Arquivo diários:25 de janeiro de 2024
DEU NO X
JESSIER QUIRINO - DE CUMPADE PRA CUMPADE
PAISAGEM DE INTERIOR
DEU NO X
A CACETADA DO PREFEITO DE BALNEÁRIO CAMBORIÚ
Que porrada que o Prefeito Fabrício de Balneário Camboriú-SC deu no sapo barbudo!!!! 👊👏👏👏 pic.twitter.com/NeY5FXXit2
— Maria P (@damadanoite14) January 24, 2024
DEU NO JORNAL
ALTA DOS PREÇOS E DO HORROR
Viraliza o meme do “Supermercado Faz o L”, comparando preços deste ano e durante os anos Jair Bolsonaro.
Uma das “promoções” anuncia a Batata Monalisa, que passou de R$ 4,98 para R$ 11,98 o quilo.
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De fato, viralizou e fez um sucesso danado.
Foi publicado ontem aqui no JBF.
A onda de aumento dos preços no governo lulo-petralha tá dando o que falar.
Só quem fez o L é que tá caladinho e de cu trancado.
Vamos repetir.
Ofertas ESPECIAIS do supermercado FAZ O L. pic.twitter.com/zCmi4AN6U2
— Flávia Leão (@FlviaLeo16) January 24, 2024
COMENTÁRIO DO LEITOR
ALÔ, ALÔ MARCIANO
Comentário sobre a postagem COMENTÁRIOS DE UM MARCIANO SOBRE A DEMOCRACIA
Gonzaga:
Depois deste belo texto, só mesmo o Peninha puxar do bau Elis Regina.
Cantando “Alô, alô marciano”
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DEU NO JORNAL
DO CAOS À RECONSTRUÇÃO: A HISTÓRIA DA NOVA PONTE GAÚCHA E A FALÊNCIA ESTATAL
Marcel van Hattem

Moradores de Nova Roma do Sul conseguiram arrecadar R$ 7 milhões para projetar e reconstruir ponte levada em enchente
Uma ponte nova em pouco mais de quatro meses: a união de gaúchos da Serra para recuperar a travessia entre os municípios de Nova Roma do Sul e Farroupilha, levada pela enxurrada de 4 de setembro, viralizou pelo Brasil. É exemplo de saudável atividade comunitária. E é exemplo, também, da ineficiência e inoperância estatal: diante da perspectiva dada pelas autoridades de que a nova ponte levaria pelo menos dezoito meses para ser entregue, a população decidiu arregaçar as mangas e fazer o serviço por conta própria.
A região da Serra Gaúcha é majoritariamente habitada por descendentes de italianos. Assim como no caso da imigração alemã, também os imigrantes italianos cruzaram o Atlântico com promessas feitas pelos governantes brasileiros que jamais foram cumpridas. Amargaram anos de vida difícil, vivendo em condições precárias onde não havia nenhuma infraestrutura, muita mata e muito mato. Desconfiar do governo, portanto, é dever; encontrar soluções próprias para superar os desafios sempre foi questão de sobrevivência.
Construir a ponte em tão pouco tempo e com recursos próprios foi espantoso. Mais, ainda, foi o valor investido: enquanto o governo do Estado do Rio Grande do Sul apresentava um projeto faraônico ao custo estimado de mais de R$ 50 milhões de reais (de fato, um projeto muito mais avançado do que a alternativa construída), a comunidade local decidiu orçar por conta própria uma renovação da ponte antiga que saiu pouco mais do que 10% do valor. Com aproximadamente R$ 5,7 milhões comprovaram que o ótimo é inimigo do bom, sem deixar de melhorar as condições de segurança na nova travessia em relação à que foi destruída: a ponte foi elevada em dois metros em relação ao leito do rio se comparada à antiga; teve suas entradas alargadas para que carretas possam passar com mais tranquilidade; e passou a contar com iluminação noturna.
Enquanto a obra encaminhava para o seu final, para acrescentar ainda mais a já notória incompetência estatal, finalmente em 14 de dezembro, mais de três meses após a queda da ponte, o governo do Estado do Rio Grande do Sul publicava uma disputa com dispensa de licitação para o fornecimento, ao custo de mais de R$ 60 mil, de placas de sinalização de perigo na via em virtude da ponte caída. O prefeito de Nova Roma do Sul, Douglas Pasuch, fez apelos para que tal certame não prosseguisse pois, com a iminência da entrega da nova ponte, gastar com placas seria mais um desperdício. Quanto ao projeto da nova ponte estatal, maior e bem mais cara, até então nem sinal.
Agora, após a entrega da nova ponte comunitária e a enorme repercussão positiva para a ação do povo da Serra gaúcha e negativa em relação à inoperância estatal, deu-se publicidade às alternativas. O governador do Estado, Eduardo Leite, gravou vídeo para suas redes sociais em que apresenta em seu tablet o projeto do governo para uma nova ponte. Não fala, porém, em prazos para que o lindo desenho saia da tela para a realidade e acaba desinformando, pois sugere que a ponte comunitária não tenha melhorias em relação à colapsada, como já descrevi acima.
Quanto aos recursos para construí-la, depois de inicialmente insistir em passar a conta ao governo federal, agora o governador Eduardo Leite afirmou que o governo do Estado se dispôs a bancar o novo projeto. Por que só agora? Segundo uma publicação sua no X, com a construção da ponte comunitária o governo federal teria argumentado que já não há mais emergencialidade para financiar uma segunda ponte, cabendo agora o custo exclusivamente ao pagador de impostos gaúcho.
É preciso reconhecer: nessa situação tragicômica há muito mais elementos vinculados à histórica morosidade da burocracia brasileira e à inoperância do poder público em geral do que responsabilidade concentrada em um ator específico, seja o governador do estado, seus secretários e diretores. Porém, o fato em tela e a desproporcional reação de autodefesa do governador à justa crítica feita ao poder público em geral e sua letargia, levantam questionamentos sobre o quanto a atual administração poderia ter feito para dar mais celeridade à recuperação dos prejuízos causados pelas recentes calamidades no estado do Rio Grande do Sul.
Para finalizarmos com um exemplo cristalino, enquanto Nova Roma do Sul e Farroupilha estão novamente conectados por uma ponte após pouco mais de quatro meses de intensa atividade comunitária, pouco mais de 30 quilômetros rio abaixo São Valentim do Sul e Santa Tereza continuam sem ligação após a queda, no mesmo evento, da sua ponte, que é três vezes maior em comprimento e mais larga do que a dos vizinhos.
A balsa prometida pelo governo do Estado para chegar há uma semana, em 17 de janeiro, ainda não chegou. Detalhe: apenas para instalação e desinstalação da balsa o custo será de mais de 1,3 milhão de reais e os cidadãos terão de pagar para utilizá-la, diferentemente do que ocorria com a ponte. Quem precisou aguardar pela solução estatal, infelizmente, por ora está ilhado; quem conseguiu sair na frente e trabalhar pela solução por conta própria, agora cruza o rio novamente em segurança. Para que pagamos impostos mesmo?
DEU NO X
JUPIRA: MORT4-VIVA
COMENTÁRIO DO LEITOR
SEGUINDO O LEMA PUTÁRICO
Comentário sobre a postagem CÚMPLICES
Luci Oliva:
Todos seguiram o lema das prostitutas:
Dinheiro na mão, calcinha no chão.
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ALEXANDRE GARCIA
LULA AUMENTA O ATRITO COM CONGRESSO FAZENDO CORTE BILIONÁRIO NAS EMENDAS PARLAMENTARES

O presidente Lula arranjou mais uma insatisfação contra ele no Congresso. Há pouco foi aquela medida provisória que tentou derrubar a vontade de 438 congressistas com a prorrogação da desoneração da folha para 17 setores que mais empregam no país. Essa medida provisória está condenada. E agora ele fez um corte em R$ 11 bilhões de emendas de deputados. Nas de senadores ele cortou R$ 5,6 bilhões. E está uma tremenda de uma insatisfação, porque deputados e senadores que puseram emendas já avisaram às suas bases, aos seus municípios, que viria emenda para a prefeitura reformar a ponte, para fazer a praça, fazer o estádio, essas coisas já haviam sido prometidas e agora se tornam impossíveis, porque cortou a metade. E Arthur Lira, segunda-feira, vai se reunir com as lideranças para saber como vão reagir, o que vão fazer. Continua a briga. Mesmo com agrados de nomeação em encargos, na Caixa Econômica, por exemplo, em 12 vice-presidentes da Caixa Econômica, sete vice-presidências foram para o Centrão, inclusive para o PL.
Isso a gente não via no governo anterior porque eram órgãos técnicos, não eram partidos políticos donos da Caixa Econômica, do Banco do Brasil, do BNDES, do Banco do Nordeste ou de ministérios. Poderiam dizer que isso dificultou o governo de Bolsonaro. Pode ter criado dificuldade, mas pelo menos foi uma situação de presidencialismo. O que a gente está vendo agora na prática é um parlamentarismo, regime parlamentar, em que o Poder Legislativo exerce o Poder Executivo. Tanto que está cheio de ministro que é deputado e senador, sem perder o mandato, o que é um absurdo. O pior ainda desse absurdo é o sujeito abandonar o seu eleitor para ser empregado do presidente da República, quando ele deveria ser empregado do seu eleitor.
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Justiça cara
E eu vi um dado com base em dados da Receita do Tesouro Nacional. A justiça brasileira, em termos relativos, ou seja, em percentual, sobre o Produto Interno Bruto, numa lista de 53 países, é a que mais gasta. Número um do mundo. Dá um percentual bem acima de 1% do PIB, sendo que na maior parte dos países, na média, o Brasil é quatro vezes a média de todos os países. E qual é o resultado? Nenhum. A gente tem insegurança jurídica e a gente tem insegurança pública também. É complicado. Aliás, eu achei que a maior parte desse valor é com folha de pagamento. Salários e penduricalhos. Aí entra tanto penduricalho que a pessoa tem que aproveitar os dias que ainda restam de férias para ir para a Europa, para ver se gasta mais um pouquinho do que ganhou, como eu escutei.
E gravíssimo, se a gente considerar o que o Estado brasileiro gastou, dá 46% do PIB, ou seja, quase metade de tudo que se produz nesse país, de tudo, quase metade é gasto pelos governos, supostamente para prestar serviços públicos. 46% do PIB é gasto do Estado brasileiro em seus três níveis e três poderes.
PENINHA - DICA MUSICAL