Não estava na lista do Vorcaro Não estava na lista do careca do INSS Não estava na lista do Mensalão Não estava na lista do Petrolão Não estava na lista dos Correios Não estava na lista do Banco Marka Não estava na lista do Banco Santos
Precisamos de mais professores assim, que vão além da sala de aula, que criam momentos inesquecíveis e ensinam, através de atitudes, o verdadeiro valor do carinho, da empatia e da união. 👏🏻🎉 pic.twitter.com/ZgA1Ms9VPP
— Julio Schneider 🇧🇷🇺🇸 (@juliovschneider) April 9, 2026
Quando se fala em espaço vital, entende-se que se trata do espaço que a humanidade necessita para viver.
Realmente, a qualidade de vida dos seres humanos está ligada ao espaço vital que lhe é posto à disposição pelos governantes. Está ligado ao tema dos direitos humanos, saúde mental e qualidade de vida. A sobrevivência da humanidade depende do espaço vital de que dispõe.
Na realidade, a expressão “espaço vital” é uma cobrança à nossa sociedade, para que o ser humano tenha condições de vida, no meio de tanta erva daninha, podendo respirar livremente, resistindo às influencias da nossa sociedade, e até do ar que respiramos.
A superpopulação requer cada vez mais um maior espaço vital, para dar melhor qualidade de vida à humanidade.
A qualidade do espaço vital é de suma importância para os indivíduos e as comunidades. É responsável pela boa ou má qualidade de vida.
O conceito de espaço vital (em alemão: Lebemsraum), foi concebido por Friederich Ratzel, nos seguintes termos:
“Toda a sociedade, em um determinado grau de desenvolvimento, deve conquistar territórios onde as pessoas são menos desenvolvidas. Um Estado deve ser do tamanho da sua capacidade de organização.”
Friedrich Ratzel propôs uma Antropogeografia, como um ramo da geografia humana, que estudaria o espaço de vida dos agrupamentos humanos. Ao sistematizar os conhecimentos políticos aplicados pela geografia, Ratzel contribuiu decisivamente para o surgimento da geografia política, que no início do século XX foi acrescida do termo geopolítica (dado por Rudolf Kjillèn).
O geógrafo alemão Friederich Ratzel visitou a América do Norte, no início de 1873 e se impressionou com a doutrina do destino manifesto nos EUA. Ratzel simpatizava com os resultados do “Destino Manifesto”, mas ele nunca usou o termo. Em vez disso, contou com a Tese da Fronteira de Frederick Jackson Turner. Ratzel promoveu colônias ultramarinas para o Império Alemão, mas não uma expansão em terras eslavas. Depois, alguns alemães reinterpretaram Ratzel para defender o direito da raça alemã de expandir na Europa. Essa noção foi, mais tarde, incorporada à ideologia nazista. Harriet Wanklyn argumenta que os políticos destorceram a teoria de Ratzel para objetivos políticos. Daí, a origem dos colonizadores.
Origem dos colonizadores alemães dos territórios conquistados no Leste.
O espaço vital seria o espaço necessário para a expansão territorial de um povo, no caso, o povo alemão. Não apenas a restauração das fronteiras de 1914, mas também a conquista da Europa Oriental, espaço onde as necessidades, relativas à dominação territorial e recursos minerais desse povo seriam supridas. Quem também fazia parte, como se fosse um “trato”, era a Itália, que por ficar do outro lado do “espaço vital” era de grande interesse alemão. O interesse alemão e italiano nesta expansão justificava-se em certa medida pelo fato de os dois países serem retardatários na expansão marítima europeia, e ao contrário da França e da Inglaterra, não tinham vastos domínios coloniais. O “possibilismo”, de Vidal de la Blache, serviu como uma resposta antagônica ao espaço vital, ao considerar que havia maneiras de desenvolver economicamente o espaço vital em um limitado espaço geográfico. O líder nazista desejava atacar a União Soviética no verão de 1940, logo após a queda da França.
Adolf Hitler considerava que a “raça ariana” (que segundo ele, era superior) deveria permanecer unida, e para uni-la ao Império Alemão deveria possuir um território maior. Esse território era onde o povo germânico morava, porém foi dividido. Era chamado de “Espaço Vital Alemão”. Tal argumento foi amplamente discutido em seu livro Mein Kampf, e utilizado como discurso de justificativa da marcha alemã sobre a Europa a começar pela anexação da Áustria, que antes pertencia à Confederação Germânica e antes disso ao Sacro Império Romano-Germânico. Hitler queria invadir Sudetos, que compunham a região mais industrializada da Tchecoslováquia, mas havia um problema: as potências França e Inglaterra tinham assinado um acordo com a Tchecoslováquia, que prometia protegê-la em caso de ataque estrangeiro.
Todas as guerra a que estamos assistindo tem como alvo principal o ESPAÇO VITAL.
As guerras atuais tem, na maioria dos casos, uma relação direta ou indireta com a luta pelo espaço vital (Lebensraum), frequentemente rebatizado na geopolítica moderna como disputa por territórios estratégicos, recursos naturais ou hegemonia regional. Embora o termo “espaço vital” seja historicamente associado ao expansionismo nazista, o conceito geográfico de garantir território para recursos, segurança e sobrevivência econômica permanece central em muitos conflitos modernos.
O espaço vital trata da necessidade de o Estado ter o direito de atuar sobre uma área geográfica (território) que garanta condições de sobrevivência de uma determinada sociedade. Este conceito foi formulado no contexto da II Revolução Industrial e no momento em que a Alemanha passava a exercer ação geopolítica na Europa.
Atualmente, o conceito de espaço vital (Lebensraum) é tratado predominantemente como um conceito histórico e geopolítico clássico, associado à necessidade de território para a sobrevivência e desenvolvimento de uma população, mas também é discutido em dois contextos distintos:
– Refere-se à teoria formulada por Friedrich Ratzel no final do século XIX, que defendia que o Estado é um organismo vivo que precisa de território (espaço) para crescer e garantir recursos para sua população. Esta teoria foi distorcida pelo nazismo para justificar a expansão territorial alemã (o “Espaço Vital Alemão”) antes e durante a Segunda Guerra Mundial.
– Trata-se do “espaço vital psicológico”, definido como a totalidade de fatos que determinam o comportamento de um indivíduo em um determinado momento, não sendo um espaço físico, mas sim um espaço mental onde as influências ambientais e pessoais se cruzam.
Em debates contemporâneos, a noção de espaço vital evoluiu para o controle de recursos e influência econômica, focando na interdependência e no desenvolvimento de áreas de influência em vez de conquista territorial direta.
Nós, meninos da Avenida da Paz, mesma idade, amigos, juntos, tínhamos predileções semelhantes. Gostávamos de pescar no Riacho Salgadinho. Empurrávamos uma jangada de tronco de bananeira para o meio do riacho, jogávamos a tarrafa aberta, puxávamos cheia de peixes. O siri era pescado com teteia. Nas margens e imediações do Salgadinho, por ser terra salobra, lama salgada, mangue, era “habitat” de caranguejos, o goiamum azulado. Com lata quadrada de azeite, fabricávamos armadilhas para capturá-los. Armávamos a arapuca, com uma isca, no buraco do caranguejo. Quando o bicho saía da toca, beliscava a isca, fechava a arapuca. Dava um ar de felicidade ao ver a arapuca com a tampa fechada e um baita goiamum preso. Cevava, engordava os caranguejos num gradeado. Dias depois nos deliciávamos com uma caranguejada, feita por nossas mães, o caldo gordo escorria pela boca.
À noite o calçadão da Avenida da Paz era uma festa, transformava-se em palco e campo de jogos e brincadeiras. Correr, “Roubar-Bandeira” era a primeira diversão. Dividia a calçada em dois campos, um para cada equipe de sete ou oito jovens, no final de cada campo fixava uma pequena bandeira pregada numa vara. O objetivo da brincadeira era entrar pelo campo adversário e roubar a bandeira do time adversário. Havia outros jogos, ximbra (bola de gude), pião, bicicleta, patinete. Mas nossa maior diversão era jogar futebol na areia da praia, de manhã e de tarde, às vezes, em noite de lua, quando fazia um gol depois que a lua aparecia, a partida acabava, era o gol da Lua. Mergulhar naquele mar azul esverdeado e nadar até perto dos navios, era nosso exercício lúdico.
Final do ano chegavam as férias, os jovens que estudavam fora retornavam à vida livre, leve e solta no Paraíso, a praia da Avenida. Adolescentes, inventávamos outros programas: andar de bicicleta batendo a cidade de Maceió e olhar na praia as mulheres de maiôs com intensões pecaminosas.
À noite sentávamos nos bancos da Avenida contando piadas e aventuras ou saíamos à cata de namoradas nas redondezas. Eram namoros à antiga, pegar na mão, em vez em quando um abraço mais quente.
Os empresários de turismo perceberam que a bela praia da Avenida da Paz era um paraíso, construíram os primeiros hotéis modernos, Luxor e Beira-Mar, havia o belo e antigo Hotel Atlântico. Foi a Avenida da Paz a pioneira do turismo em Maceió nos anos 70. Pouco tempo depois aconteceu a mecanização da lavoura no interior, os fazendeiros e usineiros compraram máquinas, não havia uma política pra fixar o homem no campo, aconteceu a primeira invasão de trabalhadores rurais desempregados, invadiram a capital, se fixaram, criaram favela no Vale Reginaldo-Salgadinho.
Em 1988 a Constituição cidadã previu o usucapião rural, quem morasse num imóvel por mais de cinco anos, teria sua posse. Os fazendeiros preferiram convocar os boias frias e demoliram mais de 20 mil casas de trabalhadores rurais em suas fazendas. Houve a segunda invasão no Vale Reginaldo-Salgadinho poluindo drasticamente o riacho e a praia da Avenida da Paz, a mais bonita de Maceió. Os hotéis fecharam, os prédios foram vendidos para repartição pública. Os moradores da Avenida da Paz se mudaram devido a fedentina dos 17 km do vale do Reginaldo-Salgadinho, com os casebre lançando os dejetos in natura no riacho. Uma pena, nesses quase 50 anos nenhum governador ou prefeito tentou realizar uma obra séria de despoluição do Salgadinho. Só pequenos paliativos. Até que apareceu um Prefeito de coragem, determinado, iniciou a obra “Renasce Salgadinho”. Muitos não acreditaram.
Sábado passado tive a honra em assistir a inauguração do projeto, “Renasce Salgadinho”, deu-me uma alegria, voltei a ser menino, qualquer dia vou mergulhar na mar da Avenida da Paz, a mais bela de Maceió. Obrigado prefeito JHC, obrigado secretário de obras Rodrigo Cunha pelo renascimento do Salgadinho e da belíssima praia da Avenida da Paz. O paraíso voltou. O turismo vai estourar em Maceió.
Foto de 2019 mostra petroleiro navegando pelo Estreito de Ormuz
Ao contrário de outras ocasiões, em que os recuos de Donald Trump fortaleceram valentões como Vladimir Putin, desta vez foi melhor para o mundo todo que o presidente norte-americano não tenha cumprido uma ameaça. E pouco importa se a retórica sobre “uma civilização inteira morrer hoje à noite” era apenas bravata para arrancar concessões, ou se havia uma intenção concreta de agir em larga escala contra o Irã: a realização dessa promessa seria uma catástrofe de enormes proporções. Mas o cessar-fogo costurado pelo Paquistão é tão frágil que já corre o risco de naufragar antes mesmo das negociações previstas para ocorrer no fim de semana.
Basta ver o que ocorreu com o Estreito de Ormuz nas últimas horas. A reabertura total do estreito, por onde passa parte significativa da produção mundial de petróleo, era parte do acordo, mas os iranianos já retomaram as restrições devido à continuação da campanha israelense contra os terroristas do Hezbollah (apoiados pelo Irã) no Líbano. O primeiro-ministro paquistanês, Shehbaz Sharif, afirmou na terça-feira que o cessar-fogo incluía o Líbano, o que foi negado tanto por Israel quanto pelos Estados Unidos – os israelenses ainda afirmaram ter interceptado mísseis iranianos depois do anúncio da trégua.
Há dois objetivos na campanha militar norte-americana e israelense cuja sensatez até os críticos de Trump hão de aceitar: o fim do programa nuclear iraniano e o fim do financiamento dos aiatolás ao terrorismo internacional. A corrida iraniana por uma bomba atômica e as ações dos proxies iranianos no Oriente Médio – como o Hamas, o Hezbollah e os houthis do Iêmen – são fatores de desestabilização na região; esta é a melhor chance em muito tempo para colocar um fim nas ambições de Teerã, e os Estados Unidos estariam errados se não insistissem nesses dois pontos.
O governo iraniano, no entanto, parece disposto a manter seu enriquecimento de urânio, a ponto de ter incluído esse item na lista prévia de dez reivindicações enviada aos norte-americanos – veículos de imprensa afirmaram que este item específico estava na versão em farsi, mas não na versão em inglês divulgada pela imprensa estatal iraniana. Já os Estados Unidos teriam recusado essa primeira proposta do Irã, aceitando outra mais condensada, mas sem dizer o que ela continha. Este impasse é parte do grande dilema em que se colocou não apenas Trump, mas o Ocidente democrático e, no fim das contas, toda a comunidade internacional que depende do petróleo que transita pelo Golfo Pérsico.
O controle da navegação em Ormuz tem dado aos iranianos um poder de barganha considerável. A capacidade de causar uma disrupção global no mercado de petróleo é uma arma preciosa para a teocracia islâmica e uma fraqueza para o mundo ocidental e especialmente para os Estados Unidos – recorde-se, por exemplo, o recuo de Trump em seu tarifaço depois que o aumento no preço de produtos importados criou pressão inflacionária interna. Não é absurdo imaginar que os iranianos só concordem em normalizar a navegação em Ormuz em troca da aceitação da continuidade de seu programa nuclear. E isso limitaria as alternativas norte-americanas.
Um recuo, para evitar um agravamento das consequências econômicas em ano de eleições para o Congresso, seria a desmoralização dos Estados Unidos e uma vitória não apenas para o Irã, mas também para Rússia e China, que sorriem ao ver as rusgas entre Trump e seus aliados da Otan, que não desejam (e nem são obrigados a) participar de uma guerra que não provocaram – e da qual nem foram avisados, como admitiu o próprio Trump. Uma ação terrestre maciça para retirar os iranianos das proximidades do estreito teria consequências imprevisíveis, além de Trump sempre ter feito campanha rejeitando a ideia de “botas no solo” e criticando o uso de tropas norte-americanas em governos democratas.
Outra opção seria continuar a campanha militar nos moldes atuais, com bombardeios que debilitariam ainda mais a infraestrutura militar iraniana. Essa opção, no entanto, pode não resolver o problema de Ormuz, nem levar à queda do regime dos aiatolás, apesar da incerteza atual sobre o paradeiro do novo líder supremo, aiatolá Mojtaba Khamenei – e, ainda que ele acabe morto, um substituto surgirá rapidamente. Além disso, não há como saber se (ou em que grau) os bombardeios norte-americanos e israelenses conseguiriam retardar o programa nuclear iraniano. Um prolongamento dessa campanha sem resultados definitivos ainda aumentaria o desgaste de Trump dentro e fora dos Estados Unidos.
O Irã quer se tornar um Estado nuclear, filoterrorista e chantagista, e é preciso encontrar o melhor meio de freá-lo sem trazer mais instabilidade – um objetivo difícil, mas não impossível. Certo é que tal meta não será atingida com ameaças (apocalípticas ou não) na internet; é urgente trocá-las por mais clareza estratégica – definir, afinal, o que os EUA querem no Irã e agir de acordo com esse plano – e pressão para que os iranianos não se sentem à mesa tendo as melhores cartas na mão. Que as negociações previstas não descarrilem antes mesmo de começar e que a comunidade internacional também esteja disposta a se engajar na construção de um acordo que torne o Oriente Médio e o mundo mais seguros.
A declaração de Lula de que sua candidatura à reeleição depende de aprovação em convenção do PT, em junho, soa tão autêntica quanto uma nota de 3 reais.
Ele é o PT.
O partido não decide, obedece.
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Falou mais uma mentira pra já extensa coleção.
A frase “ele é o PT”, se referindo ao Descondenado, resume tudo.