Precisamos de mais professores assim, que vão além da sala de aula, que criam momentos inesquecíveis e ensinam, através de atitudes, o verdadeiro valor do carinho, da empatia e da união. 👏🏻🎉 pic.twitter.com/ZgA1Ms9VPP
— Julio Schneider 🇧🇷🇺🇸 (@juliovschneider) April 9, 2026
DEU NO X
Até que enfim alguma coisa para aliviar nossos corações.
No Brasil as coisas andam sombrias demais.
Tocante
Que atitude maravilhosa, emocionante.
A criança homenageada levará tal momento para o resto da vida.
Há imagens mais poderosas do que MIL PALAVRAS.
Preciso despir-me do que aprendi. Desencaixotar minhas emoções verdadeiras. Desembrulhar-me e ser eu! Uma aprendizagem de desaprendizagem…. Trecho adaptado de “O Guardador de Rebanhos”, do livro “Poemas de Alberto Caeiro”, de Fernando Pessoa
Já que o assunto é emoção…
Como caralhos (ops, uma dama com minha ilibada reputação jamais deveria soltar tal imprecação) o supimpa Nacional Futebol Clube fez o obséquio de enfiar 7 gols no lanfranhudo Paysandu Sport Club, pela consagradíssima Copa Verde? Sim, euzinha assisto a Copa Verde.
Copa Verde, quiporreessa??? Desculpe o palavrão, D. Matilde, é minha “inguinorança” no assunto, mas, aposto a peruca da “erica rilto”, que vc é vascaína.
Euzinha vascapina, quiporreessa???
Dona Tatá (talvez Tamires, pois assim chamamos minha sobrinha Tamires), creio haver um equívoco. Sou do bando de loucos, pois sou louca por ele, o Todo Poderoso Timão, que aprendi a amar em 1977 quando meu falecido Gervásio me conduziu (à época eu era um chuchuzinho, um pitéu, uma gostosona. Agora me chamam de maracujá de gaveta) ao Morumbi para ver o perna-de-pau Basílio acabar com o jejum de 23 anos sem títulos diante de uma poderosa macaca campineira (um timaço aquele da Ponte Preta, que tem a camisa idêntica à do Vasco da Gama).
Diante de 146.082 torcedores, naquele inesquecível 9 de outubro de 1977, o eterno gol de Basílio fez a Fiel soltar o grito de campeão paulista, entalado na garganta desde 1954.
Um abraço
Matilde, piteuzinho de outrora e maracujá de agora. kkkkkk
Matou! É vaselina sim.
E que saudade “dela”.
Eu acredito muito nas pessoas.
Eu vejo a interação de minhas netas com os colegas de escola e vislumbro um bom futuro para o Brasil.