DEU NO X

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

SANCHO PANZA – SANTO ANDRÉ-SP

JUNTOS SOMOS IMBATÍVEIS!!!!

Tanta coisa toca o coração da gente: abraço de vó, filhote de cão, uma pessoa especial, fotografia da infância e as tragédias da vida (evitáveis ou não).

O POVO GAÚCHO PRECISA DE VOCÊ, querido amigo e leitor fubânico.

Madre Teresa de Calcutá dando um bofetão na sua cara: “Não espere por grandes líderes; faça você mesmo, pessoa a pessoa. Seja leal às ações pequenas porque é nelas que está a sua força”.

COM TANTO PILANTRA NA PRAÇA a sua ajuda ao povo gaúcho precisa de um PORTO SEGURO.

A Igreja Porto de Cristo, do paranaense Sandro Mauricio Rocha, o Pastor Sandro, fará chegar a AJUDA necessária a quem tanto precisa.

Na imagem anexa a dica de como ajudar com a certeza de que sua doação em dinheiro (do tostão ao milhão – qualquer quantia será muito bem vinda) VAI CHEGAR a quem tanto precisa.

Para quem desejar, antes de doar, saber quem é o “bolsonarista” Pastor Sandro Rocha, pode encontrá-lo no youtube através dos canais MANHÃ COM DEUS, de segunda a sexta, às 09:30 hs e DESDOBRAMENTOS, de segunda a sexta, às 14:30.

ALEXANDRE GARCIA

LULA DEU MAIS DINHEIRO PARA DEPUTADOS DO QUE PARA AS VÍTIMAS DA TRAGÉDIA NO RS

Vista aérea da inundação do Rio Guaíba na região metropolitana de Porto Alegre

Vista aérea da inundação do Rio Guaíba na região metropolitana de Porto Alegre

O governo anunciou a liberação de R$ 614 milhões de emendas na área da saúde para o Rio Grande do Sul. Não tem como a gente não comparar com a liberação de emendas para deputados exatamente uma semana antes. Foi num único dia: R$ 4,9 bilhões. Não tem como a gente não comparar. E olha que eu nem estou comparando com a suspensão das multas de indenização da Odebrecht e da JBS por parte do ministro Toffoli, que somam R$ 15 bilhões. Pois é, ser bonzinho com o Rio Grande do Sul exige esse tipo de comparação para a gente saber a relatividade das coisas, dos valores.

O Rio Grande do Sul, depois de três anos com seca, agora tem essa enchente. Maior produtor de trigo, soja, o segundo produtor de arroz, grande produtor de leite, mas está jogando leite fora porque não tem como transportar. O leite se deteriora, não tem como chegar às cidades, e elas estão precisando até de água potável, imaginem só. Isso sem considerar as pessoas que ainda estão no telhado das casas esperando socorro, que não tem sido suficiente. O problema se mantém ainda que todo mundo tenha se mobilizado, inclusive os saqueadores, que estão furtando embarcações para poder saquear casas que foram abandonadas por seus proprietários. É um crime terrível isso.

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Prevenção

Eu vejo as pessoas dizendo temos que prevenir, temos que prevenir para a próxima catástrofe. No entanto, nós já tivemos uma catástrofe em setembro para ensinar a prevenir. Alguns prefeitos preveniram-se, outros não. O governo do Estado parece que não. O governo federal vai lá e visita, mas não é só isso. Faz parte da prevenção um sistema de aviso sobre grandes chuvas, que avise que tais áreas podem ser atingidas. A prevenção nas estradas, a prevenção de queda de barreiras, que se tornaram um grande problema e não houve prevenção para evitar a queda de barreiras.

Houve desmatamento, não houve a contenção. E é muito fácil de fazer. Qualquer topógrafo ou engenheiro é capaz de olhar para o rio, calcular o leito do rio subindo e saber onde a água vai chegar. Aí cada município pode fazer o seu sistema de prevenção. E no caso de enchente, o que fica potencialmente mobilizado, fica pronto para agir, pois as enchentes são cíclicas.

Eu morei à margem do Jacuí, e depois às margens, porque morei em Estrela Elajado, no Taquari. Eu já andei de caiaque no pátio da minha casa, numa das enchentes. Então tá cheio de especialista aí, trabalhem para se na próxima vai prevenir, já que depois da de setembro não houve prevenção. Agora os prejuízos, além da perda de vidas – e esse é o principal – há doenças. Há um alerta de leptospirose e o país já está atacado pela dengue, como nunca. E ainda falam em prevenção. Dengue é prevenível, mas a água que cai do céu, não. Agora, o que fazer quando ela cai no chão e segue a lei da gravidade, aí sim, nesse caso deviam saber as medidas a serem adotadas.

DEU NO JORNAL

CORRESPONDÊNCIA RECEBIDA

DEU NO JORNAL

NÃO HÁ LIMITES PARA A REPRESSÃO NAS DITADURAS

Editorial Gazeta do Povo

Cubanos reunidos na Flórida, nos EUA, onde estavam também protestando contra o regime comunista

Cubanos reunidos na Flórida, nos EUA, onde estavam também protestando contra o regime comunista

Assim como acontece em outros regimes ditatoriais mundo afora, em Cuba sair às ruas para protestar contra o governo e cobrar melhores condições de vida é crime, reprimido com violência e penas abusivas – e que agora poderão chegar à pena capital. De acordo com um relatório da organização Prisoners Defenders, divulgado no mês passado, a ilha possui atualmente mais de mil prisioneiros políticos, incluindo alguns menores de idade, muitos deles presos após participarem de manifestações públicas contra o regime de Miguel Díaz-Canel, como as que tomaram a ilha em julho de 2021.

Submetidos a condições degradantes, aponta o relatório, os presos políticos de Cuba sofrem com espancamentos, recusa de água, comida, e tratamento médico, enquanto cumprem penas injustas de até 15 anos por crimes como “perturbação da ordem pública” ou “tentativa de rebelião contra as autoridades comunistas” – termos usados pelo governo ditatorial para chamar as críticas e manifestações contra as precárias condições de vida na ilha, marcada pela escassez de alimentos básicos, combustível e insumos médicos, questões que são omitidas pela ditadura.

O tratamento desumano aos presos políticos em Cuba faz parte da rotina. Levantamento da Cubalex, organização que monitora as ações do regime de Miguel Díaz-Canel contra a população, mostra que as formas de assédio mais comuns contra prisioneiros são a recusa de cuidados médicos, tratamentos degradantes, violência, confinamento solitário e confinamento em celas de punição. Alguns também são levados para trabalhos forçados e expostos a condições ainda mais desumanas em centros prisionais afastados ou em áreas rurais.

Devido ao rígido controle estatal sobre a imprensa, a maioria dos casos de abusos permanece desconhecida do resto do mundo, mas alguns ganham notoriedade, como o da jovem mãe Mayelín Rodríguez Prado, 23 anos, condenada a uma pena total de 15 anos pelo crime “propaganda inimiga de caráter contínuo” e “sedição” – ela transmitiu pelas redes sociais imagens de um protesto na cidade de Nuevitas, na província central de Camaguey, em agosto de 2022. Outra jovem, Lisdany Rodríguez Isaac, de 25 anos, presa durante os protestos de julho de 2021, foi condenada a 8 anos de prisão. Grávida do primeiro filho, em fevereiro deste ano Lisdany denunciou que estava sendo pressionada pelo regime de Miguel Díaz-Canel a abortar contra a própria vontade. Hoje, os relatos da mãe de Lisdany mencionam que a filha, que não aceitou fazer o aborto, não tem acesso a alimentação adequada e nem acompanhamento médico. Não se sabe até que ponto isso poderá comprometer a gravidez e a saúde da jovem.

Agora, a crueldade do regime em perseguir a própria população que clama, por exemplo, contra o aumento da pobreza, a escassez de alimentos, de medicamentos e a falta de energia, deve aumentar ainda mais. Diante do fracasso do plano econômico anunciado no final do ano passado para tentar amenizar a crise que assola o país, e com medo de que a população organize novos protestos, a ditadura agora ameaça executar quem participar dos possíveis protestos, considerados “ilegais” pelo sistema totalitário cubano.

A ameaça foi feita no final do mês passado pelo presidente da Câmara Criminal do Supremo Tribunal Popular de Cuba, Otto Molina Rodríguez, acompanhado de outros representantes do sistema de Justiça e militares cubanos. Durante o programa de televisão Hacemos Cuba, utilizado para fazer propaganda do Partido Comunista, Rodríguez citou o crime de “sedição”, previsto no artigo 121º do Código Penal cubano, que inclui penas de dez a 30 anos de prisão, prisão perpétua ou pena de morte. Mesmo que o regime já use a “sedição” como justificativa para prisão e condenação de manifestantes, até então a pena de morte não era aplicada.

A pena máxima seria aplicada, segundo o governo de Miguel Díaz-Canel, em “situações excepcionais, de catástrofe ou que afete a segurança do Estado, ou durante grave perturbação da ordem pública, ou em zona militar, com a utilização de armas ou exercício de violência” – na prática, em qualquer situação que o regime achar conveniente, uma vez que não há um sistema de justiça independente e nem garantia de uma defesa justa aos presos.

Ainda que continue a ser cultuada pelas esquerdas como um baluarte de “democracia popular” – o próprio presidente Lula chegou a chamá-la de “defensora de uma governança global mais justa” – a verdade é que o regime cubano não tem qualquer apreço por sua população. Submetendo os cubanos à pobreza e degradação, violando reiteradamente os direitos humanos, e sem atender à pressão e sanções das democracias internacionais, Cuba agora ameaça tomar a última coisa que resta à população, a vida, em nome da manutenção de um sistema retrógrado e opressor.

PENINHA - DICA MUSICAL

AGNALDO TIMÓTEO

Dedico as postagens desta semana ao jovem José Ramos, colega colunista do JBF, que no último dia 30 de abril completou 81 anos. Parabéns e muita saúde Zé Ramos e que Deus o mantenha entre nós por muitos e muitos anos.

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Jovens tardes de domingo

DEU NO X

DEU NO JORNAL

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