárias e assassinatos políticos, Lula reduz tudo a uma simples “narrativa” — como se as sanções fossem apenas fruto de antipatia internacional, e não consequência direta de crimes comprovados.
E ontem, o regime chavista começou a promover a soltura de presos políticos, pressionado pelos Estados Unidos — um movimento que, por si só, é admissão de que existem presos políticos, apesar da negativa oficial do regime.
São décadas de repressão, que produziu o maior desastre humanitário da história da América Latina, com a saída de mais de 8 milhões de venezuelanos do país, fugindo do inferno socialista. E mesmo assim, Lula trata os fatos como propaganda alheia — e não como violações graves de direitos humanos denunciadas por diversas organizações internacionais, incluindo a esquerdista ONU.
No Brasil, Lula também deixou ainda mais evidente seu perfil autoritário ao vetar o PL da Dosimetria, que buscava revisar penas e dar algum alívio a centenas de condenados e perseguidos políticos no país.
Para quem ainda é ingênuo — ou muito burro — é preciso dizer com todas as letras: o PT tem um projeto chavista para o Brasil.
Dessa vez poderemos dizer que Lula apoia ditaduras assassinas? pic.twitter.com/xexyEEs5lF
— Coronel Amaro (@Amaro_Coronel) January 9, 2026
O Lula envergonha o nosso País, defendendo Maduro um ditador Canalha.