O Ministro Luiz Fux cansou de passar pano na esquerda ☭ e esboça a verdade sobre a corrupção no Brasil 🇧🇷, para a surpresa zero de pessoas‼️🗽 pic.twitter.com/C5hhbtFPuz
— Miguel Diniz – Pátria amada Brasil (@inter1414) January 13, 2026
O Ministro Luiz Fux cansou de passar pano na esquerda ☭ e esboça a verdade sobre a corrupção no Brasil 🇧🇷, para a surpresa zero de pessoas‼️🗽 pic.twitter.com/C5hhbtFPuz
— Miguel Diniz – Pátria amada Brasil (@inter1414) January 13, 2026

Mural com mensagem patriótica em Teerã, capital do Irã
Vamos ver como vai funcionar essa nova tarifa imposta por Donald Trump para quem tiver relações comerciais e econômicas com o Irã, que está matando gente e prometeu enforcar o primeiro já nesta quarta-feira. O Brasil tem relações econômicas com o Irã e, alguns dias atrás, os dois chanceleres se encontraram e trocaram uma nota dizendo que têm de se aproximar ainda mais nas suas relações. É um péssimo momento para o governo brasileiro estreitar relações com a república teocrática islâmica do Irã, bem quando ela está matando manifestantes. A tarifa de 25% será aplicada nas importações americanas de países que tiverem relações econômicas com o Irã. O Brasil vende para o Irã milho, soja e açúcar. E compra do Irã ureia, uva seca e pistache. Provavelmente eu tenho comido pistache iraniano, embora prefira o turco.
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Política externa de Lula é movida a emoção ideológica
Falando em política externa brasileira, neste sábado haverá um grande encontro em Assunção. Lula não vai; estarão os presidentes da Argentina, Javier Milei; do Paraguai, Santiago Peña (que recebeu de Lula a presidência rotativa do Mercosul); e do Uruguai, Yamandu Orsi. Os ministros de Relações Exteriores dos países do Mercosul vão assinar a parte do bloco no acordo econômico com a União Europeia. O acordo ainda precisa de aprovação no Parlamento Europeu e nos Legislativos de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.
Lula não vai, e a imprensa argentina está dizendo que ele ficou enojado, incomodado com uma publicação de Milei, que botou na internet um discurso saudando a captura de Nicolás Maduro, mas entremeando imagens de Lula com Maduro. O brasileiro, que está incomodado com a prisão de Maduro, não gostou e não vai para não se encontrar com o Milei – que no dia seguinte, domingo, já voa para Davos, na Suíça, para o Fórum Econômico Mundial.
Nossa política externa está sendo feita na base das emoções ideológicas. Tenho saudade do pragmatismo responsável que pontuou o Brasil por tanto tempo. O Brasil reatou com a China; foi o primeiro a reconhecer o governo socialista de Angola, sem nenhum problema; rompeu um acordo militar com os Estados Unidos, sem nenhum problema também – tudo em nome dos interesses brasileiros.
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O que um navio-hospital chinês está fazendo no Rio?
Um navio-hospital da marinha chinesa está atracado no píer da Praça Mauá, no Rio de Janeiro, desde o dia 8, e fica até quinta-feira. Segundo o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro, estava prestando assistência médica à população. Uma nota do consulado diz que se trata de um intercâmbio de conhecimentos, treinamentos conjuntos e atividades culturais. Mas o Conselho Regional de Medicina, de qualquer maneira, pediu esclarecimentos à Secretaria de Saúde do Rio de Janeiro. No momento em que fiz a gravação, ainda não havia resposta ou esclarecimento do Ministério da Saúde.
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Advogado-geral da Petrobras será novo ministro da Justiça
O substituto de Ricardo Lewandowski no Ministério da Justiça e Segurança Pública será o advogado-geral da Petrobras, o baiano Wellington Cézar Lima e Silva. Ele trabalhou rapidamente no Ministério da Justiça durante o governo Dilma, tem o apoio da bancada baiana do PT, de Jaques Wagner e Rui Costa, e provavelmente deve tomar posse logo. Eu não sei que experiência ele tem em segurança pública – o nome é Ministério da Justiça, mas não tem quase nada a ver com a Justiça; deveria se chamar Ministério do Interior, mas, como Ministério da Justiça é o nome mais antigo, tradicional, acabou ficando. Na verdade, é mais um Ministério da Segurança Pública – ainda que, pela Constituição, segurança pública seja atribuição dos estados.
Sob o comando de Fernando Taxxad Haddad desde o início do atual governo, o Ministério da Fazenda tem atormentado a Receita Federal com metas mensais da arrecadação, atribuídas a Lula (PT), esfolando cada vez mais o pagador de impostos.
Isso tem gerado ruídos, pressão excessiva e contratempos ao trabalho técnico da Receita, que, não por acaso, trocou o comando da assessoria de comunicação, em Brasília, e outra vez sem recorrer a profissionais da área, especialistas no assunto.
A mudança ocorre em meio a uma crise de credibilidade da Receita, agravada por dezenas de aumento de tributos no governo Lula.
Internamente, servidores de áreas técnicas como tributação, aduana e fiscalização têm criticado a comunicação confusa do órgão.
Agora, o auditor-fiscal Daniel Belmiro assumiu no lugar do analista-tributário Daniel Alencar no comando da Comunicação da Receita.
As decisões sobre criação de impostos e aumento de alíquotas estariam sendo divulgadas de maneira que dificulta a compreensão da “tunga”.
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Fernando Taxxad cumpre ao pé da letra a filosofofança arrecadatório do gunverno lulo-petralha.
Conforme diz a nota aí de cima, ele está esfolado cada vez mais o pagador de impostos.
São dezenas de aumentos de tributos.
Isso mesmo: dezenas
E tudo indica que o arroxo vai ser maior neste ano eleitoroso de 2026.
Que povo amaldiçoado: mulher usa barriga de grávida falsa para furar fila em loterica. pic.twitter.com/vRpdMA2zAd
— Tumulto BR (@TumultoBR) January 12, 2026
O tempo do Sim Senhor
É coisa de antigamente
Mas o homem inda mata
A mulher impunemente
Ante o olhar da justiça
Que é lerda e complacente.
Matam mulher a varejo
E também no atacado
E quem vê televisão
Sempre fica revoltado
A notícia é recorrente
Não é fato inesperado.
Se nossa justiça é fraca
A mulher deve ser forte
Se defender com astúcia
Para se livrar da morte
Faça como fez Dalila
A força do homem corte.
Sedutora a Salomé
Revestida de poder
A cabeça de João
Não demorou receber
Em conluio com a mãe
Fez Batista padecer.
Com a história da cobra
Eva engabelou Adão
A mulher astuciosa
Traz o parceiro na mão
E cadê a esperteza
Na atual situação?
Pra punir chegou Pandora
Preservando a esperança
Deixando para a mulher
O legado da mudança
Ou a mulher vai à luta
Ou nas mãos dos homens dança.
Temos que imitar Lilith,
Ganhar asas pra voar
Recusar submissão
Ter astúcia pra lutar
Pois perder o paraíso
É liberdade ganhar.
Use a manha da mulher
Pra poder se defender
A força que tem o homem
Você não pode conter
Seja mulher ardilosa
Para tentar não morrer.
Editorial Gazeta do Povo
Em 8 de janeiro, o presidente Lula cumpriu uma promessa feita no mês anterior: vetou integralmente o projeto de lei da dosimetria, aprovado pelo Congresso Nacional. Em 18 de dezembro, um dia depois de o Senado aprovar o texto e enviá-lo para sanção presidencial, Lula falou sobre o assunto em entrevista coletiva no Palácio do Planalto. “O Congresso tem o direito de fazer as coisas, eu tenho o meu direito de vetar, depois eles têm o direito de derrubar o meu veto ou não. É assim que é o jogo”, afirmou. De fato, é assim mesmo que o jogo funciona. Mas quem disse que o petismo joga limpo?
Na versão petista do “jogo”, mais cedo ou mais tarde o juiz é convocado para jogar junto. Sempre que o PT e a esquerda perdem no Congresso em assuntos que consideram importantes, buscam o “tapetão” do Supremo Tribunal Federal para reverter o resultado (seja diretamente, seja por meio de suas entidades-satélites, como outros partidos aliados), mostrando que não têm o menor respeito pelo correto processo legislativo. Esse modus operandi independe de o petismo estar no governo ou na oposição, mas o passado recente, neste terceiro mandato de Lula, tem sido especialmente pródigo em situações como estas.
Em 2016, no governo Michel Temer, a Lei das Estatais foi aprovada, bloqueando nomeações políticas; seis anos depois, poucos dias antes de Lula subir a rampa do Planalto, o PCdoB acionou o STF para derrubar os trechos da lei que impediriam o petista de nomear dirigentes partidários ou sindicais. No ano passado, Lula e Fernando Haddad tentaram elevar as alíquotas do IOF de forma irregular, dando fins arrecadatórios a um imposto com finalidade regulatória; quando o Congresso aprovou um decreto legislativo anulando o reajuste, a Advocacia-Geral da União buscou o Supremo.
Outros dois casos envolvem diretamente a derrubada de vetos presidenciais. Em 2023, o Congresso prorrogou a desoneração da folha de pagamento para 17 setores da economia; Lula vetou a prorrogação, e os parlamentares derrubaram o veto – em 2024, a AGU correu para o Supremo. Também em 2023, o Congresso aprovou uma lei estabelecendo 5 de outubro de 1988, data de promulgação da Constituição, como o marco temporal para a demarcação de terras indígenas; Lula também vetou a lei, e sofreu uma derrota avassaladora na sessão do Congresso que analisou o veto; imediatamente, os governistas buscaram o Supremo. Onde foi parar “o direito de derrubar o meu veto ou não”?
Em todos esses casos, o petismo saiu vitorioso, total ou parcialmente – por exemplo, no caso da Lei das Estatais, o plenário do STF restaurou o trecho da lei derrubado liminarmente por Ricardo Lewandowski, mas manteve as nomeações contra legem feitas por Lula durante a vigência da liminar. E Lula sabe que pode contar com a parceria do STF para conseguir reverter suas derrotas no Congresso. Em dezembro de 2023, comentando a derrubada de seu veto à lei do marco temporal, Lula fez o seguinte comentário durante um evento em Dubai: “é só olhar a geopolítica do Congresso Nacional que vocês sabiam que a única chance que a gente tinha era o que foi votado na suprema corte”. O que vale para o marco temporal – no fim do ano passado, o STF de fato derrubou a lei aprovada pelo Legislativo – vale para qualquer outra plataforma que interesse ao petismo, mas que a esquerda não tem número para fazer prevalecer na Câmara e no Senado.
E isso inclui a dosimetria. Ainda há um longo caminho para que o Congresso analise o veto anunciado em 8 de janeiro, mas quem duvida que, se deputados e senadores derrubarem este veto, a AGU, o PT ou algum outro partido da esquerda estará batendo às portas do Supremo no minuto seguinte, pedindo que os ministros impeçam o recálculo das penas dos brasileiros condenados em processos viciados? E quem duvida que a maioria dos integrantes do Supremo será simpática a esse pedido, empenhada que está em usar os manifestantes de 8 de janeiro de 2023 como troféus da “defesa da democracia”?
Lula disse, ainda no primeiro mês do terceiro mandato, que tinha “pedido aos meus colegas líderes do partido que é preciso parar de judicializar a política (…) A gente perde uma coisa no Congresso Nacional e, ao invés de a gente aceitar a regra do jogo democrático de que a maioria vence e a minoria cumpre aquilo que foi aprovado, a gente recorre a uma outra instância para ver se a gente consegue ganhar”. Já àquela época, só os ingênuos acreditaram. Três anos depois, quando Lula repete o discurso depois de tudo o que fez desde que assumiu a Presidência, acreditar que o petista respeitará o “jogo” já nem é mais questão de ingenuidade, mas de negação patológica da realidade.
Lula como o timoneiro
Navegou mares de lama
Sem piedade do drama
Do sofrer do brasileiro
Roubou o pais inteiro
Fomentou o mensalão
Criou o aposentão
Roubando o aposentado
PT é barco afundado
No mar da corrupção.
Com desfalque e com propina
Mantém os seus cofres cheios
No escândalo dos correios
O caixa dois predomina
Quando o chefe determina
Tem que “cumprir a missão”
Sem falar no petrolão
Outro roubo deslavado
PT é barco afundado
No mar da corrupção
Sua trupe de bandidos
Foi presa na lava jato
Haja roubo e haja rato
No barco dos corrompidos
Alguns dos arrependidos
Praticaram delação
Outro por retaliação
Com medo ficou calado
PT é barco afundado
No mar da corrupção
A palavra honestidade
Não consta nos seus anais
Com pedaladas fiscais
Dilma fez improbidade
Castigou sem piedade
Galopando a inflação
Ao povo desta nação
Deixou um triste legado
PT é barco afundado
No mar da corrupção
Num sistema escandaloso
Matou, corrompeu juízes
Provocando cicatrizes
De um modo inescrupuloso
Com diálogo cabuloso
Faz acordo com ladrão
A mando de um charlatão
Assassinou o estado
PT é barco afundado
No mar da corrupção
Piada pronta. Antes de deixar o Ministério da Justiça, Lewandowski pediu que PF investigue Flávio Bosonaro por associar Lula ao ditador Maduro. Vai começar a censura igual a de 2022. pic.twitter.com/ke04MuSyeq
— Carlos Jordy (@carlosjordy) January 13, 2026