DEU NO JORNAL

QUE VENHAM MUITAS LABAREDAS

O Palácio do Planalto faz uma caça às bruxas para tentar identificar quem vazou o vexame de Janja na reunião “confidencial”, como classificou o marido, cobrando do presidente da China, Xi Jinping, atitude de censura ao TikTok.

Seja porque a plataforma é orgulho dos chineses, como empresa mais valiosa do país, ou porque Janja não tinha “direito de fala” na reunião dos dois presidentes e seus ministros.

Ela se queixou do “algoritmo” que favoreceria “a direita”, no TikTok.

Petistas aproveitam para queimar uns aos outros.

A turma de Haddad (Fazenda) espalha que o traíra seria o desafeto Rui Costa (Casa Civil).

Lula ficou irritado ao constatar que o vazamento foi obra de ministros ou dos suspeitos de sempre, ou sejam, representantes do Congresso.

Lula ficou irritado porque foi pego em flagrante, na tentativa de envolver o presidente da China na censura das redes sociais que não controla.

* * *

Que coisa boa:

Petistas aproveitam para queimar uns aos outros.

Tá escrito na nota aí de cima.

Quanto mais fogo e combustível pra aumentar as chamas entre eles, melhor para o país.

Que as labaredas aumentem cada dia mais no meio do bando lulo-petralha.

DEU NO JORNAL

COMENTÁRIO DO LEITOR

PAPÉIS FUNDAMENTAIS

Comentário sobre a postagem ATÉ O PORTA-VOZ PERDEU A PACIÊNCIA COM A AMOSTRADA

Lindomar:

Nem dá para comparar com papel higiênico.

Nem todas as funções essenciais da vida recebem o devido reconhecimento.

Tomemos como exemplo dois elementos subestimados, mas absolutamente indispensáveis ao bom funcionamento de qualquer civilização minimamente organizada: a Primeira-Dama e o papel higiênico.

Ambos, à sua maneira, cumprem papéis silenciosos, porém fundamentais.

A Primeira-Dama, sempre presente, discreta quando necessário, firme quando exigido, cuida da imagem pública, ameniza crises com um sorriso, e muitas vezes é o elo mais humano entre o poder e o povo.

Já o papel higiênico, digamos… age nos bastidores, lidando com as consequências daquilo que o governo, com frequência, não consegue evitar.

Se o papel higiênico some, é notado na hora.

Se a Primeira-Dama se ausenta, algo também parece fora de lugar — e não é só protocolo.

Ambos evitam constrangimentos. Ambos sabem a hora certa de entrar em cena e, principalmente, quando é melhor sair calados.

E se por acaso alguém ousar pensar que a comparação é indevida, talvez falte compreender que elegância não é sinônimo de inutilidade.

Tanto a Primeira-Dama quanto o papel higiênico provam que aquilo que parece simples, ou decorativo, pode ser, na verdade, aquilo que impede a completa desordem — pública ou privada.

PENINHA - DICA MUSICAL

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COMENTÁRIO DO LEITOR

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SCHIRLEY – CURITIBA-PR

Taí. Tem que colocar a boca no trombone!

Essa tirania, esse egocentrismo tem que acabar o quanto antes.

Algum psicólogo ou psiquiatra poderia explicar que tipo de trauma essa criatura sofreu na infância para acreditar ser o todo poderoso (inescrupuloso, maquiavélico, sádico)!

Faz e desfaz e nada nem ninguém lhe puxa o tapete. Deu nenão?

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