🚨URGENTE – Rafael Rozenszajn, porta-voz das Forças de Defesa de Israel, manda recado para a blogueira da Globo News
“Eu vim responder uma pergunta feita por uma jornalista no Brasil (…) o exército israelense faz ataques contra alvos militares. Irã atinge hospitais e creches” pic.twitter.com/rNSSpboPOf
No meu sonho, Nuca e Cláudio dividem uma única dose do mesmo rum, em um só copo. Enquanto um toca o outro sorve um gole da cubana bebida e vice-versa. Isso não é e nunca será problema. Ao contrário, dois gênios da música, como eles, podem e devem repartir o único rum do meu sonho pirangueiro e, enquanto um bebe um gole, o outro puxa um acorde bonito. Depois, invertem os papéis. Ouve-se a trilha do bem viver, da paz sonora. E assim, se pressente a poesia, que se faz presente, presenteando os presentes, sem palavras, apenas com sons. Os anjos do bar em que eles estão decretam descanso e leveza, suspendem o voar e passam a admirar a beleza da música. De quando em vez trazem Coca-Cola e misturam-na com o que sobrou do rum no copo único dos dois. Felizes, sequer sabem o que é WatsZap. Nem precisam. Bastam-lhe uma dose de rum, um violão e uma canção bonita. Para que mais? Enquanto isso, falsos sertanejos enganam o povo nos palcos de São João. Alienada, a população alegre sorri tanto quanto os gestores municipais, bolsos cheios com a destinação que deram ao dinheiro daquela gente. Ainda bem que os Deuses me fizeram parceiro dos dois, de Nuca, o Sarmento e de Cláudio, o Almeida.
Três meses após assumir, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, já coleciona escândalos, além do seu “orçamento secreto” que beneficia aliados.
São dois contratos sob suspeita para adquirir insulina humana. Diz a denúncia ao Tribunal de Contas da União (TCU) que, em vez de contrato em reais, como determinava o edital do pregão 90104/24, a turma de Padilha o fez em dólares com uma GlobalX Technology Limited, registrada em Hong Kong.
A manobra poderá custar até R$ 50 milhões a mais ao Brasil.
O contrato do Ministério de Padilha utilizou a cotação de R$ 5,46 para a compra de 74,6 milhões de tubetes de insulina regular e NPH.
Além da exigência do edital, o pregoeiro confirmou, em resposta a uma consulta no sistema ComprasGov, que tudo deveria ser em reais.
Os contratos em dólar (US$ 52.2 milhões cada, cerca de R$ 600 milhões) fazem o Ministério pagar valores superiores aos previstos na licitação.
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Quando a gente pensa que chegaram ao auge, eles sempre conseguem ultrapassar.
Uma presepada nova a cada dia.
Fico por aqui.
Deixo os comentários a cargo dos especialistas fubânicos nestes assuntos dolarizantes.