DEU NO X

8 pensou em “PARABÉNS, PROFESSORA!

  1. A criança homenageada levará tal momento para o resto da vida.
    Há imagens mais poderosas do que MIL PALAVRAS.
    Preciso despir-me do que aprendi. Desencaixotar minhas emoções verdadeiras. Desembrulhar-me e ser eu! Uma aprendizagem de desaprendizagem…. Trecho adaptado de “O Guardador de Rebanhos”, do livro “Poemas de Alberto Caeiro”, de Fernando Pessoa
    Já que o assunto é emoção…
    Como caralhos (ops, uma dama com minha ilibada reputação jamais deveria soltar tal imprecação) o supimpa Nacional Futebol Clube fez o obséquio de enfiar 7 gols no lanfranhudo Paysandu Sport Club, pela consagradíssima Copa Verde? Sim, euzinha assisto a Copa Verde.

    • Copa Verde, quiporreessa??? Desculpe o palavrão, D. Matilde, é minha “inguinorança” no assunto, mas, aposto a peruca da “erica rilto”, que vc é vascaína.

      • Euzinha vascapina, quiporreessa???
        Dona Tatá (talvez Tamires, pois assim chamamos minha sobrinha Tamires), creio haver um equívoco. Sou do bando de loucos, pois sou louca por ele, o Todo Poderoso Timão, que aprendi a amar em 1977 quando meu falecido Gervásio me conduziu (à época eu era um chuchuzinho, um pitéu, uma gostosona. Agora me chamam de maracujá de gaveta) ao Morumbi para ver o perna-de-pau Basílio acabar com o jejum de 23 anos sem títulos diante de uma poderosa macaca campineira (um timaço aquele da Ponte Preta, que tem a camisa idêntica à do Vasco da Gama).
        Diante de 146.082 torcedores, naquele inesquecível 9 de outubro de 1977, o eterno gol de Basílio fez a Fiel soltar o grito de campeão paulista, entalado na garganta desde 1954.
        Um abraço
        Matilde, piteuzinho de outrora e maracujá de agora. kkkkkk

  2. Eu acredito muito nas pessoas.

    Eu vejo a interação de minhas netas com os colegas de escola e vislumbro um bom futuro para o Brasil.

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