Na minha opinião, houve um certo entusiasmo ideológico inicial sobrepujado pelo pragmatismo ante a realidade.
O que não significa, em absoluto, que o Trump e sua equipe não estejam muitíssimos mais experientes e cientes que no governo Trump anterior.
Cientes da realidade estão implementando, aos poucos, aquilo a que se propuseram.
Não se desconhece a força do deep state mas, na minha opinião, ocorre um despertar e não estou falando do movimento some.
É flagrante que muitas pessoas, antes omissas, antes alheias ao universo político, estão percebendo o buraco que o mundo seguia.
Se tais despertos serão multiplicadores dos valores judaico-cristãos que serviram de fundamento a cultura do ocidente e vem sendo erodidos de longa data, só o tempo dirá.
Sobre essa questão de fortes e fracos, onu (minúscula, mesmo) não se pode esquecer que, há mais de 100 anos, os Estados Unidos são o fiel da balança em todo evento relevante do mundo.
Dito isso, torço para que os Estados Unidos continuem, por muitos anos, greats!
Acho que nem em 2023 tivemos um janeiro tão movimentado como neste ano.
E ainda estamos no meio do mês.
É treta entre Michelle e os filhos do Bolsonaro (envolve disputa entre Tarcísio e Flávio para ver quem vai ser o representante da direita na disputa à PR), caso Master, INSS, Venezuela, Irã, 5TF até o pescoço com os escândalos.
Em 1986, eu estava perambulando pelas avenidas e ruas do centro da cidade do Recife; estava de férias.
Quando cheguei a uma loja de discos, chamada Disco 7, o cara que estava lá, me disse:
– Tenho um LP aqui que você vai gostar. O disco é o Au Revoir, com uma seleção de músicas francesas incríveis.
Um detalhe é que esse LP era pra ser distribuído nas FM´s da época, mas, graças ao conhecimento com o gerente do local por ser cliente há longo tempo, comprei o disco e o tenho ainda guardado comigo (40 anos) em perfeito estado de conservação.
Nesta seleção desse disco em especial, há essa música.
Excelente postagem. De novo, Peninha, acertadíssimo.
2 mil mortos até agora é um número muito subestimado, pois ao que se sabe, a Guarda do aiatolá está fuzilando aos montes pessoas nas ruas.
O Nine está preocupado com o Khamenei, seu amigo (e do Alckmin). Pede que as coisas se resolvam apenas internamente; ou seja, que milhões de pessoas morram nas mãos das milícias xiitas e que o Trump não faça nada.
Ah, enquanto isso a turma do “Palestina Livre” está com a língua enfiada no c*.