Jongapalooza dia 1 pic.twitter.com/1FGWrz8uuw
— Helem (@helemazevedo) November 16, 2024
Jongapalooza dia 1 pic.twitter.com/1FGWrz8uuw
— Helem (@helemazevedo) November 16, 2024
E o sorrisinho debochado do “jornalista” da @JornalDaGlobo ??!?!? pic.twitter.com/sOlFNvuUHx
— Karly🇧🇷 (@karenllyandra) November 15, 2024
Quando era criança em Natal, 1952, costumava ouvir as histórias de Vovô Simão, interpretado por Canelinha.
A mulher dele, Clautenes Andrade, cantava uma música que começava assim:
quando a lua vem nascendo
eu me lembro do meu bem
a viola vai gemendo
e o meu amor não vem…
Que fim levaram esses dois?
R. Caro leitor, já encaminhei sua dúvida para o Peninha, colunista desta gazeta e especialista em música.
Vamos ver o que ele diz.
Enquanto isso, os nossos bem informados leitores podem também se manifestar.
Disponha sempre deste espaço.
Com certeza esses cachorros são da Globo! pic.twitter.com/66zDqdREyU
— PÁTRIA MAMADA 🤣 PARÓDIA (@PATRIA_MAMADA_) November 15, 2024
Acho que até já postei mas vale a pena ver novamente pic.twitter.com/LQ5TyyWNFg
— Jorge Luís 🇧🇷🇧🇷🇧🇷🇧🇷 (@crioulossantafe) November 15, 2024
Homem pega esposa traindo ele com o chefe dela na praia. pic.twitter.com/yrc2BHUWof
— Pessoas Pegas Traindo (@ppegastraindo) November 15, 2024
Bom dia!
Uma composição genial.
Esta música tem que ficar registrada nas páginas da história do nosso sofrido Brasil.
Abraços para todos.
Um gênio! Esta música tem que ficar escrita em nossa nação!!! pic.twitter.com/yqNEXPpL8a
— Que País é esse? (@SeuJocaSempre) November 15, 2024
Editorial Gazeta do Povo

Vista aérea da Esplanada dos Ministérios, em Brasília
Na busca incessante por eficiência operacional, aumento da produtividade/hora do trabalho, redução de custos, melhoria da capacidade competitiva e redução de preços, a fim de conquistar mercados e ter lucos, as empresas privadas travam batalha diária na busca de novas tecnologias, novos métodos organizacionais e qualidade de seus produtos. Essa é a lógica interna do sistema de capitalismo de livre mercado, e foi o que fez desse sistema o responsável pelo maior surto de descobertas, invenções, inovações e revoluções no padrão de produção e possibilidades de bem-estar da história da humanidade.
Conquanto não seja perfeito, foi o capitalismo que, em menos de 300 anos, deu ao mundo a máquina a vapor, a estrada de ferro, o trem de ferro, o navio a vapor, a anestesia, o antibiótico, o automóvel, a eletricidade, a fotografia, o rádio, o telefone, a televisão, o avião, o computador, a internet e milhões de produtos que mudaram radicalmente as opções de consumo e conforto; e esse sistema de invenções, inovações e criação de bens, serviços e soluções para os problemas e as necessidades humanas continua evoluindo. É um sistema que não para, pois é gigantesco o desafio de atender uma população que saiu de 1 bilhão de habitantes para 8,1 bilhões em apenas 200 anos.
Ocorre que, de toda a produção de um país, uma fração expressiva (34% no caso do Brasil) é entregue à entidade chamada “governo”, a fim de que este cumpra funções que lhe cabem, como a defesa nacional, segurança interna, administração da justiça, saúde pública, educação e enfrentamento de problemas coletivos, a exemplo de pandemias, catástrofes naturais, crises de abastecimento etc. Sendo o setor público de tamanho superior a um terço da renda nacional (renda e produto são os dois lados da mesma moeda), sua maior ou menor eficiência determinará a eficiência média do país como um todo.
Para identificar a eficiência média há pelo menos duas medidas essenciais: o Produto Interno Bruto (PIB) por habitante e a produtividade econômica (produto por hora trabalhada). Mas o governo não se contenta em executar suas funções clássicas, como as acima citadas, e resolve regular e intervir em muitos aspectos da vida econômica e social, em alguns casos de forma absolutamente bizarra. Entre as bizarrices que o setor estatal – municípios, estados e União – já impôs ou tentou impor por meio de intervenção e regulamentação, num passado recente ou distante, estão a proibição de tocar música estrangeira durante o carnaval, exigir um número mínimo de filmes nacionais a que a sociedade deve assistir, proibir o uso de palavras estrangeiras no idioma nacional… a lista é longa, chegando a esquisitices impensáveis como a proibição do consumo de melancias, na cidade paulista de Rio Claro. Uma rápida pesquisa na internet sobre leis ou projetos de lei bizarros e ridículos mostra os casos citados e muitos outros, que simbolizam os desvios de função que acometeram o setor público nos últimos tempos.
Entretanto, uma ação que o setor público deveria adotar, mas nunca adotou, é copiar as ferramentas para melhorar a qualidade de seus serviços, ter mais eficiência produtiva, reduzir custos, produzir mais com menos e seguir os passos que levem ao aumento da produtividade e melhoria do bem-estar social. Pelo contrário: indo na contramão do progresso, o setor estatal há tempo é contaminado por ineficiência, corrupção e baixa qualidade média de muito do que faz (com raras exceções), tornando-se um freio ao crescimento econômico e ao desenvolvimento social.
Nessa linha, vale lembrar a decisão da presidente Dilma Rousseff que, incomodada com a ineficiência gerencial do governo, criou a Secretaria de Gestão Pública (SGP), vinculada ao Ministério do Planejamento, no contexto de uma minirreforma na estrutura dos ministérios e secretarias governamentais. Na época, o discurso oficial era de que a SGP teria a função de racionalizar os processos burocráticos e o gerenciamento dos projetos, a fim de melhorar a eficiência da máquina pública e reduzir custos e desperdícios. O fato é que todos os governos brasileiros no âmbito federal e muitos no âmbito estadual e municipal adotam uma ou outra medida com essa mesma finalidade, fracassando na maioria dos casos.
Apesar do reconhecimento quanto à existência do problema, o setor público continua marcado por ineficiência, desperdício, corrupção e excessiva intervenção na vida das pessoas e das empresas, ressalvadas poucas honrosas exceções. No segundo ano de seu atual mandato, o presidente Lula aumentou o número de pastas ministeriais para 39, praticamente dobrando o número de pastas do governo anterior. As consequências incluem, além do enorme aumento dos gastos com máquina administrativa, o agravamento da ineficiência e dos desperdícios, fazendo que, em vez de racionalizar a máquina estatal e melhorar sua eficiência, o Brasil ande na contramão e piore o que já nunca foi um exemplo de virtudes.
Para contribuir com o desenvolvimento econômico, a máquina estatal deve ser bem estruturada, eficiente, ágil e oferecer serviços públicos de boa qualidade, além de reduzir os gastos com as atividades-meio, liberando recursos para as atividades-fim que atendam as necessidades dos cidadãos e para aumentar o capital físico do país, sem o que o crescimento econômico e o desenvolvimento ficam profundamente prejudicados. Se os políticos e as autoridades governamentais não entenderem isso e não tratarem de melhorar a estrutura dos gastos públicos, o Brasil nunca conseguirá ingressar no clube das nações desenvolvidas.