DEU NO JORNAL
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LIBERDADE, ANISTIA, VITÓRIA
Adolfo Sachsida
Há momentos na história de uma nação em que somos confrontados com mais do que uma votação: é uma encruzilhada moral. Não escolhemos entre nomes, mas entre dois caminhos opostos para o futuro do Brasil. Diante dessa decisão que moldará o amanhã, três palavras se impõem como um chamado inadiável à nossa consciência: Liberdade. Anistia. Vitória. A sua escolha de hoje carrega o peso de um destino. Qual caminho você está disposto a trilhar: o que restringe ou o que liberta a nação?
Na última sexta-feira, o ex-presidente Jair Bolsonaro anunciou seu apoio ao senador Flávio Bolsonaro para disputar a Presidência da República no próximo ano. E o mercado, tomado pelo medo, reagiu com queda da bolsa e alta do dólar. Mas permitam-me dizer: essa reação revela menos sobre Flávio Bolsonaro e muito mais sobre o pânico generalizado diante da possibilidade — real e palpável — de mais quatro anos de Lula. Porque o mercado, assim como o povo brasileiro, sabe o que está em jogo. Sabe que uma nova vitória de Lula significaria aprofundar o empobrecimento de nossa nação, enfraquecer ainda mais o Estado de Direito e comprometer as liberdades que são o fundamento da prosperidade e da dignidade humana.
E é aqui que surge a primeira palavra que me conduz ao meu apoio: liberdade. A liberdade de falar, de empreender, de ir e vir; a liberdade de viver sem medo; a liberdade de discordar sem ser perseguido. Esse princípio não é negociável. É o solo firme sobre o qual construímos a grandeza de uma nação. E Flávio Bolsonaro, assim como seu pai, sempre esteve ao lado dessas liberdades — não por conveniência, mas por convicção. É um defensor das liberdades individuais, econômicas e cívicas. E isso, para mim, faz toda a diferença.
A segunda palavra é a chave para destravar o nosso futuro: anistia. O Brasil clama por paz social e reconciliação. Não se trata de esquecimento, mas de um ato estratégico de liderança para virar a página do conflito e da perseguição política que nos imobiliza. Não há pacificação verdadeira sem uma anistia ampla, geral e irrestrita. Por quê? Porque uma nação que permanece dividida pelo rancor e amarrada à punição do seu passado é uma nação que não consegue prosperar nem avançar. É como tentar construir o futuro com as mãos acorrentadas. É esse compromisso, público e firme, com a agenda da anistia que torna o apoio a Flávio Bolsonaro não apenas uma escolha política, mas um imperativo cívico.
Mas liberdade e anistia, por si só, não bastam se perdermos a batalha eleitoral que se aproxima. E é por isso que chegamos à terceira palavra: Vitória. Alguns dizem que o mercado queria outro nome. Eu afirmo que Flávio Bolsonaro tem reais condições de vencer — não por entusiasmo vazio, mas pela solidez dos fatos. Ele carrega o apoio do maior líder popular da direita brasileira. Tem o recall de um senador da República. Conta com uma das maiores legendas do país, com governadores, senadores, deputados, prefeitos e lideranças nacionais e regionais. Com esse conjunto robusto de apoios, é praticamente certo o seu lugar no segundo turno. E, uma vez lá, a reconhecida capacidade de diálogo e conciliação do senador será o diferencial decisivo para unificar as forças e garantir a nossa vitória final no pleito. A vitória não é um desejo; é a única forma de concretizar a liberdade e a paz que o Brasil exige.
Além disso, Flávio Bolsonaro tem experiência legislativa, perfil moderado, capacidade de diálogo. Ele sabe unir, não dividir. Sabe ser firme, sem ser intransigente. Sabe conciliar, sem abrir mão de princípios. É esse espírito — esse temperamento — que atrai o centro, os moderados e todos aqueles que desejam firmeza sem radicalismo. E não esqueçamos: Flávio Bolsonaro mantém compromisso sólido com a segurança pública, com pautas conservadoras e com a pacificação nacional. No campo econômico, carrega uma visão liberal moderna — de responsabilidade fiscal, de respeito à segurança jurídica, de incentivo ao investimento e ao ambiente de negócios. É o tipo de agenda que garante crescimento sustentável, empregos e oportunidades.
Por tudo isso, afirmo com convicção: Flávio Bolsonaro possui chances reais e crescentes de vitória, superando, e muito, o que o ceticismo do mercado atual pode enxergar. Seu perfil agregará cada vez mais apoios. Os eleitores de Jair Bolsonaro encontrarão nele alguém que preserva o legado e os valores que defendem. E os eleitores de centro verão um candidato capaz de unir — não pela imposição, mas pelo diálogo; não pela força, mas pela razão. É por essa convergência estratégica que hoje digo, com serenidade e firmeza decisivas: Liberdade. Anistia. Vitória. Essas três palavras são o lema do meu apoio e o mapa que, muito em breve, conduzirá o Brasil de volta ao caminho da esperança, da prosperidade e de uma democracia verdadeiramente livre e pacificada.
PENINHA - DICA MUSICAL
DION & THE BELMONTS
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PERSONAL CHEIRER
Você acha certo mulher casada ter essa intimidade com personal? pic.twitter.com/LezlvQHbfb
— MSP – Brazil Sem Picanha (@mspbra) December 8, 2025
RODRIGO CONSTANTINO
O CANDIDATO É FLÁVIO BOLSONARO: ACEITA QUE DÓI MENOS!

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), anunciado como pré-candidato à presidência da República
Quando Flávio Bolsonaro disse que poderia não ir até o fim da candidatura, que tinha um “preço” para abandoná-la, muitos que o rejeitam e preferem o centrão ficaram eufóricos, acreditando que sua indicação pelo pai era um “balão de ensaio” ou uma “chantagem” pela anistia. O Globo chegou a escrever uma longa reportagem concluindo que Flávio aceita “negociar”.
Mas, como eu tinha imaginado, era uma “trolagem”, uma forma de ganhar destaque na mídia, holofotes da imprensa para revelar o óbvio: Flávio é mesmo o candidato. Seu “preço” é libertarem Jair Bolsonaro para que ele seja o candidato. Ou seja, não tem negociação alguma. Não tem balão de ensaio. É Flávio Bolsonaro e ponto final.
Entendo o desespero da Faria Lima, que tinha clara preferência por Tarcísio. É o “pragmatismo” amoral de quem acusa Bolsonaro de egoísmo, ignorando que o homem está doente e preso para o resto da vida sem ter cometido qualquer crime, só por ter exposto o sistema podre. Egoísmo me parece ignorar esse aspecto em sua escolha.
Encurralaram Bolsonaro, não ligam para seu destino, e queriam apenas seus votos, para que um centrão dominado por Kassab pudesse tirar Lula do poder e dar um choque de gestão na economia. Aqueles que pensam somente no próprio bolso e nunca ligaram para Daniel Silveira, Filipe Martins, Débora e tantos outros acusam Bolsonaro de egoísta!
Ao endossar a candidatura do filho Flávio, Bolsonaro não priorizou o clã familiar, mas pensou em confrontar o sistema que não lhe deixou qualquer saída. No mais, aqueles que dizem que o bolsonarismo morreu e Flávio tem “telhado de vidro” podem lançar um candidato próprio de “terceira via”. Ou seja, o desespero dessa turma revela sua hipocrisia: eles sabem quem tem os votos!
Flávio é competitivo sim. Como argumenta Adolfo Sachsida na Gazeta, “Flávio Bolsonaro tem experiência legislativa, perfil moderado, capacidade de diálogo. Ele sabe unir, não dividir. Sabe ser firme, sem ser intransigente. Sabe conciliar, sem abrir mão de princípios. É esse espírito – esse temperamento – que atrai o centro, os moderados e todos aqueles que desejam firmeza sem radicalismo”.
Os antipetistas falavam em união contra Lula, e agora já querem rifar Flávio? Não faz qualquer sentido. É preciso se unir em torno de sua candidatura, compreender que ainda há um longo caminho pela frente, e costurar alianças importantes. Flávio tem condições de fazer isso, mas terá de enfrentar o “nojinho” daqueles que, no fundo, não suportam o sobrenome Bolsonaro.
O sistema está com suas entranhas expostas em praça pública. Toffoli blinda o Master e viaja em jatinho particular com o advogado do banco Arruda Botelho, enquanto Gilmar blinda os próprios ministros do STF. Até o Estadão, que até aqui justificou vários abusos supremos, constatou: “Com a tentativa de limitar a possibilidade de impeachment de ministros, o STF afirma, em essência, que precisa se proteger do resultado da eleição para o Senado, um evidente disparate”.
O Brasil foi dominado por uma quadrilha, e qualquer candidato de oposição precisa, no mínimo, ter coragem para denunciar esses abusos. Flávio Bolsonaro tem, além de seu próprio sobrenome, capacidade para enviar um recado claro: só há eleição que possa ser chamada desse nome se houver Bolsonaro nas urnas.
Fizeram de tudo para eliminar Jair da equação política, mas o ex-presidente soube dar a resposta indicando seu filho Flávio como candidato. Agora cabe a todos que querem se livrar de Lula e dos abusos supremos se unir em torno desta candidatura, a que representa a direita de verdade. E Flávio marcaria um golaço se indicasse, como sugeriu Silvio Navarro, Paulo Guedes como seu Posto Ipiranga…
COMENTÁRIO DO LEITOR
EMPREGO E PATROCÍNIO
Comentário sobre a postagem O AMOR VOLTOU COM FORÇA
João Francisco:
Mais de 1 bi de dólares americanos para salvar os Correios da insolvência.
– Ah mas os Correios cumprem uma função social, não é feito para dar lucros.
Çei, função social de dar emprego ao churrasqueiro do Rei e patrocinar shows do caquético Gil.
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA
VIOLANTE PIMENTEL – NATAL-RN
Prezado Editor Luiz Berto, boa tarde!
Veja que poema lindo, “A Conceição de Murilo”, que minha mãe adorava declamar e sabia de cor.
Feliz Dia de Nossa Senhora da Conceição!
Muita saúde e paz!
Abraços, extensivos a Aline e João.
R. Saúde e paz pra você também, minha talentosa amiga e colunista do JBF.
Nossa Senhora da Conceição é padroeira de Palmares.
No dia de hoje Ela é celebrada com muita devoção na minha terra de nascença.
Foi neste dia, 8 de dezembro, que eu fiz a minha Primeira Comunhão na nossa matriz, nos anos 50.
Cerimônia comandada pelo Padre Abílio Américo Galvão.
Um xêro pra você e pra minha querida sobrinha Diana!
A seguir estão o texto e o poema que você nos mandou.
* * *
A HISTÓRIA DA IMACULADA CONCEIÇÃO DE MURILLO
Conheça a história extraordinária da mais famosa imagem da Imaculada Conceição de Murillo e o poema que foi escrito em sua homenagem.
Não fosse o primor dessa relíquia literária de D. Augusto Álvaro da Silva, que foi o primeiro cardeal da Bahia, não me excederia a emoção ao declamar a sua “Conceição de Murillo” no Grêmio Literário “PIO XII”.
O Eminente Cardeal-poeta, Dom Augusto Álvaro da Silva, que foi o primeiro cardeal da Bahia, traduz em versos a histórica criação da imagem pela qual a Igreja venera a Imaculada Conceição, iniciando com a aflitiva busca, pelo Artista designado pelo rei para produzir aquela figura sagrada, de um modelo que o inspirasse, até que, surpreso, vai encontrá-lo junto à prisão do Estado, onde um pai mouro está prisioneiro.
A radiante inocência da filha, ali em pranto, congraça uma beleza que permite ao artista assegurar a liberdade do pai. Faz dela o retrato ideal e vai expô-lo diante do rei e da nobreza, acompanhado da moura, ostensivamente repelida pela Corte. Mas, ao descerrar do quadro os olhares convergem para ela e a identificam com a santa, no que se voltam de respeito e encanto.
O rei, em suma devoção, se propõe a dar a Murillo o que ele pedisse. E qual teria sido o preço do sonho realizado pelo imortal Sevilhano, senão a liberdade do mouro aprisionado e condenado à morte?
Por certo a transcrição dos versos poéticos anexados exigirá espaço e um toque inicial de interesse para a sua leitura, o que não deixará de ser gratificante se não se rolarem lágrimas de emoção ante a grandiosidade dos eventos e seu surpreendente desfecho, quando não, o gesto real com que Murillo foi recompensado. Eis:
A CONCEIÇÃO DE MURILO – D. Augusto Álvaro da Silva (Cardeal Primaz do Brasil (1925-1968)
1
Já não era criança; um maranhal de fios
Grisava-lhe a fronte cismadora e rude,
Onde seus olhos profundos, tépidos, sombrios
Punham tons de mistério e indícios de virtude.
2
Desde muito era visto a andar pelas esquinas
A olhar curiosamente a turba circunstante,
E, até, fazer parar donzelas e meninas
P’ra mirar-lhes de perto as linhas do semblante.
DEU NO JORNAL
JÁ TEM UM CHAMADO “CONSTITUIÇÃO”
DEU NO X
REPUBLIQUETA BANÂNICA 2025
CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA




