DEU NO JORNAL

ALEXANDRE GARCIA

BRASIL BATE RECORDE: R$ 2,89 TRILHÕES TIRADOS DO CONTRIBUINTE

Brasileiro paga mais de 43% em impostos e recebe serviços públicos precários. Aumentar tributos é imoral: o desafio real é cortar privilégios

Você está sentindo, como todos nós, que está pagando muito mais imposto? Pois é. O governo está festejando que cobrou o recorde histórico de imposto de nós brasileiros, pagadores de impostos e recebedores de serviços públicos medíocres. Foi o ano em que o governo nos tirou R$ 2,890 trilhões de impostos. Em relação ao ano anterior, se a gente tirar a inflação, a gente pagou 3,75% a mais de imposto. O secretário da Receita festejou dizendo que são números bonitos. Para os pagadores de impostos, são números horríveis. Não é?! Depende do ponto de vista entre o coletor e o pagador.

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O colapso cubano

Por falar em pagar, Cuba já está sentindo, porque quando o Trump tirou Maduro – Trump é um calculista, né?! Você vê que ele tirou o Barroso aqui, que foi o presidente do Supremo, que botou na cabeça do Supremo que tinha que ser um tribunal político e não constitucional. Ele mirou no Moraes, assustou o Barroso, a ponto de o Barroso cair fora.

E agora tirou só o Maduro e negociou com a vice do Maduro, com a Delcy Rodriguez: “Olha, não vai mais petróleo de graça para Cuba”. E Cuba está com filas imensas de abastecimento, crise de abastecimento de combustíveis, está sem dinheiro, e apelou para a Rússia.

Vocês viram que veio o emissário russo e foi falar com o Díaz-Canel, e agora a Rússia anuncia que vai dar um dinheiro de emergência, 80 milhões de dólares de emergência, e vai dar arroz para os cubanos. Sessenta mil toneladas de arroz. Vai dar comida para os cubanos.

Só para você ter ideia de que um país que já foi rico, já foi a maior renda per capita da América Latina, já teve opulência, abundância, está com problema de comida. Por quê? Por causa de um regime que se instalou lá faz 67 anos. Não dá certo, como não deu certo na União Soviética. Não dá certo. Na China tiveram que botar capitalismo. Não dá certo essa história de o Estado ser o empresário. É péssimo empresário. Não dá certo! Bom, 60 mil toneladas de arroz para Cuba.

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Médicos sem preparo

E um assunto que nos preocupa, depois deste exame nacional dos cursos de medicina, um terço é ruim ou péssimo. O que não pode! É medicina! Medicina não pode nem ser bom. Medicina tem que ser excelência, tem que ser muito bom. Então está agora uma discussão, que tem 13 mil formandos aí que são ruins e péssimos, e vão salvar a vida de pessoas, tratar de doenças.

O Conselho Federal de Medicina está procurando saídas, pegando esse exame e tentando dizer: “Olha, os conselhos regionais não podem registrar quem tem a nota 1 ou 2, no máximo de 5, porque tem que se preparar mais. Não tem notável saber médico. Tem que se preparar mais”.

Mas está um problema de direito, um problema jurídico. Será que tem o conselho, os conselhos de medicina? Meu Deus! A OAB não faz uma prova? É importante o direito, mas mais importante a medicina, porque diz respeito à vida. Para dar um registro de médico, de poder clinicar, de poder operar, de poder receitar, não pode ser para quem está mediocremente formado.

E só para constar, o Tribunal Regional Federal, lá em Pernambuco, confirmou que a Faculdade de Medicina da Universidade Federal de Pernambuco tem que reservar vagas para o MST, oriundos do MST. É por cor… gente, é por mérito, é por saber, não é? Aí não dá certo.

DEU NO JORNAL

PEDRO MALTA - REPENTES, MOTES E GLOSAS

UM MOTE BEM GLOSADO E UM CORDEL DOS CORNOS

O grande poeta cantador João Pereira da Luz, o João Paraibano (1952-2014)

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João Paraibano glosando o mote

Obrigado meu Deus por ter me feito
Nordestino, poeta e cantador.

Já nasci inspirado no ponteio
Dos bordões da viola nordestina
Vendo as serras banhadas de neblina
Com uma lua imprensada pelo meio
Mãe fazendo oração de mão no seio
E uma rede ferindo um armador
Minha boca pagã cheirando a flor
Deslizando no bico do seu peito
Obrigado meu Deus por ter me feito
Nordestino, poeta e cantador.

Me criei com cuscuz e leite quente
Jerimum de fazenda e melancia
Com seis anos de idade eu já sabia
Quantas rimas se usava num repente
Fui nascido nas mãos da assistente
Na ausência dos olhos do doutor
Mamãe nunca fez sexo sem amor
Papai nunca abriu mão do seu direito
Obrigado meu Deus por ter me feito
Nordestino, poeta e cantador.

Fiz farofa de pão de mucunã
Me inspirei com o velhinho do roçado
O sertão é o palco esverdeado
Que eu ensaio as canções do amanhã
Minha artista da seca é acauã
No inverno o carão é meu cantor
Um imbu espremido é meu licor
Um juá eu não dou por um confeito
Obrigado meu Deus por ter me feito
Nordestino, poeta e cantador.

Minha vida do campo foi liberto
Merendando café com milho assado
Vendo a lua nas brechas do telhado
E o vento empurrando a porta aberta
Um jumento me dando a hora certa
Já o galo era meu despertador
Meu mingau foi pirão de corredor
Eu cresci forte e gordo desse jeito
Obrigado meu Deus por ter me feito
Nordestino, poeta e cantador.

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A.B.C. DOS CORNOS – Luiz Alves da Silva

A cornura está na moda
O corno hoje é moderno
Até o diabo tem chifres
E reina lá no inferno
O que ninguém ignora
Os do diabo é pra fora
E os do homem são interno

Besta é o corno que acha
Que a mulher dele é honesta
Se chega no outro dia
Depois que findou-se a festa
E ele bem sossegado
Não vê que de cada lado
Tem um calombo na testa

Corno só é quem tem sorte
Tem quem não é e deseja
Bota um detetive e diz: –
Siga a mulher, olhe e veja
Depois venha mim chamar
Que vou a ela encontrar
Em qualquer lugar que esteja

Depois que o chifre nasce
Não morre mais nem mocheia
Se o corno inconformado
Matar um vai pra cadeia
De lá demora a sair
Não pode se divertir
E a mulher com a casa cheia

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DEU NO JORNAL

MUITO DEMORADOS

Para manter os palácios presidenciais sempre tinindo para receber Lula (PT) e Janja, o pagador de impostos, que banca toda essa fartura, desembolsou mais de R$ 8,4 milhões desde 2023, quando Lula subiu a rampa do Planalto (palácio de manutenção mais cara, inclusive).

Levantamento com dados da Casa Civil, considerou o Planalto, Alvorada, Jaburu e a Granja do Torto, espécie de casa de campo da presidência, como palácios utilizados pelo casal de petistas.

Nos três longos anos de Lula, a manutenção do Planalto custou ao pagador de impostos mais de R$ 3,6 milhões. Em 2025, R$ 1,06 milhão.

Com emas, viveiros e até piscina olímpica, o Alvorada consumiu mais de R$ 2,5 milhões no Lula 3. A fatura do ano passado bateu os R$ 937 mil.

Usada em cinco eventos em 3 anos, a Granja do Torto também custou uma fortuna, superou R$ 1,5 milhão. Foram R$ 633 mil só em 2025.

A fatura vai ficar pior, os dados de dezembro ainda não foram lançados.

O gasto mensal dos palacetes chega até aos R$ 593 mil (setembro/25).

* * *

Tá escrito nessa nota aí de cima:

“Nos três longos anos de Lula”.

Longuíssimos!!!

Compridíssimos, esticadíssimos.

Três anos demorados que só a peste.

E ainda tem mais…

VIOLANTE PIMENTEL - CENAS DO CAMINHO

O ALFAIATE

Nicanor ficou rico, costurando roupas masculinas. Alfaiate de mão cheia, aprendeu esse ofício, ainda rapaz, ajudando a um antigo alfaiate da cidade. Começou pregando botões, fazendo costuras de mão e alinhavos. Anos depois, de ajudante, passou a dono da alfaiataria. Nesse tempo, as máquinas de costura eram manuais ou de pedal. Com a sua arte, conseguiu juntar dinheiro e, vivendo com simplicidade, tornou-se um homem razoavelmente rico.

Já coroa, casou-se e constituiu família, com uma prole de quatro filhos. Mesmo cheio de dinheiro, Nicanor continuou com “um pé preso na senzala”, como diz o ditado popular. Sem estudo e convivendo com pessoas simples, mal assinava o nome e tinha um vocabulário muito pobre. Faltava-lhe o traquejo social e a cultura geral que a leitura proporciona. Faltava-lhe também o bom gosto na maneira de se vestir. Ao falar, perdia-se nas palavras, mas não se perdia nas ideias. Mesmo rico, Nicanor continuou sendo um homem simples.

Era tímido e sabia manter a distância entre ele e os seus clientes ricos.

Um dos seus clientes, padrinho do seu filho, convidou-o para se associar aos Clubes da cidade, a fim de se entrosar mais com as pessoas. e fazer novas amizades. Afinal, ele tinha dinheiro suficiente para frequentar a mesma roda social dos seus fregueses.

Aconselhou-o a arranjar um “personal stylist”,professor de etiquetas, para lhe ensinar a ser traquejado.

A primeira orientação desse “professor” foi de que ele providenciasse roupas de boas marcas, de cores berrantes e chamativas, para se vestir com mais elegância.

Sua esposa, Esmeralda, não aprovou nada disso, pois era muito simples e tímida. Mas, o marido não lhe deu ouvidos. Ele, então, foi na onda do compadre e se associou ao Clube Comercial e ao Lions Clube da cidade. Reuniões, festas, mensalidades e novas amizades. Nicanor passou a frequentar uma academia e se matriculou num curso de dança de salão. Seu sonho era aprender a valsar.

Contratou um professor de Português para lhe dar aulas, mas não houve jeito de Nicanor aprender nada mais do que já sabia. Continuou falando errado e lendo e escrevendo pouco e ruim. Leitura lhe dava sono. Jamais seria um autodidata.

Nicanor terminou desistindo de tudo, ao ver que estava gastando muito, e o custo-benefício não compensava. Preferiu continuar na sua vida simples de antes. Nada de novo no “front”. Leitura lhe dava sono. Vida social, academia e aula de dança, tudo isso custava dinheiro, o dinheiro do seu trabalho. Era mais barato, continuar fazendo suas caminhadas, junto com Esmeralda, sua esposa. Essa mudança de hábitos estava mexendo com o seu bolso. Afinal, tudo o que ele conquistou foi fruto de anos e anos de trabalho na sua alfaiataria. Nicanor nasceu pobre, mas não queria ver a sua família terminar a vida pobre. Desistiu de ser chique e voltou à sua vida normal, para felicidade geral da família e para o bem de suas finanças.

Nicanor lembrou-se de um dos conselhos de sua saudosa mãe:

“Quem não pode com o pote, não pega na rodilha”.

DEU NO JORNAL

RODRIGO CONSTANTINO

NAÇÃO SOB SEDATIVO

Precisei fazer uma broncoscopia nesta quarta. Conversava tranquilamente com o médico quando a enfermeira avisou que o sedativo tinha entrado no meu sistema. Em coisa de poucos segundos eu apaguei, e só acordei depois, quando todo procedimento já tinha terminado. Pensei no Brasil: somos uma nação sob sedativo!

Só isso explica a normalização de tanto absurdo. Senão, vejamos: vazou um contrato de R$ 3,6 milhões entre o Banco Master e o escritório de advocacia da família de Moraes, mas ficou por isso mesmo. Vida que segue! O ministro é até convidado para patrono em formatura na USP. É como se nada tivesse acontecido. As elites tomaram fentanil?

Aí vem o escândalo envolvendo Dias Toffoli. O resort que “era” de sua “família” foi supostamente vendido para um advogado ligado aos irmãos Batista da JBS, e havia participação de fundo ligado ao Master. A cunhada do ministro descobre ao vivo que seu marido era “laranja” do irmão, pois ela garante que não eram sócios de nada – olha a casa simples!

O mesmo Toffoli pega carona em jatinho com advogado do Master, e no dia seguinte coloca tudo sob sigilo – por onde anda Augusto de Arruda Botelho, aliás? Toffoli decide que as provas colhidas pela Polícia Federal precisam chegar a ele lacradas. Sob pressão, transfere para a PGR a missão, e ainda sob repercussão negativa, escolhe seus próprios peritos na PF.

O tal resort, dizem funcionários ouvidos pelo Metrópoles, pertencia na prática ao Dias Toffoli, que tinha até uma casa de luxo reservada a ele no local, além de um barco. O ministro passou quase 200 dias lá desde 2022! Recebia muita gente, dava festas – ou trabalho, como confessou uma funcionária. O resort tinha até uma espécie de cassino! Com a “venda” do estabelecimento, quase R$ 34 milhões foram transferidos para paraíso fiscal.

Mas a discussão no STF é transferir o caso para a primeira instância para “dar uma saída honrosa ao ministro”. Oi? O debate sobre a competência de foro não é técnica, mas sim política? E o objetivo é só estancar a destruição da imagem do Supremo? E Fachin ainda quer falar em código de ética, diante de casos claros de corrupção?

Tentar imaginar como essas notícias seriam tratadas nos Estados Unidos caso dois justices da Corte Suprema estivessem envolvidos em escândalos semelhantes é constatar que o Brasil não é um país sério, que quadrilhas tomaram de assalto as instituições – inclusive o STF – e que boa parte das elites está sob sedativo.

Sei que esse alerta vai se tornando repetitivo, mas se não houver consequências para escândalos tão bizarros é porque o país não tem jeito mesmo…

DEU NO JORNAL

CONSTRANGENDO O PAÍS

Editorial Gazeta do Povo

As instituições da República não podem mais tolerar que o ministro Dias Toffoli continue à frente das investigações sobre o Banco Master, caso que a rigor nem deveria estar no STF. Aceitar que Toffoli continue atropelando a ordem institucional sem nenhum constrangimento seria abdicar de vez de qualquer resquício de seriedade que ainda possa existir no país. E isso porque, ao absurdo dos demais abusos do Supremo, todos intoleráveis, o caso do Banco Master acrescenta matizes de pantomima e desfaçatez.

Ainda que o ministro insista em não admitir qualquer impedimento ou suspeição para atuar no caso Master, os fatos trazidos à tona pela imprensa e que se acumulam de forma assustadora, são mais que suficientes para embasar a abertura de um processo de impeachment contra o ministro do Supremo.

Desde o início de sua atuação, a conduta de Toffoli levantou graves questionamentos. Como já recordado várias vezes nos últimos dias, pouco antes de assumir a relatoria do caso Master, Toffoli compartilhou uma carona de jatinho com o advogado de um dos investigados, sócio de Vorcaro, rumo ao Peru, onde assistiram à final da Libertadores.

O que se seguiu foram sucessivos atropelos, como ordenar uma acareação sem propósito e claramente enviesada, incluindo até mesmo um dos diretores do Banco Central, e negar acesso à Polícia Federal acesso às provas apreendidas, que deveriam ser entregues no STF, lacradas. Só após muita pressão ele aceitou o envio do material à Procuradoria-Geral da República (PGR); por fim, ao permitir que apenas quatro peritos da PF nomeados por ele (e apenas eles) tivessem acesso aos celulares e computadores aprendidos, sinalizou que pretendia influir na própria investigação.

Ao mesmo tempo em que Toffoli mandava e desmandava como relator do caso Master, a imprensa escancarava os intrincados laços das empresas dos irmãos de Dias Toffoli e um primo com o cunhado de Vorcaro e um fundo de investimentos que integrava a rede do Banco Master. No centro dessas relações está o resort Tayayá, empreendimento de luxo no interior do Paraná, na cidade de Rio Claro. Oficialmente, o ministro nunca teve participação no empreendimento, e sim dois de seus dois irmãos – versão contestada pela cunhada de Toffolli, que, como revelou reportagem do Estadão, negou o vínculo do marido, José Eugênio Dias Toffoli, com o resort de luxo – mas a associação entre Toffoli e o empreendimento é pública e antiga.

Em 2017, ele recebeu o título de cidadão honorário de Rio Claro, justamente por ter colaborado com a instalação do resort. Segundo o portal Metrópoles, Toffoli teria frequentado o resort ao menos 168 vezes desde 2022 – o equivalente a passar ali um de cada sete dias, sendo tratado por funcionários do local como “dono” do resort, que possui até uma espécie de cassino.

Ora, o Código de Processo Penal é claro: pelo artigo 252, inciso IV, o juiz está impedido quando ele próprio ou seus parentes até o terceiro grau tiverem interesse direto no feito. A situação envolvendo os familiares de Toffoli atende plenamente a esse critério. Toffoli sequer poderia se manifestar sobre o caso, quanto mais ser relator das investigações do Banco Master. A Lei do Impeachment (1.079/50) considera crime de responsabilidade o ato de “proferir julgamento quando, por lei, seja suspeito na causa” – e o impedimento é mais grave do que a suspeição, pois, enquanto esta envolve uma presunção relativa de parcialidade, aquele envolve presunção absoluta de parcialidade.

Iniciar um processo de impeachment contra Toffoli é urgente – e o Senado, a quem cabe tal tarefa, não pode, como já fez tantas vezes diante dos abusos cometidos pelo Judiciário, adotar a covardia e a inação. Uma vez aberto o processo, Toffoli deixaria a relatoria do caso Master, sendo impedido de continuar a tumultuar as investigações como tem feito até agora, e poderia esclarecer as muitas dúvidas que pairam sobre suas ações. Se comprovado o crime de responsabilidade – e, como apontamos, há indícios disso – Toffoli será cassado, num processo que, longe de significar uma ruptura da ordem institucional, seria um passo para seu restabelecimento. Ministros do Judiciário não estão acima das leis, nem imunes ao escrutínio público.

Até agora, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a quem cabe dar início ao processo de impeachment, tem-se mantido em silêncio, numa postura nada condizente com a de chefe do Legislativo. Sempre pouco disposto a contrariar a corte suprema, Alcolumbre parece preferir enxovalhar o próprio Congresso a cumprir, por vontade própria, seu papel. Diante de sua covardia, faz-se necessária a pressão forte e reiterada das instituições – das que ainda estão comprometidas com a legalidade –, políticos, imprensa e sociedade, para forçar Alcolumbre a exercer seu dever. Toffoli não pode continuar agindo livremente.

PENINHA - DICA MUSICAL